MS poderá ampliar a produção de mel e ganhar novos mercados

Maior produtor de mel do Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul poderá abrir novos mercados para exportação do produto. Isso será possível com a regulamentação da situação cadastral junto ao Fisco estadual dos apicultores e dos meliponicultores, instituída pelo Decreto Estadual nº 16.103, de 7 de fevereiro de 2023, que foi oficializada no Pacote de Desoneração lançado no início do mês pelo governador Eduardo Riedel.

Com a inscrição estadual o produtor poderá emitir notas fiscais, promovendo a legalização da profissão para a categoria (Foto Álvaro Rezende)

A meta, segundo o secretário de Estado de Produção, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Informação, Jaime Verruck, é fortalecer o segmento. “O Governo facilitará a obtenção da inscrição estadual por meio de um cadastro facilitado. Com isso a meta é que aumente a legalização, profissionalização do trabalho, mapeamento e fortalecimento da cadeia produtiva do mel”, salienta Verruck.

O decreto atende demanda da Câmara Setorial Consultiva da Apicultura e Meliponicultura de Mato Grosso do Sul, instância que reúne o Governo, por meio da Semadesc e entidades ligadas à cadeia produtiva do setor.

“A regularização cadastral é um incentivo muito forte para a apicultura. Essa iniciativa proporciona uma maior profissionalização, acaba com o mel clandestino, facilita as transações comerciais, impulsiona o crescimento da atividade no Estado, isso tudo sem contar que eles ainda farão jus ao diferimento do ICMS como a cadeia do leite, isto é, postergação do recolhimento do tributo”, comenta o secretário-executivo da Câmara Setorial, Orlando Serrou Camy Filho.

A mudança na legislação tributária alcançada atinge cerca de mil pessoas. Os apicultores e meliponicultores de Mato Grosso do Sul estão organizados em 24 associações e 2 cooperativas (uma em Amambai e a outra em Três Lagoas).

Menos burocracia para o setor

O presidente da Feams (Federação de Apicultura e Meliponicultura do Estado), Claudio Ramires Koch, explica a importância do incentivo para a cadeia produtiva do mel. “Antes, o produtor tinha que ter um arrendamento, uma área particular para conseguir a inscrição. Hoje não. Com o cadastro da Iagro, vai facilitar a compra e a venda de produtos. Ou seja, vai ser o primeiro cadastro do Brasil desenvolvido nesse formato. Mato Grosso do Sul saiu na frente em relação a esse decreto”, elogia.

Kock lembra que a medida ajuda na comercialização do produto que era um dos gargalos do setor. “Vai criar mais divisas para o Estado. Você vai arrecadar impostos e vai investir mais na cadeia produtiva também, porque tinha muito produtores invisíveis que não conseguiam legalizar a sua produção”, acrescenta.

Com a inscrição estadual o produtor poderá emitir notas fiscais, promovendo a legalização da profissão para a categoria. “Com a emissão das notas fiscais vamos poder dimensionar melhor o trabalho realizado no Estado, mapear a cadeia para elaboração de políticas públicas, ter liberdade para comprar insumos e vender nosso mel, própolis, enxame, colmeias, de forma exponencial”, explica Koch.

Em 2020, MS produziu 984.009 quilos de mel e faturou R$ 11,59 milhões, um aumento de 37,8% na produção e 42,2% na receita, se comparado com 2018, quando a produção registrou 714.343 kg, com faturamento de R$ 7,9 milhões.

O município de Três Lagoas foi o que mais produziu mel no Estado, seguido de Brasilândia e Angélica, que produziram 121.520 quilos, 103.223 quilos e 54.940 quilos, respectivamente. Os municípios de Bandeirantes, Jaraguari e Selvíria foram os que apresentaram os maiores crescimentos na produção de mel do estado nos últimos 10 anos.

