Câmara de Campo Grande aprova orçamento de R$ 5,4 bilhões para 2023

Projeto recebeu 369 emendas ordinárias e pela primeira vez na história contou com emendas impositivas que totalizam 109

A Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2023 foi aprovada pelos vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande, nesta quinta-feira (8), em primeira e segunda discussões. Neste ano, o diferencial foram as 109 emendas impositivas apresentadas e aprovadas pelos vereadores, as quais obrigatoriamente terão de ser executadas pela prefeitura. No total, foram 369 emendas aprovadas.

Reforma de postos de saúde, melhorias em escolas e revitalização de praças são investimentos previstos

O projeto da lei 10.765/22, que estima a receita e fixa a despesa do município de Campo Grande para o exercício financeiro de 2023, prevê R$ 5,4 bilhões para o próximo ano. Durante a sessão ordinária desta quinta-feira, o vereador Betinho, relator da peça orçamentária e presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, fez a leitura do relatório e da relação de emendas.

A proposta foi aprovada em primeira discussão na sessão ordinária. Na sequência, ocorreu a sessão extraordinária (que não é remunerada) e o projeto foi aprovado em segunda discussão. Depois, a Lei Orçamentária, contendo as emendas aprovadas, será encaminhada para sanção ou veto da prefeita Adriane Lopes.

No relatório, constam 369 emendas, sendo 109 impositivas. Somam-se ainda 253 emendas ordinárias. Há ainda outras 7 textuais.

Emendas Impositivas – Neste ano, de forma inédita, cada vereador pode apresentar emendas impositivas no valor de R$ 200 mil. Obrigatoriamente, metade desse recurso precisa ser direcionado para ações na área da saúde; a outra metade para ser aplicada em diferentes áreas como infraestrutura, educação, assistência social, esporte, cultura, entre outros.

Reforma de várias unidades de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), compra de equipamentos e insumos para os postos, melhorias em escolas municipais e revitalização de praças, implantação de academias ao ar livre, entre outros benefícios para Campo Grande consta na relação de emendas impositivas apresentadas pelos vereadores da Câmara Municipal à Lei Orçamentária Anual (LOA).

“Campo Grande entra no rol das cidades que terá o Orçamento Impositivo. Isso é bom porque o vereador vai ter condições de fazer compromisso na comunidade daquela obra e ela acontecer. Antes dependia do Executivo. Hoje, o vereador tem a emenda impositiva, vai fazer compromisso e a prefeitura é obrigada a cumprir”, ressaltou o presidente da Câmara Municipal, vereador Carlos Augusto Borges, Carlão.

Antes os vereadores já faziam emendas ao orçamento, mas a Prefeitura não tinha a obrigação de executá-las, como ocorre com as impositivas. Mesmo assim, outras demandas da população são transformadas em emendas e constam no relatório final da LOA.

O vereador Betinho ressaltou que foi feito um trabalho intenso para chegar ao relatório final, pois foram quase 603 emendas apresentadas inicialmente pelos vereadores, muitas aglutinadas. “São muitas demandas da população, as emendas refletem anseio da sociedade campo-grandense. Foi feita uma análise minuciosa, de item por item”, disse. Ressaltou ainda que as emendas impositivas são conquista histórica para Campo Grande.

LOA 2023 – O projeto da lei 10.765/22, que estima a receita e fixa a despesa do município de Campo Grande para o exercício financeiro de 2023, prevê R$ 5.481.631,265 para o Orçamento de 2023, aumento de 14,2% em relação aos R$ 4.798.631,650 previstos na Lei Orçamentária deste ano.

Em setembro, foi realizada Audiência Pública para debater a proposta. Depois, foi aberto prazo para que os vereadores pudessem apresentar suas emendas. Para elaboração do relatório final, as sugestões foram analisadas de forma técnica e jurídica, retirando repetições. As proposições ao orçamento precisam estar em conformidade com o que estabelece o PPA (Plano Plurianual) e a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), que foi aprovada no dia 23 de junho deste ano.

