Policiais da Delegacia Regional nº 1 do Pedro Juan Caballero no Paraguai, invadiram uma casa localizada no bairro Mariscal Estigarribia na noite desta quinta-feira (20) da referida cidade.
A operação coordenada pela Senad (Secretaria Nacional Antidrogas) foi realizada com base em informações de inteligência sobre a possível presença de uma carga de drogas que teve que ser transferida para o território brasileiro.
Mais de 273 quilos de cocaína foram apreendidos – Crédito: Divulgação
A delegação realizou uma inspeção minuciosa da casa e posteriormente de uma caminhonete branca, sem placa, que estava estacionada no local.
O veículo tinha fundo duplo tanto dentro da cabine quanto na carroceria, dentro dos compartimentos escondidos encontraram pacotes de cocaína prontos para serem transportados.
A delegação realizou uma inspeção minuciosa da casa e posteriormente de uma caminhonete branca, sem placa, que estava estacionada no local.
O veículo tinha fundo duplo tanto dentro da cabine quanto na carroceria, dentro dos compartimentos escondidos encontraram pacotes de cocaína prontos para serem transportados.
Foram extraídos um total de 250 embalagens que tinham como logotipo uma marca de uísque. Eles foram pesados e analisados resultando em 273 quilos 500 gramas de cocaína.
O estoque de drogas tem um valor de quase US$ 2 minhões no Paraguai, mas o preço aumenta em outros países.
No local do procedimento, Oscar Gerardo Insaurralde Cristaldo, paraguaio, foi preso.
Moroni Dener Rodríguez Romero, de 22 anos, brasileiro, foi preso nesta quinta-feira (21) pela polícia do Paraguai suspeito de envolvimento no homicídio que vitimou Anderson Hugo Pereira Félix, 29 anos, também brasileiro.
O estudante teve a cabeça esmagada com uma pedra, segundo perícia – Crédito: Última Hora
O assassinato aconteceu entre a noite de sábado (15) e madrugada de domingo (16) passado.
O corpo de Anderson foi encontrado em uma estrada de terra em Pedro Juan Caballero, cidade que faz fronteira com Ponta Porã, região Sul de Mato Grosso do Sul.
Moroni foi chamado para prestar depoimento na quarta-feira (19), já que estava na mesma boate de Hugo na noite em que aconteceu o homicídio. Ele acabou preso em seguida.
Natural de Paraíba, a vítima cursava medicina no País vizinho.
Organização usava as redes sociais para captar recursos das vítimas em um esquema criminoso de pirâmide financeira internacional envolvendo 80 países
A Polícia Federal (PF), com apoio da Receita Federal e da Agência Nacional de Mineração (ANM) deflagrou, nesta quarta-feira (19), operação para desarticular uma organização responsável por montar um esquema criminoso de pirâmide financeira internacional envolvendo 80 países, que gerou prejuízos de mais de R$ 4 bilhões. Foram presos preventivamente, até o momento, cinco dos seis líderes da organização, entre eles o empresário Patrick Abrahão, marido da cantora Perlla.
Foto Reprodução/ Instagram
A PF também cumpre 41 mandados de busca e apreensão, e mais o bloqueio de US$ 20 milhões e o sequestro de dinheiro em contas bancárias, imóveis, carros, ouro, joias, mina de esmeralda, lanchas e criptoativos em posse de pessoas físicas e jurídicas investigadas, por determinação da 3ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande (MS), nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Maranhão e Santa Catarina.
As investigações iniciaram no ano passado, com a prisão de dois envolvidos, quando seguiam para o Paraguai, com escolta armada. Os policiais encontraram com eles esmeraldas no valor de US$ 100 mil, escondidas e sem origem, e com nota fiscal cancelada.
Diante disso, foi descoberto um esquema de pirâmide financeira que obteve recursos de mais de 1,3 milhão de pessoas, em mais de 80 países.
