Censo Escolar 2025 aponta queda no abandono e nas reprovações e aumento das aprovações em todas as etapas. O ensino médio teve avanços expressivos.
Os dados refletem o sucesso de políticas voltadas para o fortalecimento de todas as etapas, com um destaque especial para o Ensino Médio que registrou melhoras nos indicadores de aprovação, reprovação e abandono.
A Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul alcançou os melhores indicadores já registrados na educação básica, informa publicação do Ministério da Educação (MEC) no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
Os dados, divulgados nesta sexta-feira (26/06) como parte do Censo Escolar 2025, apontam avanços em todas as etapas avaliadas, com destaque para o Ensino Médio, que teve melhora nos índices de aprovação, reprovação e abandono.
“Se observarmos o ciclo de quatro anos, desde 2022, os dados apontam importantes crescimentos. Isso é reflexo de um investimento sistêmico, que envolve toda a Rede. Foram reformas, valorização dos profissionais, investimentos em tecnologia, aquisição de materiais de qualidade e um cuidado especial com a equidade no atendimento, sem deixar ninguém para trás”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Hélio Daher.
Queda no abandono O abandono escolar na Rede Estadual apresentou forte redução entre 2022 e 2025. No Ensino Médio, o índice caiu de 5,1% em 2022 para 0,8% em 2025. No Ensino Fundamental, recuou de 1,3% para 0,2% no mesmo período.
Aprovação em alta Também houve aumento na taxa de aprovação. Em 2022, o Ensino Médio registrou 82,5% de aprovados, enquanto o Ensino Fundamental marcou 91,3%. Segundo o Censo Escolar 2025, as taxas subiram para 95,2% no Ensino Médio e 97% no Ensino Fundamental.
Reprovações em queda Os percentuais de reprovação acompanharam a tendência positiva: no Ensino Médio, passaram de 12,4% em 2022 para 4% em 2025; no Ensino Fundamental, baixaram de 7,4% para 2,8% no mesmo intervalo.
Ampliação de ofertas e investimentos Para o secretário Hélio Daher, os avanços também estão relacionados à ampliação de ofertas como o Ensino em Tempo Integral e a Educação Profissional, que atingiram os maiores percentuais da história da Rede Estadual em Mato Grosso do Sul.
“Chegamos à universalização das duas ofertas neste ciclo, ou seja, presentes em todos os municípios de Mato Grosso do Sul. Hoje, temos 213 escolas em todo o Estado com turmas de Ensino em Tempo Integral. Na Educação Profissional, chegamos à marca R$ 230 milhões investidos no decorrer do ano, com mais de 50 mil estudantes atendidos. Essa diversificação nas ofertas e a garantia de boa estrutura para todos, faz com que os nossos jovens permaneçam na escola, aprendendo com mais qualidade”, destacou.
Os resultados do Censo Escolar 2025 corroboram, conforme o governo estadual, o impacto das políticas públicas implementadas nos últimos anos voltadas ao fortalecimento da educação básica em Mato Grosso do Sul.
Com informações da Assessoria de Comunicação SED (Foto de capa: Cid Nogueira/SED/Arquivo –Artes: Reprodução)
Universidad de Buenos Aires (UBA) e Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC) são as melhores da região, de acordo com o QS World University.Universidade de São Paulo (USP) fica em terceiro lugar.
Universidade de São Paulo (USP): É a terceira colocada no rancking entre 1500 instituições com pontuação de 64,1.
Bloomberg Línea — Universidades de Argentina, Brasil, Chile, México e Colômbia voltam a figurar entre as melhores da América Latina, segundo o QS World University Rankings 2027.
Assim como no relatório do ano passado, apenas a Universidade de Buenos Aires conseguiu entrar no top 100 mundial, ocupando a 84ª posição global. A segunda colocada na região, a Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC), está na posição 119.
Na edição deste ano, as instituições públicas da região voltam a se destacar: seis das dez primeiras do ranking latino-americano são públicas.
O QS World University Rankings mantém o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, como a melhor instituição do mundo, com pontuação máxima de 100 pontos.
Na sequência aparecem o Imperial College London (Reino Unido), com 99,2 pontos, e a Universidade Stanford (EUA), com a mesma pontuação.
Unicamp é a segunda universidade brasileira melhor pontuada, em 8ª colocação, com 47,9 pontos.
O ranking considera mais de 1.500 instituições de 106 países e territórios.
As 20 melhores universidades da América Latina 1-Universidad de Buenos Aires (UBA) — Argentina: 72,3 2-Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC): 65,6 3-Universidade de São Paulo (USP): 64,1 4-Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM): 62,3 5-Universidad de Chile: 57,1 6-Tecnológico de Monterrey — México: 57,0 7-Universidad de los Andes — Colômbia: 52,8 8-Universidade Estadual de Campinas (Unicamp): 47,9 9-Universidad Nacional de Colombia: 46,4 10-Pontifícia Universidad Católica del Perú (PUCP): 41,4 11-Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ): 40,8 12-Pontifícia Universidad Javeriana — Colômbia: 38,5 13-Universidad de Costa Rica: 34,1 14-Universidad Nacional de La Plata (UNLP) — Argentina: 33,5 15-Unesp: 32,0 16-Pontifícia Universidad Católica Argentina: 30,9 17-Universidad Austral — Argentina: 30,9 18-Universidad de Santiago de Chile (USACH): 29,8 19-Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG): 28,3 20-Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio): 27,8
Ranking: A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está em 3º lugar na pontuação, com 40,8 pontos.
