Lei Orçamentária: Carlão vê sintonia dos poderes pela cidade

Previsão de receita e despesa para este ano é de R$ 6,4 bilhões e atende todos os setores

Uma das mais estudadas, completas e democráticas edições da Lei Orçamentária Anual (LOA) foi elaborada para o atual exercício, segundo avaliação do presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, Carlão Borges (PSB). Para ele, a grade orçamentária prevendo uma receita total de R$ 6,4 bilhões saiu de um processo em que a sintonia entre Executivo e Legislativo foi determinante e não feriu a autonomia de cada poder. O montante é 18% maior que o do exercício anterior.

Carlão citou alguns exemplos deste entendimento, que considerou produtivo institucional e politicamente. Um deles foi o olhar detalhado dos técnicos do Executivo e dos 29 vereadores para os problemas mais desafiadores da Capital de Mato Grosso do Sul.

Vereadores terão R$ 440 mil para emendas que garantem investimentos no Município | Foto Izaías Medeiros

“Todas as áreas sob responsabilidade do poder publico foram contempladas, com as dotações orçamentárias distribuídas da melhor forma possível, inclusive com a perspectiva de preencher os eventuais vazios na prestação de serviços”, considerou Carlão.

A proposta da LOA começou a tramitar em agosto de 2023 e lida em plenário no final do mesmo mês. passou por quatro meses de debate e apreciação nas comissões, até ser votada e aprovada em 28 de dezembro, após duas sessões consecutivas.
O texto final contém 624 emendas dos vereadores, 187 delas impositivas, que obrigatoriamente precisam ser cumpridas pela Prefeitura. Cada parlamentar terá direito a R$ 440 mil para suas emendas e metade do recurso será destinado à área da saúde.