Paulo Lands é empossado vereador de Campo Grande e diz que vai focar na área social

O professor Paulo Lands (Patriota) foi empossado vereador de Campo Grande na manhã desta quinta-feira (8), em uma cerimônia no plenário da Câmara Municipal. Lands ocupa a cadeira deixada por Sandro Benites, que assumiu a Secretária Municipal de Saúde (Sesau).

O ato foi acompanhado pelo presidente do Patriota, deputado estadual Lídio Lopes, pelo secretário de governo da prefeitura, Mário César, o presidente da Câmara, Carlão (PSB) e o novo titular da Saúde Sandro Benites.

Paulo Lands é empossado vereador de Campo Grande. — Foto: Fabiano Arruda

Lands afirmou que a principal prioridade de seu mandato será a área social. Ele relatou ser filho de pais líderes comunitários e deseja seguir os ensinamentos que teve ao longo da vida.

O professor assume dois anos depois da primeira eleição que disputou. Em 2020, ele ficou como suplente de Benites.

“Foram quase 800 candidatos em 2020 e você entender e cair sua ficha que você é um parlamentar de uma cidade com quase 1 milhão de habitantes e ser responsável por isso é muito gratificante”, disse.

Ele contou que seus pais e irmão foram os grandes responsáveis pela campanha eleitoral de 2020, na qual ele conseguiu a posição de suplente. Sobre o público que quer atingir, ele explicou que não vai legislar somente pela área da educação.

“Por mais que seja professor eu não quero ser rotulado por isso, quero ser o vereador de todas as classes”. Lands é professor do ensino fundamental e conseguiu 2.113 votos nas últimas eleições municipais.

Veja onde se vacinar contra a Covid em Campo Grande nesta quarta-feira

Os mais de 50 pontos de imunização seguem os mesmos de segunda a sexta-feira

A vacinação contra a Covid-19 segue em Campo Grande. As pessoas podem buscar os mais de 50 pontos de imunização nesta quarta-feira (7) e ao longo da semana, das 07h30 às 16h45. Durante a semana, os locais não mudam.

Vacinação contra Covid. — Foto: Divulgação

Segundo o cronograma divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), além das unidades básicas de saúde, as doses também são oferecidas na clínica escola da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Desde novembro, campo-grandenses a partir de 18 anos já podem receber a segunda dose de reforço da vacina contra a covid.

As vacinas estão disponíveis para várias faixas etárias. Crianças menores de dois anos também já podem se imunizar.

Cronograma de vacinação. — Foto: Reprodução
Unidades de Saúde para vacinação. — Foto: Reprodução

Com preço médio de R$ 738, valor da cesta básica aumenta 0,67% em Campo Grande

Tomate, batata e manteiga apresentaram a maior alta entre os itens analisados. Já os preços do pão, feijão e banana, reduziram

A cesta básica em Campo Grande esteve em R$ 738,53, em novembro, aponta levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor da cesta aumentou 0,67% na capital com relação ao mês de outubro, sendo a quinta mais cara do Brasil.

A maior variação positiva em novembro foi a do tomate (8,65%). O fruto foi comercializado a R$ 6,03 na capital o quilo, em média, aponta a pesquisa.

Legenda Tomate, batata e manteiga apresentaram a maior alta entre os itens analisados pelo Dieese — Foto: Reprodução

Outros cinco alimentos registraram variações positivas, sendo eles batata (4,32%), manteiga (2,52%), arroz agulhinha (1,41%), açúcar cristal (0,52%) e farinha de trigo (0,41%).

O pão francês (-1,12%) foi o alimento a apresentar a retração mais expressiva de preços, sendo comercializado a R$ 15,88 o quilo, apesar da variação positiva no preço da farinha de trigo (0,41%).

A diminuição também foi observada nos preços do feijão carioquinha (-0,99%), da banana (-0,43%) interrompendo o ciclo de cinco meses de altas, mas mantendo o preço médio elevado para o consumidor de R$ 13,98.

Aumento nas horas trabalhadas
O tempo de trabalho para comprar uma cesta básica em Campo Grande também aumentou em novembro. No mês anterior, outubro, o consumidor precisava trabalhar mais de 134 horas para pagar os produtos.

