Governador recebe B3 e assegura PPPs para o desenvolvimento de MS

Encontro na manhã desta segunda-feira (16), na governadoria, entre o governador Eduardo Riedel, a secretária especial do Escritório de Parcerias Estratégicas de Mato Grosso do Sul (EPE), Eliane Detoni, e o superintendente de licitações, PPPs e concessões da B3, Guilherme Peixoto, celebrou projetos de parceria público privada de êxito já encaminhados pelo Governo do Estado e novas possibilidades de cooperação entre a entidade a gestão governamental.

Responsável pelo apoio técnico e finalização de projetos de parceria público privada importantes para o Governo de Mato Grosso do Sul, como as concessões e PPPs da ampliação do Esgotamento Sanitário, de construção de Usinas de Energia Fotovoltaicas e da Infovia Digital, a B3 é uma das principais empresas de infraestrutura do mercado financeiro no mundo, com atuação em ambiente de bolsa de valores e de balcão. Também tem a atribuição de regular os valores mobiliários nacionais.

Reunião tratou de novas possibilidades de cooperação entre a B3 e a gestão estadual Foto Saul Schramm

Em sua fala, o governador Eduardo Riedel assegurou novos projetos de PPPs estratégicas e agradeceu a visita de cortesia da B3. “Temos projetos estruturantes em várias áreas da atuação pública, como infraestrutura, os parques estaduais e meio ambiente. A discussão de alguns já avançou, como o contrato da Usinas de Energia Fotovoltaicas. São projetos que mudam o Mato Grosso do Sul e dos quais a B3 foi uma parceira estratégica. Vamos dar sequência na captação de recursos privados para ajudar nas transformações que o Estado precisa. Ficamos bastante satisfeitos com o resultado porque eles enxergam no Mato Grosso do Sul um grande parceiro”, garantiu Eduardo Riedel.

De acordo com a secretária especial do EPE, Eliane Detoni, o Estado obteve resultados positivos nos cinco projetos que foram encaminhados à B3, que licitou e garantiu apoio técnico ao governo. “Essa parceria possibilitou visibilidade e competitividade aos nossos projetos, divulgando-os para todo o país e também a empresas e fundos internacionais. O apoio durante os nossos certames tem contribuído para a transparência e a credibilidade do Estado, trazendo bons resultados”, explicou Eliane Detoni.

Já o superintendente de licitações, PPPs e concessões da B3, Guilherme Peixoto, colocou a empresa novamente à disposição de Mato Grosso do Sul para novos estudos e projetos de infraestrutura de captação de recursos da iniciativa privada. “As parcerias asseguram os investimentos necessários em serviços públicos que, em razão do longo tempo ou da carência de recursos, não são plenamente executados pelo Estado. Nas rodovias, garantindo segurança ao usuário e economia de custos com fretes, ou mesmo na universalização do serviço de esgotamento sanitário, que beneficiará 68 dos 79 municípios do Estado, oferecendo saúde, qualidade de vida e dignidade às pessoas”, explicou Guilherme Peixoto.

Os projetos de concessões públicas, de acordo com o superintende da B3, tornaram-se comuns no país e devem ser expandidos. Segundo Guilherme Peixoto os principais projetos de PPPs em execução no país são as rodovias. O setor aeroportuário também recebeu grande impulso nos últimos anos. Os portos, porém, possuem grande demanda reprimida e devem ser o foco dos projetos de logística dos próximos anos.

“Também existe no país uma demanda por investimentos no saneamento básico, que em razão do novo Marco Regulatório necessita de aportes privados para seu desenvolvimento. Onde há necessidade de investimento, as parcerias público privadas tornam-se uma boa possibilidade”, disse o superintedente da B3.

Projetos em Mato Grosso do Sul

Para o superintende da B3, Guilherme Peixoto, a relação com o Estado é positiva e rendeu bons frutos. “Mato Grosso do Sul, pelo trabalho do Escritório de Parcerias Estratégicas e da agenda do Governo do Estado, adota as melhores práticas para atração de parcerias público privadas. Foi notório o zelo com os projetos. Todos executados com sucesso graças a um trabalho bem produzido”, concluiu ele.

Homem compra celular de R$ 2,5 mil pela internet e recebe caixa com tijolo e minhocas

A encomenda foi feita no dia 3 de janeiro e foi entregue antes da data prevista, em Sidrolândia (MS). O caso foi registrado na delegacia da cidade

Um homem, de 40 anos, que não quis se identificar, comprou um aparelho de celular smartphone pela internet, no valor de R$ 2.526,00, e se surpreendeu ao receber um pedaço de tijolo com minhocas vivas. A vítima, que reside em Sidrolândia (MS) – a 68 quilômetros de Campo Grande – acionou a polícia.

