Secretaria de Saúde confirma mais 2 casos de varíola dos macacos em MS

Ao todo, Mato Grosso do Sul confirmou 12 casos, sendo 8 em Campo Grande e um em Itaquiraí.

Mais dois casos de monkeypox, doença conhecida como varíola dos macacos, foram confirmados, nesta quarta-feira (17), em Mato Grosso do Sul. Com isso, o estado totaliza 12 notificações. Conforme o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES), os casos foram registrados em Dourados, sendo um homem de 24 anos, e o segundo em Aparecida do Taboado, homem de 31 anos.

Os casos confirmados no Estado são de Campo Grande (8), Dourados (2) e Itaquiraí (1) e Aparecida do Taboado (1) – Crédito: Ministério da Saúde

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), ainda há a investigação de outros 33 casos suspeitos. No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande.

Os 33 casos em investigação envolvem pessoas que moram nas seguintes cidades: Campo Grande (16), Dourados (4), Ponta Porã (2), Camapuã (1), Três Lagoas (5), Bandeirantes (1), Costa Rica (1), Amambai (1), Itaporã (1), Fátima do Sul (1).

Transmissão
Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar por meio de sêmen ou fluidos vaginais. Também pode haver transmissão das seguintes formas:

Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
Da mãe para o feto através da placenta;
Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

Sintomas
Os principais sintomas da varíola dos macacos são:

Febre
Dor de cabeça
Dores musculares
Dor nas costas
Gânglios (linfonodos) inchados
Calafrios
Exaustão

Como se proteger
O uso de máscaras, distanciamento e a higienização das mãos são formas de evitar o contágio pela varíola dos macacos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça a adoção dessas medidas, frisando que elas também servem para proteger contra a Covid-19.

Mato Grosso do Sul registra primeira morte suspeita de varíola dos macacos

Vítima é um homem de 38 anos, residente do município de Camapuã.

Um homem de 31 anos residente em Camapuã morreu no último sábado (5), no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul com suspeita de monkeypox, mais conhecida como varíola dos macacos.

O caso foi divulgado pelo Secretário de Estado de Saúde, Flávio Britto, na manhã desta segunda-feira (08). O rapaz foi encaminhado ao HRMS após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). A vítima tinha histórico de uso de drogas e apresentava erupções na pele.

A vítima apresentava erupções na pele – Foto: Divulgação

De acordo com o secretário, o rapaz apresentou algumas feridas e manchas vermelhas no corpo e veio a óbito após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O homem faleceu no sábado (8).

A causa da morte ainda não foi confirmada como varíola dos macacos. O caso será investigado em um laboratório do Rio de Janeiro.

“A gente não pode afirmar que é do monkeypox. Foi constatado que ele tinha algumas feridas e isso pode ser de várias situações, não necessariamente monkeypox. Os exames foram para o Rio de Janeiro, estamos aguardando o retorno disso para saber se foi vítima do monkeypox ou não”, afirmou.

O secretário de Saúde afirmou que a morte suspeita não é motivo de alarde. “A letalidade do monkeypox é muito baixa, até em países que estão em endemia. Não há necessidade de alarde”.

Mato Grosso do Sul tem oito casos confirmados de varíola dos macacos, sendo sete em Campo Grande e um em Itaquiraí.

Vacina da varíola dos macacos deve chegar em setembro, diz Saúde

Primeiro lote da vacina Jynneos, da farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic, deve chegar ao Brasil durante o mês de setembro. Serão 20 mil doses do imunizante

O Brasil deve receber as primeiras doses de vacina contra da varíola dos macacos (monkeypox) em setembro, segundo o Ministério da Saúde. Este lote deve conter 20 mil doses do imunizante Jynneos, da farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic. Em outubro, um segundo lote deve chegar, com 30 mil doses da vacina.

Primeiras 20 mil doses da vacina para varíola dos macacos devem chegar em setembro (Imagem: Twenty20photos/Envato Elements) Foto: Canaltech

Vale explicar que o Brasil não negocia diretamente a compra de vacinas com a farmacêutica. O processo é feito através de um convênio com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o que torna este um processo de aquisição coletivo de imunizantes.

“Existe um pedido da Opas para a aquisição de 100 mil doses de vacinas para as Américas. Dessas 100 mil doses, 50 mil serão adquiridas pelo Ministério da Saúde”, detalha o secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Arnaldo Medeiros, em coletiva de imprensa.

Quem poderá tomar a vacina da monkeypox?

De acordo com o Ministério da Saúde, apenas dois grupos receberão as primeiras doses da vacina contra a varíola dos macacos:

  • Profissionais de saúde que manipulam as amostras recolhidas de pacientes;
  • Pessoas que tiveram contato direto com casos confirmados da doença.

O esquema de vacinação do imunizante Jynneos é feito em duas doses, com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

Casos da varíola dos macacos no Brasil

No momento, o Ministério da Saúde contabiliza pelo menos 1.066 casos da varíola dos macacos oficialmente diagnosticados no país, incluindo as três primeiras crianças. São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte são as cidades que mais registram pacientes que foram infectados.

