Serviços de manutenção foram intensificados pela Agesul, com várias frentes de máquinas e operários.

Os trechos mais danificados da MS-141, MS-480, MS-473, MS-276, MS-395, MS-134 e MS-475 estão sendo recuperados em diversas frentes de trabalho, sob a coordenação da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), autarquia vinculada à Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística (Seilog).
Máquinas e trabalhadores fazem todos os serviços de manutenção e conservação nestas rodovias estaduais que estão localizadas no Vale do Ivinhema, essenciais para o escoamento de produtos, intercâmbio e demandas sociais.
O governador Eduardo Riedel (PP) vem cuidando com prioridade da saúde da infraestrutura rodoviária, segundo o engenheiro Guilherme Alcântara. Ele explica que sobretudo nesta época do ano aparecem os buracos, com maior rapidez e causando grande desgaste do pavimento.
Para garantir segurança e trafegabilidade, a Agesul intensificou as ações de manutenção e conservação na região, ampliando as frentes de serviço em diferentes trechos. O cronograma segue nas demais rodovias do Vale, com equipes atuando em diferentes pontos da malha viária da região.
Alcântara informa que esta intervenção está prevista no “pacote” de R$ 100 milhões anunciado por Riedel. “Primeiro é feita uma avaliação técnica das condições das estradas e depois vem a fase de implantação na Seilog, dentro do programa Pro Reveste. É demanda fundamental, pois a região é corredor estratégico”, disse Riedel. Ele autorizou a Pasta a fazer a alocação dos recursos para atender a emergência. “É preciso que se dê sobrevida a essas rodovias, prolongando sua vida útil, até que se iniciem as obras estruturantes do Crema”, explicou.

Crema é a sigla de Contratos de Restauração e Manutenção por Desempenho, um modelo de execução técnica que foi criado pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) para contratar manutenção e restauração com metas de desempenho. A recuperação definitiva da malha já está em preparação. O Estado já projetou, com apoio do Banco Mundial, a reestruturação de cerca de 730 quilômetros de rodovias no Vale do Ivinhema por esse modelo.