Homem comprou celular de R$ 2,5 mil pela internet e recebeu um pedaço de tijolo — Foto: Arquivo Pessoal

Pelas imagens é possível ver, pelo menos, duas minhocas se movendo sobre o pedaço de tijolo. A vítima relatou que a encomenda foi entregue pelos Correios devidamente lacrada e intacta.

A encomenda foi feita no dia 3 de janeiro e foi entregue antes da data prevista, na tarde desta segunda-feira (9). Ao g1, o homem relatou que realiza compras pela internet com frequência e nunca tinha passado por algo semelhante.

“Comprei o celular para o filho de um amigo, quando a encomenda chegou vimos que ao invés de entregarem o aparelho, a caixa tinha um pedaço de tijolo maciço que tinha até minhocas vivas. Sempre faço compras pela internet e nunca tinha passado por isso”, disse.

O homem disse que entrou em contato com o site onde realizou a compra, mas até o momento não teve retorno sobre a situação. Com isso, acionou a delegacia de Sidrolândia e o caso foi registrado como estelionato.

 

Riedel recebe executivos de uma das líderes na produção de celulose solúvel

A reunião aconteceu na tarde desta terça-feira (6), no Escritório da Transição e contou com a presença do atual governador, Reinaldo Azambuja e o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck

Na tarde desta terça-feira (6), o governador eleito de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, recebeu no escritório da transição do Governo do Estado os executivos de uma das líderes globais na produção de celulose solúvel especial, a Bracell, que baseia suas operações no cultivo sustentável de eucalipto e fábricas de última geração. Nos três estados onde atua, incluindo Mato Grosso do Sul, a empresa gera mais de 10 mil empregos, considerando trabalhadores diretos e terceirizados de forma permanente nas atividades industriais, florestais e de logística.

Executivo vão intensificar as parcerias com o governador eleito Eduardo Riedel Foto Saul Schramm

De acordo com Eduardo Riedel, a visita de cortesia foi de suma importância, pois grandes parcerias como essa são fundamentais para o desenvolvimento com responsabilidade ambiental em Mato Grosso do Sul. “Atualmente a Bracell já é uma grande parceira em nosso Estado, tanto na geração de emprego e renda, como no desenvolvimento sustentável e queremos continuar com esse trabalho que torna Mato Grosso do Sul mais próspero, verde e digital. Acredito na ‘agricultura de árvores’, no ciclo de colheita implantado pela empresa com recurso natural e 100% renovável, que gera o eucalipto produzido de forma sustentável”, disse o governador.

Os executivos da empresa ressaltaram na reunião que o objetivo do encontro com Eduardo Riedel, o atual governador, Reinaldo Azambuja e o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, foi primeiramente para agradecer a parceria já existente em Mato Grosso do Sul e também fazer uma visita de cortesia para o governador eleito. “Viemos intensificar a nossa parceria para o governador eleito, agradecer a parceria já existente. Também gostamos muito do Plano de Governo apresentado por Riedel”, disseram os representantes da empresa.

Participaram da agenda representando a Bracell: Anderson Tanoto, diretor Executivo do grupo RGE, membro do Conselho da RGE, a qual Bracell pertence, Per Lindblom, atual presidente da Bracell ; Mauro Quirino, diretor de Operações Florestais; Praveen Singhavi, atual presidente da APRIL e que, em janeiro de 2023, assumirá a presidência da Bracell, Manoel Browne, diretor de Relações Institucionais e Comunidade e Marisa Coutinho, gerente de Relações Institucionais e Comunidade.

Mato Grosso do Sul recebe etapa final do Circuito Nacional de Badminton

Pela primeira vez, a principal competição de badminton do país passará por Mato Grosso do Sul. Com apoio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), Campo Grande sedia a sexta e última etapa do Circuito Nacional de Badminton 2022. As disputas acontecem no Ginásio Poliesportivo Avelino dos Reis (Guanandizão), a partir desta quarta-feira (23) e vão até domingo (27). A entrada é gratuita para quem quiser acompanhar.

As disputas seguem até domingo (27) e a entrada é gratuita – Crédito: Cadu Lanne/CRE Três Lagoas/Divulgação Fundesporte

A competição é organizada pela Confederação Brasileira de Badminton (CBBd), com apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e parceria da Federação Sul-Mato-Grossense de Badminton (FESBd). A vinda da etapa do Circuito Nacional de Badminton foi oficializada no dia 4 de agosto. O anúncio foi feito pelo governador Reinaldo Azambuja, após reunião com o presidente da CBBd, José Roberto Santini.

Segundo a CBBd, participam desta etapa 357 atletas, que representam 44 clubes, de 12 estados. Ao todo, o Guanandizão será palco de 550 jogos. As disputas serão divididas por categorias: sub-11, sub-13, sub-15, sub-17, sub-19 e adulto, nos gêneros feminino e masculino. Os jogos acontecem no formato simples (masculino e feminino) e em duplas (masculinas, femininas e mistas).

