Novo presidente da Assembleia quer celeridade não votações e avalia mudanças

Sobre o que pretende mudar, Gerson Claro respondeu que vai ouvir a administração e a Mesa Diretora, o colégio de líderes e os deputados, antes de tudo

O novo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Gerson Claro (PP), foi o entrevistado do Bom Dia MS, nesta quinta-feira (2).

Durante a entrevista, o parlamentar falou sobre seu discurso de posse. Na ocasião, Gerson, destacou a questão do emprego no estado, a falta de qualificação dos trabalhadores, bem como a baixa remuneração, que serão assuntos priorizados no legislativo.

Presidente da Assembleia Legislativa de MS diz que meta será dar apoio a projetos de qualificação de trabalhadores. — Foto: TV Morena

“A empregabilidade ela esta aí, o mercado está aquecido, mas a qualificação carece muito. Nós precisamos preparar a qualificação para termos melhores remunerações. Então Assembleia Legislativa tem que trazer o debate, apresentar projetos e discutir com o poder executivo, com os sindicatos sobre o assunto”.

O novo presidente quer dar celeridade nas aprovações de projetos, porém com ampla discussão antes das votações e pretende ouvir todos os parlamentares e funcionários da Casa Legislativa para implementar qualquer mudança.

Questionado sobre o que pretende mudar, Gerson respondeu que vai ouvir a administração e a Mesa Diretora, o colégio de líderes e os deputados, antes de tudo. Ele falou que já recebeu pedido de mudanças, mas preferiu não revelar quais.

“A partir de agora a gente ouve as ideias. Tem manifestações pedindo mudanças em algumas coisas e isso é natural. Nós vamos ouvir todo mundo e dentro daquilo que for possível. A Assembleia foi transformada nos últimos anos em relação à infraestrutura, acesso, comunicação, TV. Então precisamos pegar tudo de bom que foi feito e melhorar. Essa é a essencial”, pontuou o presidente da mesa.

Em Brasília, Dagoberto participa de esforço concentrado nas votações desta semana

O Deputado federal Dagoberto Nogueira, participa na Câmara dos Deputados das sessões desta semana em Brasília, na qual votarão mais de 37 itens dentre eles: medidas provisórias, regimes de urgência e projetos de extrema importância.

“Estou em campanha sim, mas participarei das agendas em Brasília nesta semana que necessita do nosso apoio e presença. A pauta será intensa com importantes projetos, medidas provisórias e votações de urgência. Talvez haja até a eleição para ministro do TCE ( Tribunal de Contas da União). O meu mandato é a favor da população e continuo atento e ativo nos interesses da nossa população. Dia 01 estou de volta às agendas no nosso MS.”, defendeu Dagoberto.

Deputado Federal Dagoberto Nogueira reforça que seu mandato é a favor da população Foto Divulgação

Seis MPs que aguardam votação perderão a validade até a realização do primeiro turno das eleições, em outubro, caso não sejam votadas pela Câmara e pelo Senado nesta semana de votações:

– MP 1114/22, que permite o uso do Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab) para os financiamentos do programa Casa Verde e Amarela. O fundo foi criado para o programa Minha Casa, Minha Vida. Ele garante o financiamento e é utilizado para pagamento de prestações em caso de desemprego, morte ou invalidez permanente;

– MP 1115/22, que eleva em 1% a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de instituições financeiras (como bancos e corretoras de câmbio), companhias de seguro e de capitalização até 31 de dezembro de 2022. Os bancos vão pagar 21% de CSLL; e as demais instituições, 16%;

– MP 1116/22, que cria o Programa Emprega + Mulheres e Jovens, com a criação de incentivos de contratação desses públicos;

– MP 1117/22, que altera regras para o cálculo do frete rodoviário de cargas. Permite que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualize os valores mínimos sempre que houver oscilação superior a 5% no preço do óleo diesel, em vez dos 10% previstos anteriormente;

– MP 1118/22, que anula até o fim do ano créditos tributários para empresas que compram combustível para uso próprio (empresas de ônibus, de aviação e transportadoras, entre outras);

– MP 1119/22, que reabre prazo para migração dos servidores públicos federais para o regime de previdência complementar, atualiza o cálculo do benefício especial e altera regras da Funpresp.