Rodrigo Pacheco é reeleito presidente do Senado Federal

Senador era o favorito ao cargo, embora tenha disputado eleição acirrada com Rogério Marinho

Rodrigo Pacheco (PSD-MG) é reeleito presidente do Senado Federal após disputa acirrada contra Rogério Marinho (PL-RN) em votação no plenário da Casa nesta quarta-feira, 1º.

A disputa ganhou, para alguns integrantes da Casa, ares de “terceiro turno”  Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Foram 49 votos para Pacheco, que tem apoio da base aliada do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e 32 votos para Marinho, que conquistou votos principalmente de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nenhum voto em branco foi registrado.

Disputa acirrada

A votação no Senado serviu de amostra das reais chances de a oposição liderada pelo bolsonarismo atrapalhar a aprovação de medidas prioritárias para o governo do presidente Lula.

A disputa ganhou, para alguns integrantes da Casa, ares de “terceiro turno” eleitoral. Assim, o placar da votação deve servir para aferir, ainda que de maneira aproximada, a força que a oposição terá.

Antes da eleição, aliados de Pacheco estimavam que ele conseguiria entre 50 e 55 votos para se reeleger – o que chegou perto do resultado, mas foi menos otimista do que o projetado. Já articuladores de Marinho até esperaram por uma vitória do ex-ministro de Bolsonaro, o que não ocorreu.

Ambas as candidaturas também contaram com algumas traições. Do lado de Marinho, acreditava-se que supostos eleitores do presidente do Senado estariam insatisfeitos com Pacheco e seu principal articulador, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), que estariam dando pouco espaço a parlamentares em postos de comando e importância da Casa.

Já do lado de Pacheco, a expectativa era de que senadores ficariam constrangidos em votar num candidato ligado a Bolsonaro, principalmente após os atos antidemocráticos de vandalismo às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro cometidos por apoiadores do ex-presidente que defendiam um golpe contra Lula.

Vantagens de Pacheco

O candidato à reeleição tinha como vantagens o fato de já estar no posto e de ter a simpatia do governo, que, segundo uma das fontes consultadas pela agência Reuters, tem poder de barganha ao oferecer cargos.

Ao discursar da tribuna antes da votação, Pacheco acenou com o compromisso de tocar a reforma tributária e um novo regramento fiscal, tema de interesse do governo, e mencionou a importância de medidas de proteção ambiental. Também defendeu que se modifique a legislação para reduzir, por exemplo, o poder de decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), um recado indireto a muitos dos apoiadores de Marinho.

“Temos um desafio agora pela frente: a reforma tributária, um novo arcabouço fiscal, porque não podemos admitir que se continue a arrecadação confusa do sistema tributário brasileiro, tampouco podemos permitir que se acabe com a responsabilidade fiscal no nosso país, que é uma conquista da modernidade”, disse.

Marinho por sua vez, utilizou seu tempo de fala para fazer uma defesa de sua candidatura e rebater críticas de que estaria alinhado a discursos antidemocráticos. “Dirijo-me aos senhores para apresentar a minha candidatura a Presidente do Senado Federal do meu país. E afirmo a vossas excelências que, apesar da pecha, do conceito prévio, eu diria até de um certo descrédito, que alguns querem imputar àqueles que têm a coragem de se colocar contra o status quo, eu sou o candidato da instituição. Estou disposto a servi-la –a ela, a instituição– se essa for, evidente, a decisão tomada pela maioria dos senhores senadores e senhoras senadoras na tarde e noite de hoje”, discursou.

Desafios

Pacheco terá nas mãos o poder de definição da pauta do plenário e também de aceitação ou recusa de pedidos de abertura de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) ou de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por exemplo.

Também terá o papel de presidir o Congresso Nacional, sendo, assim, o representante do Poder em questões institucionais, além da condução das votações conjuntas para a análise de vetos presidenciais e projetos orçamentários, entre outras prerrogativas, como a de impugnar matérias que sejam consideradas inconstitucionais, lesivas às leis ou ao regimento.

À frente do Senado até o momento, Pacheco buscou atuação comedida, sem grandes atritos com o governo anterior. O senador serviu, no entanto, de anteparo na Casa para matérias controversas defendidas por Bolsonaro, principalmente as ligadas às pautas de costumes. Além disso, foi um contínuo defensor da confiabilidade das urnas eletrônicas e da lisura do processo eleitoral, seguidamente atacadas pelo hoje ex-presidente.

Valdir Couto Jr é reeleito presidente da Assomasul com 64 votos

Prefeitos de 64 cidades de Mato Grosso do Sul, reelegeram Valdir Souza Júnior como presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), para o biênio de 2023/2024. A eleição aconteceu nesta terça-feira (10), na sede da Associação em Campo Grande.

