Jerson Domingos convida Flávio Kayatt para ser seu vice na eleição do TCE

Em função de decisão do Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Francisco Falcão, o conselheiro Jerson Domingos assumiu, interinamente, a presidência do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul na quinta-feira, 8 de dezembro de 2022.

Na sexta-feira ele se reunir com os demais conselheiros e diretores da Corte de Contas para deliberações. Ficou definido que a eleição seria mantida para o próximo dia 16 de dezembro, e que o consenso sobre a escolha do futuro presidente, do vice-presidente e do corregedor-geral do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) pode sair nesta segunda-feira.

Jerson Domingos é presidente interino do Tribunal de Contas – Foto Divulgação

Domingos, que explicou que, na busca por um consenso, reuniu-se, com os conselheiros Osmar Jeronymo, Marcio Monteiro e Flávio Kayatt e fez a proposta para que a futura chapa para tenha ele como presidente e Kayatt como vice.

“Pelo consenso, fiz a proposta para o Kayatt ser o meu vice-presidente em uma chapa de consenso, e a decisão deve ser dada por ele nesta segunda-feira, quando, acredito, a ‘fumaça branca’ vai sair da ‘chaminé’ do Tribunal”, declarou.

Kayatt foi convidado por Jerson para ser vice na chapa –   Foto Divulgação

O conselheiro detalhou o cronograma definido para a eleição desta semana, os interessados em concorrer têm até quarta-feira para fazer a inscrição.

Como auditores convocados para compor o quórum não terão direito a voto, apenas os quatro conselheiros que sobraram poderão votar no pleito, já que os conselheiros Iran Coelho, Waldir Neves e Ronaldo Chadid foram afastados por 180 dias pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Nas deliberçãoes de sexta-feira, também ficou definido a suspensão do pagamento à empresa Dataeasy Consultoria e Informática Ltda., investigada pela Polícia Federal por envolvimento em escândalo de corrupção.

Bolsonaro silencia, mas integrantes do governo conversam com chapa de Lula sobre transição

Neste segundo dia de silêncio, presidente recebeu visitas de militares e aliados no Palácio da Alvorada.

O silêncio de mais de 37 horas do presidente Jair Bolsonaro (PL) não freou aliados e órgãos públicos de admitir a derrota para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Integrantes do governo se colocaram à disposição da chapa eleita e vão trabalhar na transição da gestão.

O presidente Jair Bolsonaro se mantém em silêncio após a derrota para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO / Estadão

Neste segundo dia de silêncio, Bolsonaro recebeu visitas de militares e aliados no Palácio da Alvorada, em Brasília. O filho mais velho, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o candidato a vice na chapa derrotada, general Braga Netto (PL), o ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI), Augusto Heleno, e o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ), estiveram na residência oficial do presidente.

Enquanto Bolsonaro silencia, seus aliados mantêm conversas com a chapa eleita. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, telefonou para o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), na segunda-feira, 31, para iniciar as tratativas sobre a transição de governo. Segundo o QG petista, o ministro se colocou à disposição para tratar do assunto, mas ressaltou que ainda não sabe quem será o indicado por Bolsonaro para trabalhar na transição. A conversa, também segundo aliados de Lula, foi cordial.

O vice-presidente Hamilton Mourão mandou uma mensagem para o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), para parabenizá-lo. Alckmin, a partir disso, telefonou para Mourão para agradecer.

Mourão se antecipou ao presidente Jair Bolsonaro e instruiu servidores da Vice-Presidência a facilitar o trabalho de transição, tornando disponíveis todas as informações para a equipe de Lula.

Os contatos reforçaram a avaliação da equipe de Lula de que é possível ter um cenário de transição pacífica. A aposta no QG petista é de que Bolsonaro irá reconhecer a derrota. Emissários foram escalados para fazer as pontes com os aliados de Bolsonaro no Congresso e no governo, com esse intuito.

A Caixa Econômica Federal (CEF) afirmou, por meio de nota, que irá fornecer “as informações solicitadas pelo coordenador da equipe de transição” do governo atual para a gestão do presidente eleito e que dará “apoio” ao trabalho.

