Família é resgatada após ficar a deriva por defeito em barco


Fato ocorreu na região da Serra do Amolar (Foto O Pantaneiro)

Nesta terça-feira (18), uma família da Aldeia Uberaba ficou a deriva na região da Serra do Amolar, em Corumbá, após a embarcação apresentar problemas.

De acordo com informações do site O Pantaneiro, seis pessoas estavam na embarcação, sendo cinco adultos e uma criança. Durante a noite, eles contaram com apoio de ribeirinhos.

A família foi resgatada por equipes da Brigada Alto Pantanal.

Idosa é resgatada de casa sem água e comida nas Moreninhas

Vizinhos acionaram a PM após gritos; vítima afirmou que reside sozinha no local e não possui contato com parentes

Idosa, de 70 anos, foi resgatada pela Polícia Militar em situação de abandono, sem água, luz e nem comida, em uma residência do Bairro Moreninhas, em Campo Grande. O caso aconteceu na manhã desta terça-feira (21).

4ª Delegacia de Polícia, localizada nas Moreninhas. (Foto: Arquivo – Folha de Campo Grande)

Ela mora sozinha no local e estava há dias sem água e luz. Ela foi encaminhada para a Delegacia de Polícia.

Conforme as informações, a Polícia Militar foi acionada por vizinhos, por volta das 08h50. No local, os policiais encontraram a casa fechada e não conseguiram contato com os moradores. Uma vizinha relatou que escutou a idosa gritar por socorro.

A mulher possuía a chave da casa, pois possuía costume de fazer faxinas no local, e abriu o portão para que os policiais tivessem acesso à vítima. Já no interior do terreno, realizaram contato com a idosa pela janela para tentar convencê-la a abrir a porta da residência. O boletim de ocorrência descreve que a vítima atendeu aos pedidos “depois de muito diálogo”.

A idosa afirmou que mora sozinha no local e não possui família, apenas uma parente com a qual ela não tem contato. Também contou que estava há dias sem água e luz e possuía fome.

Os policiais levaram a vítima até a 4ª Delegacia de Polícia para receber os atendimentos necessários. O caso foi registrado como abandono de incapaz, se a vítima é maior de 60 anos.

“Que dia é hoje?”, pergunta mulher ao ser resgatada após 228 horas soterrada na Turquia

Socorristas encontram sobreviventes mais de uma semana após terremoto

“Que dia é hoje?”, perguntou uma mulher quando foi retirada com vida dos escombros após 228 horas do terremoto que atingiu a Turquia na semana passada, informou a agência de notícias estatal turca Anadolu nesta quarta-feira (15).

Mais de nove dias após um forte terremoto sacudir a Turquia e a Síria, equipes de resgate ainda estavam retirando pessoas dos escombros, desafiando as previsões de que o tempo para que alguém ainda sobrevivesse tivesse acabado.

Prédios inteiros desabaram durante terremoto que atingiu o sul da Turquia Foto Erhan Demirtas 

O Ministério da Defesa Nacional da Turquia também divulgou um vídeo mostrando equipes resgatando uma mulher de 77 anos dos escombros na cidade de Adiyaman na terça-feira (14), cerca de 212 horas após o terremoto.

A agência de notícias Anadolu a identificou como Fatma Gungor e disse que sua família a abraçou depois que ela foi salva.

Mehmet Eryilmaz, integrante da equipe de resgate, falou sobre o momento em que encontraram a mulher: “Ela ficou feliz em nos ver. A princípio, segurei a mão dela. Conversamos, conversamos e a acalmamos”

Ela também mencionou que ela primeiro pediu água, mas disse que não davam nada sem a intervenção dos paramédicos. Eryilmaz disse à Anadolu que a primeira coisa que ela perguntou foi: “Que dia é hoje?”

A mulher também afirmou que seu nome era Ela e que tinha dois filhos, uma menina e um menino, que foram retirados dos escombros. Segundo a agência estatal de notícias, ela é estrangeira, mas não foi mencionada a nacionalidade.

Também na quarta-feira, outra mulher, identificada como Melike İmamoğlu, de 45 anos, foi resgatada após 222 horas nos escombros na cidade de Kahramanmaras, segundo a televisão estatal turca TRT Haber.

Mais cedo, equipes no sul da Turquia disseram que ainda estavam ouvindo as vozes dos sobreviventes presos.

Imagens ao vivo transmitidas pela CNN Turk, afiliada da CNN, na terça-feira, mostraram equipes de resgate trabalhando em duas áreas da região de Kahramanmaras, onde tentavam salvar três irmãs – mas não está claro se elas sobreviveram.

