Codecon aprova projetos que devem injetar R$ 22 milhões em Campo Grande

Durante a reunião do conselho, foram distribuídos 9 projetos de empresas que almejam investir e expandir seus negócios na Capital

O  Codecon (Conselho de Desenvolvimento Econômico de Campo Grande) promoveu ontem (28) a 1ª Reunião Ordinária de 2023. Na data foram aprovados projetos que deverão injetar aproximadamente, R$ 21.881.681,00 milhões na economia de Campo Grande.

Foram votados projetos pendentes das últimas três reuniões, que a partir de agora seguem para a Câmara Municipal de Vereadores para análise e aprovação de lei autorizativa para a concessão dos benefícios da Lei do Prodes (Programa de Incentivos para o Desenvolvimento Econômico e Social de Campo Grande).

Reunião do Codecom na Capital (Foto: Divulgação )

Dentre os projetos revisados e aprovados há empresas com atividades de indústria de nutrição animal de processamento e armazenamento de grãos, metalúrgica de montagem e manutenção industrial, além de cervejaria. Juntando as três são quase 100 vagas de empregos gerados.

Também foi aprovada a prorrogação de incentivos fiscais de centros multiusos que geram empregos em região de vulnerabilidade social. Outra resolução foi a posse dos novos conselheiros que atuarão até 19 de outubro deste ano.

Também foi apresentado o calendário das futuras reuniões do Codecon deste ano, que estão previstas para acontecerem uma vez ao mês.

“Esta reunião do Codecon marca o início de mais um ano de muita expectativa de novos negócios sendo abertos em Campo Grande. Um novo tempo para as empresas que buscam incentivos da Prefeitura de Campo Grande, que com os benefícios oferecidos poderão crescer e assim fortalecer o setor produtivo na nossa cidade”, comemora Adelaido Vila, secretário municipal de Inovação, Desenvolvimento Econômico e Agronegócio (Sidagro).

Ao final, foram distribuídos 9 projetos de empresas que almejam investir e expandir seus negócios na Capital com o apoio da Prefeitura Municipal de Campo Grande.

Lembrando que com a nova Lei do Prodes, além das grandes empresas, os negócios de médio e pequeno porte também podem solicitar incentivos previstos no programa. Ainda, conforme as regras da lei em vigor, para os processos que dependam de apreciação do Codecon, deve ser realizado sorteio publicamente ao fim de cada sessão.

Governador se reúne com a bancada federal para discutir projetos e investimentos para MS

Em prol do desenvolvimento do Estado, o governador Eduardo Riedel se reuniu nesta sexta-feira (17) com a bancada federal de Mato Grosso do Sul em encontro que contou com participação dos três senadores e oito deputados federais. O objetivo é alinhar os principais projetos e trabalhar em conjunto para trazer grandes investimentos aos sul-mato-grossenses.

“Foi uma reunião de alinhamento com a bancada, onde discutimos a aplicação das emendas federais, destinadas neste ano para 2024. Fiz uma explanação dos principais projetos de Mato Grosso do Sul, nas áreas onde teremos mais investimentos”, afirma o governador.

Riedel destacou no encontro que todos estão aqui para discutir benefícios para o Estado – Fotos: Saul Schramm

Riedel destaca que apesar dos parlamentares serem de partidos diferentes, toda a bancada está pensando primeiro no Estado. “Cada deputado e senador foi eleito por um partido, com sua ideologia e ideias, mas todos estão aqui para discutir benefícios para Mato Grosso do Sul. Investimentos para atender os cidadãos sul-mato-grossenses e assim criar condições melhores de vida à população”, completa.

O coordenador da bancada, o deputado Vander Loubet, afirma que a reunião com o governador foi muito produtiva. “Discutimos infraestrutura, meio ambiente, energia, todos os temas muito alinhados, pois queremos trabalhar juntos com o governador, para lá de Brasília ajudar a encaminhar investimentos que o Estado precisa. Também definimos que vamos nos reunir a cada três meses para discutir estes projetos”.

Riedel, Barbosinha e Caravina reunido com deputados federais e senadores de MS

Estiveram na reunião os senadores Nelsinho Trad, Soraya Thronicke e Tereza Cristina, assim como os deputados federais Vander Loubet, Beto Pereira, Geraldo Resende, Luiz Ovando, Dagoberto Nogueira, Rodolfo Nogueira, Camila Jara e Marcos Pollon.

Também fizeram parte do encontro o vice-governador Barbosinha, o secretário Pedro Caravina (Segov), o secretário-adjunto da Casa Civil, Flávio Brito, e Cecília Vale, do Escritório de Relações Institucionais e Políticas de Mato Grosso do Sul no Distrito Federal.

