Morre Gal Costa, uma das maiores vozes da música brasileira, aos 77 anos

A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista

Gal Costa, uma das maiores vozes da música popular brasileira, morreu na manhã desta quarta-feira (9), aos 77 anos. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa da artista.

A cantora morreu na manhã desta quarta-feira (9) – Reprodução

A cantora era uma das atrações do festival Primavera Sound, que aconteceu em São Paulo no último fim de semana, mas teve sua participação cancelada de última hora.

De acordo com a equipe da própria Gal Costa, ela precisava se recuperar após a retirada de um nódulo na fossa nasal direita e ficaria fora dos palcos até o final de novembro, seguindo recomendações médicas.

A cirurgia ocorreu em setembro, pouco após sua apresentação em outro festival de música em São Paulo, o Coala.

De lá para cá, ela não havia voltado a se apresentar, mas já tinha datas de shows da turnê As Várias Pontas de uma Estrela marcadas para dezembro e janeiro.

Marido da cantora Perlla que gerou prejuízo de R$ 4,1 bilhões é preso pela PF

Organização usava as redes sociais para captar recursos das vítimas em um esquema criminoso de pirâmide financeira internacional envolvendo 80 países

A Polícia Federal (PF), com apoio da Receita Federal e da Agência Nacional de Mineração (ANM) deflagrou, nesta quarta-feira (19), operação para desarticular uma organização responsável por montar um esquema criminoso de pirâmide financeira internacional envolvendo 80 países, que gerou prejuízos de mais de R$ 4 bilhões. Foram presos preventivamente, até o momento, cinco dos seis líderes da organização, entre eles o empresário Patrick Abrahão, marido da cantora Perlla.

Foto Reprodução/ Instagram

A PF também cumpre 41 mandados de busca e apreensão, e mais o bloqueio de US$ 20 milhões e o sequestro de dinheiro em contas bancárias, imóveis, carros, ouro, joias, mina de esmeralda, lanchas e criptoativos em posse de pessoas físicas e jurídicas investigadas, por determinação da 3ª Vara da Justiça Federal de Campo Grande (MS), nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Goiás, Maranhão e Santa Catarina.

As investigações iniciaram no ano passado, com a prisão de dois envolvidos, quando seguiam para o Paraguai, com escolta armada. Os policiais encontraram com eles esmeraldas no valor de US$ 100 mil, escondidas e sem origem, e com nota fiscal cancelada.

Diante disso, foi descoberto um esquema de pirâmide financeira que obteve recursos de mais de 1,3 milhão de pessoas, em mais de 80 países.

A organização criminosa usava massivamente as redes sociais, marketing, e reuniões por diversos estados e países, centenas de “team leaders” arregimentados, além de ter estrutura e apoio de entidade religiosa que pertencia a um envolvido, buscando captar recursos e, com isso, gerir uma empresa que oferecia pacotes de investimentos/ aportes financeiros entre US$ 15 mil e US$ 100 mil, com promessa de ganhos diários altíssimos.

Eles diziam, inclusive, que estavam legalizados na Estônia, e que seriam sócios de duas instituições financeiras, mas todas as empresas do grupo não existiam.

Os envolvidos não tinham autorização para captação e gestão de recursos no Brasil, na Estônia ou em qualquer país, e com alertas de entidades financeiras em vários países como Espanha, Panamá e outros, da ausência de autorização e que se tratava de esquema de pirâmide financeira.

A organização prometia lucros de 20% ao mês e 300% ao ano, por transações no mercado de criptoativos por supostos traders à serviço da empresa, e que utilizavam para multiplicar o capital investido e, mais instando os que ingressavam no negócio para captar investidores, num mecanismo que chamavam “binário”, propiciando ganhos percentuais sobre os valores investidos por novas pessoas atraídas pelo esquema.

A ilegalidade foi se sofisticando, englobando supostos investimentos decorrentes de lucros vindos de minas de diamantes e esmeraldas que a empresa teria no Brasil e no exterior, em mercados de vinhos, de viagens, em usina de energia solar e de reciclagem. Em seguida, o grupo criminoso criou, em 2021, duas criptomoedas, sem lastro financeiro.

Foi identificada a manipulação de mercado para valorizar uma das moedas em 5.500% em apenas 15 horas, com o pico de até 38.000%, nos dias seguintes. Isso era para manter a pirâmide financeira o maior tempo possível em atividade, já que as criptomoedas eram usadas para pagar investidores.

Logo após a alta meteórica e especulativa feitas pelos envolvidos, as criptomoedas perderam o valor de mercado e a cotação rompeu diversas casas decimais abaixo do centavo de dólar, o que resultou em perda de liquidez.

A organização ostentava nas redes sociais com milhões de seguidores no mundo, mostrando o sucessos pessoal e de investimentos, com demonstração de viagens para Dubai, Cancun e Europa.

A PF aponta que o grupo criminoso movimentava o dinheiro utilizando contas bancárias de envolvidos, empresas fantasmas, de parentes, e de terceiros, e auxílio de uma entidade religiosa que teria movimentado R$ 15 milhões, que também captava investidores, para esconder e lavagem de dinheiro dos recursos obtidos.

Um dos líderes da organização foi preso em Cuba, fazendo com que o grupo parasse os pagamentos dos valores naquele país, alegando na redes sociais, que o governo de Cuba teria impedido a empresa de ajudar o país.

Após essa situação, a organização impôs dificuldades para realizar pagamentos aos investidores lesados, como forma de garantir seus lucros, e dar prazos maiores para o resgate, o que impedia saques dos valores aportados pelos investidores.