Conforme o Dieese, para suprir as necessidades (moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência) de uma família de quatro pessoas, o salário mínimo deveria ser: R$ 2.215,59 em novembro.

Atualmente, a cesta básica está custando R$ 738,53 em Campo Grande, valor abaixo apenas das capitais São Paulo (R$ 782,68), Porto Alegre (R$ 781,52), Florianópolis (R$ 776,14) e Rio de Janeiro (R$ 749,25).

 

Vereador Sandro Benites assume como secretário da Saúde em Campo Grande

Ao longo da pandemia de Covid-19, o político apoio o uso de cloroquina como tratamento para o vírus. Após as eleições presidenciais esteve presente em atos antidemocráticos em Campo Grande

O vereador Sandro Benites (Patriota) é o novo secretário da Saúde de Campo Grande, conforme informado em Diário Oficial nesta segunda-feira (5). A posse do novo representante deve ocorrer nesta terça-feira (6). O documento também apresenta Alexandre Ávalo, que volta ao cargo de procurador da Justiça da capital.

O vereador assume a secretaria da Saúde de Campo Grande. — Foto: Reprodução

O novo secretário deve apresentar a nova equipe da Sesau na terça-feira, às 9h, na Câmara. No mesmo dia, às 15h a prefeitura deve fazer uma cerimônia de posse dele no cargo. Rosana Leite Melo, ex-diretora-presidente do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) e que chefiou a Secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde, deve assumir como secretária-adjunta da pasta do Executivo municipal.

Polêmicas
Sandro Benites é um dos principais apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), na Câmara Municipal e já se envolveu em algumas polêmicas nos últimos anos.

No Legislativo campo-grandense, Benites enfrenta um pedido de investigação, proposto pelo vereador Professor André Luís (Rede), pela participação nas manifestações com pautas antidemocráticas em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO) na capital sul-mato-grossense. Em um vídeo que circula nas redes sociais, o vereador pede ajuda ao Exército após a eleição de Lula (PT) à Presidência da República.

Durante a pandemia, Sandro Benites também foi um defensor do uso de medicamentos sem eficácia comprovada no tratamento da Covid-19, a cloroquina.

Vereador Sandro Benites assume a Secretaria de Saúde na semana que vem

A câmara municipal estava negociando o vereador Vitor Rocha, porém o escolhido pela prefeita Adriane Lopes (Patriota), foi outro parlamentar, o Sandro Benites (Patriota) que assumirá a secretaria de Saúde do Município de Campo Grande na próxima semana.

Vereador deve tomar posse no começo da semana que vem Foto: Reprodução CMCG

O secretário em exercício desde maio de 2019, José Mauro Filho, já foi exonerado no Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande) na edição de hoje.

A expectativa de Benites, que atua como vice-líder da chefe do Executivo no Legislativo, é que os trâmites burocráticos para o afastamento do cargo na Câmara Municipal devem definir a data de posse para o novo cargo na Prefeitura. “Já falei com o presidente da Casa, Carlão (PSB). Tenho que pedir meu afastamento ainda hoje, mas acho difícil definir essas questões burocráticas até segunda-feira (5). Provavelmente tomo posse na Sesau no começo da semana que vem”, explicou.

Assim que sair da Câmara, o suplente dele para o cargo, Paulo Lands (Patri), deve ser empossado na cadeira para cumprir o restante do mandato tampão. Vale ressaltar que Sandro Benites era presidente da Comissão de Saúde da Casa de Leis. Ainda não foi definido se haverá mudanças internas com o novo integrante no Legislativo.

CURRÍCULO
Sandro Trindade Benites é filho de militar, nascido e criado em Campo Grande. Tem 46 anos, é major do Exército Brasileiro, pediatra, nutrólogo e toxicologista.

Foi diretor técnico do Hospital Regional, médico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, médico concursado do Tribunal de Justiça e assessor técnico da Secretaria Estadual de Saúde.

Recentemente o vereador teve seu nome envolvido na polêmica de ter defendido ato antidemocráticos e pedir intervenção militar e colegas pediram sua cassação na Casa de leis.