Quero estar próximo do governo estadual e federal através do diálogo”, afirmou o presidente

Couto Junior que é prefeito de Nioaque, afirmou que a reeleição é fruto do reconhecimento do trabalho em conjunto, com prefeitos e o governo do Estado. “Sempre busquei um diálogo com o governo estadual e federal, além de instituições como Assembleia, Tribunal de Contas e outras”, destacou.

Então, garantiu que a gestão seguirá com pautas municipalistas. “Essa nova diretoria vai continuar atenta junto à confederação nacional dos municípios, defendendo das menores cidades às maiores”, afirmou.

Por fim, disse que o diálogo será a base da gestão. “Quero estar próximo do governo estadual e federal através do diálogo, a gente preza muito o diálogo por aqui. A população mora no município, é ela que precisa da estrada, valorização da saúde e educação”, ressaltou.

Bancada de MS destaca papel da Assomasul

O deputado federal eleito, Geraldo Rezende (PSDB), desejou boa sorte para a chapa única, que venceu a eleição. “Um pleito democrático. Espero recebe-los em Brasília”, disse.

“Grandes desafios ocorreram durante esse período e todos fizeram um papel fundamental para Mato Grosso do Sul”, disse o deputado Beto Pereira (PSDB). O parlamentar ainda destacou a interação entre a Associação e a bancada federal de MS.

“Ressalvo a Assomasul e a sintonia que ela teve com a bancada federal e governo do Estado durante a pandemia. O papel dos prefeitos foi fundamental, com a Assomasul liderando esse processo [de negociações e ajuda]”, pontuou.

O secretário-executivo de MS, Sérgio de Paula (PSDB), destacou os dois anos de gestão da chapa vencedora. “O Júnior fez um bom trabalho nos últimos dois anos e teve apoio do Governo e a entidade sai fortalecida [com a reeleição e relação criada com o governo]”.

Confira a composição da chapa vencedora:
Diretoria Executiva:

I – Presidente: Valdir Couto de Souza Junior

II – 1º Vice-Presidente: Agnaldo Marcelo da Silva Oliveira

III – 2º Vice-Presidente: Vanda Cristina Camilo

IV – Secretário Geral: Dalmy Crisostomo da Silva
[10/1 19:13] Rhobson Tavares Lima: V – 2º Secretário: José Fernando Barbosa dos Santos

VI – 3º Secretário: Gerolina da Silva Alves

VII – Tesoureiro Geral: Thalles Henrique Tomazelli

VIII – 2º Tesoureiro: Cleidimar da Silva Camargo

Diretoria Auxiliar:

I – Diretor Cultural: Valdomiro Brischiliari

II – Diretor Social e Esportivo: André Nezzi de Carvalho

III – Diretor de Relações Públicas: José Natan de Paula Dias

IV – Diretor de Patrimônio: Marcos Benedetti Hermenegildo

V – Diretor da Área da Saúde: Lúcio Roberto Calixto Costa

VI – Diretor para Assuntos Municipalistas: João Carlos Krug

Conselho Fiscal:

Titulares:

I – Donizete Aparecido Viaro

II – Josmail Rodrigues

III – Henrique Wancura Budke

Suplentes:

I– Germino da Roz Silva

II – Rogério de Souza Torquetti

III – Edson Rodrigues Nogueira

Leia mais em: https://www.opantaneiro.com.br/politica/com-64-votos-valdir-couto-jr-e-reeleito-presidente-da-assomasul/196834/

Marcos Rocha é reeleito governador de Rondônia no 2º turno

Candidato do União Brasil ao governo rondoniense nas eleições de 2022 superou neste domingo (30) seu adversário na disputa, o senador Marcos Rogério (PL)

O atual governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (União Brasil), foi reeleito neste domingo (30), no segundo turno, e comandará o estado pelos próximos quatro anos.

Ele derrotou o senador Marcos Rogério (PL).

Coronel Marcos Rocha (União) foi reeleito governador de RO — Foto: Ana Kézia Gomes/g1

Quem é Marcos Rocha
Marcos José Rocha dos Santos, de 54 anos, nasceu no Rio de Janeiro (RJ) e se formou em análise de sistema de dados e administração de negócios, com pós-graduação em educação e técnicas de ensino.

Ingressou no Exército em 1986. Quatro anos depois foi aprovado no concurso para oficial da Polícia Militar de Rondônia. Foi chefe do Centro de Inteligência da PM e atuou na segurança dos Jogos Pan-Americanos de 2007, no Rio.

Depois, atuou como secretário municipal de Educação de Porto Velho, secretário de Justiça e, em 2019, chegou ao cargo de governador. Sua coligação tem o apoio do Republicanos, Avante, MDB, Patriota, PSC, PSDB e Cidadania.