Volkswagen suspende produção até março por falta de componentes

A montadora Volkswagen decidiu suspender as atividades em três fábricas do Brasil por causa da falta de componentes. Nas unidades de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e São José dos Pinhais, no Paraná, a interrupção da produção será dos dias 22 de fevereiro a 3 de março. Os trabalhadores entram em férias coletivas.

Os trabalhadores entram em férias coletivas – Foto: Divulgação/Volkswagen

Segundo a empresa, a paralisação já estava planejada desde o ano passado e faz parte da “estratégia da montadora de flexibilização nos processos produtivos devido ao fornecimento de componentes.”

Os trabalhadores da fábrica de motores em São Carlos, no interior paulista, estarão em férias coletivas dos dias 20 de fevereiro a 1º de março.

As atividades da fábrica de automóveis em Taubaté seguem normalmente em fevereiro, com dois turnos de produção, segundo informou a montadora. Segundo informações do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, esta unidade produz o Polo Track, substituto do modelo Gol.

A indústria automotiva mundial enfrenta a falta de semicondutores desde 2021. Não é a primeira vez que a montadora paralisa a produção por falta de componentes. Em 2022, foram, pelo menos, duas interrupções, em maio e em junho.

Clima favorável e expansão de áreas devem permitir safra de soja recorde em MS

Uma safra recorde de soja se aproxima em Mato Grosso do Sul. Se depender do clima favorável e da expansão de área, o Estado poderá colher neste ano mais de 13 milhões de toneladas da oleaginosa, segundo estimativas da assistência técnica. Isso representaria um novo recorde em produção estadual e uma safra quase 50% superior em relação ao ano passado.

A produção de soja em Mato Grosso do Sul deve alcançar 12,7 milhões de toneladas

Em área plantada, o acréscimo foi de 2,5% totalizando 3,842 milhões de hectares, segundo dados catalogados pelo Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (Siga MS), projeto implantado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência Tecnologia e Inovação (Semadesc).

A sinalização de uma supersafra foi destacada nesta segunda-feira (9) pelo secretário da Semadesc, Jaime Verruck, em entrevista ao programa Rádio Livre da FM 104,7 da Rede Educativa MS. “Temos uma parceria grande com Aprosoja por meio do Siga MS e notamos que toda semana vemos uma evolução na safra. Até o momento registramos um ciclo favorável para produzir soja, com uma área recorde de plantio o que nos permite a possibilidade de obter uma safra recorde”, salientou Verruck.

De acordo com os últimos dados da Aprosoja-MS e do sistema SIGA-MS, a produção de soja em Mato Grosso do Sul deve alcançar 12,7 milhões de toneladas, aumento de produção de 41,7%, em relação a safra passada, que registrou quebra devido ao comportamento climático. Já a Conab é ainda mais otimista e prevê safra de 13,3 milhões neste ano agrícola.

Assim como a produção, a produtividade e a área destinada ao cultivo de soja devem avançar. A produtividade poderá atingir 53,44 sacas por hectare, um aumento de 38,27% em relação ao ciclo anterior, que sofreu a irregularidade climática. Essa também será a maior produção estadual da oleaginosa, conforme dados da série histórica da Conab, iniciada em 1977.

Expansão com tecnologia

A área ocupada por lavouras de soja tem apresentado crescimento contínuo em Mato Grosso do Sul nos últimos anos. Na safra 2018/2019 foram cultivados 2,98 milhões de hectares com a oleaginosa, passando para 3,8 milhões de hectares na temporada atual, um aumento de 31%.

Segundo o secretário, os dados foram obtidos por meio de um estudo feito pela Semadesc. “Esse crescimento é contínuo e acelerado e o mais importante vem permeado de tecnologia e inovação”, acrescentou.

A previsão é de que, nos próximos três anos, esse processo seja acelerado e a cultura passe a ocupar 4,5 milhões de hectares.

