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Multidão de apoiadores prestigia Eduardo Riedel e Tereza Cristina na Capital
“Nós aqui não temos partido. Somos todos Mato Grosso do Sul. Esse projeto é nosso. Enquanto tivemos alguém precisando, nós vamos estender as mãos a cada um dos sul-mato-grossenses”, frisou Riedel
Quase duas mil pessoas prestigiaram o primeiro ato público de pré-campanha no que será o Comitê de Eduardo Riedel, pré-candidato do PSDB ao governo do Estado. Acompanhado da ex-ministra e pré-candidata a Senado pelo PP, a deputada federal Tereza Cristina, também participou do evento que aconteceu em Campo Grande, na noite de ontem, segunda-feira (1).

Riedel classificou o dia como um ato simbólico e um ‘dia memorável’, e afirmou que o espaço servirá como um espaço de diálogo e discussão de propostas em torno de um projeto de desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Para o tucano, sua convivência de mais de 25 com Tereza, bem como a capacidade já comprovada de trabalho pelo Estado são capazes de oferecer à população uma gestão focada na melhoria de vida de toda sociedade.
“Nós aqui não temos partido. Somos todos Mato Grosso do Sul. Esse projeto é nosso. Enquanto tivemos alguém precisando, nós vamos estender as mãos a cada um dos sul-mato-grossenses”, frisou Riedel, que fez um agradecimento à sua família, pela compreensão e suporte nessa caminhada de intenso trabalho e visita a todos os cantos do Estado.

Tereza ecoou o colega e também frisou que seu seu partido é ‘o Mato Grosso do Sul’. Ela frisou que espera por uma campanha de propostas, que seja capaz de ouvir e dialogar com toda sociedade.
“Escolhi o Riedel não porque o conheço há muitos anos, mas porque eu sei que ele é o melhor para Mato Grosso do Sul. Com Riedel vamos avançar rumo à modernidade e ao protagonismo, tornando nosso Estado referência no país”, finalizou a ex-ministra
Candidatos ao Governo podem gastar até R$ 9,3 milhões durante a campanha em MS
Os candidatos ao Governo do Estado poderão gastar durante a campanha, caso haja necessidade e cheguem ao 2º turno, limite de R$ 9.339.123,24, segundo a Portaria número 647 divulgada na manhã desta terça-feira (19/7) pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Conforme a medida, para o 1º turno o teto é de R$ 6.226.082,16, com acréscimo de R$ 3.113.041,08 se necessária nova disputa.
O documento foi assinado pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, e divulgado na edição do Diário da Justiça de hoje.
De acordo com o TSE, os valores são os mesmos adotados nas eleições de 2018, atualizados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).
Há quatro anos, no pleito que garantiu a reeleição de Reinaldo Azambuja (PSDB) em Mato Grosso do Sul, o teto de gastos nos dois turnos foi de R$ 7,4 milhões, com R$ 4,9 milhões no início, com acréscimo de até R$ 2,5 milhões.
Outros cargos
Em Mato Grosso do Sul, os postulantes às vagas de deputado estadual, federal e senador, poderão gastar R$ 1.270.629,01, R$ 3.176.572,53, R$ 3.176.572,53, respectivamente, segundo a tabela divulgada pelo TSE.
Já a campanha para a presidência da República é a que possuí limite de gastos mais alto.
No primeiro turno, os candidatos poderão gastar até R$ 88.944.030,80, enquanto no segundo, o acréscimo é de R$ 44.472.015,40.
Senado aprova autorização para crédito consignado no Auxílio Brasil
Os empréstimos consignados podem ser concedidos até o limite de 40% do valor do benefício
O Senado aprovou nesta quinta-feira (7) medida provisória que autoriza a concessão de empréstimos consignados para beneficiários do programa social Auxílio Brasil -substituto do Bolsa Família.
Os empréstimos consignados podem ser concedidos até o limite de 40% do valor do benefício. O texto também libera esse crédito para quem recebe o Benefício de Prestação Continuada e aumenta a margem dos créditos consignados para aposentados e pensionistas.