Desafios em educação e emprego para os jovens Segundo relatório do Banco Mundial, os sistemas educacionais da região “não estão necessariamente entregando habilidades úteis para o trabalho”. Três em cada quatro jovens de 15 anos não dominam conceitos básicos de matemática, e mais da metade não consegue ler adequadamente.
Como resultado, 22,8% das empresas da região identificam uma força de trabalho com educação inadequada como uma limitação importante ou muito grave — acima da média global de 19%.
As falhas nos sistemas educacionais, as características do mercado de trabalho, as desigualdades de gênero e a falta de habilidades digitais freiam o emprego juvenil na era da inteligência artificial na região, explica Daniela Trucco, oficial superior de Assuntos Sociais da Divisão de Desenvolvimento Social da Cepal, à Bloomberg Línea.
“Na região, 20% dos jovens entre 15 e 29 anos não estudam nem trabalham de forma remunerada, e esse percentual se manteve relativamente estável na última década”, disse a especialista.
De acordo com o relatório Education at a Glance 2025, da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), países como Colômbia (27%), Brasil e Costa Rica (ambos com 24%) apresentam os maiores índices de jovens que não estudam nem trabalham na região.
Cerca de 30% dos jovens da região não concluem o ensino médio — o que evidencia uma crise de aprendizagem que a pandemia aprofundou. Além disso, “muitos jovens sentem que o que aprendem não é relevante para seu futuro profissional”, segundo Trucco.
A América Latina enfrenta o desafio de não gerar empregos de qualidade em quantidade suficiente. Trucco explicou que os jovens enfrentam maiores barreiras de acesso e uma proporção maior de inserção no mercado informal, sem benefícios sociais.
Espera-se que um número crescente de jovens latino-americanos se afaste dos trabalhos tradicionais na agricultura e na indústria para migrar para o setor de serviços — embora este se caracterize por baixos níveis de produtividade na região, segundo relatório da organização Ayuda en Acción em parceria com a Cepal.
Até 2030, “em um cenário realista”, mais de 1,2 milhão de jovens em 16 países da América Latina deixariam o setor agrícola e cerca de 640.000 sairiam da indústria, enquanto mais de 1,8 milhão ingressariam no setor de serviços.
Com isso, mais de 60% dos jovens ocupados se concentrarão em serviços públicos e empresas (34%) e no comércio (30%), contra apenas 8,2% na agricultura e 7,4% na construção, aponta o Estudo prospectivo de emprego jovem na América Latina: a educação e formação para o trabalho como eixo central.
Reformas na escola estadual, instalação de iluminação LED solar e autorização para pavimentar 24,7 km da MS-040 foram anunciadas pelo governador Eduardo Riedel.
O Governo de Mato Grosso do Sul anunciou, nesta quinta-feira (25/05), investimentos superiores a R$ 111 milhões em obras urbanas e rodoviárias em Santa Rita do Pardo. Durante agenda de trabalho no município, o governador Eduardo Riedel homologou a implantação e a pavimentação do primeiro trecho da rodovia MS-040, entre Santa Rita do Pardo e Brasilândia, entregou a reforma da Escola Estadual José Ferreira Lima e autorizou a instalação de iluminação pública com luminárias de LED solar no anel rodoviário que liga as rodovias MS-040 e MS-338.
A Escola é a única da Rede Estadual no município, atende 430 alunos, do 7° ano do Ensino Fundamental até o 3° ano do Ensino Médio. A intervenção moderniza a infraestrutura , amplia a acessibilidade, fortalece a segurança e proporciona melhores condições para o desenvolvimento das atividades pedagógicas.
“A escola aqui em Santa Rita está completamente reestruturada. Além disso, unidades habitacionais são construídas, temos ordem de serviço para restaura de pavimento dentro da cidade e a rodovia MS-040, que estamos autorizando, o primeiro trecho de quase 25 quilômetros, e de Brasilândia para cá vai começar também com o lote 4”, afirmou o governador Eduardo Riedel.
A reforma da Escola Estadual José Ferreira Lima recebeu mais de R$ 9,4 milhões e incluiu ampliação com acessibilidade. A unidade, única da rede estadual no município, atende 430 alunos do 7º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, incluindo duas extensões.
Segundo o diretor Willians Delfino, a intervenção trouxe melhorias significativas para funcionários e estudantes. “Agora temos mais comodidade. A reforma e ampliação nos proporcionaram uma cozinha melhor e refeitório, que nós não tínhamos. Além de um pavilhão com laboratório de ciências, química, física e biologia”, disse Delfino.
A aluna Ana Júlia Oliveira da Silva, 14 anos, comemorou as obras. “Eu comecei a estudar aqui este ano. Já cheguei com a escola reformada, toda novinha. Gostei de tudo, não tem como descrever, porque tudo está bem bonito”, afirmou a estudante.
A reforma contemplou a construção de dois novos pavilhões (cozinha, refeitório, laboratório de Química, sala de tecnologias educacionais e banheiros), além de adequações para climatização, com infraestrutura para ar-condicionado em todas as salas.
“Muitas pessoas andam a pé ou de bicicleta naquela área, para trabalhar no frigorífico. Então o asfalto e a iluminação foram muito importantes”(Professora Ivone Rodrigues).
