MP denuncia suspeito de vazar fotos da autópsia de Marília Mendonça

André Felipe de Souza Alves Pereira é acusado de propagar imagens da cantora destinadas ao IML; ele foi denunciado também por xenofobia

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) denunciou o acusado de vazar as fotos da autópsia dos cantores Marília Mendonça e Gabriel Diniz, que morreram em acidente aéreo 2021 e 2019, respectivamente. A denúncia foi ajuizada pelo Núcleo Especial de Combate a Crimes Cibernéticos (Ncyber) no dia 26 de abril.

De acordo com o MP, as fotos divulgadas por André Felipe de Souza Alves Pereira, de 22 anos, “não só gerou enorme comoção social, como também insuflou a curiosidade mórbida de diversos usuários, o que fez aumentar o alcance das publicações para milhares de pessoas”.

MP denuncia suspeito de vazar fotos da autópsia de Marília Mendonça após morte Foto: Som Livre / Divulgação / Estadão

Por meio de nota, o órgão diz ainda que André propagou ideias nazistas, racistas e xenofóbicas por meio de sua rede social, motivo pelo qual ele também foi denunciado.

“[…] utilização da suástica. Ele também é acusado de ter induzido e incitado discriminação e preconceito de raça e etnia contra nordestinos, chamando-os de escória e colocando-os como problema do Brasil, bem como defendeu que nordestinos fossem colocados em campos de concentração”, diz outro trecho da nota.

O MPDFT determinou a retirada do perfil do acusado das redes, assim como os links de divulgação das imagens e vídeos.

“Em perfil no Twitter, o denunciado faz postagens de cunho violento, incentivo a mortes e com armas. A data de criação do perfil, o nome utilizado e as publicações realizadas indicam que o acusado tinha o escopo de disseminar e ampliar o terror e o pânico já instaurado”, disse o MP.

Preso preventivamente
O suspeito foi preso preventivamente pela Polícia Civil do Distrito Federal no dia 17 de abril após a Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DRCC) identificar que um homem de Santa Maria (DF) compartilhou as fotos de imagens de artistas como Marília Mendonça, Cristiano Araújo e Gabriel Diniz, feitas para perícia no Instituto de Medicina Legal (IML).

Caso seja condenado, o denunciado pode pegar até 31 anos de prisão por incitação ao crime, concurso material de crimes e vilipêndio de cadáver.

Entenda o caso
Fotos do corpo de Marília Mendonça no Instituto Médico Legal (IML) teriam vazado nas redes sociais, nesta quinta-feira, 13. A cantora morreu em um acidente de avião em 5 de novembro de 2021. O advogado da artista, Robson Cunha, irá à Justiça para punir os responsáveis.

A ampla divulgação e a repercussão negativa do vazamento das imagens fez com que Marília subisse ao trending tops do Twitter. Os usuários pediram respeito ao legado da cantora e à família dela.

A divulgação de imagens do corpo de pessoas mortas pode ser considerada crime de vilipêndio de cadáver, infração que ocorre quando há o desrespeito ao corpo de um morto, que consta no artigo 212 do Código Penal Brasileiro e prevê multa e/ou detenção de um a três anos.

MP denuncia motorista de Mini Cooper que matou um na saída de festa

O motorista do Mini Cooper, Matheus Eduardo Oliveira Tavares, de 28 anos, que atropelou três e matou o jovem de 21 anos, José Victor de Quadros Bom em São Gabriel do Oeste, a 133 quilômetros de Campo Grande, na saída de uma festa à fantasia, foi denunciado pelo MPMS (Ministério Público Estadual). O caso aconteceu por volta das 7h30 do dia 4 de setembro de 2022.

Motorista atropelou quatro pessoas e uma morreu – Foto: Idest

Matheus dirigia um Mini Cooper e estava embriagado. Ele alegou que tentava desviar do congestionamento causado pela saída da festa quando atropelou as vítimas.

A denúncia é do dia 4 deste mês, e segundo o MPMS, o motorista agiu com dolo eventual assumindo risco de produzir resultado danoso, já que estava sob efeito de álcool, além de dificultar a defesa da vítima, que foi atropelada no acostamento e pelas costas.

