Mulher se nega a emprestar R$ 20 e leva várias facadas de outra

Uma mulher, de 45 anos, foi presa em flagrante suspeita de tentar matar outra mulher, de 48 anos, com mais de 10 golpes de faca em Ivinhema (MS), a 289 km de Campo Grande, nesse domingo (29). A vítima foi socorrida em estado grave, segundo a Polícia Civil.

A vítima segue internada e se encontra estável, segundo as autoridades policiais Foto Ivinotícias

De pronto, a vítima, que se encontra em estado grave de saúde, foi socorrida e passa por cuidados médicos.

O crime ocorreu na área rural de Ivinhema. Logo após o crime, a polícia começou as buscas pela suspeita e a identificaram. Segundo a polícia, a mulher confessou o crime e indicou onde deixou a arma utilizada no crime. A faca foi apreendida e vai passar por perícia.

Segundo o delegado Gustavo Oliveira, a suspeita não informou as motivações do crime.

Testemunhas contaram à polícia que a mulher estava na casa de um homem que havia pedido para ela ir cozinhar para ele, quando a autora chegou e chamou a vítima, que saiu e voltou momentos depois ferida.

A mulher tinha sido esfaqueada no abdômen, pernas e torso, sendo socorrida e encaminhada para o hospital da cidade, onde aguarda transferência para outra unidade de saúde.

A casa da autora foi indicada pelas testemunhas, mas quando os policiais chegaram à residência ninguém foi localizado. Já no hospital e com dificuldade de falar, a vítima contou que foi chamada pela autora que lhe pediu R$ 20, mas ela negou.

A polícia investiga o caso. A vítima segue internada e se encontra estável, segundo as autoridades policiais.

A Polícia Civil de Ivinhema salienta a importância da participação da comunidade no combate ao crime, motivo pelo qual reforça que as denúncias anônimas poderão ser feitas por meio do “Whatsaap” da SIG (67- 99208-9491), garantindo-se o sigilo dos denunciantes.

 

PL nega autoria de relatório que contesta resultado de urnas eletrônicas

Relatório assinado por Instituto Voto Legal e engenheiros diz que não é possível validar resultados das eleições. Partido afirmou que versão divulgada por site é “obsoleta”

O PL — partido de Valdemar Costa Neto e ao qual o presidente Jair Bolsonaro também é filiado — negou, na noite desta terça-feira (15/11), que vá questionar o resultado das eleições deste ano. Um suposto relatório foi divulgado pelo site O Antagonista. O portal afirmou que a sigla vai pedir a anulação do pleito de 2022 — que definiu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como novo presidente.

(crédito: José Cruz/ABr)

O Correio também teve acesso ao documento, que também tem a logo PL e é assinado por Carlos Rocha, presidente do Instituto Voto Legal (IVL); seu vice Márcio Abreu; e pelo engenheiro Flávio Gottardo de Oliveira — os dois últimos são formados pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). O relatório diz não ser “possível validar os resultados gerados em todas as urnas eletrônicas de modelos 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015”.

“Para encontrar evidências de que este grupo de urnas não teria funcionado corretamente, foi realizada uma análise inteligente dos dados contidos nos arquivos Log de Urna de todos os modelos de urna eletrônica, utilizados nas eleições de 2022”, diz trecho do relatório.

Por meio de nota, o PL afirmou que o resultado da fiscalização do partido termina apenas no mês de dezembro e rechaçou a matéria do portal. “Está em andamento. Ainda não foi divulgada qualquer versão final do relatório, temos estudos em andamento. A versão publicada pelo Antagonista é obsoleta e não está assinada por ninguém”, diz o comunicado.

Na semana passada, Valdemar da Costa Neto não reconheceu a vitória de Lula nas eleições deste ano. O dirigente partidário disse que a legenda não se posicionaria sobre a lisura do pleito até a divulgação do relatório da fiscalização das Forças Armadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — que no dia seguinte, assim como as outras entidades fiscalizadoras, também não encontrou indícios de fraude no processo eleitoral.

Hospital não confirma morte de jovem por colocação de piercing

A direção da Fundação de Serviços de Saúde de Dourados (Funsaud), que administra o Hospital da Vida onde Andressa Souza, de 20 anos, morreu no último sábado, disse que não é possível afirmar que a morte da jovem tenha referência com a colocação do piercing.

Andressa Souza colocou piercing há um mês e teve complicações (Reprodução)

Andressa foi atendida pelas equipes de neurocirurgia e infectologia da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do hospital e chegou a ficar internada por 24 dias.

Durante esse período, ela foi submetida a uma cirurgia para “drenagem de abscesso cerebral” e recebeu cuidados intensivos. Segundo a nota da Funsaud, a morte foi confirmada com o diagnóstico de “choque séptico e encefalite” — infecção generalizada, que atingiu o cérebro.

O texto diz ainda que a jovem chegou ao hospital com histórico de crise convulsiva e suspeita de comprometimento neurológico grave. “ A paciente foi encaminhada para o Hospital da Vida, unidade de referência em neurologia, pelo município de Itaporã/MS, no dia 14 de junho de 2022, com histórico de crise convulsiva e suspeita de comprometimento neurológico grave”.

Ao Globo , a mãe da jovem, Maria Aparecida da Silva Oliveira, de 47 anos disse que a filha colocou o  piercing há dois meses e ficou com a boca inflamada antes da internação.

“Foram feitos vários exames e aí o médico descobriu, segundo o que eles passaram para o meu genro, que teria sido por causa do piercing que ela estava usando. Ela teve uma infecção por causa do piercing. Essa infecção foi parar na corrente sanguínea e da rede sanguínea ela se alojou no cérebro. E afetou 37% do cérebro dela”, disse.

Segundo o hospital, “não é possível afirmar que a evolução do quadro clínico da paciente até seu óbito tenha referência com a colocação do piercing”.