A medida provisória foi aprovada de maneira simbólica pelos senadores. Como havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, agora segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro (PL).
O texto aprovado pelos senadores diz que beneficiários de programas federais de transferência de renda poderão autorizar a União a fazer descontos nos benefícios em favor de bancos para amortização de empréstimos, com o limite de 40%.
O limite de 40% previsto para os beneficiários de programas de transferência de renda também passará a ser aplicado para os funcionários celetistas e servidores públicos civis e militares, ativos e inativos.
Apenas será necessário destinar exclusivamente 5% para a amortização de despesas de cartão de crédito ou para saques por meio de cartão consignado de benefícios. Esse percentual máximo, segundo a medida provisória, não poderá sofrer qualquer limitação de uso por número de contratos.
O texto prevê a restituição de valores creditados indevidamente a alguém já falecido, assim como descontos após a morte do beneficiário em decorrência de empréstimo consignado ou cartão de crédito consignado. A regra não se aplica a valores financeiros recebidos pela família relativos aos benefícios do Programa Auxílio Brasil.
O desconto também poderá incidir sobre verbas rescisórias devidas pelo empregador, caso isso esteja previsto no contrato de empréstimo ou de cartão de crédito.
A medida provisória também prevê que a União não pode ser responsabilizada nem subsidiariamente por inadimplência do beneficiário.
O texto da medida provisória também aumenta para 45% a margem de crédito consignado de aposentados e pensionistas, do regime geral da previdência.
Desse total, 35% devem ser de empréstimos, 5% para pagar despesas contraídas com cartão de crédito consignado ou com saque e outros 5% para gastos com cartão consignado de benefício ou saque em cartão consignado de benefícios.
Essa margem também será aplicada para os beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada) -que é pago para idosos carentes e pessoas com deficiência que comprovem estarem em situação de vulnerabilidade.
Esse percentual máximo, segundo a medida provisória, não poderá sofrer qualquer limitação de uso por número de contratos.
Na época de elaboração da medida provisória, o governo estimava que a alteração nas regras dos consignados poderia irrigar as famílias do Auxílio Brasil com até R$ 30 bilhões em financiamentos. No caso do público do BPC, o potencial é calculado em R$ 19 bilhões.
A medida provisória foi editada e aprovada em um momento em que o governo Bolsonaro trabalha medidas para aliviar o bolso dos eleitores no momento em que a inflação elevada atinge os brasileiros. O presidente busca a reeleição em outubro.
Senado apreciará projeto de Dagoberto Nogueira que torna idioma indígena cooficial
Parlamentar aliado da causa indígena defende idioma original em suas comunidades
Foi aprovada na última quarta-feira (6), e segue para o Senado, o Projeto de Lei 3074/19 de autoria do Deputado Dagoberto Nogueira (PSDB), que torna os idiomas indígenas, línguas cooficiais nos municípios que têm comunidades indígenas no país.

A iniciativa visa, por meio do processo da cooficialização das línguas indígenas nos municípios brasileiros que possuem as comunidades ampliar a todos esses povos a garantia de utilização das respectivas línguas e preservar as particularidades socioculturais de cada etnia, fundamentais para a manutenção da organização social, costumes, línguas, crenças e tradições de cada grupo.
“O projeto de Lei de minha autoria aprovado ontem na CCJ configura como um dos mecanismos possíveis para alcançar os propósitos tanto da legislação nacional quanto internacional de proteção das línguas originárias dos povos indígenas, contribuindo, consequentemente, para a valorização da pluralidade cultural e linguística do país.”, explicou o deputado.
A diversidade linguística e cultural é uma riqueza que precisa ser melhor conhecida, documentada e preservada. Apenas no Mato Grosso do Sul são aproximadamente 61 mil indígenas. O projeto propõe que nos locais que haja povos indígenas o dialeto seja considerado o idioma originário, independente do português.
Conforme Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), temos 274 línguas indígenas faladas por indivíduos pertencentes a 305 etnias diferentes.
Tereza Cristina se isola na liderança pela corrida ao Senado

Parceira de chapa de Eduardo Riedel, ela mostra a força de Bolsonaro em MS
A pré-candidata do Progressistas ao Senado em Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina, ex-ministra de Agricultura do governo Jair Bolsonaro, está na liderança isolada na corrida majoritária ao Congresso Nacional. É o que revela a nova pesquisa do Instituto Ranking, divulgada neste domingo (3).

Na espontânea, ela aparece com 20,3% das intenções de voto, seguida por Odilon de Oliveira, com 9,5% e Luiz Henrique Mandetta (UB), com 7,2%. No levantamento estimulado, a pré-candidata alcança 30,5% das intenções de voto, seguida por Odilon, com 12,3% e Mandetta, com 10,7%.

Tereza Cristina é também a menos rejeitada entre os três primeiros colocados na disputa ao Senado, com apenas 5,3% de rejeição. O mais rejeitado é Odilon de Oliveira, com 10,6%, seguido por Luiz Henrique Mandetta, com 7,4%.