Professores saem às ruas e fazem manifestação em favor do reajuste salarial

Prefeitura não concedeu reajuste previsto em lei devido a “responsabilidade fiscal” das contas públicas

Começa nesta sexta-feira (2) a greve dos professores da rede pública de ensino da Capital. O movimento foi definido após os representantes da categoria terem entrado em contato com a prefeitura e não terem conseguido acordo para o recebimento do reajuste de 10,39%, que havia sido acordado anteriormente.

A greve começa hoje em Campo Grande e vai até o dia 9 de dezembro Foto Divulgação/ACP

Neste ano, a ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Profissionais da Educação Pública) protestou repetidamente contra o não cumprimento da Lei nº 6.976, que obriga ao pagamento do Piso Nacional do Magistério de 20 horas. Para 2022, estavam previstas três correções: abril (5,03%), novembro (10,39%) e dezembro (4,78%).

Segundo o presidente da ACP, Lucílio Nobre, a assembleia que deliberou a greve definiu que ela começa hoje e que inicialmente irá até o dia 9 de dezembro. E que, ao longo desses primeiros dias, a categoria espera que a prefeitura apresente uma maneira de cumprir a lei e aplicar a correção de 10,39%.

“Para esses primeiros dias de greve estão definidas algumas ações. A primeira será uma passeata pelo centro da cidade a partir das 8h, com encerramento em frente da prefeitura. O sindicato já protocolou um ofício solicitando uma reunião com a prefeita nesta manhã. Ao longo da greve, os professores realizarão novas assembleias que vão definir os próximos passos do movimento, conforme a situação for se alterando”, afirmou o presidente.

 

Publicada exoneração de José Mauro Filho da secretaria Municipal de Saúde

O decreto foi publicado nesta sexta-feira (2), no Diário Oficial. O município ainda não anunciou o nome do substituto.

O médico José Mauro Pinto Castro Filho pediu exoneração do cargo de secretário municipal de Saúde de Campo Grande. O decreto foi publicado nesta sexta-feira (2), no Diário Oficial. Na edição de hoje do Diogrande de hoje ainda não consta a nomeação do novo secretário.

José Mauro Filho deixa a Secretaria da Saúde de Campo Grande — Foto: Arquivo

José Mauro estava enfrentando resistência de alguns vereadores, que passaram a cobrar diariamente sua saída.

Ele havia sido nomeado no dia 29 de março de 2019, pelo então prefeito Marquinhos Trad (PSD). O nome cotado para assumir a vaga é do vereador Sandro Benites (Patriotas).

Após o segundo turno das eleições, a prefeita Adriane Lopes (Patriota) promoveu uma reforma administrativa substituindo vários nomes no primeiro escalão do município.

Veja abaixo as principais movimentações:

Secretaria de Governo e Relações Institucionais: Antônio Cézar Lacerda deixou o cargo e assumiu o ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Mario César Oliveira da Fonseca.

Secretaria de Gestão: Agenor Mattiello foi substituído por Maria das Graças Macedo.

Fundação Social do Trabalho de Campo Grande: Paulo da Silva assumiu o cargo de diretor-presidente no lugar de Luciano Silva Martins.

Thelma Fernandes Mendes Nogueira Lopes deixou o cargo de secretária-adjunta da secretaria de Assistência Social sendo nomeada chefe do Gabinete da Prefeita. O cargo era ocupado por Alex de Oliveira Gonçalves.

Alelis Izabel de Oliveira Gomes deixou o cargo de titular da Secretaria de Educação e Lucas Henrique Bitencourt de Souza foi nomeado como titular da pasta.

Wilton Celeste Candelório assumiu o comando da secretaria da Juventude no lugar de Laura Marina Ferreira Sousa de Miranda. Candelório ocupava, até então, o cargo de assessor-chefe do gabinete da prefeita.

Outra mudança foi a nomeação de Isaac José de Araujo, como secretário-executivo de Compras Governamentais no lugar de Ralphe da Cunha Nogueira.

Já na chefia da Subsecretaria do Bem-Estar Animal, Ana Luiza Lourenço de Oliveira Lima entrou no lugar de Ana Cristina Camargo de Castro.