O programa MS Ativo Municipalismo financiou a instalação de iluminação pública no anel rodoviário, com investimento de mais de R$ 1,3 milhão. Foram instalados 150 postes metálicos e 150 luminárias autogeradoras em LED solar, tecnologia que utiliza energia renovável e reduz custos de operação e manutenção.
A nova iluminação, segundo as autoridades, aumenta a segurança de motoristas, ciclistas e pedestres e melhora a mobilidade urbana e a infraestrutura viária, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável do município.
“A obra no anel rodoviário e a iluminação no local contribuem para a segurança da população. Muitas pessoas andam a pé ou de bicicleta naquela área, para trabalhar no frigorífico. Então o asfalto e a iluminação foram muito importantes”, comentou a professora e moradora rural Ivone Rodrigues.
A Escola Estadual José Ferreira Lima também tem uma quadra de vôlei de areia e uma horta.
A pavimentação da MS-040 entre Santa Rita do Pardo e Brasilândia abrangerá 24,7 quilômetros e deve integrar melhor os municípios da região leste do estado, reduzindo tempo de deslocamento e custos logísticos para o transporte de pessoas e da produção agropecuária.
“Tem um novo eixo de desenvolvimento que é a chegada pelo estado de São Paulo entrando aqui no Mato Grosso do Sul, via Brasilândia. Isso faz toda a diferença para a região que está em franco desenvolvimento”, declarou Riedel.
Segundo o governo, os dois primeiros lotes da obra já estão em fase final de licitação, com os processos encaminhados para homologação. As demais etapas têm projetos concluídos e a previsão é que sejam licitadas no primeiro semestre de 2027, seguindo o cronograma de implantação integral do corredor.
A iniciativa faz parte de um projeto maior de articulação logística que conecta áreas produtoras e o município de Santa Rita do Pardo aos polos industriais de Três Lagoas e Brasilândia, importante para o escoamento de madeira, celulose, grãos, gado e insumos industriais, além de ampliar a integração com o estado de São Paulo.
Com informações da Assessoria de Comunicação Governo de MS (Fotos: Álvaro Rezende/Secom-MS)
Os moradores das cidades de Alcinópolis, Sete Quedas e Caarapó estão sendo beneficiados com obras de infraestrutura e melhoria nas escolas, proporcionadas pelas emendas apresentadas pelo senador Nelsinho Trad.
4,9 milhões de reais: Caarapó , Alcinópolis e Sete Quedas serão contempladas com as emendas liberadas pelo Senador Nelsinho Trad.
No total são quatro emendas que totalizam R$ 4,9 milhões, sendo R$ 3,3 milhões já liberados ou empenhados. Para Caarapó o senador atendeu com duas emendas no valor de R$ 1 milhão cada, sendo que já foram liberadas para cada um dos contratos R$ 204.777,31.
Serão liberados mais R$ 795.222,69 para recapeamento e pavimentação asfáltica de diversas vias urbanas e mais R$ 795.222,69 para aquisição de lousas digitais que vão melhor o trabalho dos professores que poderão ministrar aulas mais interativas e inclusivas.
As escolas beneficiadas são: CMEI Aristides Maciel da Silva, CMEI Dona China, CMEI professor Armando Campos Belo, CMEI Professor Júlio Ushigima, CMEI Rita Tereza de Araújo Silva, CMEI Eneida Claro Alvares, EM Cândido Lemes dos Santos, EM Indígena Ñandejara, EM Rui Barbosa, EM Professor Moacir Franco de Carvalho.
O senador Nelsinho Trad destinou também R$ 1.980.000,00 para ampliação e construção de novos banheiros na Escola Municipal Alcino Carneiro, em Alcinópolis. “Educação sempre mereceu nossa atenção. Quando fui prefeito de Campo Grande, os professores da rede municipal tinham um dos melhores salários do Brasil, as nossas escolas eram equipadas e estruturadas e os professores eram valorizados, tinham acesso a cursos como pós-graduação”, lembrou o senador.
Para Sete Quedas, o senador Nelsinho Trad conseguiu, via emenda, a liberação de R$ 995.000,00 para reforma e ampliação da escola municipal Inácio de Castro.
Reforma de R$ 9,3 milhões ampliou laboratórios e espaços. O governador visitou a unidade e conheceu projetos de robótica, banda e cultivo sem agrotóxicos.
“Estou impressionado com a escola e com os alunos. A estrutura é ótima e tudo acontece de maneira muito organizada. Atender a todos é o nosso objetivo” (Riedel).
Com aulas que combinam tecnologia, música e cultivo na horta, alunos da Escola Estadual Sebastião Santana de Oliveira, no bairro José Abrão, aprendem de forma prática e desenvolvem habilidades em várias áreas do conhecimento.
A proposta pedagógica integra disciplinas e adapta métodos às necessidades dos estudantes, valorizando saberes já presentes e preparando-os para o futuro.
O governador Eduardo Riedel visitou a escola nesta segunda-feira (22/06) e acompanhou parte da rotina escolar. “Estou impressionado com a escola e com os alunos. A estrutura é ótima e tudo acontece de maneira muito organizada. Atender a todos é o nosso objetivo”, afirmou.