DADOS DA PESQUISA:
Foram entrevistados três mil eleitores acima de 16 anos em 30 municípios do Estado entre os dias 27 de junho e 02 de julho de 2022. O levantamento tem os registros no TSE com os números: MS-02344/2022 e BR-05621/2022. A margem de erro máxima estimada é de 1,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O Instituto Ranking Brasil é registrado no Conre 1 com o número: 8561.
Vídeo: Datena desiste de pré-candidatura ao Senado de SP
Apresentador se pronunciou ao vivo durante o Brasil Urgente, afirmando que vai “seguir seu caminho” fora da política
O apresentador José Luiz Datena anunciou nesta quinta-feira, 30, que não vai mais concorrer ao Senado por São Paulo. Ele se pronunciou ao vivo durante o programa Brasil Urgente, da Band TV, afirmando que decidiu “seguir seu caminho” fora da política.
“Pensei bem e resolvi seguir meu caminho”, disse Datena. O apresentador também deixou agradecimentos ao apoio que o presidente Jair Bolsonaro (PL) deu a ele quando pretendia se candidatar.
A partir desta quinta, emissoras de rádio e televisão estão proibidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de transmitir programas apresentados ou comentados por pré-candidatos às eleições de outubro. A regra foi estabelecida pelo TSE em dezembro do ano passado e compõe o calendário eleitoral das eleições de 2022.
Caso não seja respeitada, a lei prevê multa e cancelamento do registro da candidatura do apresentador ou apresentadora. Além disso, a emissora também está sujeita a multa, que pode variar entre R$ 20 mil e R$ 100 mil, duplicada em caso de reincidência.
Datena voltou à TV nesta quinta e frustrou as expectativas de que fosse concorrer a um cargo no Congresso em outubro. Ele havia tirado férias da apresentação do Brasil Urgente, mas voltou ao programa nesta tarde, o que o impossibilita de concorrer.
Era esperado que ele concorresse em outubro como candidato por vaga como senador de São Paulo, em chapa com o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), pré-candidato a governador com apoio do Palácio do Planalto. Ele chegou a ter reunião em Brasília com Bolsonaro.
Senado pode votar PEC dos Combustíveis nesta semana
Também está na pauta a desjudicialização de procedimentos para a execução civil (PL 6.204/2019)
O Plenário do Senado pode votar nesta semana medidas provisórias para facilitar crédito a microempreendedores e produtores rurais (MPs 1.104/2022 e 1.107/2022) e a PEC dos Combustíveis (PEC 16/2022), que aumenta o valor do Auxílio Brasil, reajusta o auxílio-gás e cria o “voucher caminhoneiro”.

Também está na pauta a desjudicialização de procedimentos para a execução civil (PL 6.204/2019). A autora do projeto de lei, Soraya Thronicke (União-MS), diz que a ideia é transferir execuções civis de títulos para os tabeliães de protesto, que já lidam com o início da cobrança de dívida.
Mandetta confirma pré-candidatura ao Senado pelo União Brasil
O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta confirmou nesta terça-feira (21) que é pré-candidato ao Senado, por Mato Grosso do Sul, nas eleições deste ano. O médico deve sair como nome pelo União Brasil. “Sempre foi, é e será. Vamos vencer!”, disse Mandetta ao ser questionado sobre a pré-candidatura.

Mato Grosso do Sul deve ter na disputa pela vaga ao Senado dois ex-ministros. Agora com o nome de Mandetta nas prévias, Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento também é nome cotado como pré-candidata ao Senado, pelo Partido Progressista (PP).
De um lado a ex-ministra da agricultura e fiel apoiadora do atual presidente, Tereza Cristina (PP), e do outro, Mandetta que ficou à frente do Ministério da Saúde, mas resolveu abandonar o cargo após ter divergências com Bolsonaro logo no começo da pandemia da covid-19.
Ex-deputado federal, Mandetta esteve à frente do Ministério da Saúde desde o início do governo Bolsonaro, em janeiro de 2019, e ganhou maior visibilidade com a crise provocada pelo novo coronavírus. Mandetta foi demitido em abril de 2020.
Riedel ressalta força do agronegócio de Chapadão do Sul na abertura da 28ª Exposul
Após dois anos sem festa, evento em Chapadão do Sul retorna e movimenta economia local
Começou em Chapadão do Sul a 28ª edição da EXPOSUL, uma das maiores feira do agronegócio e da alta tecnologia de todo estado. O cerimonial de abertura foi realizado no Salão de Eventos do Sindicato com a presença de autoridades municipais, estaduais e visitantes.
Eduardo Riedel, pré-candidato do PSDB ao governo do Estado, prestigiou, na noite a abertura oficial da Exposul – Exposição Agropecuária e Industrial de Chapadão do Sul. No evento, teve a oportunidade de acompanhar in loco o agropecuário da região no pós-pandemia, além de conversar sobre as demandas locais com representantes do governo e da sociedade e, ainda, participar, ao lado da ex-ministra e pré-candidata ao Senado, Tereza Cristina (PP), de compromissos públicos em Chapadão do Sul.

Durante a solenidade de abertura, que aconteceu na última quarta-feira (15), Riedel lembrou que a Exposul é uma das exposições mais importantes de Mato Grosso do Sul e que o evento este ano retorna ainda mais forte, fortalecendo a economia da cidade e fomentando o agronegócio de toda a região. “Aqui se cria um ambiente de negócios, já que há muitas marcas em contato com seu público final, equipamentos de última geração são apresentados e o turismo também aumenta, muita gente vem para os shows”, pontuou.
O prefeito de Chapadão do Sul, João Carlos Krug, ressaltou a importância da visita de Riedel à exposição e elogiou sua postura enquanto esteve na Secretaria de Governo e Infraestrutura do Estado.
“Foi por causa do Riedel que conseguimos trazer muitos investimentos para nossa cidade, não só para o agronegócio, mas para todas as áreas. Fomos muito beneficiados no esporte, por exemplo, conseguimos um polo esportivo a nível olímpico, onde até atletas de outros estados podem treinar. Logo Chapadão do Sul será referência no esporte a nível estadual e nacional”, destacou. A Exposul segue até domingo (19), com stands de marcas de agronegócio, rodeio e shows com atrações nacionais.