Ainda segundo as investigações, os envolvidos combinavam “ataque hacker”, o que aconteceu de fato no fim de 2021, onde os líderes da organização criminosa alegaram grande prejuízo financeiro com a ação, e seguraram o dinheiro dos investidores, e propondo a suspensão de todos os pagamentos argumentando a necessidade de uma auditoria financeira.

Alguns meses depois, o grupo comunicou a conclusão da auditoria e anunciaram uma reestruturação da empresa, mantendo o esquema e migração para uma nova rede, para que os investidores realizassem novos aportes e continuação do negócio.

Mas o CEO da empresa ameaçava os investidores, dizendo que se procurasse ou fizesse boletim de ocorrências seria identificado, processado e não receberia o valor investido de volta.

Os investidores faziam reclamações nas redes sociais, em sites e páginas criadas pelo grupo com intuito de recuperar o dinheiro investido. Mas os envolvidos alegavam problemas no mercado de criptomoedas, e assim que fosse resolvido, os investidos seriam pagos.

Os investigados vão responder pelos crimes de organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro por operar sem autorização, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, usurpação de bem mineral da União Federal, execução de pesquisa, lavra ou extração de recursos minerais sem a autorização, permissão, concessão ou licença, falsidade ideológica e estelionato por meio de fraude eletrônica, com penas que podem chegar a 41 anos de prisão, sem prejuízo do perdimento dos bens e de multas ambientais e tributárias a serem apuradas.

A operação tem esse nome em razão de alguns dos investigados serem detentores também da nacionalidade espanhola e por terem, artificiosamente, engendrado um plano para montar uma bilionária pirâmide financeira, com o seu próprio banco e a sua própria “casa da moeda”, fabricando dinheiro através de criptoativos próprios sem qualquer lastro financeiro e se apropriando de dezenas de milhões de dólares em seu benefício, impondo prejuízo em mais de 1,3 milhão de pessoas em mais de 80 países.

Vídeo: Cantora é expulsa do palco por não mandar ‘alô’ para prefeito

Tayara Andreza teve o show interrompido na festa do Trezenário de Tracunhaém, em Pernambuco, neste sábado (2), após não mandar um ‘alô’ para o prefeito da cidade. No palco, a cantora desabafou sobre o término antecipado de sua apresentação ao dar satisfação do caso para o público.

“Fiquei sabendo agora que o pessoal aqui da prefeitura está pedindo para a gente encerrar o show. Que eu saiba, eu fui contratada para cantar, não para ficar mandando alô. Aí o prefeito, sei lá quem, porque eu não estava mandando alô, pediu para eu encerrar o show”, disse ela, que continuou: “Infelizmente eu estou saindo agora, porque ele está pedindo pra eu sair do palco. Eu não tive nada a ver, o meu horário não acabou ainda. E outra coisa: ou eu canto, ou eu mando alô, meu amor. Nem o papel colocaram aqui com o nome para eu ficar mandando alô”.

A confusão foi além. Através de uma série de vídeos publicados no Instagram Stories, Tayara revelou que sua equipe foi agredida pela produção do evento após sair do palco. “Foram para cima dos meus músicos, para bater nos meus músicos. Toraram a credencial dos meninos, foram para cima, a polícia teve que vir. Botaram spray de pimenta. A polícia não, o pessoal lá colocou spray de pimenta. Um inferno, xingando”, contou.

Pedido de desculpas e afastamento do secretário

O prefeito de Tracunhaém, Aluízio Xavier, pediu desculpas a Tayara Azevedo, nesta segunda-feira, através das redes sociais. Ele informou ainda que decidiu afastar o secretário de Turismo e Cultura, Pedro Júnior , após o ocorrido.

“A cantora não tem culpa porque ela foi tirada do palco e eu também não tenho. […] Tomamos a decisão, escutando ambas as partes, de afastar o secretário de Cultura do cargo. Quero pedir desculpas a Tayara e dizer que, assim como ela foi vítima, eu também fui”, afirmou ele.

Aluízio ainda disse que procurou a cantora para saber mais detalhes do ocorrido. “Ao me ver, ela reconheceu que não fui eu que estive no lugar. […] Ela se justificou e me disse que pensou que era eu porque usaram o meu nome. Por ser gestor do município, também me responsabilizei por aquela ação, pedi desculpas a ela naquele momento”, declarou.

Iza aparece de lingerie vermelha e recebe elogios de fãs: ‘Parece uma Barbie dentro da caixa’

Cantora e atual jurada do ‘The Voice Kids’ publicou fotos de ensaio para marca de roupa íntima em seu Instagram

Iza, de 31 anos de idade, usou as redes sociais, na quinta-feira, para compartilhar registros de um ensaio fotográfico que realizou para uma marca de roupa íntima. No Instagram, a cantora arrancou suspiros do seguidores ao publicar duas fotografias em que aparece usando uma lingerie vermelha.

“Eu amo como a lingerie vermelha da Valisere me faz sentir linda e poderosa”, legendou a artista. “Entenda que você é perfeita”, respondeu um seguidor. “Espetáculo, exuberante!”, “parece uma Barbie dentro da caixa” e “Socorro, Deus!” também estiveram entre as mensagens enviadas pelos fãs.

Recentemente, Iza comentou sobre rumores de que estaria grávida. Ela é casada com o produtor musical, Sergio Santos, desde 2018 e os boatos de que os dois estariam esperando o primeiro filho ganhou força há alguns meses.
“Eu queria muito dizer aqui, aproveitar que a gente está aqui, para dizer que não estou grávida. Pelo amor de Deus, para com isso! Inventa gravidez para outra pessoa, esse ano eu já engravidei três vezes”, disse a cantora, brincalhona, ao comentar o assunto com Pedro Sampaio durante o programa “TVZ” do Multishow.