O MPMS ainda pede a fixação de valor mínimo para a reparação de danos morais causados pela infração. O crime aconteceu em São Gabriel do Oeste, em setembro de 2022.

José Victor chegou a ser socorrido, mas acabou morrendo no hospital. (Reprodução / Facebook)

Crime – A ultrapassagem foi feita pelo acostamento e atingiu três jovens que saíam a pé da festa. José Victor chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital. Um outro rapaz foi arremessado e ficou em estado grave e a terceira vítima, uma garota de 22 anos, sofreu ferimentos mais leves.

Matheus foi preso em flagrante e acabou sendo solto no dia seguinte, após audiência de custódia. Na época, o juiz Rafael Gustavo Mateucci Cassia arbitrou fiança de dez salários mínimos ao rapaz e determinou medidas cautelares, como recolhimento domiciliar noturno e proibição de frequentar lugares onde vendessem bebidas alcoólicas.

 

Denúncias envolvendo crianças e adolescentes lideram ligações do Disque 100 em MS

Mato Grosso do Sul registrou 1.862 denúncias realizadas no Disque 100 no ano passado. Do número total, situações envolvendo crianças e adolescentes somaram 918 contatos, liderando os casos denunciados dentro do Estado – são 49% das denúncias.

Os dados são acompanhados pela Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), que fez o levantamento e aponta ainda que as situações envolvendo crianças e adolescentes estão no topo da lista também em 2021.

Arte: Laucymara Ajala

Durante 2022, esses casos ficaram à frente das denúncias envolvendo idosos (733 casos) e pessoas com deficiência (101). Ligações apontando para casos com mulheres, LGBTQIA+ e pessoas negras também constam no monitoramento.

“Quando uma pessoa liga para a central do Disque 100, essa denúncia é recebida e filtrada pelo Governo Federal e encaminhada aos setores competentes em cada cidade do Estado. Em nossa central de monitoramento recebemos os relatórios de como essas denúncias estão sendo tratadas e acompanhamos também esses números envolvendo Mato Grosso do Sul”, esclarece a secretária interina da Sead, Elisa Cleia Nobre.

O Disque 100 é um canal da política dos direitos humanos e atende graves situações de violações que acabaram de ocorrer ou que ainda estão em curso, acionando os órgãos competentes e possibilitando o flagrante. O serviço também recebe denúncias pelo aplicativo WhatsApp, no número (61) 99656-5008.

Imagens, vídeos e documentos que reforcem a denúncia podem ser enviados por ali e os dados são sigilosos. Em todas as plataformas, as denúncias são gratuitas, anônimas e recebem um número de protocolo para que o denunciante possa acompanhar o andamento. O serviço pode ser acionado por qualquer pessoa, todos os dias, sem interrupção.

MP denuncia Marquinhos Trad e André Patrola por crimes sexuais

MP aponta que Marquinhos foi denunciado por fatos envolvendo 7 mulheres e o empresário André Patrola, pela prática de favorecimento à prostituição na mesma denúncia

O ex-prefeito de Campo Grande e candidato derrotado ainda no 1º turno na disputa ao governo de Mato Grosso do Sul, Marquinhos Trad, foi denunciado por crimes sexuais contra sete mulheres, pela prática de crimes de assédio sexual, importunação sexual e favorecimento à prostituição ou outra forma de exploração sexual. A denúncia do Ministério Público do estado (MPMS) foi encaminhada à Justiça nessa terça-feira (8).

Marquinhos Trad, após depoimento no dia 18 de outubro (Foto: Nathália Alcântara / Midiamax)

O empresário André Luiz dos Santos, o André Patrola, também foi denunciado pela prática de favorecimento à prostituição na mesma denúncia.

A peça enviada pelo MPMS à Justiça aponta que Marquinhos foi denunciado por fatos envolvendo 7 mulheres, número maior do que o de indiciamentos que a Polícia Civil fez – que era de 3 e André Patrola, contra outras três.

Pelo crime de assédio sexual, Marquinhos Trad foi denunciado uma única vez. Pelo crime de importunação sexual, foram três denúncias de vítimas, e pelo favorecimento à prostituição, outras três vítimas.  Patrola teria praticado favorecimento à prostituição contra outras três vítimas. Entre elas, duas também foram vítimas de Marquinhos Trad.

