Polícia desmonta acampamento do tráfico com mais de 8t de maconha

Mais um acampamento do tráfico foi desmantelado no Paraguai. A área situada em San Miguel, Colônia do Departamento de Amambay, foi alvo de Operação da Senad (Secretaria Nacional Antidrogas), nesta terça-feira (14).

A Secretaria destaca que o local era preparado para processar grandes volumes de drogas – Crédito: Senad

Conforme a Secretaria, na propriedade rural, equipes localizaram 8.400 kg de maconha, subdivididos em sacos e ainda 520 kg da droga prensada.

No local, um caminhão Ford Ranger, cor branca, uma Toyota Hillux, cor prata, além de dois tanques, sete prensas, 12 macacos hidráulicos, duas forrageiras, uma motosserra, entre outros itens foram apreendidas.

A Secretaria destaca que o local era preparado para processar grandes volumes de drogas.

A ação contou com apoio de outras instituições de segurança pública.

Canteiro na Duque de Caxias em frente ao CMO volta a ter vida normal

A ordem para acabar com os acampamentos partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A decisão foi tomada após os ataques a prédios dos três poderes, em Brasília (DF), na tarde de domingo (8).

Após 71 dias, o canteiro onde estava montado o acampamento de bolsonaristas na avenida Duque de Caxias, em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande, está totalmente desocupado e limpo. Imagens feitas no começo da tarde desta terça-feira (10) mostram o local completamente vazio. O gramado onde o acampamento estava ficou danificado.

Gramado onde acampamento foi montado ficou danificado. — Foto: Reprodução/Sejusp

O local amanheceu nesta terça-feira (10) com tendas desmontadas, repleto de lixo e entulho. Termina hoje o prazo de 24 horas, estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para que acampamentos nas proximidades de quartéis em todo o Brasil sejam desmontados.

Relembre

A concentração em Campo Grande começou no dia 30 de outubro, logo após a divulgação do resultado da eleição que deu vitória ao candidato Lula (PT). Nas primeiras semanas, todo o trecho da avenida foi ocupado pelos golpistas que pediam intervenção do exército contra a posse do então candidato eleito.

Ao longo dos 71 dias de acampamento, as reclamações de barulho foram feitas frequentemente. Além do tumulto causado no trânsito, devido a quantidade de veículos estacionados em local proibido.

Após a diplomação do presidente eleito, em 1° de janeiro de 2023, o lugar começou a esvaziar, permanecendo apenas com alguns bolsonaristas.

Decisão

A ordem para acabar com os acampamentos partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A decisão foi tomada após os ataques a prédios do três poderes, em Brasília (DF), na tarde de domingo (8).

Terroristas, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, contrários a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, depredaram prédios públicos, destruíram obras de arte, móveis e objetos no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal.

Mais de 200 golpistas foram presos em flagrante, ainda no domingo. Na segunda-feira (9), cerca de 1.200 pessoas que estavam em acampamento bolsonarista, próximo a quartel na área central de Brasília, foram encaminhadas à superintendência da Polícia Federal.

Reunião em Brasília

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), participou da reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e outros representantes de estados brasileiros, na tarde desta segunda-feira (9), onde foram discutidas as medidas que serão tomadas após os ataques de bolsonaristas radicais que invadiram o Congresso Nacional, o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Riedel condenou os ataques terroristas.

“Só quero ratificar que sou totalmente contra qualquer tipo de movimento que invada, que deprede, seja patrimônio público ou privado, que ultrapasse a linha da legalidade, sempre disse isso e vale para qualquer tipo de manifestação, de qualquer ordem. Em Mato Grosso do Sul nós vamos sempre zelar pela pacificidade de qualquer tipo de movimento”.

Fim de acampamento bolsonarista deixa lixo em frente ao CMO

A ordem para acabar com os acampamentos partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A decisão foi tomada após os ataques a prédios do três poderes, em Brasília (DF), na tarde de domingo (8).

Restos da estrutura de acampamento bolsonarista. — Foto: Reprodução

O canteiro da avenida Duque de Caxias, em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande, ocupado por bolsonaristas amanheceu nesta terça-feira (10) com tendas desmontadas, repleta de lixo e entulho.

Termina hoje o prazo de 24 horas, estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), para que acampamentos nas proximidades de quartéis em todo o Brasil sejam desmontados.

No local há paletes de madeira, faixas e sacos de lixo nas calçadas. Ainda restam algumas barracas erguidas, amontoadas em um único espaço, protegidas por um cercado de madeira, com alguns objetos ainda não retirados.

Nos mais de dois meses que ficaram no local, uma extensão de cerca de 250 metros da Duque de Caxias se “vestiu de verde e amarelo”, com pessoas dizendo lutar pela pátria. Além de muitas repetições do Hino Nacional e orações, os manifestantes mantiveram uma rotina de revezamento, para que sempre houvesse protestos no local.

Também foram várias carreatas e passeatas no tempo que ocuparam o canteiro principal da avenida. Famílias inteiras reforçavam o ato aos fins de semana. Muitos, inclusive, passaram Natal e Ano Novo no local.

Os pedidos eram muitos, começaram pela anulação das eleições e foram até defesa de intervenção militar.

A concentração em Campo Grande começou no dia 30 de outubro, logo após a divulgação do resultado da eleição que deu vitória ao candidato Lula (PT).

Ao longo dos 71 dias de acampamento, as reclamações de barulho foram feitas frequentemente. Além do tumulto causado no trânsito, devido a quantidade de veículos estacionados em local proibido.

Após a diplomação do presidente eleito, em 1° de janeiro de 2023, o lugar começou a esvaziar, permanecendo apenas com alguns bolsonaristas.

