Policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) trabalham na ocorrência de um assalto que aconteceu perto das 15h desta segunda-feira (13), em uma joalheria localizada na Rua Dr. Nelson de Araújo foi alvo de bandidos em Dourados, a 225 quilômetros de Campo Grande. Os suspeitos levaram várias peças de ouro.
Conforme as primeiras informações da polícia, foram levados produtos avaliados em quase R$ 500 mil. Após o roubo, equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Perícia foram acionadas.
Além disso, há relato de que os bandidos seriam dois homens, que renderam clientes e funcionários e, após o crime, fugiram em uma motocicleta.
Nesta terça-feira (10), uma joalheria localizada em Pedro Juan Caballero foi roubada por criminosos.
De acordo com informações policiais, o local foi invadido por três homens que chegaram a bordo de um veículo, da marca Chevrolet, de cor cinza, modelo Prisma.
Câmeras de monitoramento registraram ação – Crédito: Divulgação
Com armas, eles chegaram ao local e roubaram diversas joias que estavam expostas no local.
A estimativa é que o prejuízo seja em torno 100 milhões de guaranis.
Bandidos armados invadiram uma casa de câmbio na manhã desta terça-feira (13/12) na região central de Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Ainda não há informações sobre valores levados do local.
Após o roubo a casa de câmbio, houve troca de tiros no lado brasileiro da fronteira
Segundo o Dourados News, o assalto ocorreu na Rio Paraná Câmbios, no cruzamento das ruas Julia Miranda Cueto de Estigarribia com a Mariscal López.
A polícia paraguaia começou os trabalhos de investigação.
Momentos depois do fato, uma troca de tiros foi registrada em Ponta Porã, lado brasileiro da fronteira. Porém, ainda não há informações sobre a ligação com o roubo.
O caso aconteceu no cruzamento das ruas Calógeras com a Deputado Aral Moreira. Um VW vermelho foi abandonado próximo a uma mata após colidir contra uma cerca.
O secretário Municipal de Segurança Pública de Ponta Porã, Marcelino Nunes de Oliveira, teve a Toyota Hillux tomada em assalto na noite de quarta-feira (7). O fato ocorreu por volta de 22h, próximo a Linha Internacional, via que divide a cidade brasileira de Pedro Juan Caballero, no Paraguai.
Secretário de Segurança Pública de Ponta Porã teve a caminhonete roubada – Crédito: Ligado na Redação
Conforme relatos da vítima, o servidor retornava com a esposa e o filho de um evento, quando três homens, todos mascarados, chegaram em um VW Parati, fechando a caminhonete onde estava a família.
Armados com pistolas, dois deles desceram e pediram para que todos deixassem o veículo, anunciando, em seguida, o assalto.
À princípio, Marcelino Nunes acreditou se tratar de um sequestro e logo após a abordagem, chegou a trocar tiros com os criminosos, que levaram a Hillux preta, com placas do Mercosul, RWE 3B33.
O caso foi denunciado no 2º Distrito Policial de Ponta Porã e é investigado.
Policiais do Brasil e do Paraguai fizeram buscas na madrugada desta quinta-feira (8), porém, o carro onde estava o servidor ainda não foi encontrado.
Casal e filhos pequenos foram rendidos na região central
Por volta das 21h30 deste domingo (11), uma família passou por momentos de tensão ao ser rendida por bandidos em um semáforo, na região central de Corumbá. No veículo Prisma estavam um homem, 38, a esposa, e os dois filhos do casal, de sete e três anos.
De acordo com informações do site Diário Corumbaense, as vítimas estavam dentro do carro, na Rua Frei Mariano, esquina com a Delamare, quando foram rendidas por quatro indivíduos, sendo que um deles estava armado com um revólver. Na ação, os assaltantes levaram o veículo.
À polícia, o motorista disse que um dos bandidos o revistou e questionou se ele seria policial. Com a negativa, eles mandaram que a família saísse do veículo, momento em que a criança mais nova começou a chorar e homem armado ordenou que todas abaixassem as cabeças.
Em seguida, o quarteto entrou no carro e fugiu pela Rua Delamare. A Polícia Militar foi acionada e, mesmo após buscas nas imediações, não localizou os autores. Também foram levados documentos pessoais que estavam dentro do veículo.
O roubo foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia Civil.
Alex Moreno, de 30 anos, e Denicio de Souza, de 49 anos, estavam foragidos da prisão. A ocorrência foi atendida pelo Batalhão de Choque.
Alex Moreno, de 30 anos, e Denicio de Souza, de 49 anos, foram mortos em confronto contra o Batalhão de Choque da Polícia Militar em uma fazenda, na saída para São Paulo, em Campo Grande nesta segunda-feira (6).
Ambos eram integrantes de facção criminosa e fugitivos do sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul. Alex havia sido condenado por mais de 45 anos de prisão.
Fugitivos foram mortos a tiros pela polícia. — Foto: Reprodução
Conforme os dados do Boletim de Ocorrência, os policiais do Choque foram acionados por uma denúncia anônima de que os dois homens estariam armados e em uma fazenda, na área rural de Campo Grande.
As equipes foram alocadas e iniciaram a incursão na região denunciada. Assim que se aproximaram do local, um dos indivíduos recebeu os policiais com tiro. De imediato, a guarnição revidou. Após ser agredido, o suspeito foi desarmado.
O outro suspeito, assim que viu a polícia, fugiu em disparada, mas foi surpreendido por outra equipe do Batalhão de Choque. Ao se deparar, também trocou tiro com os policiais e foi atingido por um disparo. Os suspeitos foram encaminhados para o Hospital Regional, onde foram constatados os óbitos.
Com Alex e Denicio foram encontradas duas pistolas, uma 9 mm e outra 38 mm. As armas foram encaminhadas para perícia. O caso é investigado pela Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário Cepol.
Marco Camacho ri quando Cynthia Camacho conta sobre o roubo em conversa na cadeia revelada pelo ‘Fantástico’
Em conversa em novembro do ano passado, revelada neste domingo, 14, pelo programa Fantástico, da TV Globo, a mulher de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, conta ao chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC) ter sido assaltada em São Paulo: roubaram seu celular e fizeram transferência via Pix. Os bandidos, no entanto, devolveram o telefone e o dinheiro, ao descobrirem com que ela é casada.
Marcola é considerado líder máximo do PCC e tem mais de 300 anos de pena para cumprir Foto: Gabriela Biló/Estadão/ 22-3-2019
“O trânsito parou, tomei um susto tão grande. Demorei uns segundos para voltar ao normal”, afirmou Cynthia Giglioli Herbas Camacho no Parlatório da cadeia. “Aí devolveram porque viram meu nome. Mandaram entregar lá no salão.” Marcola, então, ri.
Em março deste ano, Marcola, que tem mais de 300 anos de pena para cumprir, foi transferido de Brasília para presídio de Porto Velho, em Rondônia. Na semana passada, a Polícia Federal e o Departamento Penitenciário Nacional fizeram uma operação para prender um grupo que planejava resgatar Marcola e outros líderes do PCC custodiados nas Penitenciárias Federais de Brasília e Porto Velho.
De acordo com a PF, o primeiro plano tinha o nome “STF” e tratava de invasão à penitenciária federal. O segundo, batizado “STJ”, envolvia o sequestro de autoridades do sistema penitenciário. Havia ainda o plano “suicida”, que envolvia uma “provável” rebelião, iniciada pelo próprio Marcola, com a tomada de um servidor público como refém.