Procon detecta variação superior a 68% nos preços de combustíveis

A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon/MS) divulgou nova pesquisa de preço de combustíveis de duas regiões de Campo Grande. Devido a grande quantidade de estabelecimentos e pela oscilação de preços, o órgão estadual de defesa do consumidor decidiu realizar a ação em duas regiões de Campo Grande. Os pesquisadores visitaram os postos região da saída para Aquidauana e rota da saída para Rochedo.

Pesquisa foi motivada pela grande quantidade de estabelecimentos e pela oscilação de preços

Foram visitados 19 postos de combustíveis, nos dias 05 e 06 de janeiro em curso, focando preços, em diversas modalidades de pagamento (à vista em dinheiro, cartões de débito e de crédito) de produtos como gasolina comum e aditivada, etanol e diesel S 500 e S 10, totalizando 7 itens pesquisados em todas as modalidades de pagamento.

Na rota da saída para Rochedo, a maior variação foi de 68,60% do etanol aditivado com o pagamento no crédito, sendo o maior valor de R$ 6,39 no Posto Independência (avenida Júlio de Castilho 300 – Vila Sobrinho) e o menor valor de R$ 3,79 no Posto Vitória ( rua General Bertoldo Klinger 2 616 – Jardim Fluminense) e no Posto São Leopoldo ( rua Ricardo Franco 21 –Vila Sobrinho). A menor variação foi de 1,62% do Diesel S-10 para o pagamento em dinheiro, sendo o maior valor de R$ 6,29 no Posto F5 (rua Euler de Azevedo 3 460 – São Francisco) e o menor valor de R$ 6,19 no Posto São Leopoldo.

Na Saída para Aquidauana, a maior variação foi de 14,17% do etanol com o pagamento no crédito, sendo o maior valor de R$ 4,19 no Auto Posto Ecológico Ltda ( avenida Duque de Caxias 3 144 – Vila Serradinho) e o menor valor de R$ 3,67 no Posto São José ( rua Yokohama 1068)  e no Posto Fenner ( rua  Amélio de Carvalho Baís 34 – Vila Carvalho). A menor variação foi de 1,93% da gasolina aditivada com o pagamento no crédito, sendo o maior valor de R$ 5,29 no Posto Eco Park do Imbirussu (avenida José Barbosa Rodrigues) e o menor valor de R$ 5,19 no Auto Posto Ecológico Ltda.

Pesquisa de Combustíveis Saída para Rochedo

Pesquisa de Combustíveis Saída para Aquidauana

Procon encontra variação de 15,38% no preço do gás que pode custar até R$ 120 na Capital

Em março deste ano, a Petrobrás S.A. anunciou o último aumento de preço de 16,1%. Desde essa data, o Procon Municipal de Campo Grande decidiu monitorar a evolução dos preços na Capital. Um outro aspecto a ser levado em consideração para o monitoramento é o panorama econômico e os impactos ocasionados por eventuais variações ocorridas em relação à demanda/oferta do gás de cozinha de 13kg para a população campo-grandense.

O menor preço encontrado foi de R$ 104,00 e o maior preço de R$ 120,00

Após a evolução em referência, ocorreram algumas reduções nos preços, sendo que a última foi de 9,8% em 8 de dezembro. Nos dias 12 a 15/12, foi realizada pesquisa de preço do botijão de gás de cozinha de 13kg, o mais utilizado pelos consumidores residenciais e comércio de pequeno porte, em 25 estabelecimentos comerciais em cada pesquisa realizada.

Na análise dos preços, obteve-se uma variação de 15,38%, sendo que o menor preço encontrado foi de R$ 104,00 e o maior preço de R$ 120,00. Verifica-se que entre o mesmo período o maior preço em março de 2022 estava no valor de R$ 135,00 e em dezembro o valor encontra-se por R$ 120,00, com variação negativa de -11,11%.

Em relação à média de preço, a evolução na variação foi negativa de -5,99%. Sendo que na primeira pesquisa de 21 de março, o valor médio estava em R$ 117,35 e na pesquisa atual, o preço médio diminuiu para R$ 110,32 em 15 de dezembro.

Cleiton Thiago de Almeida Pereira, Subsecretário de Proteção e Defesa do Consumidor, orienta que os consumidores façam pesquisas antes da compra, pois poderão encontrar promoções pontuais nos estabelecimentos comerciais.