João Azevêdo é reeleito governador da Paraíba

Candidato do PSB ao governo paraibano nas eleições de 2022 superou neste domingo (30) seu adversário na disputa, Pedro Cunha Lima (PSDB)

O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), foi reeleito neste domingo (30), no segundo turno, e comandará o estado por mais quatro anos.

Ele derrotou nas urnas o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB).

Com 97,19% das urnas apuradas, Azevêdo contabilizava 52,33% dos votos, enquanto Cunha Lima totalizava 47,67%.

Quem é João Azevêdo
João Azevêdo Lins Filho, de 69 anos, é engenheiro civil pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e professor aposentado do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB).

Nascido em João Pessoa, começou a vida pública como diretor da Divisão de Planejamento Habitacional do Instituto de Assistência à Saúde do Servidor (IPEP), em 1980. Foi secretário municipal em várias gestões em João Pessoa e em Bayeux, na região metropolitana da capital.

A partir de 2011, foi nomeado pelo então governador, Ricardo Coutinho, como secretário estadual do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Ciência e Tecnologia. Atuou como secretário até 2018, quando foi eleito governador no primeiro turno.

Sua coligação tem o apoio do Agir, PP, Avante, PMN, PSD, Solidariedade, Podemos, Republicanos, Patriota, Pros.

Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB) é reeleito governador do Estado

Socialista manteve tendência apontada por pesquisas e conquistou terceiro mandato à frente do governo capixaba

O governador Renato Casagrande (PSB) foi reeleito governador do Espírito Santo neste domingo, 30. O socialista disputou o segundo turno com Carlos Manato (PL).

Governador Renato Casagrande (PSB) Foto: Facebook/Renato Casagrande

O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por volta das 18h30, quando 95,39% das urnas já haviam sido apuradas. Casagrande foi reeleito com 53,90% dos votos válidos. Manato recebeu 46,10%.

Campanha no Estado
No primeiro turno das eleições, Casagrande obteve 46,94% dos votos válidos, enquanto Manato teve 38,48%. Eles disputaram o governo do Estado com outros cinco candidatos.

Em geral, a campanha para o governo do Espírito Santo foi marcada pela inédita reeleição de Casagrande. Em 2014 o então governador tentou um segundo mandato, mas foi derrotado.

Destaque ainda para o governador, que disputou um cargo político pela quinta vez. Para o governo do Estado, ele já havia sido eleito por duas vezes, em 2010 e 2018. No último pleito, ganhou a eleição no primeiro turno.

A polarização da eleição nacional foi vista também no Espírito Santo. Representante de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Estado, Casagrande encontrou em Manato, apoiado por Jair Bolsonaro (PL), seu principal adversário desde o início do período eleitoral. No entanto, a estratégia usada por Casagrande para o segundo turno também chamou a atenção.

Sabendo que bolsonaristas são maioria no Espírito Santo, ele se colocou como o candidato que “dialoga com qualquer presidente”. No primeiro turno, Bolsonaro venceu no Estado com 52,23% dos votos. Lula teve 40,40%.
Embora tenha apoiado Lula, Casagrande não se engajou na campanha do petista e dizia que, seja qual fosse a opção do eleitor para o Palácio do Planalto, deve votar no número dele nas urnas. No Estado, ele recebeu o apoio de vários políticos que votaram em Bolsonaro para presidente.

Manato, por outro lado, associou mais a sua imagem a Bolsonaro no segundo turno e destacou que o número de urna dos dois era o mesmo. Além do apoio do candidato à reeleição ao Planalto, Manato contou com aliança também de quatro dos cinco candidatos derrotados no primeiro turno no Espírito Santo: Audifax Barcelos (Rede), Guerino Zanon (PSD), Aridelmo Teixeira (Novo) e Claudio Paiva (PRTB). O candidato Capitão Vinícius Sousa (PSTU) decidiu ficar neutro e não declarou voto.

Casagrande, por sua vez, não conseguiu o apoio de nenhum dos candidatos derrotados.

Sobre Renato Casagrande

José Renato Casagrande, 61 anos, é o atual governador do Espírito Santo. Natural da cidade de Castelo (ES), é formado em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Viçosa, e em Direito pela Faculdade de Direito de Cachoeiro de Itapemirim. O governador é casado e tem dois filhos.

Filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) desde 1987, Casagrande já foi deputado estadual (1991 a 1994), vice-governador (1995 a 1999), deputado federal (2003 a 2006) e senador (2007 a 2010). Também foi presidente da Fundação João Mangabeira (2015 a 2018).

Em 2010, Casagrande foi eleito governador do Espírito Santo pela primeira vez. Sem conseguir a reeleição em 2014, se candidatou mais uma vez em 2018 e assumiu um novo mandato à frente do governo do Estado até este ano. Atualmente, também é secretário-geral da Executiva Nacional do PSB.