Marquinhos agora está sujeito a uma pena que varia de 1 ano a 2 anos de prisão pelo crime de assédio sexual; de 2 anos a 5 anos de prisão pelo crime de importunação sexual (praticado três vezes); e de 2 anos a 5 anos por favorecimento à prostituição (praticado três vezes).

Patrola, se condenado pelas três acusações de favorecimento à prostituição, estará sujeito a uma pena que varia de 2 anos a 5 anos de prisão.

A denúncia foi distribuída, por prevenção, à 3ª Vara Criminal. Cabe agora ao Judiciário decidir se os acusados tornam-se réus ou não.

Pelo trâmite legal, a denúncia será avaliada pela juíza titular 3ª Vara Criminal, Eucélia Moreira Cassal. Só o inquérito policial tem 1.650 páginas, contendo depoimentos das denunciantes, das testemunhas, peças da perícia e o interrogatório do investigado na Polícia Civil.

O promotor responsável pelo caso, Alexandre Capiberibe Saldanha, não quis se pronunciar, alegando o sigilo do caso.

Escândalo político
Marquinhos Trad vem sendo investigado por crimes contra dignidade sexual desde o início de julho. As acusações contra o político envolvem, inclusive, a oferta de emprego a mulheres usando cargos públicos em troca de sexo. Um dos locais onde os crimes teriam ocorrido é o gabinete do chefe do Executivo, alvo de busca da polícia em meio à campanha eleitoral.

O inquérito da Polícia Civil chegou a apontar 16 supostas vítimas, mas a Justiça determinou o arquivamento dos casos em relação a parte das vítimas. Os motivos para isso foram a prescrição dos fatos denunciados ou a não identificação de crimes a serem punidos.

Zeca do PT denuncia Contar, João Henrique e Sandro Benites por instigar atos golpistas no MS

O deputado estadual eleito Zeca do PT, irá apresentar ao Ministério Público Federal (MPF) notícia crime contra os deputados bolsonaristas Capitão Contar, do PRTB e João Henrique Cantan, do PL, além do vereador de Campo Grande, Sandro Benites, do Patriota.

João Henrique Catan, Sandro Benites e Capitão Contar – Fotomontagem

O petista alega que os três incentivam atos golpistas e levaram prejuízos ao Estado.

Conforme o documento, primeiro, o petista cita que o trio estimulou o bloqueio feito por caminhoneiros nas rodovias que cortam o MS, iniciado na noite de domingo, 30 de outubro, e que provocou prejuízos ao Estado. Ele detalhou que o parlamentar incorreu no crime previsto no artigo 23.

”Instigar, preparar, dirigir ou ajudar a paralisação de serviços públicos ou de abastecimento da cidade. Pena: reclusão de 2 a 5 anos”, diz Zeca no pedido.

Entre os crimes praticados por Contar, Catan e Sandro, Zeca do PT diz que o discurso dos três, em frente a unidades das Forças Armadas, em Campo Grande, estimulou a violência contra as cortes superiores e seus membros.

”Nesses desvarios, o magistrado mais atacado foi Alexandre de Moraes, Presidente do TSE e membro do STF, exigindo os manifestantes a sua prisão pelos militares, imputando-lhe injustamente a prática de crimes… ”, diz outra parte da notícia crime.

O petista cita outros artigos do código penal para acusar os adversários políticos. Neste caso, diz que os três se uniram para a prática de crimes e promoveram desobediência coletiva à Constituição Federal.

O documento do deputado eleito foi apresentado com data de 4 de novembro.

Áudio: Mulher diz à polícia que Marquinhos a assediou enquanto vereador

Vítima relata medo e decidiu depor, mesmo com a possível prescrição do crime, para encorajar outras mulheres

Entre as mulheres que prestaram depoimento na última semana, no inquérito que apura possíveis crimes sexuais atribuídos ao ex-prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), uma funcionária pública afirmou ter sido “encurralada” contra uma parede e “atacada” pelo político, na época em que ele ocupava o cargo de vereador na capital.