A organização criminosa usava massivamente as redes sociais, marketing, e reuniões por diversos estados e países, centenas de “team leaders” arregimentados, além de ter estrutura e apoio de entidade religiosa que pertencia a um envolvido, buscando captar recursos e, com isso, gerir uma empresa que oferecia pacotes de investimentos/ aportes financeiros entre US$ 15 mil e US$ 100 mil, com promessa de ganhos diários altíssimos.
Eles diziam, inclusive, que estavam legalizados na Estônia, e que seriam sócios de duas instituições financeiras, mas todas as empresas do grupo não existiam.
Os envolvidos não tinham autorização para captação e gestão de recursos no Brasil, na Estônia ou em qualquer país, e com alertas de entidades financeiras em vários países como Espanha, Panamá e outros, da ausência de autorização e que se tratava de esquema de pirâmide financeira.
A organização prometia lucros de 20% ao mês e 300% ao ano, por transações no mercado de criptoativos por supostos traders à serviço da empresa, e que utilizavam para multiplicar o capital investido e, mais instando os que ingressavam no negócio para captar investidores, num mecanismo que chamavam “binário”, propiciando ganhos percentuais sobre os valores investidos por novas pessoas atraídas pelo esquema.
A ilegalidade foi se sofisticando, englobando supostos investimentos decorrentes de lucros vindos de minas de diamantes e esmeraldas que a empresa teria no Brasil e no exterior, em mercados de vinhos, de viagens, em usina de energia solar e de reciclagem. Em seguida, o grupo criminoso criou, em 2021, duas criptomoedas, sem lastro financeiro.
Foi identificada a manipulação de mercado para valorizar uma das moedas em 5.500% em apenas 15 horas, com o pico de até 38.000%, nos dias seguintes. Isso era para manter a pirâmide financeira o maior tempo possível em atividade, já que as criptomoedas eram usadas para pagar investidores.
Logo após a alta meteórica e especulativa feitas pelos envolvidos, as criptomoedas perderam o valor de mercado e a cotação rompeu diversas casas decimais abaixo do centavo de dólar, o que resultou em perda de liquidez.
A organização ostentava nas redes sociais com milhões de seguidores no mundo, mostrando o sucessos pessoal e de investimentos, com demonstração de viagens para Dubai, Cancun e Europa.
A PF aponta que o grupo criminoso movimentava o dinheiro utilizando contas bancárias de envolvidos, empresas fantasmas, de parentes, e de terceiros, e auxílio de uma entidade religiosa que teria movimentado R$ 15 milhões, que também captava investidores, para esconder e lavagem de dinheiro dos recursos obtidos.
Um dos líderes da organização foi preso em Cuba, fazendo com que o grupo parasse os pagamentos dos valores naquele país, alegando na redes sociais, que o governo de Cuba teria impedido a empresa de ajudar o país.
Após essa situação, a organização impôs dificuldades para realizar pagamentos aos investidores lesados, como forma de garantir seus lucros, e dar prazos maiores para o resgate, o que impedia saques dos valores aportados pelos investidores.
Ainda segundo as investigações, os envolvidos combinavam “ataque hacker”, o que aconteceu de fato no fim de 2021, onde os líderes da organização criminosa alegaram grande prejuízo financeiro com a ação, e seguraram o dinheiro dos investidores, e propondo a suspensão de todos os pagamentos argumentando a necessidade de uma auditoria financeira.
Alguns meses depois, o grupo comunicou a conclusão da auditoria e anunciaram uma reestruturação da empresa, mantendo o esquema e migração para uma nova rede, para que os investidores realizassem novos aportes e continuação do negócio.
Mas o CEO da empresa ameaçava os investidores, dizendo que se procurasse ou fizesse boletim de ocorrências seria identificado, processado e não receberia o valor investido de volta.
Os investidores faziam reclamações nas redes sociais, em sites e páginas criadas pelo grupo com intuito de recuperar o dinheiro investido. Mas os envolvidos alegavam problemas no mercado de criptomoedas, e assim que fosse resolvido, os investidos seriam pagos.