Produção industrial fica estável na maioria das empresas de MS em agosto

A atividade industrial de Mato Grosso do Sul apresentou estabilidade durante o mês de agosto, conforme a Sondagem Industrial do Radar Fiems. No atual levantamento, realizado entre os dias 1 a 12 de setembro, 80% das empresas industriais de Mato Grosso do Sul apresentaram estabilidade ou crescimento da produção (52% das empresas com produção estável e 28% com crescimento).

Foto: Divulgação/Fiems

Quanto à utilização da capacidade instalada, 71% dos empresários industriais disseram que ela esteve igual ou acima do usual para o mês. Já a utilização média da capacidade total de produção encerrou o mês em 75%.

Segundo o coordenador da Unidade de Economia, Estudos e Pesquisas da Fiems, Ezequiel Resende, para os próximos seis meses as expectativas seguem positivas, ou seja, os empresários industriais de Mato Grosso do Sul estão otimistas e esperam crescimento da demanda por seus produtos e aumento das contratações.

“Com essa combinação, os índices de confiança e intenção de investimento permanecem em patamares elevados, com 68% dos empresários afirmando que pretendem realizar investimentos nos próximos seis meses, enquanto 57% disseram confiar na melhora da economia brasileira no período considerado”, explicou Ezequiel Resende.

A pesquisa ouviu 79 empresas ou 4,4% da amostra nacional, sendo 33 pequenas, 37 médias e nove grandes dos seguintes segmentos: produtos alimentícios, produtos de material plástico, produtos de metal, produtos têxteis, confecção de artigos do vestuário e acessórios, produtos de minerais não metálicos, máquinas e equipamentos, produtos de borracha, metalurgia, extração de minerais não metálicos, bebidas, couros e artefatos de couro, biocombustíveis, químicos, máquinas, aparelhos e materiais elétricos, atividades de apoio à extração de minerais, calçados, produtos de madeira, produtos de limpeza e produtos farmoquímicos e farmacêuticos.

Maioria dos empresários espera aumento na demanda por seus produtos

Para os próximos seis meses a partir de setembro, 44,3% das empresas responderam que esperam aumento na demanda por seus produtos nos próximos seis meses. Por outro lado, para o mesmo período, 10,1% preveem queda. Já as empresas que acreditam que o nível de demanda se manterá estável responderam por 45,6% do total.

Com relação ao número de empregados, 22,8% das empresas disseram que o número de empregados deve aumentar nos próximos seis meses. Por outro lado, 7,6% acreditam que esse número deve cair, enquanto 69,6% das empresas esperam manter o número de funcionários estável.

Além disso, em setembro, o índice de intenção de investimento do empresário industrial ficou em 62 pontos, indicando aumento de 3,8 pontos sobre o mês anterior e de 10,5 pontos em relação à média histórica obtida para o mês. No atual levantamento 68,4% das empresas industriais disseram que pretendem realizar investimentos nos próximos seis meses. Os resultados variam de 0 a 100 pontos, quanto maior o índice, maior é a intenção de investir.

Confiança dos empresários industriais segue em patamar positivo

Em setembro, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) alcançou a marca de 64,1 pontos, indicando aumento de 7,3 pontos em relação à média histórica obtida para o mês.

“Em geral, a confiança do empresário industrial de Mato Grosso do Sul segue num patamar positivo. Principalmente por conta do otimismo projetado para os próximos seis meses, especialmente em relação ao desempenho esperado para a própria empresa. O indicador permanece acima da linha divisória dos 50 pontos, sinalizando que o empresário industrial de Mato Grosso do Sul segue confiante”, destacou Ezequiel Resende.

Ainda de acordo com a pesquisa do Radar Industrial da Fiems, em setembro, 11,4% dos respondentes consideraram que as condições atuais da economia brasileira pioraram. No caso da economia estadual, a piora foi apontada por 10,1% dos participantes e, com relação à própria empresa, as condições atuais estão piores para 11,4% dos respondentes.

Já para 45,6% dos empresários não houve alteração nas condições atuais da economia brasileira, sendo que em relação à economia sul-mato-grossense esse percentual foi de 46,8% e, a respeito da própria empresa, o número ficou em 40,5%.

