Azambuja quer projetos estratégicos de MS na pauta nacional  

Reativação da ferrovia, conclusão e ajustes da malha rodoviária e melhoras hidroviárias são prioridades.
Reinaldo Azambuja: “Temos desafios estratégicos para o Brasil”. (Foto: Redes Sociais).
Ao ser questionado sobre as principais bandeiras que vai defender como candidato ao Senado, o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) disse que o desenvolvimento sustentável, a inclusão social e os avanços em infraestrutura compõem englobam itens pontuais de suas propostas. “É preciso pautar no Congresso Nacional temas e projetos que focalizem desafios estratégicos do País e, com eles, algumas demandas regionais”, defendeu.
Azambuja citou que pretende, entre outras coisas, consolidar nas pautas congressuais algumas questões estratégicas para Mato Grosso do Sul, com reflexo direto no restante do Brasil e nas relações com outros países.
Ao afirmar que se empenhará para trazer recursos federais que ajudem os municípios a fazer boas gestões, Azambuja gravou um vídeo alinhando algumas demandas de primeira necessidade que deseja levar como bases temáticas na rotina política de Brasília.
DNIT promete concluir pavimentação do 2º trecho da BR-419 até julho.
“Concluir a BR-419, melhorar a hidrovia para explorar as riquezas que produzimos, fazer a ferrovia voltar a funcionar e melhorar a BR-262, pois está quase impossível circular por ela”, relacionou. “Nós teremos a condição de pautar em Brasília esses investimentos prioritários para gerar politicas publicas de qualidade”.
Ao longo das obras inconclusas da BR-419, entre Aquidauana e Rio Verde, alguns trechos estão prontos. Um deles é o de 52,5km, de Rio Verde a Rio Negro.
Outro trecho, de 55km, iniciado em 2022, deve ser entregue no segundo semestre próximo. Após investir cerca de R$ 500 milhões ao longo de 2025, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) prometeu concluir até julho as obras do lote e licitar antes do fim do ano os lotes dois e três para asfaltar os 125 km restantes.
Trecho entre Aquidauana e Rio Verde.
Para restabelecer a malha ferroviária em Mato Grosso do Sul, o principal entrave é a relicitação da Ferrovia Malha Oeste, prevista pelo Ministério dos Transportes para ocorrer este ano. Reativação de toda a Malha Oeste tem custo estimado de R$ 14,9 bilhões - Correio do Estado
O antigo traçado da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), entre Bauru (SP) a Corumbá (MS), está incluído na concessão da Malha Oeste.
A ferrovia, com 1.973 km de extensão, foi privatizada em 1996 e ficou sob o controle da Rumo Malha Oeste.
Confira o vídeo.