Veículo perdeu o freio enquanto subia a Avenida Duque de Caxias e acabou não conseguindo continuar o trajeto
Uma carreta carregada com 21 toneladas de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) tombou no pontilhão da avenida Duque de Caxias, em Campo Grande, nesta quarta-feira (25). O veículo foi parar na Rua Marco Antônio, Vila Popular. O trânsito na região está interditado e deve voltar ao normal apenas após às 19h.
Carreta vai ser retirada do local. — Foto: Lorena Segala/TV Morena
Não há feridos e também ricos de vazamento de gás, conforme oficiais do Corpo de Bombeiros que estão no local. De acordo com o motorista da carreta, o veículo de carga teve uma pane e desligou em movimento.
O motorista, Erandir Antunes da Silva, de 50 anos, contou que acoplou a carroceria em Corumbá e descarregaria o gás em Campo Grande, na Copagaz. Com 20 anos de experiência nas estradas, ele conta que foi seu primeiro acidente. “Ela tombou a 10 Km/h”, citou o motorista ao citar a sorte de ter saído ileso.
A Agência Municipal de Transporte e Trânsito de Campo Grande (Agetran ) também foi acionada para atender ao acidente
A ordem para acabar com os acampamentos partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A decisão foi tomada após os ataques a prédios dos três poderes, em Brasília (DF), na tarde de domingo (8).
Após 71 dias, o canteiro onde estava montado o acampamento de bolsonaristas na avenida Duque de Caxias, em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande, está totalmente desocupado e limpo. Imagens feitas no começo da tarde desta terça-feira (10) mostram o local completamente vazio. O gramado onde o acampamento estava ficou danificado.
Gramado onde acampamento foi montado ficou danificado. — Foto: Reprodução/Sejusp
O local amanheceu nesta terça-feira (10) com tendas desmontadas, repleto de lixo e entulho. Termina hoje o prazo de 24 horas, estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para que acampamentos nas proximidades de quartéis em todo o Brasil sejam desmontados.
Relembre
A concentração em Campo Grande começou no dia 30 de outubro, logo após a divulgação do resultado da eleição que deu vitória ao candidato Lula (PT). Nas primeiras semanas, todo o trecho da avenida foi ocupado pelos golpistas que pediam intervenção do exército contra a posse do então candidato eleito.
Ao longo dos 71 dias de acampamento, as reclamações de barulho foram feitas frequentemente. Além do tumulto causado no trânsito, devido a quantidade de veículos estacionados em local proibido.
Após a diplomação do presidente eleito, em 1° de janeiro de 2023, o lugar começou a esvaziar, permanecendo apenas com alguns bolsonaristas.
Decisão
A ordem para acabar com os acampamentos partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A decisão foi tomada após os ataques a prédios do três poderes, em Brasília (DF), na tarde de domingo (8).
Terroristas, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, contrários a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, depredaram prédios públicos, destruíram obras de arte, móveis e objetos no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal.
Mais de 200 golpistas foram presos em flagrante, ainda no domingo. Na segunda-feira (9), cerca de 1.200 pessoas que estavam em acampamento bolsonarista, próximo a quartel na área central de Brasília, foram encaminhadas à superintendência da Polícia Federal.
Reunião em Brasília
O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), participou da reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e outros representantes de estados brasileiros, na tarde desta segunda-feira (9), onde foram discutidas as medidas que serão tomadas após os ataques de bolsonaristas radicais que invadiram o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Riedel condenou os ataques terroristas.
“Só quero ratificar que sou totalmente contra qualquer tipo de movimento que invada, que deprede, seja patrimônio público ou privado, que ultrapasse a linha da legalidade, sempre disse isso e vale para qualquer tipo de manifestação, de qualquer ordem. Em Mato Grosso do Sul nós vamos sempre zelar pela pacificidade de qualquer tipo de movimento”.
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Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública informou que irá se reunir com a Polícia Federal “para discutir formas de dar cumprimento à decisão do Ministro Alexandre de Moraes que foi direcionada tanto aos órgãos estaduais como federais de segurança.
Pessoas estão em frente ao Comando Militar Oeste, em Campo Grande. — Foto: Reprodução
Com isso os manifestantes, que discordam dos resultados das urnas, têm menos de 48 horas para desobstruir as vias públicas e rodovias em todo o Mato Grosso do Sul. A determinação será cumprida no prazo estabelecido, qual seja, 48 horas a contar de 7/11/2022.
As medidas são:
Envio de todas as informações sobre a identificação dos caminhões e veículos que participam ou participaram ativamente dos bloqueios em rodovias, vias e manifestações em frente aos quartéis das Forças Armadas, assim como os dados dos respectivos proprietários, pessoas físicas ou jurídicas;
Informar a identificação de líderes, organizadores e/ou financiadores dos referidos atos.
A Sejusp ressalta que a liminar expedida pelo Tribunal Superior Eleitoral, em 1º/ de novembro de 2022, inclui em seu escopo não somente rodovias, mas também: “toda e qualquer via pública obstruída, as quais devem ser liberadas de imediato”.
Isso vale para locais que apresentem imposição de dificuldade à passagem, inclusive canteiros, calçadas, sob pena de aplicação de multa horária no valor de R$ 100 mil aos proprietários de veículos envolvidos na obstrução, “que é o caso da manifestação na Avenida Duque de Caxias, nas imediações do Comando Militar D’Oeste, em Campo Grande”, enfatiza a Secretaria.
A esposa do condutor que estava na garupa da moto também se feriu gravemente e está internada na Santa Casa de Campo Grande. O acidente aconteceu na avenida Duque de Caxias nesta quinta-feira (7).
Aposentado de 52 anos, que conduzia moto que colidiu com caminhonete, na avenida Duque de Caxias, na manhã desta quinta-feira (7), teve perna amputada. A informação foi confirmada pela Santa Casa de Campo Grande, onde o motociclista e sua esposa que também estava na motocicleta estão sendo atendidos.
Caminhonete colide em motocicleta com casal e vítimas são resgatadas em estado grave — Foto: Reprodução
A colisão aconteceu por volta das 7h, quando o condutor da moto, que estaria levando sua esposa para o trabalho não parou no sinal vermelho, cruzando a avenida. No momento, uma caminhonete que passava pela via, não conseguiu desviar do casal, se envolvendo na colisão.
Conforme o boletim do hospital, o homem teve trauma torácico e precisou ter a perna esquerda amputada devido a uma fratura exposta. O motociclista continuará no hospital para novos exames e possíveis processos cirúrgicos.
A mulher que estava na garupa da motocicleta na hora do acidente, sofreu poli trauma e Traumatismo Crânio Encefálico (TCE) grave. Ela está sedada e entubada.
O homem de 63 anos, que conduzia a caminhonete não teve ferimentos.
De acordo com o o Batalhão de Polícia Militar de Trânsito (Bptran), todos os envolvidos estão com as documentações em dia e possuem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).