Amanda Nogueira Bispo, 12 anos, aluna do 7º ano do ensino fundamental, relata que experiências interativas facilitam a aprendizagem. “Eu gosto de aula assim, que envolve a gente. Isso facilita o aprendizado”, explicou. Em uma das atividades, os estudantes pesquisam o período renascentista durante uma aula de artes no laboratório de informática.
A professora de artes e coordenadora da área de Linguagem, Leide Monteiro, destaca a contribuição das ferramentas digitais para o ensino da disciplina. “A tecnologia auxilia muito na minha disciplina, porque eu trabalho com imagens, eles têm que ver as obras”, disse.
“Eu gosto da área. Quero fazer engenharia da informação. Eu aprendi a programar, entender a linguagem da programação. Isso estimula muito qualquer área de conhecimento, matemática, física” (Guilherme Miyagi).
No projeto de robótica, alunos são estimulados em programação e construção de robôs, com aplicação de conteúdos de matemática e física. “Inserimos recentemente os drones, e a gente já tinha programação. Tudo isso chama a atenção dos alunos. E várias disciplinas se encontram nas nossas aulas, como matemática e física. Os alunos passam a ver a ciência na prática, usam raciocínio lógico, é interessante”, explicou o professor de Física e responsável pelas aulas de robótica, Leonardo da Costa.
Guilherme Miyagi, 17 anos, aluno do 3º ano do ensino médio, participa do projeto há três meses e comemora os primeiros avanços. “Eu gosto da área. Quero fazer engenharia da informação. Eu aprendi a programar, entender a linguagem da programação. Isso estimula muito qualquer área de conhecimento, matemática, física”, disse Guilherme.
Reforma e entrega A escola passou por reforma completa com investimento superior a R$ 9,3 milhões para abrigar laboratórios e o espaço da horta.
As intervenções beneficiaram cerca de 300 alunos, do 5º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio. A obra foi concluída há pouco mais de um ano e entregue oficialmente ao público ontem (22/06).
“Nós estabelecemos regras e explicamos tudo para os alunos no início do ano letivo. A conservação da escola é resultado do respeito ao bem público, ao patrimônio. É um bem de todos e precisa ser cuidado”, afirmou o diretor Domingos Nogueira.
Horta e práticas sustentáveis O terreno destinado à horta é ocupado por hortaliças cultivadas sem uso de agrotóxicos e serve como ambiente de aprendizagem para os alunos. “Eu comecei a partir do projeto este ano porque senti interesse em descobrir como se faz o plantio de algo. Gostei muito por ser uma horta totalmente natural”, contou Brain de Oliveira, 15 anos.
Brain disse ainda que pretende montar a própria horta em casa. “Eu ainda não consegui fazer minha horta em casa, mas eu quero. As únicas plantas que tem no quintal são comigo-ninguém-pode e espada-de-são-jorge. É coisa de pessoas mais velhas, mas aqui na escola aconteceu de os mais novos conhecerem os tipos de plantas”, disse o estudante.
O diretor explica que os alunos têm liberdade para escolher os projetos, com orientação da escola conforme interesse e aptidão. “O aluno fica livre para escolher e a gente direciona de acordo com o que ele demonstra interesse, além do talento ou afinidade. No caso da horta, alguns dos nossos alunos são da área rural, por isso acabam se envolvendo, ajudando e contribuindo para o aprendizado dos demais. E a gente alia conhecimentos de tecnologia e química, quando precisa, por exemplo fazer um inseticida natural, tudo isso se integra no aprendizado”, disse Domingos.
“Eu acredito que desenvolve muita coisa, além do nosso cognitivo. Eu aprendi muito, a música e a banda contribuíram para isso” (Sofia Franco).
Música e banda marcial A música também integra a formação dos estudantes. Sofia Franco, 14 anos, do 9º ano, é trombonista e participa da banda da escola desde os 9 anos. “Eu acredito que desenvolve muita coisa, além do nosso cognitivo. Eu aprendi muito, a música e a banda contribuíram para isso”, afirmou.
O professor da banda marcial, Brian Coronel, observa que muitos alunos começam sem experiência prévia. “Eles começam do zero aqui. E muitos dos alunos chegam na banda porque viram algum ensaio aberto. Tocamos uma variedade grande de músicas e desperta o interesse dos demais, para participarem”, explicou.
Investimentos na rede Oferecer educação pública de qualidade é uma prioridade do governo do Estado, que tem ampliado investimentos em infraestrutura e expansão de vagas.
A Rede Estadual de Ensino (REE) atende aproximadamente 190 mil alunos.
Segundo o governo, com mais de R$ 1,2 bilhão em investimentos, reformas foram realizadas em 70% das unidades escolares estaduais, totalizando 240 escolas revitalizadas — ação que, conforme a administração, reforça o compromisso com a qualidade do ensino e a inclusão.
Com informações da Assessoria de Comunicação Governo de MS
A nova MP do Lula cria “Exame da OAB” da Medicina.
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante ato de inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de São João del-Rei (HU-UFSJ), em Divinópolis – MG – (Foto: Ricardo Stuckert / PR).
A Medida Provisória assinada ontem (19/06) torna exame nacional obrigatório para registro no conselho. A mudança vale para quem entrou na graduação a partir de hoje e abre semestre com prova descentralizada em todo o país
O que foi assinado Ontem, sexta-feira (19/06), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma Medida Provisória (MP) que cria a Política Integrada para Formação Médica no Brasil.
