Idosa é sequestrada no Coophavila II e abandonada no rodoanel

Uma idosa, de 73 anos, foi sequestrada por dois assaltantes na frente do Centro Regional de Saúde (CRS) do Bairro Coophavila 2, em Campo Grande, na noite desta segunda-feira (29), enquanto estava no carro esperando o marido ser atendido na unidade de saúde. A vítima foi abandonada em um rodoanel.

Conforme registro policial, a mulher foi surpreendida pelos criminosos por volta das 19h56. Ela estava sentada no banco traseiro do carro. Um dos suspeitos estava armado e a obrigou a sentar no banco do passageiro, na frente do veículo.

Feita de refém, ela foi obrigada a seguir com os homens no carro por cerca de 15 quilômetros. Durante todo o trajeto ela relatou que foi constantemente ameaçada e teve que entregar o celular, cartão do banco e a senha.

No anel rodoviário da cidade, próximo as Moreninhas a vítima foi abandonada pelo suspeitos, que fugiram com o veículo e seus pertences.

Ela conseguiu pedir ajuda e acionou a Polícia Militar. Buscas foram feitas em toda a região, mas os homens não foram localizados.

Segundo a vítima os dois criminosos tinham, aparentemente, “25 anos, pele clara e estatura mediana”.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Cepol como roubo majorado pela restrição de liberdade da vítima, violência ou ameaça exercida com emprego de arma de fogo.

Obra abandonada em ponto de ônibus aterroriza comerciantes na Av. Bandeirantes

O impacto das grandes obras da prefeitura municipal no cotidiano da população, em especial a intervenção na Avenida Bandeirantes, vem gerando transtornos aos comerciantes que querem alterações no projeto, principalmente em relação ao corredor de ônibus, e também a execução dos trabalhos por etapas.

Comerciantes também declaram que desde o início das obras a quantidade de acidentes aumentou consideravelmente

Eles alegam que perderam vagas de estacionamento da Avenida Bandeirantes em decorrência as obras realizadas pela prefeitura. A avenida que está sendo transformada em via rápida, dificulta o acesso dos clientes e causou queda no comércio.

Outro ponto apresentado pelos empresários é o abandono do ponto de ônibus ao meio da avenida e a lentidão do cronograma de execução da obra.

A comerciante Wanessa Leonardo conta que “nós perdemos o estacionamento, além disso a avenida ficou com o trânsito mais perigoso, pois antes eram 3 faixas de rolamento e agora só duas”, reclama.

Já para Rose Coronel a obra do ponto de ônibus abandonada traz muito prejuízos ao seu comércio. “Faz 3 anos, antes da pandemia eles deixaram esses passatempo atrapalhando a vida de todo mundo”, critica.

Outra comerciante é mais contundente. “Eles não terminam e não tiram essa joça daqui, que fica causando transtorno em nosso comércio. Acho que a prefeitura deveria arrancar isso daqui, morei 10 anos em São Paulo é lá funciona esse tipo de estrutura, mas em Campo Grande não vai funcionar”, dispara Fabiana Garcia.

Comerciantes também declaram que desde o início das obras a quantidade de acidentes aumentou consideravelmente, também dizem que não foram consultados, apenas informaram que seria uma avenida moderna igual as de São Paulo. “Olha a modernidade aí”, ironiza Rose Coronel.

Elas são unânimes em avaliar que a obra que limita vagas de estacionando, diminui as pistas e amplia a escala de acidentes de trânsito, é um contrassenso, “como pode ser útil uma coisa que só traz transtornos”, conclui Fabiana