Para 43,1% dos empresários as condições atuais da economia brasileira melhoraram. Já em relação à economia estadual esse percentual ficou em 43,0% e, no caso da própria empresa, o resultado foi de 48,1%.

Expectativas para os próximos seis meses

Ainda de acordo com a Sondagem Industrial do Radar Fiems, em setembro, 7,6% dos respondentes disseram que estão pessimistas em relação à economia brasileira. Em relação à economia estadual, o resultado alcançou 6,3% e, quanto ao desempenho da própria empresa, o pessimismo foi apontado por 6,3% dos empresários.

Os que acreditam que a economia brasileira deve permanecer na mesma situação ficou em 35,4%. Já em relação à economia do estado esse percentual alcançou 40,5% e, a respeito da própria empresa, 29,1% disseram que a situação deve permanecer igual.

Por fim, 57,0% dos empresários se mostraram confiantes e acreditam que o desempenho da economia brasileira vai melhorar. Já em relação à economia estadual, o resultado ficou em 53,1% e, no caso da própria empresa, 64,6% dos respondentes confiam numa melhora do desempenho apresentado.

Asfalto na MS-316 vai otimizar produção em Costa Rica e região, diz Gerson Claro

Contrato de R$ 55 milhões é assinado e deputado comemora após fazer gestões no Governo

O deputado estadual Gerson Claro (PP) afirmou nesta sexta-feira (24) que a assinatura do contrato para a pavimentação da MS-316, em Costa Rica, vai otimizar o agronegócio e a agricultura familiar na região, a partir de melhorias no escoamento da produção.

Conforme o extrato publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (23), serão investidos R$ 55.737.666,51 na pavimentação de 30,80 quilômetros da rodovia, algo que o parlamentar vem solicitando ao governo do Estado ao longo de seu mandato.

Gerson Claro comemorou a celebração do contrato para a obra, que vai ligar Costa Rica a Paraíso das Águas, uma área muito produtiva do Estado.

“Esse asfalto vai contribuir diretamente para a economia de Mato Grosso do Sul. É uma região rica em soja, milho, cana-de-açúcar e criação de gado. Com essa facilidade, o escoamento da produção para São Paulo e outros grandes centros ficará mais facilitada”, comentou o deputado.

Conforme o extrato de contrato, a obra deve ser concluída dentro do prazo de 600 dias, contados a partir da expedição da ordem de serviço. O empreendimento será executado com recursos arrecadados pelo Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário do Estado de Mato Grosso do Sul).

Selo Amigo do Produtor Sul-Mato-Grossense é criado para valorizar a produção local

Valorizar e promover os produtos genuinamente sul-mato-grossenses. Estes são alguns dos objetivos da Lei nº 5.895, sancionada hoje pelo governador do Estado, Reinaldo Azambuja que cria o Selo Amigo do Produtor Sul-Mato-Grossense.

O estabelecimento detentor do Selo poderá utilizá-lo em suas peças  publicitárias Foto Kelly Ventorim

A lei é de autoria do deputado estadual Antônio Vaz (Republicanos). De acordo com a publicação de hoje no Diário Oficial, fica instituído no Estado de Mato Grosso do Sul o Selo Amigo do Produtor Sul-Mato-Grossense destinado aos estabelecimentos comerciais que adotem política interna permanente para estimular a venda de produtos genuinamente sul-mato-grossenses.

Selo quer promover produtos genuinamente made in MS – Foto Kelly Ventorim

Entre os objetivos da Lei estão: distinguir e homenagear os estabelecimentos comerciais que promovam destacadamente a venda de produtos originários do Estado de Mato Grosso do Sul e difundir a qualidade e a origem dos produtos sul-mato-grossenses.

O estabelecimento detentor do Selo Amigo do Produtor Sul-Mato-Grossense poderá utilizá-lo em suas peças publicitárias.