Acampamento bolsonarista começa a ser desmontado em Campo Grande

Os golpistas segundo decisão do STF tinham até 24 horas para sair do local, caso contrário devem responder criminalmente, de acordo com a secretaria de estado de Justiça e Segurança Pública 

O acampamento bolsonaristas em frente ao Comando Militar do Oeste (CMO), em Campo Grande, começou a ser desmontado na tarde desta segunda-feira (9). Segundo a secretaria de estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), os manifestantes possuem 24h para a desocupação total da área.

Bolsonaristas devem deixar o CMO em até 24h — Foto: David Mello

A medida determina a “desocupação e dissolução total” de acampamentos bolsonaristas montados próximos a áreas militares de todo o país. A decisão foi tomada após ataques terroristas às sedes dos três poderes no domingo (8).

Na capital, as autoridades pregaram uma ordem para que os golpista saiam do local dentro do prazo. Caso não respeitem a medida, as pessoas devem responder criminalmente.

Em nota, a Sejusp informou que a decisão judicial será cumprida no prazo estabelecido. A operação de retirada dos materiais existentes no local, como faixas, bandeiras e estruturas, deverá ser realizada pela Polícia Militar.

Acampamento golpista é desocupado no DF; 1200 são detidos

Tropa de choque e cavalaria atuaram no local para cumprir ordem de Alexandre de Moraes

Policiais do Distrito Federal e homens do Exército cercaram o acampamento de apoiadores radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro em frente ao quartel-general do Exército em Brasília, na capital federal, na manhã desta segunda-feira, 9.

Bolsonarista chora durante desocupação de acampamento em Brasília Foto: Amanda Perobelli

O efetivo foi reforçado com homens da tropa de choque e cavalaria. Os agentes atuaram no local para cumprir uma ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que determinou o fim de acampamentos extremistas no período de 24 horas, após as cenas de terrorismo em prédios dos Poderes no domingo, 8.

Golpistas que estavam acampados foram embarcados em ônibus e devem ser levados para a sede da Polícia Federal. Pelo menos 40 ônibus lotados com extremistas deixaram o local nesta manhã. Segundo a TV Globo, cerca de 1,2 mil pessoas foram retiradas.

Imagens de TVs mostraram agentes cercando os radicais bolsonaristas, que passam a desmontar barracas, juntar pertences e deixar o local com malas. Algumas pessoas foram flagradas chorando e outras rezando antes de serem retiradas.

 

Para Guardas Municipais, Educação e Médicos serão os próximos a cobrar a prefeita

Acampados na frente do Paço Municipal, os Guardas Municipais se sentem desmoralizados pela administração e ainda comentam que logo servidores da Educação é médicos também vão a prefeita nos próximos dias

Os dias passam e a prefeitura de Campo Grande não consegue atender os servidores. Após quase um mês de discussões entre SindGM/CG (Sindicato dos Guardas Municipais de Campo Grande) e Prefeitura de Campo Grande sem chegarem em um acordo, audiência de conciliação deverá ser marcada para que o impasse seja resolvido.

Guardas Municipais cobram que prefeita cumpra a palavra dada a eles Foto Folha de Campo Grande

Pedido da defesa da GM, assinado pelo advogado Márcio Souza de Almeida e Luan Cacique da Silva Palermo é que seja marcada pela Justiça audiência de conciliação. “(…) pugna-se para designação de audiência de conciliação entre as partes, bem como seja a presente procuradoria do município de Campo Grande intimada para se manifestar a respeito do presente pedido”.

A categoria segue acampada em frente ao Paço Municipal, no canteiro da Avenida Afonso Pena, como forma de protesto, já que foram proibidos de fazer greve. A manifestação começou na última segunda-feira (18).

Contudo nesta, quarta-feira (27), o presidente do Sindicato, Hudson Bomfim, declarou que a prefeita não fez nenhum movimento em direção ao pleitos dos Guardas. “Estamos cobrando que a legislação seja cumprida. Acampar aqui não significa nada fisicamente, mas moralmente é uma decepção, Campo Grande foi eleita uma das cidades mais seguras, graças em muito pelo nosso trabalho e somos tratados assim com desrespeito”, afirmou.

“Queremos a solução de três demandas: regulamentação dos plantões, pagamento da periculosidade de 30% a 50% e reenquadramento das categorias. Quando ela assumiu tem o bônus e o ônus, tem que sentar com a gente e cumprir a Lei, se não fizer isso é melhor sair, até entrar um prefeito que de fato queira resolver a questão”. ressaltou.

O Sindicalista ainda não viu nenhum movimento da administração municipal no sentido de dar uma folga no caixa da prefeitura. “Não adianta aumentar a receita, se o limite prudencial não abaixa, não vemos a prefeita Adriane Lopes reduzir os cargos de comissão, daqui uns dias servidores da Educação e o médicos vão protestar também, e aí, será que eles vão ter que acampar aqui”, diz.

Para Hudson Bonfim, o Sindicato luta pelos direitos da categoria, “Somos uma entidade institucional, que vai ficar enquanto os prefeitos passam, o que queremos é reconhecimento pelo nosso serviços, tivemos um reajuste de 5% enquanto a inflação dos últimos doze meses ultrapassou 12%”, calculou.

Os guardas recebem o valor fixo de R$ 168 por plantão de 12h. Conforme a legislação, os guardas de primeira classe deveriam receber R$ 271,97 por plantão. E os de segunda classe R$ 230,20.

“Vamos continuar aqui, até que a Lei seja cumprida, fazemos a nossa parte todos os dias e a administração tem o dever constitucional de fazer a dela”, finalizou o presidente do Sindicato.