“A Caixa irá fornecer as informações solicitadas pelo Coordenador da equipe de transição e prestará o apoio técnico e administrativo necessários aos seus trabalhos”, diz a nota completa.

Conforme mostrou o Estadão/Broadcast na segunda, 31, a presidente da Caixa, Daniella Marques, pode participar da equipe de transição de governo. Daniella foi o braço-direito do ministro da Economia, Paulo Guedes, durante o processo de mudança da gestão de Michel Temer para a de Jair Bolsonaro, no fim de 2018. Na segunda, ela participou de uma reunião no Palácio do Planalto com Guedes e os ministros Ciro Nogueira (Casa Civil), Fábio Faria (Comunicações) e Carlos França (Relações Internacionais).

O Banco do Brasil também já informou que irá prestar “todas as informações que forem solicitadas”. Embora o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro da Economia ainda não tenham se pronunciado sobre o resultado das urnas, a equipe econômica se prepara, conforme fontes consultadas pelo Estadão/Broadcast, para participar de forma “transparente” do governo de transição, previsto em lei.

A Escola Nacional de Administração Pública (Enap), vinculada ao governo, também colocou suas “instalações, expertise, soluções e corpo técnico à disposição do atual governo e da equipe de transição” para colaborar “em prol de um processo republicano e constitucional de transferência de poderes”.

“Fazemos ainda um convite a todas as instituições do estado brasileiro para que se reúnam à Enap neste compromisso. Estamos certos de que a democracia brasileira sairá mais resiliente e fortalecida ao final desse processo”, registrou em mensagem publicada em seu perfil no Twitter.

“Riedel deu contribuição significativa no governo Reinaldo”, afirma Barbosinha

Barbosinha revelou que abriu mão de um projeto pessoal, para ser um soldado que vai lutar por Mato Grosso do Sul.

Candidato a vice governador, Barbosinha destacou, durante convenção que oficializou as candidaturas dele e de Eduardo Riedel (PSDB), nesta sexta-feira (5), que o ex-secretário conheceu o Estado e está preparado para governar o MS. ”Riedel foi o coração e o pulmão da gestão Azambuja. Conhece todos os indicadores deste Estado”, elogiou Barbosinha, do Progressistas.

admitiu ter sido surpreendido com a proposta

Ele representa um grande grupo político de Dourados e região e está há mais tempo no círculo de relacionamento e atualmente é o líder do governo na Assembleia Legislativa.

Ele admitiu ter sido surpreendido com a proposta, porque nunca imaginaria que, ao sair de casa para ir à convenção do PP e depois do PSDB, uma mudança de caminho estava sendo preparada para a sua jornada eleitoral.

Barbosinha relembrou a história pessoal, como a pobreza, mas também a superação. Detalhou que foi prefeito aos 23 anos, diretor-presidente da Sanesul e secretário de Segurança Pública.

Barbosinha revelou que abriu mão de um projeto pessoal, para ser um soldado que vai lutar por Mato Grosso do Sul.

”Vou colocar a minha experiência. Abro mão em prol de um interesse coletivo e unir o MS”, declarou o candidato.

O postulante a vice de Riedel enfatizou a trajetória de Reinaldo Azambuja, que na visão dele pegou um Estado em situação crítica e promoveu enormes avanços.

”Após 7 anos de mandato, é bom olhar para trás e ver a semente que foi plantada pelo governador e hoje colher os frutos dessa árvore frondosa”, disse Barbosinha.

À Tereza Cristina, candidata ao Senado pela chapa de Riedel, Barbosinha observou as contribuições da ex-ministra da Agricultura.

MDB deve oficializar chapa pura com André Puccinelli e Tânia Garib

Convenção do partido ocorre nesta sexta-feira em Campo Grande

O MDB-MS definiu Tania Garib como candidata à vice-governadora na chapa de André Puccinelli. Sua experiência na área social teria sido decisiva para a escolha, conforme nota divulgada pelo próprio partido na noite desta quarta-feira, 3 de Agosto.