A norma, publicada no Diário Oficial da União e com vigência imediata, estabelece uma nova regra para quem quer exercer a Medicina no País: só terá registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) o médico que atingir a nota mínima no Enamed — o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica.
Sem o registro no CRM, o profissional não pode exercer a medicina legalmente. A MP funciona, na prática, como um “Exame da OAB” da Medicina.
Quem precisa passar no Enamed A exigência de proficiência no Enamed não vale para todos os recém-formados imediatamente. Ela será aplicada apenas aos estudantes que ingressaram na graduação de Medicina a partir da data de publicação da MP no Diário Oficial da União (ou seja, a partir de 19 de junho de 2026).
Quem já estava na graduação antes dessa data: continua com as regras anteriores e não precisa obrigatoriamente do Enamed para o CRM.
Quem entrou na Medicina a partir de 19 de junho de 2026: precisará passar no Enamed para obter o registro no CRM.
Edição 2026: As inscrições vão até 29 de junho, pelo portal oficial do governo. As provas ocorrerão em 13 de setembro, das 13h30 às 18h30 (horário de Brasília), em todos os estados e no Distrito Federal. O cronograma prevê cartão de confirmação em 4 de setembro, gabarito preliminar em 15 de setembro e resultados finais em 4 de dezembro.
Como será o Enamed A nova legislação define que o Enamed será: -Obrigatório para todos os concluintes de Medicina no Brasil;
-Aplicado semestralmente, a cada seis meses, pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira);
-Realizado de forma descentralizada, em municípios que possuem faculdades de Medicina, para alcançar todo o território nacional.
-O recém-formado que não atingir a nota mínima poderá refazer o exame nas edições seguintes, sem perder o direito de tentar novamente.
O que muda para quem se formou fora do Brasil A MP também altera as regras para médicos formados em instituições estrangeiras. A grande mudança é:
O Enamed substitui integralmente a primeira fase (teórica) do Revalida — o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira.
Com isso: – Médicos formados fora e graduados no Brasil farão exatamente a mesma prova teórica (o Enamed);
-A segunda etapa do Revalida (prática, em estações clínicas que simulam atendimentos reais) continua obrigatória para quem se formou fora.
Por que o Enamed agora é obrigatório O presidente do Inep, Manuel Palacios, explicou que tornar o Enamed um pré-requisito para o CRM serve como ferramenta de monitoramento da qualidade dos cursos de Medicina, tanto públicos quanto privados.
Segundo Palacios: -Haverá controle mais preciso da qualidade da formação das instituições;
-O estudante poderá escolher melhor em qual faculdade ingressar, com mais informações sobre a qualidade do curso;
-A medida assegura à população serviços médicos de qualidade.
Resultados passados: Na edição de 2025, com mais de 39 mil concluintes, 351 cursos de medicina foram avaliados no país. Na Bahia, mesmo com o maior número de participantes do Nordeste, 12 cursos ficaram abaixo da média brasileira. Ao todo, 107 cursos obtiveram notas 1 ou 2, consideradas insuficientes pelo MEC, levando a sanções administrativas, como redução de vagas e o bloqueio de novos contratos de financiamento por meio do Fies. Por outro lado, 243 cursos receberam avaliação regular ou boa (notas entre 3 e 5), e apenas 14% atingiram o conceito máximo (nota 5).
Quando a regra começa a valer A MP entra em vigor imediatamente após publicação. Porém: A exigência de passar no Enamed para ter CRM começa a ser aplicada aos alunos que ingressaram na graduação de Medicina a partir da publicação da norma (de 19 de junho de 2026).Isso evita impacto imediato para quem já está cursando Medicina e vai se formar nos próximos anos.
Histórico: a avaliação estava prevista desde 2015 O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, destacou que a avaliação de estudantes de Medicina já estava prevista desde 2015, com a criação do programa Mais Médicos, mas não avançou nas gestões federais anteriores.Com a nova MP, essa avaliação se torna efetiva e obrigatória, fechando um ciclo de mais de 10 anos de expectativa.
Em resumo: o que muda na prática A nova regra transforma o Enamed em barreira oficial para o exercício da Medicina no Brasil, criando um padrão nacional de qualidade e alinhando a formação médica a um exame obrigatório semelhante ao que a OAB exige para advogados.
Diferenças principais entre o sistema anterior e o novo sistema: -Registro no CRM: antes não exigia exame nacional obrigatório; com a MP, exige nota mínima no Enamed.
-Quem precisa passar: antes não havia requisito nacional unificado; com a MP, apenas quem ingressou a partir de 19 de junho de 2026.
-Frequência do exame: antes não tinha definição clara; com a MP, o exame ocorre semestralmente, a cada seis meses.
-Local de prova: antes limitado a alguns centros; com a MP, prova descentralizada em todos os municípios com faculdade de Medicina.
-Formados fora do Brasil: antes precisavam da fase teórica do Revalida; com a MP, fazem o mesmo Enamed dos formados no Brasil.
-Fase prática do Revalida: antes obrigatória; com a MP, continua obrigatória.
A nova medida cria um padrão nacional de avaliação da formação médica, garantindo que todos os médicos que ingressaram na graduação a partir de agora passam por um exame unificado para obter o registro profissional e exercer a Medicina no Brasil.