Na última sexta-feira (29), o Brasil confirmou o primeiro óbito em decorrência da varíola dos macacos. A vítima era um homem, de 41 anos, que estava internado em um hospital de Belo Horizonte. O paciente também tratava um câncer.

 

Campo Grande registra mais 2 casos suspeitos de varíola do macaco

Mato Grosso do Sul tem mais dois casos suspeitos de varíola dos macacos causados pelo vírus monkeypox, de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES). O estado já notificou seis casos suspeitos, sendo três descartados, dois em investigação e um confirmado.

Conforme o comunicado enviado pela SES, os pacientes são de dois homens de 27 e 36 anos que moram em Campo Grande e estão em isolamento domiciliar aguardando resultado de exames laboratoriais. Em nota, a secretaria informou que os pacientes tinham histórico de viagem para São Paulo.

No dia 15 de julho a SES confirmou o primeiro caso de varíola dos macacos em Mato Grosso do Sul, sendo um homem, de 41 anos, que é residente em Campo Grande. Segundo o laudo médico, o paciente apresentou febre, pequenos caroços e feridas na pele e nos órgãos genitais.

O que é a varíola dos macacos?
A varíola dos macacos é uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada. A transmissão pode ocorrer pelas seguintes formas:

Por contato com o vírus: com um animal, pessoa ou materiais infectados, incluindo através de mordidas e arranhões de animais, manuseio de caça selvagem ou pelo uso de produtos feitos de animais infectados. Ainda não se sabe qual animal mantém o vírus na natureza, embora os roedores africanos sejam suspeitos de desempenhar um papel na transmissão da varíola às pessoas.

De pessoa para pessoa: pelo contato direto com fluidos corporais como sangue e pus, secreções respiratórias ou feridas de uma pessoa infectada, durante o contato íntimo – inclusive durante o sexo – e ao beijar, abraçar ou tocar partes do corpo com feridas causadas pela doença. Ainda não se sabe se a varíola do macaco pode se espalhar através do sêmen ou fluidos vaginais.

Por materiais contaminados que tocaram fluidos corporais ou feridas, como roupas ou lençóis;
Da mãe para o feto através da placenta;
Da mãe para o bebê durante ou após o parto, pelo contato pele a pele;
Úlceras, lesões ou feridas na boca também podem ser infecciosas, o que significa que o vírus pode se espalhar pela saliva.

Sintomas
Os principais sintomas da varíola dos macacos são:

Febre;
Dor de cabeça;
Dores musculares
Dores musculares;
Gânglios (linfonodos) inchados;
Calafrios;
Exaustão.
Geralmente, de um a três dias após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, que costuma começar no rosto e se espalha para diversas partes do corpo. As lesões passam por cinco estágios antes de cair, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

Estado investiga 3º caso suspeito de Varíola dos Macacos em MS

A Secretária Estadual de Saúde (SES) informou, nesta quinta-feira (7), que investiga a suspeita do 3º caso de varíola dos macacos em Campo Grande. O paciente é um homem, de 41 anos, que esteve em São Paulo (SP) em junho.

Varíola dos macacos é semelhante à varíola que já foi erradicada

Segundo a SES, o homem apresentou febre, ínguas, feridas na pele e genitália. Ainda de acordo com a secretaria, a doença teria se manifestado no dia 29 de junho, dez dias depois dele retornar de uma viagem.

Outros dois casos da doença já foram descartados em Mato Grosso do Sul. O primeiro foi o de um adolescente, de 16 anos, de origem boliviana, que ficou internado em Corumbá.

A segunda suspeita descartada foi da criança de 2 anos, que mora em Londres, no Reino Unido, e teve resultado negativo para Monkeypox ao passar por Campo Grande.

Mato Grosso do Sul notifica 2º caso suspeito de varíola dos macacos

O caso é de uma criança de 2 anos, que mora em Londres, na Inglaterra, mas que está em Campo Grande. A mãe procurou atendimento médico em uma unidade de saúde da capital sul-mato-grossense na segunda-feira, dia 27

O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Campo Grande notificou a secretaria estadual de Saúde Mato Grosso do Sul (SES) de um caso suspeito, o segundo no estado, de Monkeypox – também chamada de varíola dos macacos.

O caso é de uma criança de 2 anos, que mora em Londres, na Inglaterra, mas que está em Campo Grande

O caso é de uma criança de 2 anos, que mora em Londres, na Inglaterra, mas que está em Campo Grande. A mãe procurou atendimento médico em uma unidade de saúde da capital sul-mato-grossense na segunda-feira, dia 27.

No exame clínico foi constatada a presença de erupção cutânea múltipla no corpo da criança. Seguindo a definição de caso suspeito do Ministério da Saúde, foi feita a notificação, já que a criança, além dos sintomas, possui histórico de viagem a um país endêmico.

A criança permanece em Campo Grande, em isolamento domiciliar, e com boa evolução de saúde.

