O Homem que atirou no vizinho que varria a calçada em frente à casa dele, em Chapadão do Sul (MS), foi preso no final da manhã desta terça-feira (26). Donizete Ferreira Soares, de 61 anos, apresentou-se à delegacia da cidade na companhia do advogado. Desta forma, a polícia cumpriu mandado de prisão preventiva que havia sido expedido contra ele no dia do crime.
Suspeito compareceu à delegacia acompanhado do advogado. — Foto: Reprodução/ChapadaenseNews
O homem também apresentou à polícia a arma utilizada no crime (veja vídeo abaixo). A arma foi apreendida e será encaminhada para perícia. A vítima, de 41 anos, ficou com a bala alojada na cabeça e foi transferida para Campo Grande, enfrentando mais 4h de viagem de estrada.
Mesmo com a bala alojada na cabeça, a vítima enviou uma mensagem para a polícia, detalha o registro policial. O homem estava sendo socorrido quando explicou para as autoridades, via aplicativo de mensagens, como tudo ocorreu.
“Estava varrendo a calçada dele e pedi para minha filha jogar umas pedras fora. Daí ele falou ‘a calçada é minha’. Daí eu falei ‘nem calçada você varre’. Daí ele entrou pra dentro e já veio armado. O pé de árvore que tinha lá, ele tinha deixado cortar”, relatou a vítima.
O CASO
Câmeras de segurança registraram todo a cena. Nas imagens, é possível ver um homem de camiseta branca limpando a calçada. O vizinho aparece, troca algumas palavras e volta para sua casa. O homem de branco continua limpando a calçada com a ajuda da filha.
Em seguida, o idoso retorna para a frente da casa apontando uma arma e faz os disparos contra o vizinho, que foge correndo. Um dos disparos atingiu a cabeça do homem, e o projétil ficou alojado no rosto.
O caso foi registrado na Delegacia de Polícia Civil de Chapadão do Sul como tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil. O suspeito também é investigado por posse irregular de arma de fogo.
Mulher foi atendida por Giovanni Bezerra no mesmo dia em que ele foi flagrado estuprando uma gestante; veja outros depoimentos
Uma das pacientes atendidas pelo anestesista Giovanni Quintella Bezerra em 10 de julho, mesmo dia em que ele foi flagrado estuprando uma gestante durante o parto, relatou ter sentido um “gosto muito ruim na boca” após voltar da cesariana.
O anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi flagrado colocando o pênis na boca de uma paciente dopada na hora do parto. Foto: Redes Sociais
A declaração foi dada pela mãe da paciente em depoimento à polícia, ao qual o Fantástico teve acesso e divulgou em reportagem no domingo, 17.
O marido da mulher também contou em depoimento que ele queria voltar para junto da esposa perto das 13h, mas só conseguiu vê-la por volta das 19h. Tanto ele quanto a mãe da paciente relataram anestesias mais fortes do que o comum.
Uma outra mulher que passou por uma cirurgia de cesárea naquele mesmo dia disse que viu o anestesista olhando para os seus seios.
“O roupão caiu e ela percebeu que o anestesista tinha olhado para seus seios e, em seguida, perguntado se ela estava com frio. A mulher acredita que o enfermeiro também tenha notado, porque pegou o roupão e jogou nos ombros dela”, diz o documento da polícia.
“Apaguei” O Fantástico também conversou com outra mulher que procurou a Delegacia após ouvir as notícias do estupro cometido por Bezerra e reconhecer o anestesista. Segundo a mulher, ele participou da terceira cesariana dela e, após dar à luz, ela ficou desacordada.
“Eu já não estava conseguindo falar mais, porque assim que ele [o marido dela] saiu [da sala], eu já fui ficando mais mole, mais sedada. Aí ele falou que ia me dar uma anestesia geral. Tomei e não consegui mais lembrar de nada. Apaguei”, contou a mulher que suspeita ter sido vítima do anestesista.
O marido da mulher afirmou que saiu da sala a pedido de Bezerra. “Pediu para ‘mim’ se retirar, porque ali, daquele momento ali, ia ser com a equipe médica. Aí naquele momento, eu me retirei junto com o técnico que saiu com meu filho. E dali eu não tive mais acesso à ela.”
Até o momento, seis denúncias contra Giovanni Quintella Bezerra foram feitas. O anestesista foi preso em flagrante por estupro em 10 de julho no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, município da Baixada Fluminense. Na última sexta-feira, 15, a Justiça do Rio aceitou a denúncia do Ministério Público e tornou Bezerra réu.