O vice-governador do Espírito Santo é Ricardo Ferraço (PSDB).

Apuração no Espírito Santo

Total de votos válidos: 2.105.051 (93,92%)

Renato Casagrande (PSB): 53,89% (1.134.426 votos)

Carlos Manato (PL): 46,11% (970.625 votos)

Brancos: 44.681 (2,00%)

Nulos: 91.519 (4,08%)

Abstenções: 578.056 (20,50%)

Paulo Corrêa é reeleito deputado estadual com 49.184 votos para o 8º mandato

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB-MS), foi reeleito deputado estadual, neste domingo (2), com 49.184 votos. Segundo mais bem votado no Estado, o tucano segue para seu oitavo mandato na Casa de Leis.

Após a confirmação dos números, o deputado comemorou com sua equipe de trabalho e fez questão de agradecer a votação expressiva e a confiança do povo sul-mato-grossense.

“O resultado dessa eleição demonstra que a população tem aprovado nosso mandato e gestão à frente da Assembleia Legislativa. Ficamos muito felizes com essa notícia, isso é sinal que estamos no caminho certo”, comemorou emocionado o parlamentar.

Paulo Corrêa também falou sobre os seus projetos para o futuro. “O meu compromisso com o povo de Mato Grosso do Sul é continuar trabalhando muito para que o nosso Estado se desenvolva ainda mais, principalmente em relação a busca pela instalação de novas indústrias que consequentemente geram milhares postos de trabalho”, destacou.

Paulo Corrêa também falou sobre o fortalecimento do Grupo Onça Pintada (GOP), organização não governamental apoiada por ele, que atua há 22 anos na prevenção ao câncer de mama e já atendeu mais de 70 mil mulheres nos 79 municípios.

O presidente da ALEMS também enfatizou que a luta pela preservação do meio ambiente segue e que nos próximos quatro anos vai atuar fortemente para que medidas mais enérgicas sejam adotadas para conservação do meio ambiente e das águas cristalinas que atraem milhares de turistas para o Estado.

“Podem ter certeza que este será mais um mandato dedicado a cuidar das pessoas. Vamos juntos dia e noite lutar por mais saúde, educação e emprego e renda para nossa gente”, finalizou.

Dagoberto está em pesquisa nacional que prevê reeleitos

Na reta final para as eleições, o deputado Dagoberto Nogueira (PSDB), aparece no levantamento da Queiroz Assessoria em Relações Institucionais e Governamentais como um dos nomes que o PSDB irá reeleger nesta eleição.

Seu nome está entre o segundo e o terceiro lugar para dar continuidade ao trabalho que desenvolve em prol do MS e já foi premiado como o campeão de emendas.

Pesquisa nacional aponta reeleição de Dagoberto Nogueira

O deputado federal, Dagoberto Nogueira (PSDB), é conhecido por votar a favor dos interesses dos trabalhadores. Temas de interesse da população são prioridade do deputado.

Por esta razão ele votou SIM para a PEC11 que defendeu a categoria da enfermagem no país garantindo o piso salarial para os enfermeiros e técnicos de enfermagem, SIM para a polêmica PEC dos auxílios, por acreditar que beneficiará os taxistas, caminhoneiros, a família mesmo defendendo que poderia ter sido encaminhada fora de um período eleitoral. Dagoberto também defendeu a cultura votando pela derrubada do veto às Leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2 que permitirão ao setor cultural mais dignidade neste e no próximo ano.

Outra votação de destaque deste primeiro semestre foi contra o Rol Taxativo no sistema de saúde suplementar e ele deu um sonoro NÃO ao projeto que permitiria que bancos penhorassem o único imóvel de uma família brasileira, para quitar dívidas.

Foi aprovada em junho o Projeto de Lei 3074/19 de autoria do Deputado Dagoberto Nogueira (PSDB), que torna os idiomas indígenas, línguas cooficiais nos municípios que têm comunidades indígenas no país. Assim como a lei de autoria de Dagoberto do pezinho ampliado que entrou em vigor em todo o país este ano. “O projeto de Lei de minha autoria aprovado ontem na CCJ configura como um dos mecanismos possíveis para alcançar os propósitos tanto da legislação nacional quanto internacional de proteção das línguas originárias dos povos indígenas, contribuindo, consequentemente, para a valorização da pluralidade cultural e linguística do país é mais uma das nossas vitórias em prol do cidadão.”, explicou o deputado.

Dagoberto é conhecido por defender os interesses da população, e independente departido continuará mantendo esta postura. “Reconheço que sempre fui privilegiado e por esta razão entendo que tenho como missão defender os interesses dos menos favorecidos e da população no geral, como parlamentar”, explicou Dagoberto.