Dicas para economizar o gás de cozinha

  1. Negocie com o revendedor para conseguir um desconto à vista e na taxa de serviço de entrega para que possa economizar, e que sempre exija a nota fiscal de compra, que é uma garantia que o botijão e o estabelecimento está regulado pela ANP;
  2. Dependendo da forma de pagamento utilizada pelo consumidor (crédito, débito, dinheiro e PIX) pode haver variação para mais ou para menos;
  3. Preste atenção também ao escolher a marca do produto. Esta também pode influenciar no valor final a ser pago pelo consumidor;
  4. Evite correntes de ar na cozinha;
  5. Prefira cozinhar com panelas tampadas;
  6. Cuide da manutenção do seu fogão – As chamas do gás devem apresentar coloração azulada. A presença de tonalidades amareladas, que sujam o fundo da panela, é sinal de que os queimadores estão sujos ou desregulados, o que aumenta o consumo de gás;
  7. Aproveite o vapor da panela onde faz algumas receitas, como o arroz, para cozinhar legumes. Coloque em cima da panela um escorredor metálico que se encaixe bem, disponha os legumes picados dentro e tampe. Os legumes cozinharão no vapor do arroz e você economizará gás e tempo.

Variação de preços de produtos tradicionais para festas de fim de ano chega a 141,87%

Verificação de preços de produtos tradicionalmente utilizados nas festas de  fim de ano foi realizada por equipe do  setor de Pesquisas da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, em Campo Grande, no período de 12 a 15 de dezembro em curso, abrangendo cinco estabelecimentos atacadistas e 15 varejistas, localizados nos mais diferentes pontos da Capital.

Em ambos os casos foram verificados os valores de comercialização de 186 produtos. Entretanto, entre os atacadistas a divulgação se dá em relação a 90 produtos enquanto em relação aos varejista se divulga 99 itens. A diferença entre os pesquisados e os divulgados se dá pelo fato que nem todos os produtos foram encontrados em dois ou mais estabelecimentos.

A maior variação de preço (96,37%) entre os produtos do atacado, foi constatada na alcaparra Hemmer, embalada em vidro contendo 100g. O  valor mais elevado se encontra no Fort Atacadista (avenida Três Barras, 1 499 – Vilas Boas) onde o produto pode ser adquirido por R$ 15,99 enquanto no Atacadão (avenida Duque de Caxias, 2 770) o valor de venda é R$ 7,99.

Ainda nos atacadistas, a menor variação (0,30%) ocorre no preço  do peru congelado temperado Sadia (assa fácil). O quilo do produto em questão é vendido no Fort Atacadista por R$ 29,99 enquanto no Atacadão custa R$ 29,90.

Pesquisa de Ceia de Natal – Atacadista

 VAREJISTAS

Nos estabelecimentos onde a comercialização se dá em maior quantidade, a maior variação de preços encontrada  foi de 141,87% e está relacionado com o sachê com 150 g da  azeitona verde Donana fatiada que é vendida por R$ 6,99 no mercado Duarte ( avenida Manoel da Costa Lima, 1610 – Vila Piratininga) e por R4 2,99 no mercado São João (avenida Campestre, 116 – Aero Rancho).

A menor variação (0,42% ) foi verificada no panettone Itália Mia gotas de chocolate com 400 g,. O maior valor de venda está no supermercado Mister Junior (rua das Balsas, 339 – Estrela do Sul) onde o produto é encontrado por R$ 11,95 enquanto o menor foi encontrado no Mercado Duarte (avenida Manoel da Costa Lima, 1 610 – Vila Piratininga) vendido por R$ 11,90.

Pesquisa de Ceia de Natal – Varejistas

Preço médio do gás de cozinha cai em Campo Grande

Pesquisa do Procon aponta que variação entre o menor e o maior valor praticado nos estabelecimentos chega a R$ 23

O setor de fiscalização do Procon de Dourados (Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor) publicou nova pesquisa de preços do gás de cozinha. O levantamento, realizado nesta sexta-feira (11) identificou redução de 1,8% no valor médio do produto em relação à última consulta, feita em setembro deste ano. A variação indica que, no período de dois meses, o botijão de 13 kg passou de R$ 124,86 para R$ 122,57, queda de 1,8%.