Depois de participar de audiência de custódia e ter a prisão em flagrante convertida em preventiva, o médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, de 31 anos, passou a primeira noite isolado em Bangu 8. O local é destinado a presos com nível superior.
Segundo informações do G1, quando o médico chegou à unidade prisional Pedrolino Werling de Oliveira foi hostilizado pelos detentos. Os presos teriam sacudido as grades, vaiado e xingado o anestesista, como forma de protesto.
Médico preso por estupro no Rio de Janeiro – Foto: Reprodução
Giovanni foi preso pelo estupro de uma mulher na hora do parto. A delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Atendimento à Mulher, investiga se há pelo menos mais cinco vítimas.
Os casos teriam sido cometidos nas unidades em que o médico trabalhou, entre elas o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti.
O médico anestesista passou por audiência de custódia realizada na cadeia pública José Frederico Marques, em Benfica, na Zona Norte do Rio, para onde foi levado no fim da tarde de segunda-feira (11).
Agora, com a conversão da prisão, o médico ficará preso por tempo indeterminado, tendo sua situação reavaliada se ultrapassar 90 dias. Neste tempo, o inquérito policial poderá ser concluído e entregue ao Ministério Público, que decidirá pela denúncia ou não, e pela manutenção da prisão.
ENTENDA O CASO
O médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso em flagrante por estupro contra uma paciente durante o parto no último domingo (10), no Hospital da Mulher, em São João Meriti (RJ). Segundo investigadores, ele abusou da mulher enquanto ela estava dopada para a realização de uma cesariana.
De acordo com a polícia, a equipe de enfermagem estranhou a quantidade de sedativos que o anestesista dava para as pacientes que passariam por cesarianas. Então, eles posicionaram um celular para gravar o procedimento e conseguiram fazer o registro do ato e denunciá-lo.
A prisão do anestesista foi registrada em vídeo na madrugada da última segunda-feira (11). A voz de prisão foi feita pela delegada Bárbara Lomba, titular da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de São João do Meriti.
Anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi detido em flagrante por estupro durante cesárea no Rio de Janeiro
O médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra foi preso em flagrante no último domingo,10, por estupro durante uma cesárea no Rio de Janeiro. Antes de ser detido, ele escreveu em uma publicação nos Stories, do Instagram: “É aquele ditado: Camarão que dorme rende mais no plantão”.
Giovanni Quintella Bezerra é acusado de estupro Foto: Reprodução/TV Globo
A legenda veio acompanhada de uma foto em que o médico de 32 anos mostrava uma meia com estampa de camarões. Além disso, o profissional de saúde marcou o o Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João do Meriti, no Rio de Janeiro.
Bezerra foi preso em flagrante após ser gravado em um vídeo pela equipe de enfermagem, que já desconfiava das ações praticadas por ele e conseguiu flagrar o crime com um celular escondido. Segundo informações do Jornal Nacional, a Polícia Civil investiga se ele também estuprou outras duas gestantes que tiveram os bebês no dia do flagrante.
Giovanni Quintella Bezerra postou com foto de camarão Foto: Reprodução/ Giovanni Quintella Bezerra
Na primeira cirurgia, uma das funcionárias percebeu uma atitude estranha de Giovanni, que, logo após a saída do acompanhante da paciente, usou um capote para fazer uma cabana que impedia que alguém visse a mulher do pescoço para cima.
Já na segunda cirurgia, o anestesista também se posicionou de uma forma que impedia qualquer pessoa de ver a paciente do pescoço para cima.
Registro de ocorrência
Nesta segunda, 11, uma mulher de 23 anos que estava grávida de gêmeos e perdeu um dos filhos no parto, no início do mês, registrou boletim na delegacia de São João de Meriti. A mãe da jovem relatou à TV Globo que Giovanni era o anestesista e que estranhou quando a filha voltou para o quarto sonolenta demais.
“Minha filha, quando veio para o quarto para eu receber ela, para ficar de acompanhante, infelizmente ela estava com várias casquinhas secas no rosto, perto do ouvido e do rosto, e que, assim, parecendo que estava um troço brilhoso, colante”, contou ela em entrevista ao Jornal Nacional.
Já o marido relatou que não pôde acompanhar o parto porque o médico não deixou. “Mandou eu sair na metade, não tinha visto nem a criança e minha esposa já tinha dormido. Muita raiva, muita raiva. A gente está ali confiando nos médicos e acaba acontecendo uma coisa dessas”, disse o homem.