Riedel diz que Contar não foi aos debates porque a “máscara caiu”

Candidato tucano afirmou nesta manhã, que seu adversário “não sabe e não tem conhecimento para administrar o Estado” e reafirmou seus compromissos de campanha e pediu para população comparar os dois candidatos ao Governo do Estado

Em entrevista a Rádio Difusora Pantanal, o candidato ao Governo do MS, Eduardo Riedel (PSDB), apresentou suas propostas de campanha e afirmou que seu adversário no segundo turno, Capitão Contar (PRTB), não foi aos debates, sabatinas e entrevistas porque a “máscara caiu”, já que não tem projetos e nem conhecimento para administrar o Estado.

Sobre as alianças, o candidato citou que recebeu o apoio de quem acreditou no seu projeto para o MS

“Não tinha o que dizer, não sabe como vai administrar um Estado que é complexo, não conhece o orçamento de R$ 22 bilhões para o ano que vem. São 47 categorias dentro do funcionalismo público, ele não tem a menor condição de governar o Estado”, disse durante o programa “Boca do Povo”.

Riedel destacou que a população precisa avaliar quem está mais preparado para governar o Estado. “O adversário só sabe atacar, tem projetos genéricos. Nós sofremos 121 fake news nesta campanha e já conseguimos derrubar 100. Fui acusado de diversos absurdos, isto mostra o desespero do outro lado, mas tenho uma vida limpa, nunca fui sequer fui processado na iniciativa privada, assim como nos sete anos que estive no Governo do Estado”.

Sobre as alianças, o candidato citou que recebeu o apoio de quem acreditou no seu projeto para o Estado e não por quem quis fazer “politicagem” ou buscou espaço na administração. “Por isso os demais políticos que perderam foram para outro lado, esta é a política antiga e velha, não quero este apoio, eu quero o MDB jovem, a parceria com a prefeita Adriane Lopes, ter a (senadora eleita) Tereza Cristina ao meu lado, conversar com as igrejas, fazer estas alianças”.

Para Campo Grande, Riedel disse que vai ajudar a prefeita (Adriane Lopes) a entregar a melhor cidade do Brasil para se viver. “Nós fechamos uma parceria para o desenvolvimento da cidade. Vamos pavimentar os bairros, levar saneamento, ajudar nos postos de saúde e realizar obras no Aero Rancho, Dom Antônio, assim como novo acesso das Moreninhas”.

Riedel pediu a população que compare a trajetória dos dois candidatos. “As pessoas são frutos da sua história, caráter e formação. Conheço os 79 municípios, sei o que cada cidade precisa. Tem que conhecer e saber fazer, senão vira promessa vazia. Nosso foco será em resultados, trabalhar para as pessoas”.

Riedel mostra a empresários com projetos e conhecimento como levar MS ao futuro

O candidato participou hoje da sabatina na FIEMS, reunindo todo o setor produtivo

Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45) falou há pouco, na sabatina promovida pelo setor produtivo de Mato Grosso do Sul, sobre diversos temas relacionados ao setor. O evento contou com a presença de representantes da Fiems, Famasul, Fecomércio e Faems.

Eduardo Riedel, candidato ao governo de MS (Foto: Reprodução)

A participação de Riedel foi mais uma confirmação de seu preparo técnico e conhecimento sobre os eixos mais importantes para o setor produtivo do Estado. Abordando temas como infraestrutura, escoamento da produção, questão tributária, turismo, entre outros, o candidato apresentou aos empresários um robusto programa de desenvolvimento, com que pretende levar o Mato Grosso do Sul, nos próximos anos, a patamares de desenvolvimento nunca vistos no Estado.

“Trabalhei muito tempo pelo coletivo, pelo setor produtivo. Sou produtor rural e empresário. Nunca havia participado da gestão pública até entrar no governo em 2015, e este é meu primeiro pleito. A decisão de ingressar no governo foi tomada com o objetivo de desenvolver o Estado com justiça social. Entre 2015 e 2017 o Brasil passou por uma crise tremenda, queda no PIB, quase 15 milhões de desempregados, 23 estados deixaram de honrar a folha. Imagine o impacto da crise para as famílias, para o setor público”, iniciou Riedel.

“Mas, ambientes de crise extrema geram oportunidade”, lembrou. “Vimos a necessidade de reestruturar o Estado com reformas que tiveram um custo político alto, mas que deram condições de uma retomada econômica”, afirmou o candidato. Estas reformas foram fundamentais para que o Mato Grosso do Sul assumisse a 3º colocação entre os Estados com menor taxa de desemprego e que, nos últimos três anos, se posicionasse entre a 1ª e 2ª colocação entre os Estados com maior taxa de crescimento do Brasil.

