Menina de 11 anos morre após ser agredida e estuprada dentro de casa enquanto mãe estava em bar

O crime aconteceu enquanto a menina cuidava de dois irmãos; ainda não há suspeitos e investigações são realizadas pela Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (Deam)

Aos 11 anos de idade, uma menina foi assassinada em Campo Grande depois de ser estuprada na própria casa na noite desse domingo (11). O caso aconteceu no Bairro Nossa Senhora das Graças, na região da Vila Nasser.

De acordo com a polícia, a mãe da criança estaria em um bar consumindo bebida alcoólica e teria deixado a menina cuidando dos irmãos, sendo um menino de três anos e um bebê.

O caso foi registrado na noite desse domingo (11), em Campo Grande. — Foto: José Aparecido

Conforme o boletim de ocorrência, ao retornar para casa, a mãe da menina a encontrou caída no chão da cozinha ensanguentada, com ferimentos no rosto e inconsciente. As outras duas crianças estavam em um quarto da residência.

Abalada, a mulher pediu por ajuda aos vizinhos, que acionaram o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar.

Socorristas tentaram reanimar a criança durante uma hora, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

De acordo com a polícia, a mãe das crianças estava visivelmente sob o efeito de álcool e foi presa em flagrante pelo crime de abandono de incapaz.

O plantonista do Conselho Tutelar foi acionado, porém não compareceu ao local para fazer o atendimento aos menores. Foi necessária a ajuda de vizinhos para que as crianças fossem levadas para a delegacia.

A polícia realiza interrogatórios, mas ainda não há suspeitos. O caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher (Deam), como estupro de vulnerável, homicídio qualificado e abandono de incapaz.

Mãe chega em casa e flagra vizinho estuprando filha de sete anos

Um homem de 49 anos foi preso em flagrante no último domingo (06) após ser acusado de estuprar uma menina de sete anos. As informações são de que o caso aconteceu por volta das 15h30, no bairro Popular Nova, em Corumbá, município localizado a 417 km de Campo Grande.

Conforme as informações apuradas pelo jornal Diário Corumbaense, a mãe da criança, de 25 anos, tinha acabado de chegar na residência quando flagrou o vizinho em cima da filha de sete anos.

Após o flagrante, a mulher acionou a Polícia Militar, que realizou a prisão do acusado. Segundo o registro policial, o homem confessou que praticou o crime contra a criança.

O indivíduo foi encaminhado para a Delegacia de Polícia em Corumbá. Também foi acionada uma equipe do Conselho Tutelar para acompanhar o caso.

Mulher mata as duas filhas intoxicadas e comete suicídio

Uma tragédia deixou bastante abalada a população de Rio Verde de MT/MS no início da madrugada desta quinta (27). Jovem identificada Silvana Maxine de de 23 anos teria cometido suicídio após possivelmente intoxicar as duas filhas com medicamentos.

As primeiras informações  são de que por volta da 00h, a mãe da jovem de 23 anos chegou na residência da família e encontrou a filha com uma corda amarrada ao pescoço e a outra ponta na estrutura do telhado.

Jovem tinha apenas 23 anos (Foto Rede Social)

Desesperada, a mulher pediu socorro a conhecidos que chegaram no local e cortaram a corda, enquanto a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) era acionada.

Amigos da família também encontraram as duas crianças desacordadas dentro da casa – uma menina de 06 e outra de 02 anos – e rapidamente levaram as duas vítimas para o hospital.

A equipe do SAMU realizou os procedimentos de reanimação da jovem enquanto ela era levada a unidade de saúde, mas ao dar entrada no hospital, a equipe médica de plantão constatou o óbito da vítima.

As duas meninas receberam atendimento por parte de toda a equipe de saúde de plantão no hospital, que incansavelmente tentaram salvar a vida das crianças, mas elas também não resistiram e vieram a óbito. A suspeita é de que as crianças sofreram intoxicação exógena por medicamentos ou outra substância.

Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil de Rio Verde de MT/MS foram acionadas e estiveram no hospital e na residência onde tudo ocorreu para obter mais detalhes sobre o caso.

 Nas redes sociais de Silvana amigos e familiares lamentaram ocorrido. Uma amiga disse “ As palavras não podem muito neste momento, mas a mensagem do meu coração é Deus conforte  o coração dos familiares”. Uma outra postagem fala sobre depressão. “ Não é fácil, ninguém imagina, uma menina alto astral liga e cheia de sonhos”, lamentou.

Mãe do jornalista César Tralli morre em queda de avião no interior de SP

Jornalista não se pronunciou sobre o assunto e ficará afastado da Globo e da GloboNews

Edna Tralli, mãe de César Tralli, morreu no domingo, 9, em um acidente aéreo. A aeronave de pequeno porte caiu na represa de Paranapanema, em São Paulo. Além da senhora de 74 anos, o piloto também não resistiu e morreu.

Ticiane Pinheiro, esposa do jornalista, lamentou a perda. “Vá em paz, sogrinha. Já estou com saudades do seu abraço, do seu carinho, das nossas conversas, do seu amor. Te amarei para sempre. Que Deus te receba de braços abertos”, escreveu a apresentadora.

Edna e César Tralli Foto: Divulgação

Rafa Justus, enteada de Tralli, também se pronunciou sobre a partida da avó-postiça. “Pense em uma mulher de coração gigante, que não arruma intriga, é super amorosa, e que é uma super avó. Essa era ela, Edna Tralli, a avó que a vida me deu”, disse a filha de Roberto Justus.

“Tive o privilégio enorme de conviver com você e aprender tanto! Me despedir assim do nada foi muito difícil, estou sentindo muito a sua falta já. Descanse em paz, minha fada madrinha. Te amo e te amarei do fundo do meu coração, onde quer que você esteja. Obrigada por tudo.”

O âncora do Jornal Hoje, até o momento, não se pronunciou sobre a morte da mãe. Ele ficará afastado da Globo e da GloboNews. Vale lembrar que, em 2018, o jornalista perdeu a irmã Gabriela. Ela tinha 40 anos e sofria de uma síndrome rara de deficiência intelectual.

“Como todos os seres especiais, você foi um anjo de luz. Uma lição de vida, de alegria, de pureza, de inocência, de grandeza espiritual. Te vi nascer, sofri muito para você sobreviver, ajudei a te salvar, te educar, te alimentar, te proporcionar bem estar”, escreveu César Tralli na ocasião.

 

“Fez bem às crianças”, diz mãe que matou filhas envenenadas, afogadas e esfaqueadas

Responsável pelas mortes das próprias filhas, de 6 e 10 anos, na cidade de Edéia, em Goiás, Izadora Alves de Faria não demonstrou arrependimento pelos crimes.

De acordo com informações da polícia local, divulgadas pelo g1, a criminosa confessou os assassinatos e deu detalhes da execução sem chorar ou exibir tristeza pela perda das crianças.

Mãe confessa que matou filhas envenenadas, afogadas e depois a facadas (Foto: Reprodução)

Responsável pelas mortes das próprias filhas, de 6 e 10 anos, na cidade de Edéia, em Goiás, Izadora Alves de Faria não demonstrou arrependimento pelos crimes.

De acordo com informações da polícia local, divulgadas pelo g1, a criminosa confessou os assassinatos e deu detalhes da execução sem chorar ou exibir tristeza pela perda das crianças.

“Na cabeça dela, ela tinha feito um bem para as crianças. Ela acha que livrou as meninas de viver uma vida que ela viveu”, disse o delegado responsável pelo caso, Daniel Moura.

Izadora foi localizada ferida em um matagal próximo à casa da família, com sinais de que havia tentado o suicídio. Ela foi levada a um hospital da região, onde ficou sob escolta e foi ouvida pela polícia.