Giovanni Bezerra foi indiciado por estupro de vulnerável. Para a delegada Barbara Lomba, que conduz o caso, o ocorrido causa “muita repugnância pelo agressor ser um profissional de saúde, de uma responsabilidade muito grande dentro de um procedimento cirúrgico”.
Uma das vítima relatou à TV Globo que está revoltada com tudo que aconteceu. “A gente está achando que está protegida, em um momento difícil que está passando, com dor, e a pessoa se aproveitar de um momento desse é indignante”, disse.
Médico atuava como anestesista desde abril
Conforme divulgado pelo Estadão, Giovanni Quintella Bezerra concluiu a especialização em anestesia apenas recentemente e gostava de se fotografar em ambientes hospitalares. “Vocês vão ouvir falar muito de mim”, escreveu em uma postagem.
O médico se formou no Centro Universitário de Volta Redonda (Unifoa), na região sul do Estado do Rio, em 2017. A especialização em anestesia foi concluída este ano, no mês de abril. Não há muitas informações sobre sua produção acadêmica, uma vez que seu currículo na plataforma lattes não é atualizado há dez anos.
Giovanni Bezerra gostava de publicar fotos com sua rotina médica no Instagram – o perfil, porém, foi fechado após sua prisão. Diversas fotos dele que foram divulgadas nesta segunda nas redes sociais mostram o médico com uniformes de hospitais, daqueles que se usam em salas cirúrgicas. Em uma delas, escreveu: “Em frente, vou ganhando meu espaço na profissão que escolhi fazer a diferença”.
Ao receber voz de prisão, o anestesista declarou que não sabia o que estava acontecendo. Ao ser informado pela delegada Bárbara Lomba, da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti, que ele havia sido filmado praticando o abuso, Giovanni Quintella Bezerra se calou.
As imagens mostram o anestesista ao lado da paciente, que está dopada. Enquanto a equipe cirúrgica se prepara para começar a cesariana, Quintella tira o pênis da calça e o coloca na boca da grávida.
O advogado Hugo Novais, que defende Quintella, disse em nota que a defesa ainda não obteve acesso à íntegra dos depoimentos e dos elementos de prova no auto de prisão em flagrante.
“A defesa alega que ainda não obteve acesso na íntegra aos depoimentos e elementos de provas que foram produzidos durante a lavratura do auto de prisão em flagrante. A defesa informa também que após ter acesso a sua integralidade, se manifestará sobre a acusação realizada em desfavor do anestesista Giovanni Quintella.”
Colegas da equipe desconfiaram da atuação do anestesista e filmaram a ação com um celular
Flagrado estuprando uma paciente durante o próprio parto dela, um médico anestesista foi preso por estupro de vulnerável, na madrugada desta segunda-feira (11), no Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
A vítima estava dopada porque passava por uma cesariana e a ação filmada por integrantes da equipe médica, que denunciaram o anestesista.
Médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, de 32 anos, foi preso no Rio de Janeiro Foto Divulgação/Polícia Civil do Rio de Janeiro
Giovanni Quintella Bezerra, de 32 anos, foi preso depois que funcionários da unidade de saúde o filmaram, com um telefone celular, no momento em que passava o pênis no rosto da paciente, enquanto ela estava desacordada e deitada na maca. As imagens mostram ainda que o órgão foi introduzido na boca da parturiente, enquanto a equipe trabalhava na cirurgia.
Nas imagens, Bezerra estava afastado da equipe médica, que não conseguia ver o que fazia, por conta do isolamento feito pelo campo cirúrgico, que delimita a área do corpo onde é realizado o procedimento. À Polícia Civil, as funcionárias relataram que vinham suspeitando da quantidade de sedativos aplicada pelo anestesista nas grávidas e, por isso, decidiram deixar um celular filmando o profissional no procedimento.
Presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Clóvis Munhoz, destaca que o órgão recebeu denúncias e abriu procedimento cautelar para suspensão imediata do médico, devido à gravidade das imagens. “O Cremerj instaurará, após o procedimento cautelar, um processo disciplinar de cassação”, afirmou.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) e a direção da unidade informaram que, acionadas pela equipe médica, denunciaram o crime à Polícia Civil, que foi à unidade e prendeu o anestesista em flagrante.