Por fim, Inês Auxiliadora Mongenot Santana é a nova secretária-adjunta da Secretaria de Assistência Social e Michele dos Santos Ferreira assume cargo equivalente na Secretaria da Juventude.

Agenor Mattiello deixou o cargo de secretário municipal de Gestão, sendo substituído por Maria das Graças Macedo.

Campo Grande recebe a fase final da Liga MS de Voleibol 2022

O fim de semana será de muito voleibol em Campo Grande. O Ginásio Poliesportivo Avelino dos Reis (Guanandizão) e o Centro Municipal de Treinamento Esportivo (Cemte) recebem as partidas da fase final da Liga MS de Voleibol 2022, a partir desta sexta-feira (2). Os campeões serão conhecidos no domingo (4). A competição tem o apoio do Governo do Estado, por meio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).

Esta é a 2º edição da Liga MS de Voleibol. Neste ano, a competição teve a participação de 54 equipes

Estarão em quadra os campeões das seis etapas regionais, que tiveram início em setembro. Dourados venceu a regional Centro-Sul, tanto no feminino, quanto no masculino. O mesmo aconteceu com Sete Quedas, que levou o título da Região Sul, e Campo Grande, campeão nos dois gêneros da Região Centro. Na Leste, os vencedores foram Nova Andradina (feminino) e Vicentina (masculino). Já na Oeste, Ponta Porã (feminino) e Bonito (masculino) levaram a melhor.

Segundo tabela oficial divulgada pela Federação de Voleibol de Mato Grosso do Sul (FVMS), as partidas da fase classificatória começam nesta sexta-feira (2), a partir das 18h30, com quatro jogos, e prosseguem no sábado (3) com mais oito. As semifinais também acontecem no sábado. No domingo (4) serão conhecidos os campeões, além das disputas de terceiro lugar. Confira a tabela completa jogos: Tabela oficial – fase final da Liga MS de Voleibol 2022.

Esta é a segunda edição da Liga MS de Voleibol. Neste ano, a competição teve a participação de 54 equipes, que representaram os municípios de Amambai, Antônio João, Bandeirantes, Bodoquena, Bonito, Caarapó, Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Douradina, Dourados, Glória de Dourados, Ivinhema, Ladário, Maracaju, Mundo Novo, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã, Sete Quedas, Sidrolândia, Três Lagoas e Vicentina.

Em 2021, a equipe de Campo Grande sagrou-se campeã no gênero feminino e Dourados levantou o troféu no masculino. “Foram três meses de jogos intensos, movimentando municípios de todas as regiões do nosso estado. A Liga, hoje, é muito esperada por todos os atletas e técnicos, e contribui para elevar o nível técnico do voleibol em Mato Grosso do Sul”, enfatiza o diretor-presidente da Fundesporte, Silvio Lobo Filho.

As disputas finais da Liga MS de Voleibol, em Campo Grande, são abertas ao público, com entrada gratuita.

Passagem de ônibus em Campo Grande pode chegar a R$ 8 em 2023

Anualmente avaliada em novembro, o Consórcio Guaicurus considera que o reajuste da passagem do transporte público de Campo Grande pode chegar a R$ 8. A negociação será debatida com a Agereg (Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Campo Grande) para ser válida em 2023.

Negociação será debatida com o município para ser válida em 2023

O reajuste é calculado anualmente pela Agereg, de acordo com diversos custos com o trasporte coletivo, como o valor atual do combustível, os custos médios com manutenção dos veículos e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

De acordo com o diretor-executivo do Consórcio Guaicurus, Robson Luis Strengari, a Agereg também está estudando para que o valor seja calculado com base na quilometragem rodada pela frota de ônibus.

“Não sabemos se está definido o valor da tarifa técnica, mas deve ser em torno de R$ 8,00. Existe um custo para rodar o sistema”, disse Robson.

Atualmente, a tarifa custa R$ 4,40 aos passageiros, mas de acordo com o diretor-executivo do consórcio, Robson Strengari, o novo preço considera diversos fatores, como a alta do combustível e INPC (índice Nacional de Preço ao Consumidor).