Na última quarta-feira (28), ela foi encaminhada ao presídio de Israelândia. Após passar por audiência de custódia, a criminosa teve a prisão convertida para preventiva.

Responsável pela decisão, o juiz Hermes Pereira Vidigal considerou que a mulher agiu de forma “fria, repugnante e cruel” e avaliou que ela oferece risco se permanecer em liberdade.

Entenda o crime
Izadora admitiu ter envenenado, afogado e esfaqueado as filhas Maria Alice, de 6 anos, e Lavínia, de 10, na última terça-feira.

“Ela confessou o crime, o modo como ela matou as crianças. Segundo ela, de início, ela tentou dar veneno, mas como ela viu que não iria funcionar, ela levou as crianças para uma caixa d’água, que fica em frente à casa, e tentou eletrocutar as crianças com uma extensão ligada à rede elétrica. Como ela viu que não ia dar certo, ela desligou a extensão e foi lá na caixa d’água e afogou as crianças”, disse o delegado.

“Quando as crianças estavam desacordadas, ela tirou as duas da caixa d’água e as colocou num colchão. Para certificar que tinha matado elas, ela deu um golpe de arma branca”, completou.

Os corpos das garotas foram encontrados sobre um colchão na garagem pelo pai, que havia voltado para casa no horário de almoço.

Em depoimento, o rapaz contou que havia tido uma briga com a esposa um dia antes do episódio. Nela, Izadora teria ameaçado matar as filhas e tirar a própria vida.

“O pai falou que o relacionamento dos dois estava conturbado e ela precisava fazer tratamento psiquiátrico porque não estava bem”, relatou o delegado.

A criminosa deve responder por homicídio qualificado, com aumento de pena pelo fato de as vítimas serem menores de 14 anos e filhas dela. Se condenada, pode pegar até 100 anos de prisão.

Homem é preso por agredir e torturar mãe de 74 anos e mantê-la acorrentada e sem comida

Vítima teve a perna quebrada com socos e chutes durante agressão; autor ainda tentou atacar a polícia

Uma idosa, de 74 anos, foi resgatada pela Polícia Militar na casa onde era mantida acorrentada pelo próprio filho, de 35 anos, na madrugada desta quinta-feira (29), no bairro Aeroporto, em Campo Grande. A vítima estava há dois dias sem comer em um cômodo com fezes e urina. O homem foi preso depois que vizinhos ouviram gritos de socorro.

Residência estava sem condições de ser habitada – (Foto: Divulgação)

De acordo com o registro policial, vizinhos escutaram gritos de socorro da idosa e acionaram a PM por volta da 00h45. Os policiais chegaram à residência e encontraram o homem com uma faca em punho dando chutes na vítima, que estava caída no chão, na porta da casa.

Segundo o boletim de ocorrência, o homem começou a ameaçar a mãe e os policiais de morte, tentando agredir a equipe da PM. Os policiais entraram na casa e o autor foi contido, algemado e preso.

À polícia, os vizinhos contaram que a idosa sofria maus-tratos, tortura e vivia em condição deplorável com o filho. Em depoimento, a vítima contou que estava sendo mantida em cárcere privado por dois meses, e que estava há dois dias sem comer.

A mulher relatou que o filho saia de casa e trancava portas e janelas, além de ter tomado o celular dela para que não houvesse comunicação com outros parentes ou vizinhos. A casa, segundo o registro policial, não tinha condições de moradia.

Dentro da residência a PM encontrou lixo e fezes em todos os cômodos. A idosa contou também que o filho vendeu todos os móveis da residência, incluindo a cama onde ela dormia e era mantida acorrentada e que o filho ficava com todo dinheiro da aposentadoria dela.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, o homem já tinha quebrado a perna da própria mãe, fazendo com que ela não conseguisse andar sem ajuda de muletas. O homem foi preso e o caso foi registrado como lesão corporal, resistência, ameaça e maus tratos pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam).