Segundo a SES, foram solicitados diversos exames para dar continuidade a investigação sobre o caso suspeito, já que outras doenças apresentam sintomas semelhantes como: varicela, herpes zoster, sarampo, zika, dengue, Chikungunya, herpes simples, infecções bacterianas da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou secundária, cancroide, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, molusco contagioso (poxvirus), reação alérgica (como a plantas).

Diante do surgimento do cenário da Monkeypox no mundo, o CIEVS Estadual e a Gerência Técnica Estadual de Saúde Única de Mato Grosso do Sul emitiram comunicação de risco a todos os municípios do estado para que todo sistema de vigilância fique alerta e execute ações oportunas em caso de aparecimento de casos suspeitos.

1º caso
O primeiro caso suspeito de Monkeypox em Mato Grosso do Sul foi um adolescente, de 16 anos, residente em Porto Quijarro, na Bolívia. O jovem procurou atendimento médico em Corumbá, a 413km de Campo Grande, mas exames complementares descartaram a doença.

Total de casos de varíola dos macacos no Brasil sobe para 37

O número de casos de varíola dos macacos (monkeypox) no Brasil chega a 37, segundo informações do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. A secretaria confirmou ontem o sexto caso no estado. Agora, são cinco ocorrências na capital e uma na cidade de Maricá, no Grande Rio.

Já Minas Gerais confirmou o seu primeiro caso, um homem com 33 anos, que esteve na Europa no período entre 11 e 26 deste mês. Segundo a Secretaria de Saúde mineira, trata-se de um caso importado.

“O paciente está estável, em isolamento domiciliar. Os contactantes estão sendo monitorados e, até o momento, não houve identificação de caso secundário”, informa a nota.

Segundo o Ministério da Saúde, São Paulo tem 28 casos confirmados. Somando-se os dois registros do Rio Grande do Sul e os do Rio e de Minas, o Brasil chega a 37 casos.

Ministério confirma mais um caso de varíola dos macacos no país

O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (16) que mais um caso de varíola dos macacos (Monkeypox) foi notificado no país. De acordo com a pasta, o caso foi confirmado em São Paulo, após exame realizado pelo Instituto Adolfo Lutz.

Trata-se de um paciente de 28 anos, morador de Indaiatuba (SP), com histórico de viagem para a Europa. Ele está em isolamento e apresenta estado clínico estável, sem complicações. O caso é monitorado pelas secretarias de saúde municipal e estadual.

Até o momento, o Brasil tem seis casos confirmados, sendo quatro em São Paulo, um no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Treze casos suspeitos estão sendo investigados.

A varíola dos macacos é uma doença causada por vírus e transmitida pelo contato próximo/íntimo com uma pessoa infectada e com lesões de pele.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, este contato pode se dar por meio de um abraço, beijo, massagens, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

Ministério da Saúde confirma terceiro caso de varíola dos macacos

De acordo com a pasta, trata-se de uma notificação do Rio Grande do Sul, que foi confirmada pelo Instituto Adolf Lutz de São Paulo

O Ministério da Saúde informou na noite deste domingo, 12, a ocorrência de mais um caso importado no Brasil de varíola dos macacos. De acordo com a pasta, trata-se de uma notificação do Rio Grande do Sul, que foi confirmada pelo Instituto Adolfo Lutz de São Paulo. Este é o terceiro caso identificado no País de pessoas que estiveram recentemente na Espanha e em Portugal.

Sintomas da varíola dos macacos em uma imagem fornecida pelo Instituto de Medicina Tropical da Antuérpia Foto: DW / Deutsche Welle

O ministério disse que o infectado é um homem de 51 anos, que retornou ao Brasil na sexta-feira, 10, de uma viagem para Portugal. O paciente está em isolamento domiciliar, apresenta quadro clínico estável, sem complicações, e está sendo monitorado pelas Secretarias de Saúde do Estado e do Município.

“Todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente após a comunicação de que se tratava de um caso suspeito de Monkeypox, com o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos, tanto nacionalmente quanto do voo internacional, que contou com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, trouxe a nota da Saúde. O Ministério informou ainda que segue em articulação direta com o Rio Grande do Sul para monitoramento do caso e rastreamento dos contatos.

Os outros dois casos confirmados são em São Paulo. No total, há investigação de seis casos suspeitos, que seguem isolados e em monitoramento.

Primeiro caso de varíola dos macacos no país é identificado em São Paulo

O primeiro caso de varíola dos macacos no país foi identificado em São Paulo. Trata-se de um homem de 41 anos que veio da Espanha e está em isolamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, na capital paulista. A informação foi revelada pelo G1.

A secretaria de Saúde do Estado de São Paulo não confirma o caso e diz que está ainda investigando. Fontes ligadas ao Palácio dos Bandeirantes, contudo, informam que o caso está confirmado. Não foram passadas, porém, mais informações sobre o estado de saúde do homem nem de suas viagens prévias.

Em nota, a Secretaria de Saúde diz que as amostras do caso ainda estão em análise pelo Adolfo Lutz, referência em sequenciamento genômico. O paciente, diz o documento, teve dor no corpo e febre, em 28 de maio.