MS vira modelo sobre fiscalização tributária de mercadorias no país

Projeto desenvolvido por servidores do fisco estadual promove a desobstrução dos postos fiscais, extingue filas e reduz permanência do veículo

A fiscalização da regularidade tributária de mercadorias no Brasil está prestes a dar um grande salto no futuro. Isso porque, por meio de um projeto desenvolvido por servidores do fisco estadual de Mato Grosso do Sul, será promovida a desobstrução dos postos fiscais, extinção de filas na rodovia, menor tempo de permanência do veículo na pista, aumento da competitividade do modal rodoviário e melhores condições de trafegabilidade nas rodovias.

Projeto desenvolvido por servidores do fisco estadual foi acordado entre Confaz e ANTT (Foto: Edemir Rodrigues/Arquivo )

Esse é o “free flow” (“fluxo livre” em português) que já está em operação no Estado e promete revolucionar o conceito de fiscalização da regularidade tributária das mercadorias e serviços em todo o Brasil.

Apresentado na 70ª edição do Encaf (Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais) em julho de 2022, o projeto PoC – Automação de Controle de Veículos na Fiscalização de Mercadorias em Trânsito já iniciou promete reduzir em até 80% das paradas de veículos e diminuir o tempo de espera de caminhões paralisados.

A intenção, segundo o coordenador de Fiscalização de Mercadorias em Trânsito da Sefaz-MS, fiscal tributário da Receita Estadual Rubens França, é transformar a BR-163 em um grande corredor livre de parada nos postos fiscais.

“A alteração será apenas na parte de fiscalização e não na tributação. Com a integração das antenas e câmeras da empresa que detém a concessão da rodovia, a Sefaz vai ampliar o controle do fluxo de veículos de cargas, realizando o processamento inteligente dos documentos eletrônicos e permitindo a passagem livre pelos postos fiscais dos veículos regulares. Os motoristas acompanham por sinalização emitida em painéis eletrônicos instalados ao longo da rodovia, colocando fim a necessidade de filas nos postos fiscais e diminuindo o tempo de entrega das mercadorias, reduzindo o custo brasil relacionado ao frete, com impacto inclusive no valor final dos produtos”, explicou França.

O servidor da Sefaz-MS, fiscal tributário Daniel Carvalho – que compõe o Encat como líder nacional do projeto DF-e (Documento Fiscal Eletrônico) Transporte – é co-criador da inovação. Ele explica que o projeto executado no Mato Grosso do Sul integra o Acordo de Cooperação Técnica nº 01/2022 celebrado pelo CONFAZ com a ANTT. Daniel destaca a importância do Free Flow na uniformização de procedimentos entre os entes federados.

“Os procedimentos desenvolvidos no âmbito do Encat têm como objetivo uniformizar procedimentos entre os Estados e o Distrito Federal, visando a implementação conjunta de soluções para os problemas comuns às unidades federadas. O encontro tem por finalidade desenvolver e disseminar modernas técnicas de gestão tributária por meio de intercâmbio de experiências, soluções e sistemas entre as Administrações Tributárias de todo país, ligadas a arrecadação, fiscalização, tributação, informações econômico-fiscais e outras de interesse dos fiscos”, declarou.

Para o Secretário de Fazenda, Flávio César, um dos pontos fortes do MS é a qualificação do quadro permanente de pessoal. “Nosso quadro de servidores é extremamente qualificado. Esse novo conceito de interesse nacional vai promover maior eficiência na atividade fiscal em todo o país. O fisco sul-mato-grossense tem sido pioneiro no desenvolvimento de tecnologias ligadas à emissão de documentos fiscais eletrônicos desde 2007, quando instituiu a Nota Fiscal Eletrônica. Com certeza esse é um motivo de orgulho para todos nós”, finalizou.