Mãe confessa que matou filhas envenenadas, afogadas e depois a facadas

Informação foi confirmada pela polícia após prisão da mulher em mata na região de Edeia, no sul de Goiás.

Uma mulher de 30 anos admitiu à Polícia Militar ter matado as duas filhas, de 6 e 10 anos, na própria casa, em Edéia, no sul de Goiás, na manhã de terça-feira (27). Segundo o delegado Daniel Moura, ao ser presa em uma mata, Izadora Alves de Faria afirmou ter envenenado, afogado e depois ter dado uma facada na filha caçula, Maria Alice, e outra na primogênita, Lavínia.

De acordo com a investigação, o crime foi praticado por volta das 9h. O pai das meninas encontrou os corpos na área ao chegar à casa no horário do almoço. A mulher foi presa às 22h em uma mata fora da cidade e foi levada para um hospital, de onde recebeu alta nesta quarta-feira (28).

Mãe confessa que matou filhas envenenadas, afogadas e depois a facadas (Foto: Reprodução)

Em entrevista ao Metrópoles, o delegado disse que na casa havia um frasco de veneno para rato aberto e outro fechado, uma caixa d’água cheia com uma extensão elétrica ligada dentro, como se a acusada tivesse a intenção de eletrocutar as filhas.

“Os corpos das vítimas estavam na área da frente da casa, em cima de um colchão e cobertos por um lençol, com sinais de lesão por arma branca [faca]. Cada uma estava com um ferimento na região do tórax”, afirmou o delegado. O casal vivia na residência com as crianças.

De acordo com Moura, o pai das meninas encontrou as duas mortas ao chegar em casa. “Ele está totalmente abalado por causa das circunstâncias do crime. Está perplexo”, contou o delegado.

“Ele [o pai] se deparou com o portão trancado, mas disse que estranhou porque tinha deixado o portão aberto. Ela [Izadora] não respondeu e ele ficou meia hora chamando do lado de fora. Quando conseguiu entrar, ele viu na área um colchão e um cobertor por cima. Ao perceber os sinais de sangue, tirou o cobertor e viu as duas filhas mortas”, relatou Moura.

O delegado diz que a linha de investigação está bem adiantada, considerando a forma como o crime foi praticado e “a faca utilizada para matar as meninas”. Moradores relataram aos policiais que a relação do casal era “conturbada” e que ela havia iniciado tratamento psicológico, mas que suspendeu há alguns meses.

A polícia deve ouvir mais testemunhas para concluir a investigação. “Caso não surja algum fato novo e a situação se desenrole no caminho de investigação traçada, a mãe será indiciada por duplo homicídio com causa de aumento de pena por ser mãe e as crianças serem menores de 14 anos. Se for condenada, pode pegar até 100 anos de prisão”, explicou o delegado.

 

Mãe dá a luz gêmeos de pais diferentes em Goiás; caso é raro

Jovem, de 19 anos, descobriu ter gêmeos de pais diferentes quando os bebês tinham oito meses; caso foi divulgado nesta semana

Uma jovem de 19 anos, moradora de Mineiros, no Sudoeste de Goiás, descobriu que seus filhos gêmeos idênticos são, na verdade, de pais diferentes. A gestação, extremamente rara, aconteceu após a jovem se relacionar com dois homens no mesmo dia e engravidar de ambos.

(crédito: Reprodução/Redes sociais)

O caso foi confirmado após exames de DNA, quando os bebês tinham oito meses. A mãe, que preferiu não se identificar, disse que surgiram dúvidas em relação à paternidade e, por isso, fez o teste com o homem que ela pensava ser o pai. O resultado, porém, deu positivo apenas para um filho.

Ela, então, fez o teste novamente com o outro homem e se assustou com o resultado. “Não sabia que isso podia acontecer. Eles são muito parecidos”, revela a jovem. Ela conta que um dos pais assumiu a guarda das crianças e fez os registros no cartório. Atualmente, os bebês têm um 1 e quatro meses.