Os investigados vão responder pelos crimes de organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro por operar sem autorização, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, usurpação de bem mineral da União Federal, execução de pesquisa, lavra ou extração de recursos minerais sem a autorização, permissão, concessão ou licença, falsidade ideológica e estelionato por meio de fraude eletrônica, com penas que podem chegar a 41 anos de prisão, sem prejuízo do perdimento dos bens e de multas ambientais e tributárias a serem apuradas.
A operação tem esse nome em razão de alguns dos investigados serem detentores também da nacionalidade espanhola e por terem, artificiosamente, engendrado um plano para montar uma bilionária pirâmide financeira, com o seu próprio banco e a sua própria “casa da moeda”, fabricando dinheiro através de criptoativos próprios sem qualquer lastro financeiro e se apropriando de dezenas de milhões de dólares em seu benefício, impondo prejuízo em mais de 1,3 milhão de pessoas em mais de 80 países.
Pastor foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 2017
Em vídeo o ex-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, pede que a mensagem não seja propagada em massa e sim compartilhada somente com “pessoas de confiança” dele. Talvez por não querer repercussão maior, já que está condenado e cumprindo pena em regime semiaberto, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em 2017.
Em seguida o pastor pede voto no candidato a governador do Estado pelo PRTB, deputado estadual Renan Contar, o Capitão Contar, lembrando que a esposa do militar, Iara Silva Diniz, é amiga de confiança e foi seu “braço direito” na Prefeitura da Capital.
Em seguida orienta que os fiéis da Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança votem em Contar, pois, como governador, o militar o ajudará a fazer justiça, sem citar o que seria de fato fazer justiça. Além disso ressalta que votar no Capitão é o mesmo que votar nele.
“A Iara vocês lembram, foi meu braço direito na Prefeitura, uma amiga de confiança a quem eu sou muito grato. Peça para cada amigo, cada parente o voto de confiança no Capitão Contar, votar no Capitão Contar, número 28, é estar votando em mim”, diz ele que foi vereador por Campo Grande por duas vezes, assumindo como suplente.
O Pastor nunca teve uma votação que enchesse os olhos. Quando virou vice e foi levado na esteira de Alcídes Bernal (PP), que carreou a votação massiva nas eleições de 2012 e assumiu a cadeira de chefe do Executivo de março de 2014 a agosto de 2015, período em que o titular ficou cassado.
Ele foi preso em maio do ano passado, após ser condenado a oito anos e quatro meses de prisão em regime fechado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. De acordo com investigação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), iniciada em 2013, o pastor utilizou cheques de fiéis da igreja Assembleia de Deus para praticar agiotagem e quitar dívidas de campanha.
André Luiz Miranda do Nascimento, o “Andrezão”, tem longo histórico de crime na região Sul
Um dos principais alvos da Polícia Federal, o brasileiro André Luiz Miranda do Nascimento, o “Andrezão”, foi preso na manhã de hoje (17) pelos agentes da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas), em sua residência no departamento de Ñeembucú, cidade que faz fronteira entre Argentina e Paraguai. De acordo com a polícia local, Andrezão integra uma organização criminosa e é procurado pela justiça brasileira por conta do narcotráfico.
A prisão ocorreu nas primeiras horas da manhã de hoje, quando os agentes da Senad entraram em condomínio na Villa Oliva, onde Andrezão morava. A ação dos policiais foi toda gravada, momento em que os agentes arrombaram a porta e encontraram o traficante dormindo no quarto.
Foto Divulgação/ SENAD
De acordo com a SENAD, Andrezão tem passagens pela polícia desde a década de 90, quando comandava uma organização criminosa e realizava o tráfico de drogas e também uma associação criminosa na região. O criminoso é procurado pela justiça de Santa Catarina, onde comandava o tráfico de armas e lavagem de dinheiro.
Foto Divulgação/ SENAD
O criminoso foi localizado através de um intercâmbio de informações entre a Polícia Federal brasileira e a Secretária Nacional Antidrogas.