Segundo a pasta, Bezerra não é servidor do estado, tem título de especialista em anestesiologia, registro regular no Conselho Regional de Medicina (CRM) e prestava serviço havia seis meses como pessoa jurídica para a unidade e para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
A SES e a Fundação de Saúde do Estado do Rio de Janeiro informaram que “será aberta uma sindicância interna para tomar medidas administrativas, além da notificação ao Cremerj”. A equipe da unidade médica de São João de Meriti afirmou que presta, neste momento, todo apoio à vítima e aos familiares.
Giovanni Quintella Bezerra está preso na carceragem da Delegacia da Mulher de São João de Meriti. Procurada, a defesa do anestesista informou que ainda não obteve acesso aos depoimentos e provas, e que só se manifestará depois que conseguir examinar a integralidade dos autos.
O segundo traficante que fugiu após o veículo Ford/Fiesta capotar na MS-338, nesta quarta-feira (6), foi preso e encaminhado para a Delegacia de Polícia de Bataguassu.
Suspeito confessou que realizava o transporte de entorpecente com outro envolvido Foto Divulgação
Conforme informado pelo Dourados News, um carro carregado com maconha capotou depois que o motorista perdeu o controle da direção.
Os socorristas prestaram os primeiros atendimentos ao condutor do carro, que sofreu diversos ferimentos e foi encaminhado ao Pronto Socorro Municipal de Bataguassu.
À polícia, o suspeito confessou que realizava o transporte de entorpecente com outro envolvido que conseguiu fugir.
Eles estavam sendo perseguidos pela Polícia Militar no momento do acidente na rodovia estadual.
Afastamento de Rodrigo Blonkowski da 2ª DP de Ponta Porã foi publicado hoje no Diário Oficial de MS
Alvo de mandado de busca e apreensão, o delegado Rodrigo Blonkowiski, da 2ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã, foi preso nesta terça-feira (5), durante o desdobramento da operação Codicia. A prisão em flagrante foi por posse ilegal de munição por causa de dezenas de munições irregulares encontradas na casa do suspeito durante o cumprimento do mandado.
Rodrigo Blonkowiski, titular da 2ª Delegacia de Polícia de Ponta Porã — Foto: Reprodução
Na casa de Rodrigo, debaixo de uma cama de casal, policiais militares do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) encontraram projéteis intactos de vários calibres.
“O Gaeco e a Corregedoria da Polícia Civil cumpriram mandado de busca na casa dele e localizaram munições ilegais. Ele foi autuado em flagrante e arbitrado fiança. As ações são desdobramento da operação anterior da Corregedoria e o Gaeco em Ponta Porã”, disse o secretário Antônio Carlos Videira, da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).
A segunda fase da operação Codicia foi deflagrada para averiguar documentos referentes à 2ª DP, que está sob o comando do delegado Rodrigo Blonkowiski.
A operação investiga um grupo criminoso voltado para a prática dos crimes de concussão, peculato, tráfico de drogas e demais delitos relacionados às delegacias de Polícia Civil de Ponta Porã, município na fronteira com Paraguai que fica a 295 km de Campo Grande.
De acordo com o delegado responsável pela prisão, Wilton Vilas Boas, foi arbitrada fiança de R$ 3 mil.
Investigações As investigações começaram em maio de 2021 e duraram 10 meses, com a notícia de que parte dos policiais civis da 2ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã cobrou R$ 20 mil dos proprietários de uma carreta para fazer a restituição do veículo. O crime foi provado.
O trabalho ainda identificou um grupo criminoso formado por policiais civis – tanto aposentados, como da ativa – que se utilizava das delegacias para a obtenção de vantagens financeiras, especialmente relacionadas à gestão de veículos apreendidos e sob a responsabilidade da Polícia.
Um homem de 38 anos, foi preso na madrugada desta sexta-feira, 1º de junho, após ameaçar mulheres com faca em boate na Rua Antônio Maria Coelho (Vila Planalto) e resistir a prisão, além de tentar agredir os policiais militares com chutes e pontapés. O autor afirmou que era pantaneiro e tinha parentes nas Polícias Civil e Militar. “Vou processar tudo e todos, vou ferrar vocês”, declarou.
Caso foi registrado na Depac Centro, em Campo Grande
Quando o homem chegou ao local embriagado querendo forçar mulheres a dançar com ele. Quando recusado, o mesmo ficou irritado, tirou uma faca de sua cintura e disse que não ia deixar ‘barato’.