Ao tomar conhecimento das primeiras denúncias pela imprensa, ela disse que se encorajou a contar o que enfrentou anos atrás para incentivar outras mulheres, que sofrem ou sofreram com esse tipo de violência, a denunciar os casos. Desde a última terça-feira, pelo menos oito mulheres procuraram as autoridades policiais da capital para denunciar o ex-prefeito, que se lançou candidato ao cargo de governador de Mato Grosso do Sul.

Os primeiros casos registrados no inquérito policial, instaurado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), teriam ocorrido durante o mandato de Marquinhos como prefeito da capital. Ele ficou no cargo entre janeiro de 2017 e abril de 2022. A funcionária pública em questão afirmou que sofreu abuso sexual há mais de 15 anos, em 2005, quando Marquinhos ocupava o cargo de vereador em Campo Grande e exercia a profissão de advogado.

De acordo com o depoimento, ela conseguiu se desvencilhar da investida de Marquinhos porque dominava técnicas de defesa pessoal. A servidora explicou que ficou sozinha na sala com o político porque ele solicitou aos colegas dela, que a acompanhavam, que providenciassem uma impressão de documento em outra sala.

Trecho de depoimento no inquérito aberto na Delegacia da Mulher – documento exclusivo

A servidora que disse não ter denunciado o caso à época dos fatos porque teve medo de retaliação. “Seria só eu contra um vereador, que já era forte, que tinha um pai que era forte. Que tinha a família toda que já comandava o Estado. Eu fiquei com medo. […] Tem muita influência e isso acaba pesando. Então, é muito difícil”, desabafou a mulher. Ela ainda enfatizou, no depoimento à polícia, que o comportamento criminoso do político não seria novidade entre as pessoas que trabalham próximas à ele, que Marquinhos “abordava sexualmente suas servidoras, principalmente as comissionadas”, relatou.

A assessoria do ex-prefeito Marquinhos Trad foi procurada pelo jornalismo da Rádio CBN Campo Grande e não quis se pronunciar sobre o caso da servidora. Sobre o inquérito aberto pela DEAM, o ex-prefeito já havia divulgado um comunicado no qual se diz vítima de acusações forjadas por adversários políticos.

CANAIS DE DENÚNCIA E ATENDIMENTO ESPECIALIZADO

A Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul reforçou a informação de que mulheres vítimas de crimes sexuais terão as identidades preservadas e a proteção necessária para garantir a segurança delas e de familiares. Denúncias podem ser feitas diretamente delegada Maíra Pacheco Machado, da Deam (Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher), que preside o caso, pelo telefone 67 99324 4898, este número também é do WhatsApp.

Camaro amarelo com mandado de busca é recuperado após denúncia

Durante policiamento em Corumbá, policiais militares realizaram abordagem a um veículo com as mesmas características repassadas anteriormente pelo CIOPS, onde conforme denúncia, um GM Camaro amarelo com mandado de busca teria sido trazido de Campo Grande.

Camaro amarelo com mandado de busca é recuperado após denúncia

Após busca pessoal e revista no veículo, nada de ilícito foi encontrado, não sendo constatada nenhuma irregularidade, mas após realizar a checagem do veículo, constava um mandado de busca.

Indagado o condutor de 30 anos sobre a procedência do carro de luxo ele relatou a equipe que foi adquirido há duas semanas pelo sobrinho do seu sócio e trazido para cidade Corumbá

Diante dos fatos, o carro juntamente com o condutor e sua esposa, uma adolescente de 16 anos, foram conduzidos para a delegacia de Polícia Civil.

Áudio: Semed confirma problemas na EMEI Aero Rancho, mas oficialmente nega

A Semed informou por meio de nota a imprensa, que a falta de água na unidade de ensino foi causada por um problema na descarga de um dos banheiros, na manhã de quarta-feira (8).

Segundo funcionários do local o problema durou 3 semanas e sou foi consertado depois que matérias circularam na imprensa local.

Contudo em nota oficial a Semed nega as acusações. Em áudio obtido pela folha de Campo Grande, a assessora da secretaria confirma os problemas e apenas se lamenta pelo caso ter chegado até a imprensa.