O produto mais barato encontrado pelos pesquisadores, considerando a entrega a domicílio foi de R$ 110,00

Foram pesquisados 19 estabelecimentos no município. O diretor-administrativo do Procon, Antonio Marcos Marques, ressalta que a variação entre os preços praticados nas distribuidoras verificadas chega a R$ 23. O produto mais barato encontrado pelos pesquisadores, considerando a entrega a domicílio foi de R$ 110,00 e o mais caro foi de R$ 133,00, representando variação de 20,91%.

“Isso demonstra que aquele consumidor que procura o melhor preço deve pesquisar. Essa variação entre os estabelecimentos representa um valor significativo para o bolso da população”, reforça o diretor.

Além das variações, a pesquisa constatou também certa repetição de preços praticados. Os fiscais do Procon encontrara nove estabelecimentos vendendo o botijão a R$ 120,00 e outros sete praticando o valor de R$ 125,00.

Confira a pesquisa completa:

Procon

Em caso de dúvida ou reclamação basta entrar em contato pelos telefones 151, 3411-7792 e 2222-1650 ou enviar mensagem para o e-mail: procon@dourados.ms.gov.br.

Também existe o link oficial de reclamações e denúncias, você pode acessar clicando aqui.

Petrobras reduz em R$ 0,30 o preço do litro do diesel

Queda passa a vale a partir desta terça-feira (20)

A partir desta terça-feira (20), o preço médio de venda de diesel A da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 5,19 para R$ 4,89 por litro, uma redução de R$ 0,30 por litro, representando queda de 5,8% no combustível.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará de R$ 4,67, em média, para R$ 4,40 a cada litro vendido na bomba.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, afirma a empresa em comunicado.

O preço do diesel tem margem para cair, em média, R$ 0,47 , segundo relatório da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustível), que aponta defasagem de 10% em relação ao preço de paridade internacional.

O preço de paridade de importação (ppi) foi calculado usando como referência os valores para gasolina, óleo diesel, câmbio, RVO e frete marítimo no fechamento do mercado no dia 16.

Já na gasolina, a defasagem é de 6%, representando margem de queda de até 0,17%, em média.

Preço do gás de cozinha segue estável em Mato Grosso do Sul

Com custo médio de R$ 111,59, o preço do gás de cozinha segue estável em Mato Grosso do Sul. O valor é referente ao botijão de 13 kg, o mais comum nos lares brasileiros. Levantamento mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aponta, ainda, que o produto sul-mato-grossense é um dos mais baratos do País.

Enquanto Mato Grosso do Sul tem o preço de R$ 111,59 para o consumidor final, Mato Grosso registra valor de R$ 134,30 Foto Bruno Rezende

Enquanto Mato Grosso do Sul tem o preço de R$ 111,59 para o consumidor final, Mato Grosso registra valor de R$ 134,30, Rondônia de R$ 133,81 e Acre de R$ 130,67. Os custos mais baixos são do Rio de Janeiro (R$ 101,06) e Pernambuco (R$ 102,92). Já o preço médio nacional é de R$ 112,55.

Há dois meses, em meio a alta da inflação, o governador Reinaldo Azambuja decidiu manter congelada a pauta fiscal do gás de cozinha no Estado, que é o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) e serve de base para a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias ou Serviços (ICMS).

Com a decisão, a pauta do botijão de gás no Mato Grosso do Sul segue sendo R$ 5,6770 por quilo, ou R$ 73,80 para o botijão de 13 kg. E a cobrança do imposto estadual é feita sobre esse valor. Aqui, a alíquota do ICMS sobre o botijão é de 12% – a mais baixa do Brasil e a mesma praticada em outros 10 estados. Os demais mantêm cobrança superior, chegando a 18% em Alagoas, Minas Gerais e Paraná.

No Estado, o ICMS do botijão de 13 kg do gás de cozinha custa R$ 8,86. A margem bruta de distribuição é de R$ 19,02 e a de revenda R$ 28,80.

Em Campo Grande, o produto pode ser encontrado por diversos preços, que vão de R$ 105 a R$ 125 nos locais pesquisados pela reportagem. O valor depende da forma de pagamento, dinheiro, pix ou cartões de crédito e débito. “Não cobramos taxa de entrega e estamos priorizando o cliente, que já paga caro por outros produtos do dia a dia”, diz o funcionário de uma revenda no Jardim Veraneio, Paulo Henrique, de 28 anos.