“Hoje, investimos 12% da receita corrente líquida (a média nacional é de 3 a 4%), atraímos capital privado, com as PPPs nas estradas, no saneamento, na tecnologia e na energia, além de implementarmos ações estruturantes que nos permitiram ir à Bolsa de SP buscar capital privado”, disse.

Riedel afirmou ainda que eficiência é seu foco principal. “O estado tem que ser eficiente, do micro ao macro. Este é o foco que devemos ter, respeitando os objetivos da aplicação dos recursos públicos no interesse da população. O salto para o novo futuro, que propomos, será feito a partir desta base”.

O candidato ressaltou a importância da política de atração fiscal que viabilizou uma carteira de R$ 60 bilhões para o Estado. “É o setor privado que gera crescimento, e o Estado, com eficiência, permite ao privado se colocar de forma competitiva. Para isso, temos que garantir infraestrutura logística que dê capacidade para nossas empresas buscar e ampliar mercados. Isso passa por ferrovias, rodovias, pela rota bioceânica – que vai gerar inúmeras possibilidades e para MS. Quero gerir um Estado eficiente, justo, que não deixe ninguém para trás”.

FOCO NO DESENVOLVIMENTO
Eduardo Riedel respondeu a diversas perguntas dos empresários sobre como pretende desenvolver o Estado. A primeira delas girou em torno da dicotomia entre vagas de trabalho e desemprego no Estado e nas políticas sociais que apoiam a população mais carente em MS

“Visitei quase todas as indústrias do Estado e conheço a necessidade de mão de obra qualificada. Hoje temos 167 mil famílias inscritas no CAD único, são pessoas na faixa da pobreza extrema, que estão excluídas do processo de cidadania. Uma coisa não interfere na outra. Vamos estabelecer um grande programa de qualificação profissional e, ao mesmo tempo, continuar apoiando estas pessoas que precisam ser resgatadas da miserabilidade”, disse Riedel.

MALHA VIARIA – COMO INTEGRAR AS REGIÕES PODUTIVAS DE MS
Riedel também falou sobre como pretende fortalecer os canais de escoamento da produção.

“Temos que ampliar nossa capacidade de investimento, e já começamos a mudança estrutural para fazer isso. Vamos atrair capital privado. Aprendemos o caminho das pedras com as PPPs, que atraíram projetos importantes que já estão acontecendo. Temos uma série de rodovias passíveis de concessão, temos duas ferrovias, as hidrovias, a rota bioceânica. Temos os rios Paraguai e Paraná. Já investimos muito em infraestrutura para viabilizar uma nova rota de escoamento e entrada de insumos. Em Corumbá, a mesma história. Além da estruturação do Pantanal, que sempre ficou à margem, e que agora se integra com Paiaguás, Nhecolândia, Ponte do Mato Grosso, os portos do Rio Paraguai, no norte, descendo de barcaça e integrando-se com as rotas de escoamento”.

MODAL RODOVIÁRIO – PRIORIDADES
“Na região pantaneira temos a 214, que sobe para o Paiaguás, a 228, que vem de Corumbá, atravessa a Ponte do Piqiiri – que está pronta – e leva ao acesso aos portos.

Na Rota Oeste temos a conexão entre Corumbá a Porto Murtinho, que é viável e estruturada, já está sendo montada. Vamos dar sequência, por dentro, até a 267, passando por Forte Coimbra, Albuquerque e Porto Esperança.
Falando em rodovias, temos a 316, ligando Costa Rica a Inocência e Aparecida do Taboado, que tem que ser concessionada. Vamos pavimentar e modelar.

No Centro-Sul temos a 245 em Bandeirantes, até a 338, saindo de Ccamapuã até Ribas do Rio Pardo, a 134, até Casa Verde. É todo um eixo norte-sul, por dentro, com mais de 60 mil hectares de soja que hoje não tem estrada.
Temos a 289, de Amambai até Juti, na mesma situação, e todas as conexões com a Rota Bioceânica. Bela Vista, a 267. Bonito, por dentro, para Guia Lopes. A sul-fronteira, em execução, a cabeceira do APA, passando por Giua Lopes e Antônio João. Tudo desembocando nas rotas e eixos centrais. Sem contar a concessão das duas BRs, a 267 e a 262, precisam de duplicação com ação federal”.

MEIO AMBIENTE E PAGAMENTO DE SERVIÇOS AMBIENTAIS AOS PRODUTORES
“Se formos escalar o potencial de serviço ambiental da agropecuária sul-mato-grossense vamos chegar a 200, a 500 milhões. Como calibrar este ativo? Não acredito que o poder público tenha esta capacidade mas tem que criar condições para tal.