Modernização: como funciona

Nos postos fiscais, a triagem dos veículos fica a cargo de um conjunto de equipamentos composto por câmeras de OCR (Reconhecimento Óptico de Caracter), que levam em conta os Manifestos de carga emitidos e PMVs (painéis de mensagem variável), os quais realizam a indicação dos veículos liberados e dos que serão direcionados para a fiscalização (parada obrigatória).

O sistema foi implementado em 1º de agosto de 2022, com a inauguração do Posto Fiscal Virtual em Campo Grande, que passou a centralizar toda a fiscalização documental das operações de circulação de mercadorias no Estado.

O primeiro posto fiscal a ter o novo sistema foi o Ilha Grande (BR-163, Km 6), localizado no município de Mundo Novo, seguido pelo posto fiscal de Sonora-MS. Gradativamente o sistema será implementado em todos os postos do Estado.

Vídeo: Em três meses de Piracema, PMA de MS soma 458 kg de peixes apreendidos e 24 prisões

O trabalho de monitoramento e fiscalização nos rios de Mato Grosso do Sul feito pela PMA (Polícia Militar Ambiental) durante o período de defeso, que completou três meses no domingo (5), já soma 458 kg de peixes apreendidos após serem pescados de forma irregular, resultando em 24 prisões em território sul-mato-grossense.

Anualmente, o período de defeso – que dura quatro meses – é estabelecido para que os peixes possam se reproduzir. O fim do defeso ocorre apenas no dia 28 de fevereiro, e até lá todos que não obedecerem a restrição estão sujeitos a penalidades.

Conforme a PMA, tanto no primeiro mês como no segundo da operação nesta temporada, os números gerais foram semelhantes à operação passada. Porém, houve grande aumento no terceiro mês da operação, o mês de janeiro de 2023.

Foram apreendidos 347 kg de pescado neste período, que somados aos 64,1 kg do segundo e 47 kg do primeiro, chega a 458 kg. “O aumento do pescado apreendido neste terceiro mês deve-se a uma apreensão ocorrida em Corumbá, quando foram apreendidos 247 kg de pescado com um único pescador no Pantanal”, destaca a PMA, em nota.

Os números indicam que cada vez mais a PMA está conseguindo prender os infratores que se arriscam a praticar pesca predatória, sem que tenham conseguido capturar grande quantidade de pescado. Apenas em janeiro foram arbitradas multas de R$ 10,3 mil, contra R$ 10,9 mil no segundo e R$ 20,8 mil no primeiro.

Com relação aos petrechos proibidos destaca-se a quantidade de redes de pesca apreendidas. Até agora foi um total de 68 redes, medindo 3,4 mil metros, especialmente, no terceiro mês, quando houve em uma única apreensão de uma equipe de Três Lagoas.

Fiscalizações preventivas

Fiscalizações dessa natureza são fundamentais para a prevenção à pesca predatória e proteção dos cardumes, em princípio, para que os pescadores continuem respeitando as normas, mas principalmente para a retirada desses petrechos ilegais, tendo em vista o grande poder de captura e depredação dos cardumes.

Além disso, há grande dificuldade de deter os autores, pois tais petrechos são armados em curto espaço de tempo e os pescadores não permanecem no rio durante a pesca, fazendo somente a retirada dos peixes, também em tempo bastante curto.

A PMA espera manter a estratégia de fiscalização intensiva, para que haja sempre um grande número de pessoas que desrespeitam a lei presas no momento que iniciam a pescaria – ou seja, sem que tenham conseguido capturar grande quantidade de pescado.

Uso de drones

A tecnologia de drones que já foi utilizada durante a pesca aberta, também tem sido fundamental na prevenção durante o período de defeso, especialmente, para acompanhar os cardumes e para evitar pesca com petrechos ilegais em cachoeiras e corredeiras, pontos em que os cardumes ficam muito vulneráveis à pesca predatória.

O uso desses aparelhos é importante na fiscalização, em virtude de que muitos pescadores que praticam pesca predatória possuem uma rede de informantes para avisarem via telefone quando os policiais saem para a fiscalização nos rios.