Centro criado a partir de lei do deputado Professor Rinaldo consolida atendimento especializado e apoio a estudantes com autismo no Estado.
“Ver esse trabalho completar 10 anos, transformando vidas e fortalecendo a educação especial, é motivo de orgulho para todos nós que acreditamos em uma escola mais humana, acessível e preparada para atender cada estudante em sua individualidade”.
Criado a partir da Lei nº 4.770/2015, de autoria do deputado estadual Professor Rinaldo Modesto, o CEAME/TEA — Centro Estadual de Atendimento Multidisciplinar para Educação Especial/Transtorno do Espectro Autista — comemorou 10 anos de atuação em Mato Grosso do Sul. O parlamentar participou da solenidade realizada pela Secretaria de Estado de Educação, destacando os avanços conquistados na área da educação inclusiva ao longo da última década.
A legislação proposta pelo deputado autorizou a criação de centros avançados voltados à capacitação de educadores e ao fortalecimento da inclusão escolar no Estado, resultando posteriormente na regulamentação do CEAME/TEA por meio do Decreto nº 14.480/2016.
Atualmente, a unidade é referência no atendimento e apoio às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), oferecendo avaliação e acompanhamento multiprofissional, orientação às famílias, formação continuada de professores, apoio pedagógico às escolas e ações voltadas à inclusão dos estudantes autistas.
Durante o evento, o deputado Professor Rinaldo ressaltou a importância da iniciativa e o impacto social construído ao longo desses 10 anos.
“O CEAME/TEA representa um avanço histórico para a inclusão em Mato Grosso do Sul. Ver esse trabalho completar 10 anos, transformando vidas e fortalecendo a educação especial, é motivo de orgulho para todos nós que acreditamos em uma escola mais humana, acessível e preparada para atender cada estudante em sua individualidade”, afirmou o deputado.
Ao longo da última década, o centro se tornou um importante instrumento de apoio às escolas e às famílias sul-mato-grossenses, contribuindo diretamente para a promoção da inclusão e do desenvolvimento educacional de estudantes com TEA em Mato Grosso do Sul.
Além do transporte coletivo, Adriane dirige mal, esburacando a saúde, as finanças, a infraestrutura e a transparência.
Prefeita Adriane Lopes ainda é muito lembrada pelo título de pior prefeita de todas as capitais brasileiras.
Decretada intervenção na Prefeitura de Campo Grande. Não é 1º de abril, nem piada ou trolagem, mas simplesmente um comentário que começou a rolar desde quando veio a informação oficial sobre o decreto da prefeita Adriane Lopes (PP), determinando intervenção temporária no Consórcio Guaicurus, concessionária do serviço de transporte coletivo da Capital.
Com prazo de 180 dias (vai até dezembro), a drástica medida foi recebida com sentimentos variados, principalmente alívio, descrédito e ceticismo, mas com alguma esperança.
Esse descrédito é natural e surge diante de questionamentos dos mais simples: se a prefeita não cuida como deveria da saúde, do ensino, das finanças, da manutenção da cidade, da transparência e da defesa do interesse público, como é que vai cuidar do transporte coletivo?
Se em nove anos – está no poder desde 2017 – ela não conseguiu sequer tapar os buracos da região onde mora, como vai resolver os atrasos, superlotação, frota envelhecida, altas tarifas, ônibus sem acessibilidade 100%, falta de pontos suficientes?
Além do prazo de validade vencido, muitos ônibus quebram por causa da buraqueira que a prefeita não consegue tapar, primeiro porque deu o calote nas empreiteiras e em segundo lugar porque não tem apreço pela cidade que prometeu ter a melhor gestão de todos os tempos.
Faz o contrário: sua gestão é a pior de todas as capitais brasileiras, de acordo com pesquisas de opinião pública e indicadores de desempenho. Não é por acaso a falta de credibilidade, que cresce a cada dia.
Ônibus atolado nas ruas “cuidadas” pela prefeita Adriane Lopes. (Foto: Redes Sociais).
Privataria
A intervenção no transporte público está calçada por um relatório técnico de uma Comissão Especial do município e em uma determinação da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande.
A decisão verificou o descumprimento de cláusulas do contrato de concessão, constatando graves irregularidades como a frota insuficiente, vencida e sucateada, reprovação em inspeções técnicas (com riscos à segurança dos usuários), falhas sistemáticas e descumprimento de horários nas linhas. Incapaz de resolver os problemas sob a sua responsabilidade, a prefeita tenta lavar as mãos e empurrar os “abacaxis” para que terceiros os descasquem.
Uma dessas tentativas, por enquanto frustrada, seria a terceirização. Ela tenta tirar do poder público e entregar às Organizações Sociais (OSs) – uma espécie de privatização – os serviços institucionalmente de responsabilidade da prefeitura, como os de saúde e educação. Só falta incluir neste “pacote” a infraestrutura.
Sob forte pressão popular, a Câmara Municipal, por maioria, rejeitou a proposta da prefeita de iniciar em duas unidades a terceirização da saúde. Mas ela estaria também abrindo brechas para terceirizar a educação, por meio de um vereador que apoia este tipo de processo privatizante.
O Ministério Público (MPMS) investiga a crise na saúde, apontando entre os focos a dívida milionária com fornecedores de remédios, a escassez crônica de insumos e profissionais nas unidades, frota de viaturas e equipamentos de emergência insuficiente, filas intermináveis e até falta de remédios.