O Selo é uma forma de difundir a qualidade do agronegócio, estimulando o consumo e colocando em evidência as empresas que ajudam neste propósito, sem criar qualquer dever diverso daqueles já estabelecidos ou despesas extraordinárias dos órgãos da administração pública.

Frigorífico de jacarés entra em operação este ano em Corumbá

Até o final deste ano, deve entrar em operação o primeiro frigorífico de jacarés de Mato Grosso do Sul. O empreendimento localizado na BR-262, aproximadamente 50 quilômetros da área urbana de Corumbá, foi lançado nesta quarta-feira, 15 de junho, pelo presidente do grupo Caimasul, Raul Amaral.

“Quero agradecer ao prefeito Paulo Duarte, à Secretaria Municipal de Indústria e Comércio, toda sociedade corumbaense, ao governo do Mato Grosso do Sul, Secretaria de Meio Ambiente, Ibama, Imasul  e Polícia Ambiental por nos apoiar, acreditar e confiar em nosso trabalho”, afirmou o empresário.

Quando estiver operando com capacidade máxima, o que deve acontecer até o final de 2017, serão produzidos 10 mil quilos de carne de jacaré por mês. Todo o réptil será aproveitado, desde a carne – são 11 diferentes tipos de cortes –, o couro, a cabeça e até as vísceras, que serão transformadas em ração animal pela própria empresa.

“Isso deve promover o turismo na região e levar o nome de Corumbá e do Pantanal para lá dos limites territoriais do Brasil, chegando aos mercados mais exigentes como Milão, Paris e Nova York. Como sempre digo, estamos aqui para somar. Como tantos outros empresários da nossa região, queremos ver o município e o Estado prosperarem, fortalecer nossa sociedade e promover consciência ambiental para as novas gerações”, reforçou Amaral.

Todo o manejo da área de trabalho é sustentável. A água usada nas baias onde ficam os animais vai para bacias de decantação, onde é tratada e reutilizada. Como todo o corpo do animal tem uma utilidade, praticamente não haverá resíduos. Hoje existem cerca de 80 mil jacarés na fazenda, todos coletados na natureza antes de nascerem.

A escolha de matrizes de produção também já começou. O objetivo do grupo é produzir ali mesmo cerca de 80% de toda demanda necessária até 2018. Ainda segundo o presidente da Caimasul, um fundo será criado para financiar estudos de preservação da espécie.

“Será destinado um valor por cada animal abatido pelo frigorifico. Ele será canalizado para a Fundação Caimasul que deve administrar esses fundos e promover com eles investigações cientificas com o jacaré do Pantanal em conjunto com a CSG, Embrapa e universidades para que, com este conhecimento, possamos preservar essa espécie em seu habitat natural”, completou Raul Amaral.

O apoio do Poder Público municipal foi determinante para que o projeto saísse do papel e ganhasse forma. “Há dois anos, a Prefeitura passou a ter efetivamente a primeira Lei de Incentivo Fiscal, aprovada pela Câmara Municipal e que possibilitou também que esse investimento estivesse acontecendo em Corumbá”, destacou o prefeito corumbaense, Paulo Duarte.

“É bom lembrar também que esse investimento já começou. Hoje é a etapa de lançamento do frigorifico, mas toda parte da criação já está aqui instalada há mais de um ano. Teremos aqui, com toda certeza, um empreendimento que vai gerar empregos direta e indiretamente, como já está gerando, sendo ainda um referencial para o turismo de nossa cidade”, completou Duarte.

“No momento que a gente vive, de crise econômica, isso é o que temos buscado para Corumbá. Atrair investimentos, gerar emprego, gerar renda e movimentar a economia da cidade. Quem leva a cidade para o crescimento, para o desenvolvimento, é o setor privado. A Prefeitura tem que ser parceira, tem que estar junto e fomentar esse tipo de coisa. Isso que temos buscado. Trabalhamos muito nisso nesses três anos e meio e em todas as áreas, com o pequeno, médio e o grande empreendedor”, finalizou Paulo Duarte.