Os aparelhos permitem que policiais instalados em um posto fixo de cachoeira ou corredeira, possam monitorar outros pontos semelhantes, ou outros trechos no mesmo rio, com efetividade e redução de custo operacional.

Além de tudo, as imagens dos drones podem ser utilizadas para identificação dos infratores, mesmo quando fogem, por características físicas pessoais e até das embarcações utilizadas. Dessa forma, sendo identificados, os pescadores posteriormente acabam respondendo por crime ambiental de pesca predatória.

Abaixo, vídeo de fiscalização realizada em Porto Murtinho no mês de novembro do ano passado, onde a PMA fez a retirada de petrechos ilegais do rio Paraguai.

Vereadores recebiam propina para ‘afrouxar fiscalização’ junto a prefeitura

O desenrolar das investigações que fazem parte da 3ª fase da operação ‘Dark Money’ denominada ‘Mensalinho’ revelam que os vereadores e ex-vereadores citados no processo recebiam dinheiro da prefeitura de Maracaju em troca de apoio ou ‘vista grossa’.

A Polícia Civil aponta que o esquema realizava pagamentos realizados a partir de uma conta clandestina aberta em nome da prefeitura de Maracaju, sem conhecimento ou auditoria dos órgãos de controle.

As ações cotaram com a participação de mais de 100 policiais civis – Foto Divulgação

Os pagamentos eram feitos por meio de cheques ou até mesmo em espécie, dificultando o rastreio. O dinheiro era recebido diretamente pelos parlamentares ou por ‘laranjas’ indicados por eles.

As investigações, que tiveram início no ano passado, apuram desvios de mais de R$ 23 milhões.

Segundo nota oficial, as propinas eram pagas pelo então prefeito com a anuência de outros servidores e integrantes da gestão municipal.

O esquema tinha como objetivo afrouxar a fiscalização das contas da prefeitura pela Câmara, além de aprovar projetos, leis que eram de interesse da prefeitura.

O nome da terceira fase da operação, ‘Mensalinho’, faz alusão ao esquema ‘Mensalão’ ao nível federal, no qual possuía o mesmo modus operante, visando garantir apoio do Congresso ao poder executivo.

A Dracco (Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado) cumpriu na manhã desta quarta-feira (7), 22 mandados de busca e apreensão em Maracaju e também em Rio Brilhante.

Oito vereadores tiveram mandatos suspensos.

As ações cotaram com a participação de mais de 100 policiais civis das delegacias afetas ao Departamento de Polícia da Capital, Departamento de Polícia Especializada e Departamento de Polícia do Interior, além das equipes policiais especializadas do Dracco.

Fiscalização: Estado inaugura novo sistema de liberação automática nas rodovias

Esse sistema ainda será estendido para o Posto Fiscal Sonora, transformando a BR-163 em um grande corredor livre de parada nos postos fiscais (Free Flow), e a intenção é, posteriormente, expandir para todos os postos fiscais do Estado

Com a expectativa de redução de 80% das paradas de veículos nos postos fiscais de Mato Grosso do Sul, um novo sistema de liberação automática será inaugurado nesta sexta-feira (18). A intenção é modernizar o procedimento, aperfeiçoando os critérios e reduzindo o tempo de caminhões paralisados.

O sistema será implementado gradativamente Foto: Edemir Rodrigues

O coordenador de Fiscalização de Mercadorias em Trânsito da Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda), Rubens França, explica que a mudança será apenas na parte de fiscalização e não na tributação. “As mudanças vão controlar o fluxo e selecionar de forma mais criteriosa, possibilitando a expressiva redução de paradas de veículos de cargas nos postos fiscais e a redução do tempo de permanência daqueles que forem direcionados para a fiscalização”, disse França.