Imagens rotineiras nas unidades de saúde da Capital.
Assim como atrasou os repasses devidos pela prefeitura para o Consórcio Guaicurus, Adriane também negligenciou no pagamento de sua parte à Santa Casa e aplicou calote nos fornecedores da saúde. E para afundar ainda mais sua performance no setor, ela responde a um procedimento do MPMS sobre a destinação que deu a mais de R$ 156 milhões que deveriam ser aplicados pelo Fundo Municipal de Saúde.
Em vários pontos da cidade, buracos em ruas de Campo Grande “ganham” placas de protestos.
Buracos
Em abril passado a prefeitura divulgou que desde janeiro já havia tapado quase 100 mil buracos nas sete regiões urbanas.
Junho passou da metade e a enorme quantidade de buracos segue infernizando a vida das pessoas e as condições de carros, bicicletas, motos e ônibus. E a culpada não é a chuva, que quando cai agrava uma situação já existente há muito tempo.
Uma das causas, além da falta de atenção à cidade, está atribuída a esquemas de medições fraudadas em contratos de tapa-buracos, que estão denunciados e investigados pelo MPMS, no âmbito de investigações da Operação “Buraco Sem Fim”. Algumas empreiteiras encarregadas desse trabalho chegaram a paralisar as máquinas em protesto contra o atraso no pagamento dos contratos.
Aumento salarial
A esdrúxula ideia de privatização do ensino público passou a ser alimentada quando a prefeita apareceu com o projeto de terceirização da saúde. A resistência às duas barbaridades ainda impera e não as deixa avançar, porém não se sabe até quando. O pior é que Adriane sempre inventa um factóide para desviar a atenção.
Um dos mais recentes foi o anúncio de aumento salarial aos servidores, ilustrado pelo discurso de que a prefeitura campo-grandense paga aos professores o melhor salário entre todos os municípios brasileiros.
A mentira de Adriane Lopes não durou uma passagem da noite para o dia. A Federação dos Trabalhadores em Educação (Fetems), o vereador e ex-prefeito Marquinhos Trad (PDT) e o deputado estadual Pedrossian Neto (Republicanos) desmentiram a prefeita categoricamente.
Bastou o relatório oficial publicado pela Fetems para derrubar a falsa informação da prefeita. O salário pago aos professores campo-grandenses não é o maior dos 5.569 municípios do País e muito menos do próprio Estado.
O maior salário pago a professores com nível médio e jornada de 40 horas no estado é do Governo de Mato Grosso do Sul, com R$ 8.671,41.
Campo Grande está no 10º lugar, abaixo de Sidrolândia (com R$ 7.509,38), Três Lagoas ( R$ 7.444,43), Água Clara (R$ 6.602,56), Angélica (R$ 6.105,74), Corumbá (R$ 6.092,24), Tacuru (R$ 6.089,28), Sonora (R$ 6.089,28) e Ribas do Rio Pardo (R$ 6.035,31).
Encontro fechou sem definição. Nova reunião com a categoria ficou marcada para 24 de junho.
Titular da Segov (Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais), Ulisses Rocha argumentando sobre a indefinição do reajuste. (Foto: Osmar Veiga).
A Prefeitura de Campo Grande adiou nesta segunda-feira (15/06) a decisão sobre a aplicação do reajuste previsto na política do Piso 20h para professores, inicialmente estimado em 5,4%. Após quase duas horas de reunião a portas fechadas no Paço Municipal, o Executivo solicitou mais 10 dias para apresentar uma proposta à categoria.
O encontro reuniu a prefeita Adriane Lopes (PP), membros do primeiro escalão, uma comissão de vereadores e a comissão de professores liderada por Gilvano Kunzler, presidente da Associação Campo-Grandense de Professores (ACP).
Ficou agendada nova rodada de negociações para quarta-feira, 24 de junho.
Segundo Ulisses Rocha, titular da Secretaria Municipal de Governo e Relações Institucionais (Segov), o Executivo e a categoria tem o desejo de cumprir o aumento, mas é necessário “entender a real situação” das contas públicas. Rocha citou redução nos repasses do ICMS, queda do Fundeb e mudanças no IPTU no início do ano como fatores que complicam o cumprimento do acordo firmado em 2025.
Presidente da ACP Gilvano Kunzler, afirmou que categoria está em fase de negociações (Foto: Osmar Veiga).
Durante a reunião, a Prefeitura apresentou oficialmente os números da educação, incluindo os repasses do Fundeb e o montante de recurso próprio destinado ao setor, informou Kunzler. Apesar do adiamento, a categoria se mostrou confiante de que o compromisso será cumprido.
“Foram apresentadas algumas hipóteses de remanejamento dentro das verbas da educação. Saímos com a previsão de que, na reunião do dia 24, serão apresentadas todas as alternativas para viabilizar os 5,2% de reposição”, disse o sindicalista, que ressaltou o tom negociador do Executivo.
Kunzler afirmou ainda que o andamento das tratativas será informado em assembleia hoje e descartou a possibilidade imediata de indicativo de greve. “Dificilmente vamos sair com indicativo de greve porque a Prefeitura acenou com esses estudos”, concluiu.
Governo de MS e Sicredi firmam parceria para implantar programas “A União Faz a Vida”, “Finanças na Mochila” e “Cooperativas Escolares” na Rede Estadual de Ensino.