Mato Grosso do Sul tem a participação de 56 atletas na modalidade simples e 46 duplas nos gêneros masculino e feminino. A competição conta pontos para o ranking nacional da modalidade. Além disso, vale classificação para o Campeonato Sul-Americano Juvenil deste ano, que acontecerá em Lima, no Peru, entre os dias 9 e 17 de dezembro.

Para o diretor-presidente da Fundesporte, Silvio Lobo Filho, a competição coloca o estado no cenário nacional. “O badminton é uma das modalidades que mais cresceram em Mato Grosso do Sul nos últimos anos, especialmente com o treinamento esportivo oferecido nas escolas estaduais. É a oportunidade para colocar o estado em destaque na modalidade e permitir que nossos atletas participem de uma competição de alto nível”, destaca.

Atualmente, o badminton está presente em escolas da Rede Estadual de Ensino (REE), de 32 municípios. O treinamento esportivo é oferecido no contraturno das aulas, por meio do Programa MS Desporto Escolar (Prodesc), desenvolvido pela Fundesporte junto à Secretaria de Estado de Educação (SED).

MS recebe 75 mil doses de vacina contra covid

Para reforçar a imunização contra o Coronavírus, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) recebe até esta terça-feira (22), 75.318 doses de vacinas que irão para compor a campanha de vacinação contra Covid-19 em Mato Grosso do Sul.

Nesta segunda-feira (21), o Ministério da Saúde encaminhou 10 mil doses do imunizante Astrazenica e mais 49.998 doses da Pfizer adulta. Os imunizantes chegaram à Capital, por volta das 7h15, no Aeroporto Internacional de Campo Grande.

Os 59.998 imunizantes ficarão armazenados na Coordenação Estadual de Vigilância Epidemiológica (CEVE), da Secretaria de Estado de Saúde, e serão distribuídas de acordo com a solicitação dos municípios.

E na terça-feira (22), o Ministério da Saúde encaminha ao Estado, com previsão de chegada às 7h15, no Aeroporto Internacional de Campo Grande, mais 15.320 doses de Coronavac, totalizando as 75.318 doses. As doses que chegam nesta terça-feira serão destinadas a imunização de crianças de 3 e 4 anos e serão distribuídas na quarta-feira (23) aos municípios.

MS vai receber mais de 15 mil doses de Coronavac para crianças

Em falta nos postos de saúde de Campo Grande, está prevista para o início da próxima semana a chegada de mais de 15 mil doses da vacina CoronaVac para serem aplicadas em crianças de três a cinco anos.

O imunizante usado contra a covid-19 está escasso em todo o Brasil. Tanto que um milhão de doses serão distribuídas a todos os estados e o Distrito Federal.

Mato Grosso do Sul receberá 15.320 doses de CoronaVac

De acordo com o Ministério da Saúde a quantia recebida por cada unidade federativa corresponde à parcela da população da citada faixa etária a ser vacinada. “Para crianças, o esquema vacinal com a CoronaVac é o mesmo do público adolescente e adulto. São duas doses com intervalo de 28 dias entre elas”, informou o ministério.

Portanto a recomendação da pasta é que a administração seja concomitante com outras vacinas. “Simultaneamente às demais vacinas do calendário vacinal ou em qualquer intervalo na faixa etária de 6 meses de idade ou mais”.

Ainda de acordo com o ministério, as doses de reforço aumentam a proteção contra casos graves e óbitos pela covid-19.

Cerca de 519 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram distribuídas no país. O ministério informa que “mais de 69 milhões de brasileiros ainda não buscaram a primeira dose de reforço”. (Com informações da Agência Brasil).

Estado recebe material para diagnosticar casos suspeitos de Monkeypox

Antes, amostras colhidas em MS eram encaminhadas para o laboratório da Fiocruz no Rio de Janeiro

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) recebeu do Ministério da Saúde dois kits, que permitem analisar 190 amostras, para diagnósticos da monkeypox ou a conhecida varíola dos macacos.

A expectativa é que os testes possam ser realizados já nesta quarta-feira (26).

Kit recebido pela Secretaria de Estado de Saúde para realização de testes. (Foto: Divulgação / SES)

Os testes chegaram no fim da semana e as equipes do Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) estão fazendo a validação dos testes, kits e dos equipamentos para dar início às análises das amostras.

“A equipe do Lacen está seguindo os protocolos e validando os testes e os kits de controle para saber se há a compatibilização deste material com os nossos equipamentos de extração. A previsão, se tudo estiver validado, é que na quarta-feira já iniciamos as análises das amostras colhidas no Lacen”, disse o secretário de Estado de Saúde, Flávio Britto.