Pesquisas realizadas pelo Procon Estadual detectam estabilidade nos preços de combustíveis

Acompanhando a variação dos preços de combustíveis para venda ao consumidor final, o Procon/MS realizou pesquisas de preços desses produtos em postos de serviços localizados em duas regiões de Campo Grande, as saídas para São Paulo onde foram verificados 11 locais no dia 23 de agosto e na saída para   Cuiabá no dia 24, com visitas a nove estabelecimentos.

Em ambos os casos, foram coletados preços dos seguintes combustíveis: etanol comum e aditivado, gasolina comum e aditivada, diesel S500 comum e S500 aditivado e, ainda, S10 comum e aditivado. Na saída para São Paulo, a variação mais sensível (15,83%) se deu em relação ao etanol com pagamento no crédito. O maior valor, por litro, de R$ 4,39, foi encontrado no Auto Posto Morenão, enquanto o menor (R$ 3,79), no Posto Savana.

O diesel S10 aditivado, para pagamento no crédito, teve a menor variação: 0,56%. O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 7,19, no Posto Santa Felicidade Derivados do Petróleo e o menor valor, R$ 7,15 no Posto Katia Locatelli. É oportuno destacar que os valores sem variação foram comercializados em apenas dois estabelecimentos: Posto Cidade Morena e Posto sem Limite.

Em relação aos nove postos na saída pra Cuiabá, os valores coletados se referem aos mesmos produtos da outra região. Também nesse caso, a maior variação (13,19%) foi do etanol para pagamento no crédito. O maior valor por litro (R$ 4,29) foi registrado no Auto Posto Kauê e o menor valor encontrado (R$ 3,79), no Posto Shiraishi II.

A gasolina comum teve a menor variação, de 0,81%, para pagamento no dinheiro. O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 4,99 nos postos Auto posto Milênio Ltda, Posto Carandá Locatelli, Posto Fort Combustíveis, Posto Trokar II, e o menor valor, de R$ 4,95, nos Posto Santa Vitória Fener e Cia Ltda, Posto Castelo.

O Procon Estadual esclarece que estes preços podem ter sofrido redução, uma vez que os preços vêm oscilando nos últimos dias, em virtude dos tributos federais (PIS/PASEP/COFINS e CIDE) terem sido zerados e, também, por conta da redução do tributo estadual (ICMS).

Procon aponta queda no preço do etanol com a redução do ICMS

Pesquisa realizada pelo Procon/MS nesta semana mostra que a redução do ICMS do etanol de 17% para 11,3% colocada em prática pelo Governo do Estado no final do mês de julho, já refletiu no bolso do consumidor. O levantamento aponta queda de R$ 0,26, se comparado o menor preço constatado pela Superintendência Estadual de Orientação e Defesa do Consumidor.

Na apuração de preços feita pelo Procon/MS no dia 21 de julho (pouco mais de uma semana antes da mudança na alíquota do ICMS) o litro do etanol na compra em dinheiro estava com o menor preço em R$ 4,15 e na pesquisa feita esta semana o menor valor encontrado foi R$ 3,89.

Nesta semana foram visitados postos de combustíveis localizados no Centro de Campo Grande e na saída para São Paulo. Na região central, foram coletados os preços praticados em 28 do etanol, etanol aditivado, gasolina comum, gasolina aditivada, diesel S500, diesel S500 aditivado, S10 e S10 aditivado.

O Etanol teve a maior variação, de 19,02% (com pagamento no crédito), sendo o maior valor, por litro, de R$ 4,63, no Posto Santa Rita de Cássia (avenida Calógeras 583) e o menor valor encontrado foi de R$ 3,89, no Auto Posto 2017 Ltda. (avenida Calógeras 2.150) e no Posto Acácia (rua 26 de Agosto, 15).

O diesel S10 aditivado teve a menor variação, de 2,72% (com pagamento no dinheiro e no débito). O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 7,18, no Auto Posto Piloto (avenida Afonso Pen 800) e de R$ 6,99 nos postos Gueno Prosa (rua 13 de Maio 1.937 e Trokkar (rua José Antônio 260). Vale destacar que os valores sem variação, conforme consta na planilha, são comercializados em apenas um estabelecimento e que nesta rota pesquisada não foi encontrado em oferta o diesel S500 aditivado.