Andrezão tem várias tatuagens pelo corpo e cabelos compridos, onde segundo a polícia paraguaia comparou o traficante com o ator norte-americano Danny Trejo pela sua aparência.
Foto Divulgação/ SENAD
Um dos principais alvos da Polícia Federal brasileira
No final da década de 90, André e sua esposa Sandra Vanderlini possuíam ligação política na cidade de Itajaí (SC), onde ambos ocupavam cargos de confiança na prefeitura local. Informações da imprensa local, Sandra chegou a ser candidata a vereadora pelo PSC (Partido Socialista Cristã), quando em 2020 o casal foi preso por lavagem de dinheiro e teve seus bens pessoais avaliados em R$ 14 milhões bloqueados pela justiça brasileira. Após anos de prisão, Andrezão ganhou liberdade para fugir para o Paraguai.
A Polícia Militar de Governador Valadares, em Minas Gerais, prendeu na manhã desta quinta-feira (13) o criminoso Diego Maradona Alves dos Santos, acusado de uma série de assassinatos na região.
Conhecido como “Maradona do Crime”, Diego estava foragido e era um dos principais alvos da corporação, segundo informações do jornal Estado de Minas.
Diego Maradona foi preso em casa – Foto: Divulgação/PMMG
A PM explicou que Diego tinha contra si quatro registros policiais por homicídios, além de diversos outros por crimes relacionados a roubos e tráfico de drogas.
Além disso, havia um mandado de prisão aberto contra ele por conta dos delitos cometidos.
Detenção em casa
Diego foi detido na própria residência, no distrito de Nova Floresta, onde vivia com os filhos de 2 e 7 anos. No local, foram apreendidos 38 pedras de crack, 19 pinos de cocaína, três buchas de maconha, quatro munições calibre .38, dois celulares e R$ 1.734 em espécie.
O criminoso está à disposição da Justiça e responderá pelos crimes de tráfico de drogas, porte de munições, além dos mandados de prisão já abertos contra ele.
O caso aconteceu em Dourados, cidade a 232 km de Campo Grande. O suspeito foi preso. Ele alegou que atirou achando que era vítima de um assalto
Um homem, de 33 anos, foi preso por perseguir e atirar contra 3 jovens, depois que eles o cumprimentaram com um bom dia. O episódio aconteceu na última terça-feira,11, no bairro de Jardim Água Boa, em Dourados.
O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Foto: Reprodução
De acordo com a Polícia Civil, os rapazes passaram na frente da residência do homem e o cumprimentaram. Em seguida, ele foi ao carro, pegou uma arma de fogo e começou a persegui-los com o veículo, efetuando diversos disparos. Na fuga, dois jovens machucaram as costas e pernas.
No local, os policiais encontraram o morador e a arma. Além de 14 munições e cápsulas deflagradas. Ele foi preso em flagrante pelos agentes da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac). O caso foi registrado como tentativa de homicídio e posse ou porte ilegal de arma de fogo.
Em depoimento para Polícia, o suspeito alegou que ficou assustado e imaginou que os jovens estariam entrando pelo portão da residência para assaltá-lo.
Por meio de nota, a Polícia informou que o caso será apurado pela 1ª Delegacia de Dourados.
Veja a nota na íntegra:
“Foi registrado um Boletim de Ocorrência de Homicídio Simples na forma tentada e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Os fatos serão apurados pela 1ª Delegacia de Dourados. O autor E.G.S., de 33 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar e levado para a Delegacia da Polícia Civil, onde disse que só atirou porque as vítimas tentaram entrar na casa dele, segundo ele. Ele estava portando uma pistola, calibre 9mm, com o número de série suprimido e munições. A arma não tinha registro e ele não possui porte ou posse.“
Nesse domingo (9), por volta das 19 horas, um homem de 56 anos de idade foi preso no distrito de Nova Itamarati, em Ponta Porã, por porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio.