Na nota a Semed ainda ressalta que as imagens divulgadas na denúncia mostram bacias com colheres sujas, utilizadas anteriormente pelas crianças.

“Tal método serve apenas para armazenar a louça suja já que a água facilita os restos de comida se desprender dos utensílios antes de serem lavados, pois a cada refeição são servidas 180 crianças”, escreveu.

“Porque aleguem ia forjar tal mentira, estamos preocupados com a saúde das nossas crianças”, desabafa uma mãe, que com medo de represália não terá o nome divulgado.

Quanto às informações a respeito da preparação de produtos de limpeza na cozinha da escola, afirmou que isso não procede.

Mas no áudio a assessora tem conhecimento do uso de sabão feito de álcool, produzido pela diretora Marilei Braga.

“As mãos das crianças estão rachadas, meu filho fica lá também e estava com infecção intestinal, pode ser da água”, afirma a mãe.

“As unidades escolares da Reme usam produtos de limpeza registrados e industrializados. Na manhã desta sexta-feira (10), técnicos da Superintendência de Alimentação Escolar (Suale), da Superintendência de Gestão Administrativa (Sugefic) e da Superintendência de Gestão e Normas (Sugenor) estiveram na unidade e as irregularidades denunciadas não foram confirmadas. A EMEI funciona de forma correta e com todas as medidas de higiene, limpeza e preparo dos alimentos realizadas de forma adequada”, finaliza a nota.

Por isso as mães questionam, se existe verba, porque o uso de sabão com álcool que faz mal?

Outro assunto que veio à tona, é o desvio de merenda das crianças, feito por gente ligada a diretora “Frango in natura, feijão e outros produtos são levados. Mas na hora do leite das crianças a ordem é dar dois dedinhos, mesmo com as funcionárias pedindo para colocar mais no copo a orientação da diretora é essa”, afirma.

A diretora estaria afastada desde o dia 9, mas funcionárias dizem que vai lá todos os dias, na sexta inclusive ela participou de festa com as crianças no dia 10, dançando, como realmente se nada pudesse atingi-la, já que os funcionários alegam que ele é antiga e tem costas quentes na prefeitura.

“Ela é indicação da época do Marquinhos, manda e desmanda, não está nem aí, mas a partir do momento que aparecem irregularidades essa situação deveria mudar”, cobra uma mãe que estuda tirar o filho da creche.

 

Vídeo: Com bomba queimada Ceinf faz comida das crianças com água suja da mangueira

O Centro de Educação Infantil (Ceinf) Michelli Regina Locatelli, que fica no bairro Aero Rancho, está com bomba de água queimada a mais de duas semanas. a denúncia parte de funcionária do local, que terá o nome no anonimato.

“Para maquiar eles pediram para usar a água da mangueira, a mesma que usamos para o jardim, nem sabemos a qualidade, mais sai suja da mangueira que vem arrastada do pátio para a cozinha e vais direto para a panela”, disse a servidora.

Ela alega que não consegue falara na Secretária de Educação do município. “Não conseguimos falar na SEMED, na ouvidoria, não consigo falar com ninguém” conta.

Nesta sexta-feira terá uma festa no Ceinf para os pais. “´Para mascarar a diretora pediu para a Águas encher a caixa d’água, para que os país não percebam o problema, e pelo jeito o problema vai continuar nas próximas semanas”.

A servidora informa ainda que o sabão usado no local é de álcool, feito pela diretora. “As mãos das crianças estão rachadas, meu filho fica lá também e estava com infecção intestinal, pode ser da água”, afirma.

As denúncias só chegaram hoje porque a servidora não aguenta mais a pressão. “de ver coisas erradas e a diretora nada fazer. “Ela está tranquila, tem indicação política, nos obriga a pintar o Ceinf, mas cadê as verbas para isso, não podemos comer a comida das crianças, mas parente dela podem”, desabafa.

Essa gestão desde o ex-prefeito Marcos Trad, vem se destacando por maquiar os problemas da cidade em várias áreas. Mas a servidora reitera que “com crianças os cuidados deveriam ser redobrados, mas ao invés disso recebem o mesmo tratamento”, finaliza.