Parceria entre Governo e Sicredi foca em formação de estudantes mais conscientes.(Fotos: Saul Schramm/Secom-MS)
A formação de estudantes mais conscientes sobre o uso do dinheiro, preparados para a vida em sociedade e alinhados aos valores da cooperação e da responsabilidade coletiva está no centro do acordo de cooperação firmado nesta segunda-feira (15/06) entre o Governo de Mato Grosso do Sul e o Sicredi.
A iniciativa permitirá ampliar a presença de programas de educação financeira, cooperativismo e cidadania nas escolas da Rede Estadual de Ensino, fortalecendo competências consideradas essenciais para os desafios do século XXI.
Programas já reconhecidos nacionalmente A parceria estabelecida entre a Fundação Sicredi e a SED (Secretaria de Educação) prevê a implantação e o fortalecimento de iniciativas como: -“A União Faz a Vida” -“Finanças na Mochila” -“Cooperativas Escolares”.
Programas já reconhecidos nacionalmente por estimular o protagonismo estudantil, a cooperação, a responsabilidade coletiva e a educação financeira desde os anos iniciais da formação escolar.
“Estamos preparando os jovens para o mercado de trabalho, ampliando oportunidades e conectando a educação às demandas do desenvolvimento do Estado”. (Riedel).
Riedel: “impacto real na formação dos alunos” Durante a assinatura do acordo, o governador Eduardo Riedel destacou que a iniciativa está alinhada à estratégia educacional adotada pelo Estado e atende a demandas estruturais relacionadas à formação dos estudantes.
“Temos feito investimentos consistentes na infraestrutura das escolas, na formação dos professores e na organização pedagógica da rede. Nosso objetivo é garantir que cada iniciativa incorporada ao ambiente escolar tenha impacto real na formação dos alunos e contribua para melhorar os indicadores educacionais”, afirmou.
Segundo o governador, Mato Grosso do Sul consolidou uma das maiores redes de ensino em tempo integral do país, com 63% das escolas nesse modelo, além de ampliar significativamente a oferta de ensino técnico e profissionalizante.
“Em 2023, cerca de 16% dos alunos do ensino médio estavam matriculados em cursos técnicos. Hoje, esse percentual chega a 45%. Estamos preparando os jovens para o mercado de trabalho, ampliando oportunidades e conectando a educação às demandas do desenvolvimento do Estado”, destacou.
Riedel também enfatizou os avanços na transformação digital da educação, impulsionados pela expansão da conectividade nas unidades escolares e pela incorporação de novas tecnologias ao processo de ensino-aprendizagem.
Investimento nas futuras gerações Mais do que uma parceria institucional, o acordo é tratado pelos envolvidos como um investimento na formação das futuras gerações, estimulando desde a educação básica competências como: -Colaboração -Protagonismo juvenil -Educação financeira -Empreendedorismo -Participação comunitária -Cultura cooperativista
Os estudantes da Rede Estadual terão acesso a conteúdos e experiências que contribuam para o desenvolvimento de competências financeiras, sociais e empreendedoras, fortalecendo a capacidade de tomada de decisões conscientes e o exercício da cidadania.
Sicredi: “educação como pilar estratégico” Para o presidente da Central Sicredi Brasil Central, Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira, a formalização da parceria representa a ampliação de programas educacionais já consolidados em diversas regiões do país para a rede estadual de ensino de Mato Grosso do Sul.
“Essa cooperação técnica materializa o grande diferencial do cooperativismo. Além dos serviços financeiros, temos uma fundação com foco essencialmente educacional, que desenvolve programas voltados para crianças, jovens e educadores. Hoje damos um passo importante ao oficializar esse acordo de cooperação com o Estado de Mato Grosso do Sul, assegurando a presença estruturada dos nossos programas educacionais nas escolas estaduais. Essa parceria reafirma nosso compromisso com a educação como um pilar estratégico para o desenvolvimento das pessoas, das comunidades e dos territórios onde estamos presentes”, frisou.
Secretaria de Educação: “entusiasmo com parceria que agrega valores” Já a secretária-adjunta de Estado de Educação, Mary Nilce Peixoto, avaliou que a parceria amplia as oportunidades de aprendizagem dos estudantes ao incorporar temas como cooperativismo, cidadania e educação financeira ao ambiente escolar. Segundo ela, os programas poderão ser trabalhados de forma transversal, dialogando com diferentes componentes curriculares e contribuindo para a formação integral dos alunos.
“Recebemos essa parceria com muito entusiasmo porque ela agrega conhecimento e valores importantes para a formação dos nossos estudantes. Os programas permitem trabalhar temas como cooperativismo, cidadania e educação financeira de forma transversal, integrando diferentes disciplinas e contribuindo para que os alunos estejam cada vez mais preparados para os desafios da vida em sociedade”, disse.
Competências financeiras, sociais e empreendedoras Com a implantação dos programas A União Faz a Vida, Finanças na Mochila e Cooperativas Escolares, os estudantes da Rede Estadual terão acesso a conteúdos e experiências que contribuam para o desenvolvimento de competências financeiras, sociais e empreendedoras, fortalecendo a capacidade de tomada de decisões conscientes e o exercício da cidadania.
Com informações da Assessoria de Comunicação do Governo de MS