Só o mercado pode solucionar isso. É aí que entra o Governo, com o papel de criar uma modelagem, da mesma forma que as PPPs, para atrair este capital. Por exemplo, há uma iniciativa no Pantanal, que engloba 400 mil hectares, e que será o primeiro grande financiamento de serviço ambiental em MS, numa escala que não vimos ainda. Tudo através do mercado financeiro.

Quando discutimos meio ambiente saindo dos três grandes eixos (descarbornização, biodiversidade e água) a única saída é viabilizar o projeto do ponto de vista econômico e financeiro. O mercado é que vai dar esta sustentação.
ICMS

“A questão tributária é um grande gargalo. O ICMS garantido foi extinto em 2018. Foi criado para facilitar a fiscalização, garantir arrecadação e diminuir a evasão. Hoje, a demanda por fiscalização é muito menor, é tudo eletrônico.

Temos que brigar pela reforma tributária nacional. Este eixo é central para o próximo presidente. Enquanto isso não acontece, vamos fazer uma mini-reforma para buscar a desoneração, inclusive do antecipado para setores menos competitivos. Temos que avaliar os impactos e ir tirando a antecipação de grupos de produtores maios atingidos, enquanto não construímos uma solução perene.

É fácil fazer o discurso vazio e dizer que vai reduzir imposto. Mas, é preciso cautela e estratégia”.

PIRATARIA
“Este é um problema global, tanto na venda como na fabricação. Há um fator de competitividade mas, também, social. Vamos buscar uma maneira de dar mais competitividade aos setores sofrem mais com estas questões, criando condições para o pequeno e micro empresário ser mais competitivo, e de inserir na formalidade quem hoje está fora dela”.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Eduardo Riedel fez um apelo para que o eleitor compare os projetos e a trajetória de cada candidato. “Temos um plano para o Mato Grosso do Sul. Ele envolve a universalização das escolas de tempo integral; a regionalização da saúde, com foco na atenção primária numa parceria entre Estado e municípios; mais inteligência e coordenação na segurança pública; um ambiente de negócios competitivo, com atração fiscal para quem vem e para quem já está aqui; um plano de infraestrutura e logística com capacidade de investimento; um plano que prevê um estado cada vez mais eficiente. Com isso, vamos continuar com equilíbrio orçamentário, atraindo mais recursos privados em um ambiente juridicamente estável e confiável. Vamos continuar o Estado que mais cresce no Brasil. Assim vamos gerar oportunidades para as pessoas e negócios”.

Nelsinho Trad comemora aprovação de projeto que assegura pagamentos a peritos

Senadores e deputados aprovaram, nesta tarde, o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 13/2022, que abre crédito especial de R$ 312,7 milhões ao Ministério do Trabalho e Previdência. O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) pediu ao presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) a inclusão na pauta da proposta. O valor será usado para pagar as perícias exigidas nos processos na Justiça Federal em que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é parte.
Senado Federal Foto Divulgação
O PLN atende a Lei 14.331, de 2022, que mudou as regras de honorários periciais nos processos que envolvem o INSS. A legislação assegura o pagamento de forma antecipada pelo Executivo aos peritos da Justiça Federal. A norma teve origem no PL 4491/21, relatado pelo senador Nelsinho Trad no Senado.
Os recursos virão do cancelamento de dotações para benefícios previdenciários. “Nossa principal intenção nesse trabalho para aprovação dos projetos é a correção do transtorno causado nas perícias judiciais Brasil afora, que estão sem pagamento desde setembro de 2021. Quem precisa desse serviço são trabalhadores que dependem de benefícios e auxílios para sobreviver, tiveram seus direitos negados e veem na Justiça uma última esperança.” O PLN 13/2022 vai à sanção.
O senador Nelsinho Trad também apresentou requerimento na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor pedindo que o presidente do Instituto Nacional de Seguridade Social, Guilherme Serrano, preste esclarecimentos sobre a fila de espera por perícias médicas do INSS.
Desde o início do ano de 2022, vem sendo amplamente divulgado que o INSS tem uma fila de mais 1,8 milhão de pedidos de novos benefícios que precisam ser analisados. Segundo o próprio presidente do instituto, cerca de 500 mil segurados que estão nela são pessoas com deficiência que buscam o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Os médicos peritos do instituto ficaram 52 dias parados. Ao final da greve, o INSS anunciou medidas para fazer a fila andar, mas, em alguns casos, as remarcações estão ocorrendo para o ano que vem. “Dessa forma, o Senado Federal, exercendo seu papel fiscalizador, convida o presidente do INSS, para prestar esclarecimentos acerca desse atraso, bem como informações e possíveis soluções, para esse problema que está atingindo a população brasileira”, defende o senador Nelsinho Trad em seu requerimento.