Segundo nota oficial do 4º Batalhão de Polícia Militar, ele tentou efetuar disparos de arma de fogo contra a esposa, mulher de 55 anos de idade.
Ele foi encaminhado e entregue na delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã – Crédito: Divulgação
Segundo relato dos envolvidos o autor, após discussão, disse que a mataria, apontando contra ela uma arma de fogo, momento que o filho da vítima, ao presenciar os fatos, partiu contra o autor, segurando seu braço.
O autor ainda disparou um tiro, porém não acertou ninguém.
Em fato contínuo o autor saiu de um bar dizendo que voltaria para matar a todos, diante dos fatos os policiais militares saíram em diligência, localizando o autor, que apresentava sinais de embriaguez.
O autor foi preso com duas munições de calibre 38 e dois rádios comunicadores, além do revólver calibre .22 com a numeração de registro raspada, seis munições calibre 38 e 14 munições calibre .22.
A pós os procedimentos o autor foi encaminhado e entregue na delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã.
Operação Publicanos desencadeada na manhã desta quinta-feira (6) em Ivinhema, mira servidor público municipal acusado de desviar aproximadamente R$ 800 mil dos cofres públicos. A ação envolve policiais militares do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) e 1ª Promotoria de Justiça da cidade.
Viaturas do Gaeco em frente a um dos endereços vasculhados hoje, em Ivinhema Foto: Divulgação
São cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e um de prisão temporária. A Justiça ainda determinou o sequestro de bens do envolvido e familiares.
O alvo exercia os cargos de fiscal de tributos municipais e diretor de divisão de tesouraria e, a partir daí, praticou de forma recorrente, segundo o Ministério Público, crimes de peculato e lavagem de dinheiro.
Conforme as investigações, as irregularidades aconteceram entre os anos de 2019 e 2021 na cidade, onde foi possível observar que o investigado buscou ocultar e dissimular os valores desviados ilicitamente, adquirindo bens imóveis e os registrando em nome de familiares.
O servidor se apropriava do dinheiro público mediante transferências eletrônicas de valores e depósito de cheques pertencentes ao Município depositados em suas contas pessoais.
Em nota, a prefeitura de Ivinhema afirmou que a Assessoria Jurídica do Município está colaborando para a coleta de informações pelo Gaeco. A administração ainda disse que a investigação está ligada a venda de terrenos públicos entre os anos de 2015 a 2020.
O nome da operação faz alusão aos publicanos, que aparecem em várias passagens bíblicas do Novo Testamento e que também existiam no Império Romano desde antes de 200 a.C.
Essas pessoas eram cobradoras de impostos, tinham fama de ser avarentos e egoístas e de pertencer a um sistema corrupto e ser inclinados ao abuso.
O homem, de 21 anos, fazia parte de grupos em redes sociais onde eram compartilhados e até vendidos conteúdos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes
Um jovem, de 21 anos, foi preso em flagrante por compartilhar e armazenar fotos e vídeos de pornografia infantil, em Ribas do Rio Pardo (MS), nesta quarta-feira (5). De acordo a Polícia Civil, o suspeito participava de grupos em redes sociais onde conteúdos de pornografia infantil eram compartilhados e até vendidos.
Jovem foi preso em flagrante em Ribas do Rio Pardo. — Foto: Reprodução
A prisão ocorreu durante o cumprimento de mandado de busca na residência do suspeito. Conforme as autoridades policiais, em verificação no celular do suspeito foi constatado que ele também disponibilizava vídeos e fotos de pornografia infantil nos grupos criminosos.
A prisão é um desdobramento da primeira fase da Operação Sentinela, desenvolvida permanentemente pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), que busca combater a pornografia infantil no meio virtual.
“A partir da prisão de um alvo, de um suspeito que compartilhava pornografia infantil, a gente apreendeu aparelhos informáticos, celulares, computadores na residência dele e, a partir dessa apreensão, a gente chegou nesse outro alvo de hoje, que compartilhava e armazenada material de pornografia infantil”, explica o delegado, Roberto Morgado.