Na saída para São Paulo foram visitados 15 postos. O etanol comum teve uma variação de 20,31% (com pagamento no dinheiro, débito e crédito), sendo o maior valor, por litro, de R$ 4,68, no Posto Pinhalzinho localizado no Km 3,5 da rodovia BR 163, enquanto o menor valor encontrado foi de R$ 3,89, no Posto Petroradio (rua Spipe Calarge 1.658, Portinho Pache).

O diesel S500 aditivado teve a menor variação (0,72%) com pagamento no dinheiro e débito. O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 6,99, no Posto Cidade Morena (avenida Eduardo Elias Zahran 1.727) e de R$ 6,94 no Posto Sem Limite (avenida Costa e Silva 930).  É oportuno destacar que os valores sem variação, que constam na planilha, foram comercializados em apenas dois estabelecimentos Posto Cidade Morena e Posto sem Limite.

O Procon Estadual esclarece que estes preços podem ter sofrido redução, dado que os preços vêm sofrendo alterações nos últimos dias, em virtude dos tributos federais (PIS/PASEP/COFINS e CIDE) terem sido zerados e, também, por conta da redução do tributo estadual (ICMS).

Pesquisa combustíveis centro – Capital

COMBUSTÍVEIS SAÍDA SÃO PAULO

 

Preço do gás de cozinha chega a R$ 115 em Campo Grande

Conforme pesquisa feita pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço do botijão de gás de 13 kg chega a R$ 115 em Campo Grande, 9,50% do salário mínimo vigente de R$ 1.212. O valor mais barato encontrado na capital foi de R$ 95 em um posto de combustível no centro e o preço médio calculado é de R$ 106,34.

O valor mais barato encontrado pela ANP na Capital foi de R$ 95 Foto Divulgação

 

No interior do estado, Coxim é a cidade com o botijão mais caro, variando de R$ 125 a R$ 130 e o preço médio do gás de cozinha é de R$ 127,50. Em seguida, aparece Dourados, com preço médio de R$ 116, variando de R$ 105 a R$ 130.

Em terceiro lugar aparece Corumbá com preço médio de R$ 115. Três Lagoas e Nova Andradina, tiveram o mesmo valor médio do produto de R$ 113. Nas duas cidades o preço varia entre R$ 110 e R$ 120.

Ponta Porã foi a cidade com o valor do gás de cozinha mais barato. Na cidade, o preço médio encontrado é de R$ 105,50, vendido entre R$ 105 a R$ 106.

Combustíveis apresentam variação de 12,82 % nos preços na saída para Rochedo

Tendo como finalidade principal informar o consumidor de maneira que possa economizar quando da necessidade de abastecer seu veículo, o Procon/MS realizou nova verificação de preços de combustíveis, desta vez na região de saída para Rochedo, envolvendo oito postos de serviços, no dia 22 deste mês.

Foram pesquisados os preços do etanol comum e aditivado, gasolina comum e aditivada, diesel S500 comum e aditivado e, ainda diesel S10 comum e aditivado. Dos oito itens verificados, vale destacar os preços do etanol aditivado para pagamento em dinheiro ou no cartão de débito, que apresentou diferença de 12,82%, uma vez que o litro está sendo comercializado por R$ 4,84, no Posto F5 Ltda (rua Dr Euler de Azevedo 3.460) enquanto nos postos São Leopoldo (rua Ricardo Franco 21 – Vila Sobrinho) e Vitória (rua General Bertoldo Klinger 2 616 – Jardim Fluminense) é encontrado por R$ 4,29.

Foram pesquisados os preços do etanol comum e aditivado, gasolina comum e aditivada, diesel S500 comum e aditivado e, ainda diesel S10 comum e aditivado Foto Divulgação

O diesel S10 aditivado teve a menor variação, de 2,82% (com pagamento no crédito). O maior valor encontrado, por litro, foi R$ 7,29, no Posto Katia Locatelli (avenida Tamandaré 1.572 – Vila Sumaré) e de R$ 7,09 no Posto Independência (avenida Júlio de Castilho 300 – Vila Sobrinho) e no Posto Vitória. Os endereços de todos os locais visitados constam no rodapé da planilha publicada em anexo.

O Procon Estadual, órgão integrante da Secretaria Estadual de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho (Sedhast), esclarece que estes preços podem ter sofrido redução, dado que os preços vêm sofrendo alterações nos últimos dias, em virtude dos tributos federais (PIS/Pasep/Cofins e CIDE) terem sido zerados e, também, por conta da redução do tributo estadual (ICMS).