Primeira atividade da nova Corregedoria da PGE acontece hoje em Brasília

A nova corregedora-geral da PGE (Procuradoria-Geral do Estado), Fabíola Marquetti Sanches Rahim, realiza nesta segunda-feira (24) correição ordinária na PRB (Procuradoria de Representação em Brasília).

Esta é a primeira atividade externa da atual gestão, que foi eleita no dia 14 de março. Os procuradores Ulisses Schwarz Viana e Leonardo Campos Soares da Fonseca são os responsáveis pela unidade do Distrito Federal.

A correição ordinária é o procedimento de fiscalização ampla do funcionamento da PGE e tem como objetivo verificar a regularidade do serviço e a eficiência do procurador do Estado no exercício de suas funções, no cumprimento das obrigações legais e das determinações do órgão, além de sua conduta pessoal.

Esta medida aproxima a Corregedoria dos procuradores do Estado e de sua assessoria, possibilitando a identificação de eventuais problemas, de ordem funcional ou estrutural, e apontamento de recomendações que auxiliem no melhor desempenho do setor.

“Escolhi iniciar os trabalhos desta nova gestão por Brasília, porque é um escritório estratégico, onde procuradores experientes atuam nos tribunais superiores. Queremos exercer nossa função de maneira preventiva, para melhorar cada vez mais os trabalhos desenvolvidos e tornar tudo mais eficiente, sempre com muito rigor e zelo pelos processos”, afirmou Fabíola Marquetti.

Qualquer notificação acerca dos serviços prestados pelo órgão poderá também ser recebida pelo telefone (67) 3318-2601, pelo e-mail corregedoria@pge.ms.gov.br e pelo canal da ouvidoria disponível no endereço eletrônico: http://www.ouvidorias.ms.gov.br/publico/Manifestacao/RegistrarManifestacao.aspx.

O mandato de Fabíola Marquetti e do corregedor-geral adjunto, Dênis Cleiber Miyashiro Castilho, vai até 31 de março de 2025, podendo ser renovado por mais dois anos.

As atribuições da Corregedoria são de fiscalizar os serviços da PGE e dos demais órgãos do sistema jurídico estadual (assessorias jurídicas das administrações direta e indireta).

Também pode propor ao procurador-geral do Estado a edição de atos normativos e a adoção de medidas capazes de assegurar a máxima eficiência na prestação dos serviços de representação judicial e de consultoria jurídica do Estado. Outra função primordial da Corregedoria é o acompanhamento do estágio probatório dos procuradores em início de carreira.

PGE-MS elege novos membros da Corregedoria

Procuradora do Estado Fabiola Marquetti Sanches Rahim

A PGE (Procuradoria-Geral do Estado) elegeu, na manhã desta terça-feira (14), os procuradores Fabíola Marquetti Sanches Rahim e Dênis Cleiber Miyashiro Castilho para os cargos de corregedor-geral e de corregedor-geral adjunto.

Conforme edital publicado no Diário Oficial do Estado, o mandato dos procuradores vai do dia 3 de abril de 2023 a 31 de março de 2025. Eles foram eleitos durante reunião extraordinária do Conselho Superior da PGE.

As atribuições da Corregedoria são a de fiscalizar os serviços da PGE e dos demais órgãos do sistema jurídico estadual (assessorias jurídicas das administrações direta e indireta).

Procurador do Estado Dênis Cleiber Miyashiro Castilho

Também, tem como competência propor, ao procurador-geral do Estado, a edição de atos normativos e adoção de medidas capazes de assegurar a máxima eficiência na prestação dos serviços de representação judicial e de consultoria jurídica do Estado. Outra função primordial da Corregedoria é o acompanhamento do estágio probatório dos procuradores em início de carreira.

Fabíola Marquetti Sanches Rahim e Dênis Cleiber Miyashiro Castilho substituem os corregedores Carla Cardoso Nunes da Cunha (geral) e Rômulo Augustus Sugihara Miranda (adjunto).