Caso raro
Segundo o médico Túlio Jorge Franco, que acompanhou a gestação e divulgou o caso nesta semana, este é o 20º caso registrado no mundo. Ele explica que isso é possível acontecer quando dois óvulos são fecundados por homens diferentes.

“Os bebês compartilham o material genético da mãe, mas crescem em placentas diferentes”, afirma. O médico diz, ainda, que durante o pré-natal da jovem foi identificado uma pequena diferença de tamanho entre os gêmeos, mas ainda assim, pouco significativa.

 

10 meses após ter gêmeos, mulher dá à luz trigêmeos em SC

Mãe descobriu gestação dos trigêmeos enquanto estava se recuperando do último parto

Em um intervalo de apenas dez meses, um casal de Criciúma (SC) trouxe ao mundo cinco bebês. Aline da Silva Costa, 28 anos, e Elisandro Antunes, 32 anos, tiveram gêmeos, e enquanto a mãe se recuperava do parto, descobriu outra gravidez, desta vez, de trigêmeos. Vitor Hugo, Victor e Valentim nasceram na manhã de terça-feira, 12, em um hospital de Brusque (SC).

Trigêmeos nasceram 10 meses após parto de gêmeos

Eles também são pais de Jenifer, 10 anos, Tales, 8 anos, Mariah, 4 anos e dos gêmeos Vinicius e Vicente, de 10 meses. A mulher afirma que não desconfiava da gestação, pois ainda amamentava os filhos mais novos, mas a descobriu após sentir um desconforto e procurar ajuda médica.

No atendimento, o profissional pediu alguns exames, e segundo relata, o de urina não sinalizou a gestação. “Foi então que eu pedi um ultrassom e apareceu. Para mim foi um choque, trigêmeos! Meu marido ficou todo faceiro”, relata. No momento da descoberta, ela já estava com 22 semanas de gestação.

Durante o período, Aline enfrentou alguns desafios, como pressão alta e diabetes gestacional, que a fizeram ficar internada por algum tempo antes do parto em um hospital de Criciúma. Pouco antes de dar à luz, ela foi encaminhada para a unidade de Brusque, onde teve os bebês com 33 semanas.

O primeiro bebê a nascer foi Vitor Hugo, com 2,090kg e 46 centímetros, às 8h03. Em seguida veio Victor, com 2,100kg e 47 centímetros, às 8h05. Já Valentim nasceu com 2,270kg e 48 centímetros, às 8h09. Os trigêmeos seguem internados e não há previsão de alta médica para os meninos, mas os três estão bem.

Na tarde de terça-feira, enquanto ainda se recuperava da cesariana, Aline recebeu a ‘Árvore da Vida’ dos trigêmeos, o ‘carimbo’ da placenta realizado logo após o parto, com as informações do nascimento dos três. Na unidade, a família também recebeu muitas doações de roupinhas para os filhos recém-nascidos.

 

Mãe e filha despachavam maconha dentro de cabeçote de motor

As duas mulheres presas na manhã de ontem (31) em Dourados acusadas de chefiar esquema de envio de drogas para cidades de Minas Gerais usavam de artimanhas para despistas as fiscalizações policiais nas travessias interestaduais.

A droga ficava escondida em meio as peças de veículo e enviadas até Minas Gerais – Crédito: Osvaldo Duarte/Dourados News

Segundo o Dourados News, por pelo menos dez vezes a ideia deu certo, mas uma apreensão da PRF (Polícia Rodoviária Federal) no dia 2 de maio acabou levantando suspeitas e culminaram e uma investigação orquestrada pela 2ª Delegacia de Polícia Civil de Dourados.

A mãe, Marizete Aparecida, 53, e a filha, Edvania Ribeiro, 35, moradoras no Jardim Cachoeirinha, compravam peças de motor de carro na cidade.

A maconha dividida em tabletes era colocada em pacotes de cabeçotes de motores, como explicou o delegado Francis Flávio Tadano.