No caminho de Costa Rica a Paraíso das Águas, a obra de pavimentação da MS-316 avança com serviços de terraplanagem e aplicação de sub-base, base e capa asfáltica em TSD (Tratamento Superficial Duplo) – técnica constituída por duas aplicações de ligante asfáltico. Na prática, o trecho está em preparação para receber o revestimento conhecido como CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), um dos mais utilizados em rodovias brasileiras.
A obra da MS-316 é considerada estratégica para a logística do Estado, já que a rodovia será mais um eixo de integração das regiões Norte e Bolsão, atendendo o deslocamento das pessoas e beneficiando o escoamento da produção agropecuária – soja, milho, cana de açúcar e eucalipto, entre outras culturas.
O investimento do Estado chega aos R$ 72,1 milhões (Foto Agesul)
Com 33% de execução, a pavimentação do lote 1 da rodovia, composto por 30,80 quilômetros, é tocada pela construtora São Cristóvão e fiscalizada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul). O investimento do Estado chega aos R$ 72,1 milhões.
“As obras de pavimentação contribuem com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. Essa da MS-316 vai ligar regiões produtivas e contribuir com o crescimento do Estado. Estamos trabalhando para atender as demandas da população”, afirmou o secretário Hélio Peluffo, da Seilog (Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística).
Segundo a Agesul, os dispositivos de drenagem da rodovia já foram instalados e aproximadamente 25 quilômetros de terraplanagem já estão concluídos, assim como 18 quilômetros de sub-base, base e TSD. A obra deve ser concluída até fevereiro de 2024, conforme contrato.
Em outro ponto da MS-316, o Estado, por meio da Agesul, investe R$ 13,9 milhões na obra de implantação e pavimentação do anel viário de Paraíso das Águas. O serviço ocorre no trecho de 4,16 quilômetros da rodovia que vai da MS-223 até a BR-060.
“Vai beneficiar essa região, que é produtora, atender a comunidade, atrair investimentos e gerar oportunidades”, disse o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Hélio Peluffo
A obra de pavimentação da MS-379, entre Douradina e o distrito de Bocajá, avança com a aplicação da mistura asfáltica conhecida como binder. O material é aplicado antes do pavimento para fazer a ligação da base da rodovia.
Por meio da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul), o Estado investe R$ 13,9 milhões na pavimentação de 6,2 quilômetros da MS-379, ligando a BR-163 ao início do trecho urbano de Bocajá.
O Estado investe R$ 13,9 milhões na pavimentação de 6,2 quilômetros da MS-379 (Foto: Agesul)
Enquanto uma equipe trabalha com a mistura asfáltica para depois aplicar o revestimento conhecido como CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), um dos mais utilizados em rodovias brasileiras, outra frente de serviço finaliza a terraplanagem.
A obra promete levar desenvolvimento para a região. “Vai beneficiar essa região, que é produtora, atender a comunidade, atrair investimentos e gerar oportunidades. Estamos atentos às demandas dos municípios com o objetivo de melhorar a vida da nossa população”, destacou o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Hélio Peluffo.
Além da rodovia, outro investimento do Estado para Douradina foi contratado nesta semana pela Agesul. Três pontes de concreto armado serão construídas em estradas vicinais na divisa com Dourados. Ao custo de R$ 4,5 milhões, as travessias serão instaladas sobre os rios Laranja Doce e Laranja Lima (2).
As obras levam logística ao campo, contribuem com o escoamento da produção local e atendem moradores e trabalhadores da região.
Obra de integração de uma rica região produtora de grãos, a pavimentação da MS-166 em Maracaju entrou na reta final nesta semana. Segundo expectativa de engenheiros que trabalham no local, a conclusão deve ocorrer no próximo mês de maio.
Ao todo, 37,53 quilômetros da rodovia recebem asfalto novo. O trecho começa no Posto do Polaco (BR-267) e segue até a Estrada da Água Fria (MS-460).
A obra recebe investimento de R$ 71,7 milhões (Foto: Agesul)
Com a melhora nas condições do tempo e trégua das chuvas, operários e maquinários vão intensificar os serviços de terraplanagem nos últimos quatro quilômetros da rodovia. Também vai ganhar reforço a aplicação de capa asfáltica nos 10 quilômetros finais do trecho.
A obra recebe investimento de R$ 71,7 milhões. Parte desses recursos (R$ 18,9 milhões) vem da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) – tributo federal arrecadado sobre a venda dos combustíveis.
Licitada e fiscalizada pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), a pavimentação está 66% concluída, conforme última medição. Já a execução da capa asfáltica está em 73%.
O Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Região Central de Mato Grosso do Sul, que tem a prefeita de Campo Grande Adriane Lopes como presidente, aprovou em primeira assembleia extraordinária neste sábado (25), em Sidrolândia, a aquisição da usina móvel de pavimentação asfáltica e pá carregadeira, que vai acelerar e reduzir custos dos serviços de pavimentação das cidades participantes.