Corregedoria investiga procurador de vídeo postado por Bolsonaro com mentira sobre eleição de Lula

Procurador de Mato Grosso do Sul, Felipe Marcelo Gimenez, diz que as Forças Armadas devem “intervir no sistema político”

A Corregedoria da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) investiga a conduta do procurador de Mato Grosso do Sul, Felipe Marcelo Gimenez, que aparece em um vídeo postado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, na madrugada desta quarta-feira (11), com informações falsas e ataques ao sistema eleitoral. A postagem foi apagada cerca de duas horas depois.

Procurador de MS é investigado — Foto: Reprodução

No vídeo, Gimenez defendeu que as Forças Armadas devem “intervir no sistema político para restabelecer a ordem”. O ato é proibido pela Constituição Federal. O procurador também divulgou teses infundadas e já desmentidas sobre as eleições de outubro e afirmou que o povo brasileiro não tem “poder” sobre o processo de apuração dos votos.

Em nota, a Procuradoria-Geral do Estado informou que o caso foi encaminhado para a Corregedoria, que instaurou uma investigação. A PGE reafirmou a confiança no processo eleitoral e respeito às autoridades responsáveis pela realização do pleito.

“A Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul, instituição essencial ao bom funcionamento do Estado Democrático, reafirma sua confiança no processo eleitoral e o respeito às autoridades estaduais e nacionais responsáveis pela sua realização, não representando a posição desse órgão eventuais manifestações individuais de integrantes de seus quadros”.

A apuração eleitoral dos votos é pública e já foi detalhada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diversas vezes. Os boletins de urna foram divulgados na internet e não houve, até o momento, uma única suspeita de fraude detectada.

A PGE informou ainda que a posição de Gimenez é individual e não representa a do órgão. “A PGE esclarece também que o procurador Felipe Gimenez não representa e não fala em nome da PGE e que não ocupa nenhuma função ou cargo de chefia, nem tem assento no Conselho Superior eleito ou qualquer outra instância deliberativa da Instituição”, diz a nota.

Bolsonaro compartilhou o vídeo a partir da postagem de uma apoiadora – o link original seguia no ar até a manhã desta quarta. De acordo com o sistema da rede social, a postagem original contabilizava 110 mil visualizações.

Operação prende policiais por desviarem e revenderem drogas apreendidas

Operação “Magna Manu”, deflagrada na manhã desta quarta-feira (24) em Campo Grande pela Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul tinha como alvos militares que desviavam drogas das apreensões para a revenda. O 3º Sargento Thiago de Souza Martins, excluído da PM no dia 15 deste mês, e outro policial militar, que ainda não teve o nome divulgado foram presos da operação.

Operação Magna Manu — Foto: Geisy Garnes

Thiago é administrador de perfil no Instagram, com mais de 7 mil seguidores, que divulga vídeos policiais e exalta a atuação de militares em defesa dos “bons costumes”.

Em 2018, Thiago Martins e mais dois militares foram flagrados com contrabando avaliado em R$ 100 mil. O flagrante aconteceu na MS-162, sentido Sidrolândia a Maracaju, após denúncia anônima.

Após a prisão de um traficante em julho, a investigação dos militares teve início. Durante a ocorrência foram localizados nove tabletes de pasta base de cocaína pesando aproximadamente nove quilos. Posteriores investigações foram realizadas e outras diligências levaram a indícios de participação de policiais militares na prática dos crimes de peculato e tráfico de drogas. Eles estavam “tomando” as drogas que apreendiam para eles próprios realizarem o tráfico, ao invés de encaminharem o entorpecente para as delegacias.

Os dois presos foram encaminhados para a Corregedoria da PM, onde serão ouvidos e conduzidos para Presídio Militar Estadual.

As investigações da Magno Manu continuam nos próximos dias.