Na mesma região, socorristas salvaram uma mulher de 35 anos que teria ficado enterrada por cerca de 205 horas, segundo a emissora estatal TRT Haber. Outros também foram resgatados – dois irmãos, dois homens e uma mulher – todos na terça-feira, oito dias após o terremoto.

Sanjay Gupta, correspondente-médico-chefe da CNN, que está na província de Hatay, na Turquia, diz que é incomum as pessoas sobreviverem mais de 100 horas presas nos escombros – a maioria é resgatada em 24 horas.

No entanto, ele pontua que as temperaturas congelantes na zona do terremoto podem estar estendendo o tempo de sobrevivência das pessoas presas.

“O frio é uma faca de dois gumes. Por um lado, dificulta muito, está abaixo de zero agora. Por outro lado, pode reduzir as demandas de água. Talvez isso esteja contribuindo para a sobrevivência”, explicou.

“Não há muitos dados sobre quanto tempo as pessoas poderiam sobreviver nessas situações, mas estamos vendo esses resgates 200 horas depois”, adicionou.

“População traumatizada”
Enquanto isso, na Síria, as operações de resgate estão começando a mudar para os esforços de recuperação, e os funcionários da ONU estão correndo para canalizar ajuda aos sobreviventes no país através de duas novas passagens na fronteira aprovadas pelo governo em Damasco.

Onze caminhões com ajuda da ONU cruzaram a fronteira para o noroeste da Síria pela passagem de Bab Al-Salam na terça-feira (14), escreveu o chefe de ajuda das Nações Unidas, Martin Griffiths, pelo Twitter. Ele também pontuou que mais 26 caminhões foram para a região pela passagem de Bab Al-Hawa.

Em ambos os lados da fronteira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) enfatizou a necessidade de “focar na reabilitação do trauma” ao tratar as populações afetadas pelo desastre.

O representante da OMS na Turquia, Batyr Berdyklychev, destacou o “problema crescente” de uma “população traumatizada”, enfatizando a necessidade de serviços psicológicos e de saúde mental nas regiões afetadas.

“As pessoas só agora começam a perceber o que aconteceu com elas após esse período de choque”, informou Berdyklychev em entrevista coletiva na cidade turca de Adana na terça-feira.

A OMS está negociando com as autoridades turcas para garantir que os sobreviventes do terremoto tenham acesso aos serviços de saúde mental, acrescentou a autoridade, observando que muitas pessoas deslocadas pelo terremoto para outras áreas do país “também precisarão ser alcançadas”.

O diretor-regional da OMS para a Europa, Hans Kluge, afirmou que a “prioridade imediata” para as 22 equipes médicas de emergência enviadas pela organização à Turquia era “lidar com o alto número de pacientes com traumas e lesões catastróficas”.

Irara encontrada ferida à margem de rodovia é resgatada por motorista

Polícia Militar Ambiental de Jardim resgata irara encontrada ferida à margem de rodovia vítima de atropelamento e orienta à população sobre atropelamentos de animais
Na manhã desta segunda-feira (26), um motorista socorreu e encaminhou ao quartel Polícia Militar Ambiental do município de Guia Lopes da Laguna (MS), um animal silvestre vítima de atropelamento, no km 12 da rodovia MS-382.

Animal foi socorrido em estado grave e encaminhado ao RARAS de Bonito (MS) para atendimento – Crédito: PMA/Divulgação

Segundo as informações policiais, o animal da espécie Eira barbara, também conhecido por Irara, animal semelhante às doninhas, possuía vários ferimentos e aparentava estado crítico de saúde.

Ele foi colocado em uma caixa de contenção na viatura e levada urgentemente para atendimento de um veterinário voluntário, no Recinto de Reabilitação de Animais Silvestres (RARAS), em Bonito (MS).

ORIENTAÇÃO

A Polícia Militar Ambiental tem verificado que muitas vezes as pessoas não socorrem os animais atropelados por medo de ser crime e orienta, entretanto, que não existe crime ao atropelar um animal sem intenção.

No caso, o procedimento correto é parar o veículo em local seguro e, com segurança, verificar se ele está morto. Se não estiver, efetue o socorro, ou se não houver como socorrê-lo naquele momento, acione, assim que possível, os órgãos públicos para que o bicho receba o atendimento adequado.

Se o animal estiver morto e estiver na pista de rolamento, com segurança, retire-o para o acostamento, para evitar que outro usuário da rodovia possa vir a se acidentar.

No caso da Irara socorrida nesta segunda-feira, o motorista que atropelou o animal não teve a sensibilidade de realizar o socorro, porém, o bicho foi salvo graças a atitude do cidadão que o viu e o socorreu.