A presidente do Consórcio Adriane Lopes, ressalta a importância dessa primeira ação e aprovação para os municípios.
Coordenado pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, além da Capital, o Consórcio Central MS reúne os municípios de Dois Irmãos do Buriti, Sidrolândia, Terenos e Jaraguari.
A presidente do Consórcio Adriane Lopes, ressalta a importância dessa primeira ação e aprovação para os municípios. “O Consórcio é um projeto de sucesso, que não visa lucro, modernizando a nossa gestão e processos. É uma maneira nova de fazer gestão com transparência, celeridade e compromisso. E nós entendemos que a maior demanda e necessidade dos nossos municípios é de obras de infraestrutura, pavimentação e drenagem”.
“Hoje é um marco para nossos municípios e estamos empenhados no mesmo processo, que é a entrega ágil para a população”, acrescenta a prefeita de Sidrolândia, Vanda Cristina Camilo.
O Consórcio funciona com administração própria e autonomia. O objetivo é garantir para a população das cidades integrantes, mais agilidade na execução dos serviços públicos e na aquisição de bens que promovam geração de oportunidades, riquezas renda, empregos e desenvolvimento territorial sustentável.
“O material utilizado e fabricado pela usina é de extrema qualidade e vai garantir que o serviço de asfalto ou tapa-buraco seja acelerado e não precise ser refeito. O que garante isso é a autonomia nos serviços que podem acontecer durante todos os dias e turnos. Com isso seremos capaz de concluir a pavimentação de uma rua inteira em dois dias, por exemplo”, explica o diretor executivo do Consórcio Central – MS, Vanderlei Bispo.
O modelo traz uma série de vantagens que podem ser revertidas para o cidadão, já que, com o grupo, é possível resolver problemas relacionados às mais variadas áreas, desde resíduos sólidos, recapeamento, até estradas vicinais. A gestão associada e cooperada tem a premissa de buscar soluções em conjunto, podendo, cada município, propor e executar medidas locais e regionais para promover o desenvolvimento. A busca por parcerias, convênios e contratos nas diversas instâncias públicas e privadas, governamentais e não-governamentais, nacionais ou internacionais, também serão estimuladas nesse formato.
O Consórcio ainda vai explorar o que cada município tem de melhor, revertendo essas competências em serviços e políticas ambientais que sejam favoráveis a todos os consorciados. Além disso, o grupo tem a prerrogativa de proteger os recursos sustentáveis da região, promovendo a recuperação do passivo ambiental, o gerenciamento de planos de manejo de recursos naturais no território e o estabelecimento de parcerias empresariais para o uso de tecnologias agrícolas de menor impacto ambiental.
A solenidade de assinatura do Estatuto do Consórcio Central – MS contou com os prefeitos de Campo Grande, Adriane Lopes; de Sidrolândia, Vanda Cristina Camilo; de Terenos, Henrique Wancura Budke; de Dois Irmãos do Buriti, Wladimir de Souza Volk e representante de Jaraguari, Lucas Tonet, além do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Gerson Claro e vereadores dos municípios participantes.
Presidente da Assembleia Legislativa afirma que “é uma via de extrema importância para o município, e por isso estamos trabalhando para garantir mais infraestrutura e trazer conforto e segurança aos moradores e turistas”
Eleito 16 vezes o melhor destino de ecoturismo do Brasil, Bonito tem recebido inúmeras obras estruturantes do Governo do Estado, viabilizadas pelo deputado estadual Paulo Corrêa (PSDB), para impulsionar o trade turístico do município, conhecido pelas águas cristalinas e outras belezas naturais que encantam visitantes do mundo todo.
Paulo Corrêa. com o prefeito de Bonito, Josmail Rodrigues observando a estrada Foto assessoria
O presidente da Assembleia Legislativa solicitou ao governador Reinaldo Azambuja, nesta semana, a pavimentação de um trecho de 2,8 quilômetros, que liga o Jardim Marambaia à Rodovia do Turismo, que dá acesso aos balneários banhados pelo Rio Formoso.
“É uma via de extrema importância para o município, que dá acesso a diversos atrativos turísticos, e por isso estamos trabalhando para garantir mais infraestrutura e trazer conforto e segurança aos moradores e turistas”, disse Paulo Corrêa.
Prefeito de Bonito, Josmail Rodrigues afirma que a obra vai levar avanços significativos para a cidade. “Esse trecho é muito importante para nossa cidade, além de interligar o acesso ao aterro sanitário com o perímetro urbano, interliga a cidade a rodovia do Turismo dando maior acessibilidade à população e turistas. Um avanço significativo tanto na questão ambiental como na infraestrutura urbana”, avalia.
Conforme a secretária de Turismo, Juliane Salvadori, a obra significa mais desenvolvimento ao município. “Estamos avançando na infraestrutura turística da nossa cidade e isso traz benefícios tanto para nossa comunidade quanto para os visitantes. E essa ligação do asfalto da Marambaia até a Rodovia do Turismo será outro trecho importantíssimo para esse desenvolvimento”, completa.