Furgão com moderna tecnologia foi apresentado a prefeitos e começa a operar em agosto.

A Agência Estadual de Regulação (Agems) apresentou durante o IV Congresso de Municípios de Mato Grosso do Sul, na terça-feira (09/06), o furgão com equipamentos de alta tecnologia para aprimorar as análises da água consumida pela população.
O furgão, que dispõe de laboratório já identificado e com programação de começar a operar em dois meses, foi apresentado pelo diretor-presidente da agência, Carlos Alberto de Assis.
“A regulação moderna e consciente não se limita a monitorar, medir e regular, porque tem compromisso e consciência de seu papel social” (Carlos Alberto Assis)
Denominado Labô MS, este equipamento é uma iniciativa em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), com o objetivo de fortalecer as ações de monitoramento e acompanhamento da qualidade do produto. “A regulação moderna e consciente não se limita a monitorar, medir e regular, porque tem compromisso e consciência de seu papel social”, definiu Assis, ao reforçar uma das bases conceituais de sua gestão.
O vice-governador José Carlos Barbosinha e o secretário de Saúde, Maurício Corrêa, acompanharam o ato. Segundo explicação de Assis, o projeto de modernização deste serviço consiste na implantação de uma estrutura laboratorial móvel, equipada para analisar a água em campo, permitindo a coleta, processamento e geração de informações técnicas preliminares diretamente nas localidades atendidas.
O Labô MS não substitui os laboratórios oficiais, órgãos de vigilância sanitária, operadores dos sistemas de abastecimento ou quaisquer competências legalmente atribuídas a outras instituições públicas, pontuou. Ele disse que o trabalho a ser desenvolvido com a unidade será integrado e colaborativo, respeitando integralmente as atribuições de cada órgão envolvido.

Ações planejadas
De acordo com Assis, o novo laboratório móvel irá atuar de forma planejada, por meio de cronogramas mensais e roteiros previamente definidos, e em parceria com instituições públicas e órgãos competentes, quando necessário. Mas poderá ir a campo por demandas técnicas, em situações emergenciais, denúncias, suspeitas de alteração da qualidade da água ou solicitações institucionais relacionadas ao saneamento básico.
Durante as ações em campo, a equipe terá condições de realizar uma série de atividades. Os resultados terão um caráter técnico preliminar, podendo subsidiar ações de monitoramento, levantamentos de campo, relatórios técnicos e apoio às atividades regulatórias e de fiscalização relacionadas ao saneamento básico.
O monitoramento da qualidade será fortalecido pelo Estado, contribuindo para reduzir riscos do consumo de água inadequada, ampliando o direito do acesso à informação, apoiando Municípios e outras instituições especializadas.