Segundo dados do Ministério da Saúde, o teste encaminhado para o Estado é capaz de fazer a identificação do vírus a partir das amostras colhidas em cada indivíduo. O material genético é coletado a partir da secreção formada pelas lesões que surgem na pele.

A farmacêutica bioquímica do Lacen, Miriam Tokeshi, explica que a orientação do Ministério da Saúde é que os testes sejam usados em pessoas com suspeitas da doença.

“É importante dizer que esse kit permite fazer a análise em 190 amostras, mas o Ministério da Saúde ainda não nos informou se vamos receber novos testes”.

A expectativa é que sejam realizados uma média de 30 testes por semana. Segundo a farmacêutica, antes do recebimento desses kits, as amostras eram encaminhadas para o laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que analisava e mandava os resultados. Desta forma, a análise das amostras será mais rápida no Estado.

Monkeypox

A doença é causada pelo vírus Monkeypox, vírus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Embora receba a nomenclatura de “varíola dos macacos”, o atual surto não tem a participação de macacos na transmissão para seres humanos.

Todas as transmissões identificadas até o momento pelas agências de saúde no mundo foram atribuídas à contaminação por transmissão entre pessoas.

Os sintomas mais comuns da varíola dos macacos são erupção cutânea ou lesões espalhadas pela pele; adenomegalia/linfonodos inchados, também conhecidos como ínguas; dor de cabeça; calafrios e fraqueza. Quaisquer sintomas, procure uma unidade de saúde.

Para quem testou positivo, a conduta recomendada é a manutenção do isolamento até desaparecimento das crostas e a completa cicatrização da pele, sem a necessidade de um novo teste.

Vídeo: Hospital entrega caixão com serragem ao invés de corpo de bebê

Família descobriu que o corpo da criança não estava no caixão após abri-lo durante o sepultamento. Caso é investigado pela Polícia Civil

Uma família de Imbaú, no interior do Paraná, foi surpreendida no sepultamento de um bebê ao abrir o caixão e encontrar serragem ao invés do corpo da criança. O caso ocorreu no último sábado, 30, e o caso é investigado pela Polícia Civil. A unidade hospitalar que entregou o caixão aos familiares deve prestar esclarecimentos às autoridades.

A mãe estava com 24 semanas de gestação quando teve complicações, fato que teria causado a morte do bebê. Devido a isso, ela precisou ser submetida ao parto, que ocorreu no Hospital Geral da Unimed de Ponta Grossa. De acordo com a advogada e tia da mãe da criança, Débora Santos, a sobrinha viu o natimorto assim que ele nasceu.

Pouco depois, o hospital entrou em contato para saber se a família gostaria de fazer o sepultamento, e foi combinado para fazer a retirada do caixão às 11h de sábado na unidade. A avó paterna foi até o local com a equipe da funerária de Imbaú e havia um pacote lacrado com o caixão.

Família abre caixão e acha serragem em vez de corpo de bebê:

“O pessoal da funerária ainda perguntou se queriam que abrisse o pacote ali, mas ela [avó] disse que não, pois abriria junto com os pais”, afirma. Ao abrir o pacote para começar o velório, a família descobriu que havia só serragem. Diante da situação, a avó paterna do bebê ligou para Débora para contar sobre o ocorrido e pedir ajuda.

“Eu fui para a Unimed, e meu sobrinho já estava lá esperando a notícia do nenê. Sei que depois de uma hora de espera, eles levaram até o necrotério e lá estava o corpinho. Eles simplesmente queriam liberar o corpo como se nada tivesse acontecido”, relata ao contar que chamou a Polícia para resolver a situação.

Após o registro formal da ocorrência na delegacia de Ponta Grossa, o corpo da criança foi liberado e sepultado pouco depois das 19h. A advogada, assim como toda a família, busca saber o que a unidade hospitalar iria fazer com o corpo do bebê, já que não entregue serragem no lugar do bebê.

“Você vê, que dó. E todo esse transtorno, esse medo. Não saber onde estava o corpo, até descobrir que estava lá [no hospital]. Já é difícil perder um filho, e a hora que abre o caixão só tem pó de serra, o que é isso? Nós ficamos perguntando o que eles iriam fazer com esse corpo. Se eles quisessem fazer estudo, nós poderíamos autorizar, mas não foi nem questionado isso”, desabafa.

Ainda segundo Débora, a gestão da unidade mostrou as imagens de câmeras de monitoramento do local, que comprovam que o corpo foi colocado no necrotério do hospital ainda pela manhã, mas que não souberam informar o que ocorreu para não ter sido entregue. Os envolvidos devem ser ouvidos nos próximos dias.

O Terra tentou um posicionamento do Hospital Unimed Ponta Grossa, mas até a última atualização desta reportagem, não obteve retorno.