A PRF (Polícia Rodoviária Federal) realizou na tarde desta segunda-feira, dia 27 de fevereiro, a apreensão de 1,9 tonelada de cocaína e prendeu o motorista de um caminhão que transportava a droga. A apreensão aconteceu na rodovia BR-060, próximo à cidade de Sidrolândia. Esta é a maior apreensão de cocaína da história da PRF em Mato Grosso do Sul.
Cães indicaram positivamente para a presença de drogas no interior do compartimento tanque do veículo
Os policiais rodoviários federais faziam fiscalização na altura do km 480, da rodovia BR-060, quando abordaram um caminhão tanque, VW 24.280, dirigido por um homem, de 44 anos.
Após vistoria do Grupo de Operações com Cães (GOC-MS), os cães de faro, K9 Thor e K9 Amélia, indicaram positivamente para a presença de drogas no interior do compartimento tanque do veículo. Os policiais então realizaram a fiscalização avançada e localizaram três compartimentos ocultos com tabletes da droga.
Após a retirada e pesagem, foram apreendidos 1.970 quilos de cocaína.
O condutor disse que foi contratado por R$ 20 mil, para transportar a cocaína do município de Jardim para Campo Grande, e que receberia ainda o veículo como parte de pagamento. Ele disse ainda que entregaria a droga para uma pessoa desconhecida em um posto de combustível em Campo Grande.
O veículo foi encaminhado juntamente com o motorista para a Superintendência da Polícia Federal de Campo Grande.
A substância química foi apreendida em Corumbá e estava distribuída em seis caminhões, com origem no Peru
A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal apreenderam a maior quantidade de ácido bórico da história do Brasil, em Corumbá (MS), nessa terça-feira (18). Quase 170 toneladas da substância química estavam distribuídas em seis caminhões, que entraram no Brasil pela Bolívia. O insumo pode ser utilizado em fases do processamento da cocaína.
Substância estava distribuída em seis caminhões. — Foto: Reprodução/PF
“A mercadoria pode ser usada na cocaína, não quer dizer que vai ser usada. A Polícia Federal e a Receita Federal fizeram a apreensão, porque ela não tinha autorização da PF para entrar no país”, esclarece o delegado da Receita Federal em Corumbá, Erivelto Alencar.
A empresa responsável pela carga foi identificada e tem um mês para regularizar a situação da substância.
Os caminhões eram originários do Peru. De acordo com a PF, se toda a quantidade apreendida fosse destinada ao tráfico de drogas, resultaria em ao menos 450 toneladas de cocaína. O cálculo foi feito com base na proporção de ácido bórico presente em apreensões anteriores de cocaína.
Insumo foi apreendido em Corumbá (MS), fronteira com a Bolívia. — Foto: Reprodução/PF
A apreensão faz parte de ações da PF e da Receita Federal contra o tráfico internacional de drogas.
“Estratégia que considera não apenas os insumos químicos que deixam o país com destino aos principais países produtores de cocaína; como também aqueles que buscam internalizar o território nacional sem o devido lastro legal”, detalha a Polícia Federal.
Município é o único de MS a ter os 3 principais indicadores fiscais negativos, resultado de quase uma década de más gestões
Apesar de ter a segunda maior arrecadação de Mato Grosso do Sul, Campo Grande sofre com más gestões desde 2013. É quase uma década mergulhada em problemas fiscais e econômicos. Nesse período, não foi tomada uma medida sequer para manter o equilíbrio entre receitas e despesas, como a redução do número de servidores comissionados.
Com gestão marcada pelo descontrole de gastos, Trad é pré-candidato ao Governo (Foto: Henrique Kawaminami / CG News)
O mau resultado das contas públicas da Capital aparece mais uma vez em levantamento feito com exclusividade pelo MS em Brasília, com base em prévia fiscal do Tesouro Nacional. Os dados, que se referem ao primeiro quadrimestre de 2022 (janeiro a abril), põem a cidade com o pior desempenho entre os 79 municípios sul-mato-grossenses (ver quadro abaixo).
Essa posição alarmante é reflexo dos mais de cinco anos de gestão do ex-prefeito Marquinhos Trad (PSD), entre 2017 e 2022, e de quatro anos da dupla Alcides Bernal (PP) e Gilmar Olarte (sem partido), ex-prefeito e vice, de 2013 a 2016. Trad é pré-candidato a governador; Bernal e Olarte estão inelegíveis.