Conforme o registro policial, uma mulher de 25 anos, conseguiu sair do local e pediu ajuda a policias militares que faziam ronda pela região. A mulher relatou que o homem estava descontrolado.
Os policiais foram até o local, aonde o autor das ameaças resistiu a abordagem e disse, “vou ferrar com vocês, vão todos se f*der na minha mão”.
Diante da situação, os policiais precisaram usar de força e algemas para imobilizar o homem.
O suspeito foi conduzido a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), prestou depoimento e foi liberado. O caso foi registrado somente como ameaça e resistência.
Em depoimento prestado aos policiais civis do SIG (Setor de Investigações Gerais) na manhã desta terça-feira (28), Junio Benites Vaz, 38, confessou ter matado Maria da Penha Oliveira Neta, 34, há três semanas em uma casa no bairro Jardim Clímax, em Dourados.
A polícia investiga agora o tipo de envolvimento do acusado com a vítima – Crédito: Osvaldo Duarte/Dourados News
Segundo o Dourados News, o acusado foi capturado na noite dessa terça-feira (27) pela Polícia Militar de Caarapó e trazido para Dourados.
Ele não deu detalhes sobre a maneira que aconteceu o crime nem as motivações que teriam levado ao ato de violência, segundo o delegado do SIG, Erasmo Cubas, mas disse que estava drogado na manhã do dia 9 de junho, quando cometeu o crime de homicídio.
“Narrou apenas que estava sob efeito excessivo de entorpecentes e foram parar na residência na rua General Osório onde dormiam após o uso de muito entorpecente e ele disse que durante a noite sem nenhum motivo ele acabou desferindo os golpes que levaram a vítima a óbito”, explicou Cubas em entrevista concedida nesta manhã (28).
Os policiais investigam agora o tipo de relação que mantinham o acusado e Maria, já que eles estariam dormindo juntos há pelo menos quatro dias.
Caso se confirme um possível envolvimento amoroso, o caso pode ser classificado como mais um crime de feminicídio em Dourados.
Joe Magnun Arce de Souza, de 34 anos, foi preso nesta terça-feira (28), suspeito de matar a tiros Luiz da Conceição Thierre, de 36 anos e o eletricista Adriano Medeiros Pereira, de 33 anos, em frente a um lava jato na avenida das Bandeiras, em Campo Grande. O crime aconteceu há um mês e segundo as investigações, foi motivado por ciúmes.
De acordo com a polícia, Joe foi preso na manhã desta terça, em uma chácara, por uma equipe do Grupo de Operações e Investigações (GOI) da Polícia Civil. Ele foi encaminhado para a 5ª Delegacia de Polícia onde está sendo interrogado.
Joe estava foragido desde o dia do crime, 27 de maio — Foto: Redes sociais
O suspeito é procurado pelo crime desde o dia 27 de maio, quando foi até o lava jato de Thierre e matou o empresário a tiros. Durante o crime, a vítima tentou fugir, mas foi perseguida e executada.
No meio do tiroteio, Adriano acabou atingido. Ele estava de moto e apenas passava pela avenida, a caminho do trabalho.
Segundo delegado responsável pela investigação Rodolfo Daltro, Joe foi preso e com ele foi apreendida a arma usada no crime. “Vou interrogá-lo agora para tentar entender o que aconteceu, se foi um homicídio ou um latrocínio”, afirmou o delegado.
A namorada de Joe Magno, identificada como Naiara Aparecida, 34 anos, pode ter participado do planejamento para assassinar Thierre. Segundo a polícia Naiara e Joe tiveram um relacionamento de nove anos. Quando ela começou a trabalhar no lava-jato de Luiz, ela engatou um romance com o empresário formando um triângulo amoroso.
A polícia suspeita que, juntos, eles planejaram o latrocínio, pois a vítima recebeu R$ 160 mil da venda de um imóvel em Goiás no dia anterior. Naiara teria dormindo com Luís e estaria ciente do ataque no início da manhã.
No dia do crime, Luis chegou em um veículo Fusion, de cor branca. Enquanto abria o estabelecimento, dois homens, que estavam na rua lateral, se aproximaram e começaram a atirar na vítima.
O empresário saiu correndo, foi atingido por alguns disparos e caiu na via. Um dos atiradores se aproximou e deu um tiro na cabeça da vítima.
Adriano não tinha nada a ver com a história. O eletricista passava pelo local, quando também foi atingido por um disparo, tentou acelerar a motocicleta e caiu. Ele morreu próximo do lava-jato.