Mulher é sequestrada e torturada pelo ex-companheiro

A vítima possui medida protetiva contra o ex-companheiro, pois em 2022 também sofreu as mesmas agressões

Uma mulher, de 36 anos, foi sequestrada, mantida em cárcere privado e torturada pelo ex-marido. O crime aconteceu em Bataguassu, MS.

De acordo com informações do site Cenário MS, a vítima conseguiu fugir do agressor e procurou a Delegacia de Atendimento à Mulher.

A mulher relatou que foi surpreendida pelo ex-companheiro por volta das 21h. O homem, de 64 anos, foi até a casa da vítima, começou a agredi-la com socos na cabeça e a arrastou pelos cabelos para sua residência que fica a alguns metros de distância.

Na casa do agressor, a mulher foi espancada e surrada com cinta de couro. Momentos depois, ele tira a roupa da vítima e passa a agredi-la no banheiro, debaixo do chuveiro com uma mangueira de jardim.

Após as sessões de tortura, o suspeito mandou a vítima se vestir e a trancou em um dos cômodos da casa. Para fugir, a mulher ofereceu dinheiro para o agressor comprar droga, pois sabia que era dependente químico. O homem aceitou a proposta com a condição da vítima acompanhá-lo até a boca de fumo.

Ainda segundo o depoimento, a mulher aproveitou um momento de distração do suspeito na rua, pegou uma bicicleta na calçada e fugiu. Após horas andando sem destino, a mulher procurou a casa de uma amiga onde conseguiu abrigo.

Na manhã seguinte, o suspeito encontrou a residência onde ela estava e tentou invadir. A mulher e a amiga permaneceram trancadas dentro da casa.

Após o episódio traumático, a mulher conseguiu ir até a Delegacia da Mulher e registrar a ocorrência. Ainda segundo informações, a vítima possui medida protetiva contra o agressor, pois em 2022 também sofreu as mesmas agressões enquanto morava em uma Fazenda, no interior do município.

O caso foi registrado como sequestro e cárcere privado, lesão corporal dolosa, violência doméstica e descumprimento de decisão judicial. O caso segue em segredo de justiça. Até o momento da publicação desta matéria, o suspeito ainda não havia sido localizado.

Criança de 7 anos é sequestrada e estuprada após ser deixada em carro

A Polícia Civil de Douradina está empenhada em solucionar um caso de estupro e agressão física de uma menina indígena de sete anos de idade, que reside com a família em uma aldeia do município.

Conforme informado pelo Dourados News, na noite de 31 de dezembro de 2022 a criança foi com os pais passar a virada do ano na festa de Douradina, quando em determinado momento o pai deixou a família e foi atrás de uma pessoa. Como ele estava demorando muito, a mãe da criança deixou ela no carro e foi procurar o homem. Ao retornar para o veículo o casal não encontrou a criança.

Eles a procuraram por toda cidade sem obter êxito. No dia seguinte (1º de janeiro) a criança apareceu na cidade pedindo socorro à população, ela estava completamente nua e bastante machucada, com o rosto lesionado e com sangue por todo o corpo e na região genital.

Populares acolheram a criança e acionaram a polícia. Após os exames foi constatado que a menina foi estuprada e agredida com socos e pancadas. Ela foi internada para receber atendimento médico.

O delegado Eliel Raimundo Alves, titular de Douradinha e Itaporã, informou que a polícia segue com as investigações do caso e pede o apoio da população para quem tiver alguma informação, que entre em contato e denuncie.

Várias pessoas já foram ouvidas e a polícia têm algumas linhas de investigação, entretanto, até o momento não há informações sobre a autoria do crime.

Carro de idosa que foi sequestrada em frente da UPA é encontrado abandonado

O veículo Volkswagen Gol de uma idosa foi encontrado abandonado no bairro Guanandi. Na última segunda-feira (29), a mulher foi sequestrada e roubada por dois indivíduos enquanto esperava seu marido em frente a UPA.

A Polícia encontrou o veículo enquanto realizava rondas pela região. Eles viram o carro que parecia estar abandonado. Ao checarem, descobriram que ele havia sido roubado e logo associaram ao caso da idosa que foi sequestrada. O utilitário foi guinchado e encaminhado para a Defurv (Delegacia de Furtos e Roubos).

A Polícia encontrou o veículo enquanto realizava rondas pela região Foto Divulgação

O caso
Uma idosa, de 73 anos, foi sequestrada em frente a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Coophavila II e teve seu carro roubado, na noite de segunda-feira (29). Ela foi abordada por dois indivíduos armados que a obrigaram entrar no banco de trás do carro.

A mulher estava esperando seu marido, que estava no interior da unidade. Um dos sequestradores, ao abordá-la, colocou a arma de fogo no pescoço da vítima. Eles andaram com a vítima do Coophavila até a entrada das moreninhas pela BR 163 e a abandonaram em frente a uma empresa.

Durante o sequestro, os indivíduos realizaram um terrorismo psicológico com a idosa, ameaçando a vida dela e de seus familiares. Diante a situação, a idosa passou a senha de suas contas bancárias.

Idosa é sequestrada no Coophavila II e abandonada no rodoanel

Uma idosa, de 73 anos, foi sequestrada por dois assaltantes na frente do Centro Regional de Saúde (CRS) do Bairro Coophavila 2, em Campo Grande, na noite desta segunda-feira (29), enquanto estava no carro esperando o marido ser atendido na unidade de saúde. A vítima foi abandonada em um rodoanel.

Conforme registro policial, a mulher foi surpreendida pelos criminosos por volta das 19h56. Ela estava sentada no banco traseiro do carro. Um dos suspeitos estava armado e a obrigou a sentar no banco do passageiro, na frente do veículo.

Feita de refém, ela foi obrigada a seguir com os homens no carro por cerca de 15 quilômetros. Durante todo o trajeto ela relatou que foi constantemente ameaçada e teve que entregar o celular, cartão do banco e a senha.

No anel rodoviário da cidade, próximo as Moreninhas a vítima foi abandonada pelo suspeitos, que fugiram com o veículo e seus pertences.

Ela conseguiu pedir ajuda e acionou a Polícia Militar. Buscas foram feitas em toda a região, mas os homens não foram localizados.

Segundo a vítima os dois criminosos tinham, aparentemente, “25 anos, pele clara e estatura mediana”.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol como roubo majorado pela restrição de liberdade da vítima, violência ou ameaça exercida com emprego de arma de fogo.