Para chegar a essa conclusão, o MS em Brasília utilizou os principais indicadores fiscais e econômicos do Tesouro Nacional, responsável pela análise das contas de Estados e municípios: a nota Capag (Capacidade de Pagamento), a Poupança Corrente Líquida (PCL) e a despesa com a folha de pagamento do funcionalismo, limitada a 54% da receita corrente líquida.
Tri negativado
Campo Grande é o único dos 79 municípios com os três indicadores negativos. Recebe nota “C” em Capag, está com 97,75% das receitas comprometidas com despesas, quando o limite é 95%, e gastos com pessoal em 56,40%, acima do limite constitucional de 54%.
Além da Capital, outras nove cidades têm indicadores reprovados, seja porque tiveram nota “C” no item Capacidade de Pagamento, seja porque a “disponibilidade de caixa bruta dos recursos não vinculados” teve resultado zero: Anaurilândia, Douradina, Anastácio, Alcinópolis, Mundo Novo, Eldorado e Jateí.
Anaurilândia, a segunda pior gestão, gastou 2,3% a mais do que arrecadou em tributos no primeiro quadrimestre de 2022, mas cumpre o limite constitucional com a folha do funcionalismo, hoje em 49,88%.
Douradina tem o terceiro pior desempenho. Fica à frente de Campo Grande por gastar 50,34% da receita corrente líquida com servidores, abaixo do limite constitucional, de 54%.
Laguna Carapã e Pedro Gomes, por exemplo, podem mudar de condição a partir do momento em que entregarem informações que faltam ao Tesouro. Por enquanto, ocupam a 73ª e 74ª colocações.
Boas gestões
Diferentemente de Campo Grande e de outras nove cidades, 69 das 79 prefeituras têm as gestões aprovadas, com notas “A” ou “B”. São 63 com nota “A” — 80% do total das cidades sul-mato-grossenses, contra apenas 43% da média nacional.
Distante 360 quilômetros da Capital, Sonora tem o melhor desempenho, com os três itens regulares. Além de nota “A” em capacidade de pagamento (ver acima), compromete somente 73,25% das receitas e gasta 35,29% com pessoal.
Enquanto a cidade tem reserva de caixa (poupança) de 26,75% das receitas para investir, percentual bem acima da exigência do Tesouro, de pelo menos 5% de sobra, a Campo Grande sobrevive com 2,25%, menos da metade do mínimo exigido.
O limite com funcionalismo também está controlado na pequena, mas responsável Sonora, ao mesmo tempo em que a cidade pode contratar empréstimos nacionais e internacionais com aval da União, por exemplo.
ESTADO VAI BEM
As contas do Governo de Mato Grosso do Sul também são acompanhadas pelo Tesouro Nacional. Em relação aos três indicadores utilizados no levantamento, o Estado mantém bom desempenho. Tem nota “B” no índice sobre Capacidade de Pagamento, compromete 89,26% das receitas e gasta somente 38,89% com pessoal.
A situação financeira estável da gestão de Reinaldo Azambuja (PSDB) permite, por exemplo, socorrer municípios, como ocorreu semana passada. Para evitar novas paralisações dos ônibus em Campo Grande, o governo estadual assumiu compromisso de repassar, mensalmente, até dezembro, R$ 1,2 milhão para evitar aumento no preço da tarifa.
Critérios
De acordo com notas técnicas do Tesouro Nacional, o índice Capag (Capacidade de Pagamento) é formado por três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez. O principal indicador, entre os três, é a poupança corrente líquida.
Mesmo que o ente analisado (Estado ou município) tenha o endividamento e a liquidez dentro das normas, mas a poupança acima de 95% (receita líquida versus despesa líquida), a nota será negativa, C ou D, como é o caso de Campo Grande.
Desde 2017, o Tesouro Nacional tem feito alerta a Campo Grande sobre o fato de o município estar na iminência de gastar mais do que arrecada, com 97,75% das receitas comprometidas. Em cinco anos, não houve medidas para conter os gastos, especialmente com a folha de pessoal.
Pedrossian Neto questiona critério do Tesouro, mas não fez o dever de casa (Foto: Correio do Estado)
Ex-secretário de Finanças de Marquinhos Trad, o pré-candidato a deputado estadual Pedro Pedrossian Neto (PSD) tem se manifestado em postagens de jornalistas na internet, mas não responde aos questionamentos encaminhados pelo MS em Brasília.
Em suas participações nas redes sociais, Neto questiona os critérios do Tesouro, especialmente em relação ao indicador sobre endividamento. Considera esse item importante, mas o órgão federal não.