Nos postos fiscais, a triagem dos veículos ficará a cargo do conjunto de equipamentos composto por câmeras de OCR (Reconhecimento Óptico de Caracter), levando em conta os Manifestos de carga emitidos, e PMVs (painéis de mensagem variável), que farão a indicação dos veículos que estarão liberados e dos que serão direcionados para a fiscalização (parada obrigatória).

O sistema será implementado gradativamente. Outras vantagens apontadas são a simplificação dos procedimentos fiscais para cargas regulares, desobstrução dos postos fiscais, extinção de filas na rodovia, menor tempo de permanência do veículo na pista, aumento da competitividade do modal rodoviário e melhores condições de trafegabilidade na via.

Na prática, a implantação do novo modelo teve início em 1º de agosto de 2022 com a implantação do Posto Fiscal Virtual, que passou a centralizar toda fiscalização documental das operações.

Serviço – A inauguração da implantação do Sistema de Liberação Automática de Veículos de Cargas no Posto Fiscal Ilha Grande (BR-163, Km 6), em Mundo Novo, será nesta sexta-feira (18), às 9h.

Esse sistema ainda será estendido para o Posto Fiscal Sonora, transformando a BR-163 em um grande corredor livre de parada nos postos fiscais (Free Flow), e a intenção é, posteriormente, expandir para todos os postos fiscais do Estado.

Contrabandistas que tinham grupos no ‘whats’ para trocar informações são alvos de operação

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10/11) a Operação Bora Bora. A intenção é desarticular organização criminosa voltada ao contrabando de cigarros que atua predominantemente, na região de Presidente Prudente (SP).

As ações são coordenadas pela PF em Três Lagoas, na região Leste de MS.

Operação foi desencadeada nesta quinta-feira pela PF – Crédito: Divulgação/PF

A investigação teve início em 2021, após a prisão em flagrante de três pessoas no município sul-mato-grossense transportando carga de cigarros de origem paraguaia.

Com o aprofundamento das investigações, a PF desvendou que os contrabandistas possuíam três grupos em um aplicativo de mensagens instantânea, todos com o nome “Bora Bora”.

Uma das investigadas, administradora do grupo, cobrava o valor de R$ 50 por pessoa para ingressar na lista onde eram trocadas informações em tempo real sobre a existência de fiscalizações policiais nas rodovias que ligam os Estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Somente no ano de 2021, estima-se que a administradora tenha arrecadado cerca de R$ 20 mil com o grupo.

Os investigados irão responder pelos delitos de contrabando e organização criminosa e, se condenados, poderão cumprir pena de até 13 anos de reclusão.

Moraes diz que ‘ninguém foi impedido de votar’ e descarta estender horário de votação

O presidente do TSE se manifestou depois de suspeita de uso da PRF e da PF para favorecer Jair Bolsonaro

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, realizou um pronunciamento na tarde deste domingo, 30, sobre o suposto esquema de uso da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal (PF) para favorecer Bolsonaro (PL).

Alexandre de Moraes fala sobre ações do TSE Foto: Reprodução/TSE

Em um pronunciamento feito para jornalistas, o ministro afirmou que ninguém foi impedido de votar pelas operações. “Não houve nenhum prejuízo no exercício do direito de voto”, disse Morais.

“Os ônibus prosseguiram até o final e os eleitores votaram. Foi determinado que todas as operações cessassem para que eleitores não tenham atraso”, disse o presidente do TSE. Morais ainda afirmou que que o único prejuízo que os eleitores tiveram foi um atraso para votar.

Questionado sobre a fonte da informação de que ninguém deixou de votar, Moraes afirmou que se baseia em informações dos Tribunais Regionais Eleitorais, da Polícia Rodoviária Federal e dos próprios eleitores.

“É importante salientar que não houve retorno à origem dos eleitores, eles prosseguiram até a seção eleitoral e votaram.”

Para Morais, a liberação de transporte público gratuito no dia da eleição não favorece uma ou outra chapa. “Quando ele vai pegar o metrô não se pergunta se ele vota em A ou B”, exemplificou.