MDB opta por chapa pura e escolhe vice de André

“Tania é tida como grande especialista em programas de assistência social, área que atuou por mais de 30 anos, servindo a diferentes governos em MS e em Brasília”. disse o comunicado da legenda.

A assistente social esteve na equipe de primeiro escalão dele na prefeitura de Campo Grande e no Governo do Estado. Além disso, ela já figurou como candidata a vice-governadora em outra chapa do MDB ao governo, que tinha Junior Mochi na cabeça, nas eleições de 2018.

Tânia Garib deve ser a vice de André (Foto: Divulgação)

O nome de Tania Garib será confirmado na convenção do partido, prevista para esta sexta-feira (5), a partir das 9 horas, no Clube de Campo da Associação Nipo Brasileira, em Campo Grande.

PSB confirma apoio a Riedel e oficializa candidatura de 24 nomes

A Convenção Estadual do Partido Socialista Brasileiro, PSB/MS, aprovou neste sábado (23), por unanimidade, a candidatura de 24 nomes aos cargos eletivos de deputado federal e estadual no pleito de outubro deste ano. A sigla também deliberou positivamente, por unanimidade, pela formação de coligação, para as eleições majoritária, com os partidos PSDB, PP, PL, REPUBLICANO, e CIDADANIA, consolidando apoio ao pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel.

O evento aconteceu neste sábado (23), na Câmara Municipal de Campo Grande Foto Divulgação

O evento, realizado na Câmara Municipal de Campo Grande, contou com a presença de lideranças como o pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel; pré-candidato a senador pelo PT, Tiago Botelho, Laércio Alves de Carvalho, Reitor da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), Deumeires Moraes, presidente da FETEMS, e público de mais de 300 pessoas. De acordo com o presidente do PSB/MS, Ricardo Ayache, a convenção coroa um trabalho de três anos.

“Trabalhamos muito para fortalecer o PSB em Mato Grosso do Sul nesses últimos anos. Reconstruímos o partido e hoje apresentamos os nomes que levarão à disputa o projeto de futuro em que acreditamos, com mais justiça social, inclusão e oportunidade para todos”, finalizou.

Para o prefeito de Bonito, Josmail Rodrigues, o partido consolida um espaço importante no cenário político do estado.

“A chapa que apresentamos hoje ⁸representa muito o que é o PSB, um partido diverso, com nomes de diversos segmentos, mas que tem como objetivo a superação da grave crise econômica e social do país e a sequência do crescimento e desenvolvimento do nosso estado”, pontuou.

“Para o deputado estadual Paulo Duarte, o maior propósito é dar continuidade ao projeto de desenvolvimento do Mato Grosso do Sul, respeitando as divergências e apostando numa política pacificadora e de união pela justiça social. “Estamos todos de branco, porque a bandeira do partido é a paz. O PSB é um partido

que respeita as divergências acima da ideologia, independente de siglas acreditamos na candidatura do Riedel e que ele fará um bom trabalho pelo nosso estado e nossa gente. A política não é um jogo de truco que se ganha no grito”, considerou o deputado estadual e candidato a reeleição Paulo Duarte.

Na oportunidade, o partido também confirmou o apoio à pré-candidatura de Eduardo Riedel, “Riedel é o nome que acreditamos estar mais preparado para a administração do nosso estado, dando sequência ao trabalho importante realizado pelo governador Reinaldo Azambuja, colocando o MS entre os estados que mais geraram empregos e mais se desenvolveram nos últimos anos”, explicou Ricardo Ayache.

Nomes confirmados na convenção:

Deputado Federal

Maurício Lemes, Lilian Fernandes, Ricardo Corneta, Dagmar Carpezani e Patrícia Palmieri.

Deputado Estadual:

Paulo Duarte, Walber Mendes, Lauro Davi, Coronel Rogerio, Sarah Santos, Ricardo Bueno, Gilmar Garcia, Dr. Davi, Estelvio Michalski, Edilson de Alencar, Elieth Lopes , Larissa Marca, Marlon Brandt, Ana Paula de Andrade, Elanai Rodrigues, Dora Echeverria, Marli Nascimento e Odair Bortoloti.