Sem resposta
O MS em Brasília encaminhou pedido de esclarecimentos à Prefeitura de Campo Grande às 14h05 de sexta-feira passada (1/7), mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.
A instituição financeira cooperativa, Sicredi Centro-Sul MS, completa 27 anos de história e conquistas neste dia 5 de julho. Com foco no crescimento, nas necessidades dos associados e na geração de desenvolvimento para a comunidade onde está presente, a Cooperativa apresenta resultados positivos ano a ano, demonstrando a credibilidade e confiança daqueles que acreditam e investem em um empreendimento de todos.
Fundada em 1989, no município de Dourados, a Sicredi Centro-Sul MS é uma cooperativa de crédito com mais de 67 mil associados e presente em 20 municípios. São 24 pontos de atendimento, que permitem a oferta de soluções financeiras adequadas e a geração de valor local, contribuindo para a qualidade de vida dos associados e da comunidade. Para o próximo ano, o planejamento de expansão contempla a ampliação para mais dois municípios da área atuação, Eldorado e Bataguassu.
Feita por pessoas e para pessoas, a Cooperativa é um importante instrumento de incentivo para o desenvolvimento econômico e social. Segundo o Presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Sadi Masiero, a atuação “é focada no crescimento sustentável dos associados e da comunidade onde estamos inseridos. Aqui, as pessoas fazem juntos para fazer a diferença e a riqueza gerada é reinvestida localmente”, comenta.
O Presidente ressalta a importância da participação dos associados na história da Cooperativa. “Gostaria de agradecer todos os associados que fizeram e fazem parte da nossa trajetória, contribuindo para que o cooperativismo se fortalece na região. Principalmente, agradecemos os pioneiros que acreditaram nos valores do Sicredi e na força da união, transformando nossa Cooperativa em uma instituição sólida.”
Com um modelo de gestão transparente, democrático e participativo, no cooperativismo de crédito as decisões são compartilhadas com todos os associados. “Realizamos anualmente as nossas assembleias em que cada associado tem direito a um voto e decide os rumos da Cooperativa. Além disso, temos a distribuição dos resultados, que também chamamos de sobras, no final de cada ano de exercício,” ressalta o Vice-presidente da Sicredi Centro-Sul MS, Edilson Antonio Lazzarini.
Prédio das Araras
Em abril deste ano, a Sicredi Centro-Sul MS atingiu uma importante marca: R$ 1 bilhão de recursos administrados. Este número abrange o patrimônio líquido, depósitos a prazo, depósito à vista, poupança, fundos de investimento e previdência. Para o Diretor de Operações, Antonio Carlos Peres, esta é mais uma conquista para a Cooperativa que comprova a solidez e a confiança de todos os associados em acreditarem na instituição.
Atender as necessidades dos seus associados é a prioridade na condução dos negócios da Cooperativa. O Sicredi segue um modelo cooperativo, que transfere o foco de oportunidades de mercado e produtos para as expectativas dos associados. Atualmente, a Sicredi Centro-Sul MS oferece um portfólio com mais de 300 produtos e serviços, que carregam as essências do cooperativismo, com relacionamento personalizado.
E, justamente, comprovando a proximidade com a comunidade em que está inserida a Sicredi Centro-Sul MS está lançando uma ação social que contribuirá com a restauração da pintura das aves no Edificio Adelina Rigotti, conhecido como “Prédio das Araras”, em Dourados. O objetivo é incentivar a comunidade douradense a cooperar com a revitalização de um dos pontos de referência mais conhecido do município por meio do investimento em poupança.
Conforme o Diretor Executivo, Giorgio Martins Bonato, os associados que investirem na poupança do Sicredi, além de cooperarem com esta ação, ainda desfrutam de vários benefícios. “Devido a distribuição das sobras, a poupança na Cooperativa pode render mais, já que neste ano, o Conselho de Administração teve a iniciativa de propor a remuneração adicional de 2% ao ano sobre o saldo médio da poupança, o percentual foi aprovado pelos associados na Assembleia Geral Ordinária e deve ser mantido pelo Conselho para os próximos anos”.
Outra vantagem, segundo o Diretor Executivo, é que os associados podem ter isenção na taxa da cesta de relacionamento, “para isso deverão manter um valor mínimo estabelecido pela Cooperativa em saldo de poupança”. Além disso, os associados investidores ainda participam da Campanha “Poupar e Viajar É Tudo de Bom”, concorrendo a 5 viagens nacionais, 5 internacionais e 24 Xboxs, que serão dividido em mais três sorteios até o final do ano. (Assessoria)