Na FM Capital Riedel avisa: “Vamos valorizar os micro e pequenos empresários”

Candidato ao Governo do Estado, ele também falou de emprego, renda, saúde e educação

Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45) conversou há pouco com o radialista Joel Silva, no Programa Capital Meio Dia. Ele falou sobre diversas áreas de deu programa de governo, especialmente as áreas de geração de emprego e renda, saúde, educação e segurança pública.

Ele também destacou a importância dos pequenos e micro empreendedores. “O micro e pequeno empresariado alavancam a economia. O MEI é uma surpresa muito positiva no Estado. E vamos desburocratizar a desonerar as pequenas e micro empresas. Vamos mexer na gestão tributária, dando mais competitividade aos pequenos empresários, que geram emprego no estado”.

Riedel destacou a importância de uma gestão responsável para o crescimento do Estado. “Gestão é um instrumento para lidar com as pessoas e conduzir grandes empreendimentos. Na gestão não tem achismo. É preciso responsabilidade”, afirmou.

O candidato lembrou dos avanços que transformaram o Mato Grosso do Sul nos últimos 10 anos em um dos Estados com os melhores indicadores de desenvolvimento e crescimento do país. “Mas ainda falta muita coisa, afirmou”.

“Tivemos uma grande modernização em várias áreas de atuação. Mudanças significativas. Temos confiança em que mais avanços vão ocorrer nos próximos anos, mas isso depende de gestão”, disse.

Para Riedel, o Estado terá três grandes desafios pela frente, a qualificação profissional, para gerar melhores empregos e mais renda, a saúde e a educação.

“Temos mais de 6 mil escolas de capacitação no Estado, além do Sistema S. O governo tem que fomentar e dar estimulo para a qualificação, atendendo a demanda em diferentes áreas. Por isso vamos pagar esta qualificação ao trabalhador através de programas”, avisou.

Na área da saúde, Riedel destacou que continuará apostando na atenção primaria, na regionalização e no atendimento. Na educação, os focos serão a ampliação das escolas de Tempo Integral e a valorização dos professores concursados e convocados.

Riedel promete enxugar mais a máquina e valorizar servidores

Eduardo Riedel transformou MS em um dos Estados mais ‘econômicos’ do país

Candidato do PSDB ao Governo do Estado, Eduardo Riedel foi um dos grandes artificies da modernização do Estado sul-mato-grossense. No comando da equipe de Governo, Riedel transformou Mato Grosso do Sul em um dos estados com a máquina pública mais enxuta, reduzindo secretarias, modernizando procedimentos, valorizando o servidor.

Responsável por modernizar MS, Riedel promete dar sequência a gestão de sucesso Foto: Saul Schramm

Para ele, incrementar esta estratégia será fundamental nos próximos anos. “Meu objetivo é tornar o Estado ainda mais funcional, mais moderno. Mas nada disso adianta sem valorizar e qualificar o funcionalismo. Investir neles não é gasto, é investimento público. Teremos um compromisso com os servidores de manter um diálogo franco e transparente. Estaremos atentos a estes pilares nos próximos anos”, assegurou.

Com população de 2.839.188 habitantes, Mato Grosso do Sul gasta anualmente 40% da receita arrecadada para custear 52.443 servidores públicos ativos, distribuídos nas 11 secretarias. Ao todo, são 84.206 servidores, sendo 31.763 inativos.

Em 2014, o primeiro escalão do governo de Mato Grosso do Sul contava com 15 secretarias. Três anos depois, em 2017, reforma administrativa reduziu a máquina administrativa de 13 para 10 pastas.

“Esta adequação foi fruto de muito planejamento, muito trabalho e dedicação nos últimos sete anos e meio. A primeira grande reforma realizada por nós foi a administrativa, que diminuiu o tamanho do Estado. O nosso objetivo central neste período sempre foi gastar menos com a máquina do Estado para podermos gastar mais com as pessoas. E lá no início do governo, nós trabalhamos muito para mudar o modelo de gestão que estava vigente”, afirma Riedel.

Ele destaca que o atual Governo encontrou um estado inchado e ineficiente, como a maioria dos estados brasileiros. “Nós começamos acabando com o desperdício e reduzindo o custo da máquina. O objetivo em vista era o de abrir espaço para investimentos, porque o recuso é um só: ou você investe no que a população mais precisa, ou você gasta com o próprio governo. Na minha opinião, esta última opção não faz sentido algum. A gente teve que enfrentar a reforma administrativa para poder mudar esta realidade. Cortamos gastos, diminuímos secretarias, tiramos privilégios e isso deu resultado, valeu a pena. Hoje o Mato Grosso do Sul é o Estado que mais devolve para a população aquilo que arrecada. Foi trabalhoso, difícil, mas nós encaramos e realizamos. E faremos muito mais nos próximos anos”, concluiu Riedel.