O presidente do TSE também afirmou que a eleição segue até às 17h, sem ampliação do horário. “Não houve nenhum prejuízo no exercício do direito de voto e logicamente não haverá nenhum adiamento do término do horário da votação. A votação termina às 17h como planejado”, disse Moraes.

No sábado, 29, Moraes proibiu a PRF de realizar qualquer operação contra ônibus e veículos do transporte público, sob pena de crime pelo diretor-geral da corporação.

Por volta do meio dia, Morais determinou que o diretor da PRF explique as razões de operações que vêm sendo denunciadas por eleitores nas redes sociais.

No despacho, o presidente do TSE citou uma publicação que acusa a PRF de fazer uma blitz em Cuité (PB) que estaria impedindo os eleitores de votar. Em outro vídeo, o prefeito da cidade, Charles Camarense, disse ter recebido vários relatos de operações similares no Nordeste. Segundo ele, os atos parecem “orquestrados”.

Fiscalização vai a residencial entregue por Bolsonaro alvo de denúncias de venda

Anúncios de venda surgiram nas redes sociais horas após condomínio ser lançado em Campo Grande

O Condomínio Jardim Canguru, em Campo Grande (MS), passa por nova vistoria nesta quinta-feira, 4 de Agosto. Estão no local, equipes dos setores de fiscalização e social da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Amhasf). O empreendimento foi entregue em 30 de Junho e desde então, várias denúncias de vendas irregulares de imóveis vieram à tona nas redes sociais da internet.

Nota divulgada pela Amhasf informa que as equipes começaram os trabalhos no local às 13h. O prazo estipulado para os beneficiários tomarem posse dos imóveis já terminou. Assim, a agência fiscaliza as movimentações de moradores dentro do residencial.

Pouco depois da inaguração alguns contemplados começaram fazer negociações pelo Facebook e grupos no WhatsApp

“Seguindo as normativas estabelecidas por Lei e em busca de mitigar possíveis problemas no que tange a irregularidades no programa de habitação de interesse social, tais como imóveis desocupados e/ou denúncias de negociações por intermédio das redes sociais, a Agência vai a campo na tarde desta quinta-feira”, informa a nota.

Ainda de acordo com a nota, o monitoramento é pacífico, com único objetivo fazer com que os imóveis sejam utilizados de acordo com sua finalidade, sem inversão de propósito. Vale ressaltar que as moradias de interesse social, entregues com subsídios, devem ser ocupadas por famílias que nunca foram beneficiadas com HIS.

Após o sorteio público, todas as famílias contempladas passam por avaliação da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Amhasf), da Agência de Habitação Popular de Mato Grosso do Sul (Agehab) e quando há recurso federal, pela Caixa Econômica Federal.

“Prezamos pela transparência e isonomia no processo de seleção de famílias. Dessa maneira, cumpre-se o compromisso junto à população de assegurar que o benefício seja concedido àqueles que realmente se enquadram nas condicionantes do programa de habitação de interesse social”, diz a agência.

Empreendimentos – Com investimento de R$ 29 milhões, sendo R$ 24 milhões do Governo Federal e R$ 5 milhões do Governo do Estado, o Condomínio Jardim Canguru foi construído com 18 blocos de 16 apartamentos cada e um bloco de 12 moradias, totalizando 300 unidades habitacionais. Ao todo, 300 famílias foram contempladas com os imóveis.

Cada apartamento possui 47,01 metros quadrados, divididos em dois quartos, sala, banheiro e cozinha integrada com área de serviço. Já o condomínio é dotado de guarita, centro comunitário, playground e quadra poliesportiva, além de vagas de estacionamento para carros e motos.

O empreendimento foi construído em uma área doada pela Prefeitura de Campo Grande, com toda a infraestrutura de água, esgoto, pavimentação, drenagem e rede elétrica.