Suinocultura de MS vai receber investimento de R$ 1 bilhão

Em reunião com o governador Eduardo Riedel, na manhã desta quarta-feira (17), grupo de cooperativas do setor de suinocultura sinalizou a continuidade de investimentos e ampliação da capacidade de abate de suínos no Mato Grosso do Sul. Os investimentos podem chegar a R$ 1 bilhão nos próximos anos.

Neivor Canton, presidente da AuroraCoop, que representa as cooperativas, disse que até o final de 2025, o grupo pretende expandir a capacidade de abate para 6 mil suínos por dia, com investimentos na ordem de R$ 300 milhões. Além disso, o grupo empresarial pretende ampliar a força de trabalho, gerando mais emprego no município de São Gabriel do Oeste.

O Governo possui o Programa de Desenvolvimento e Apoio às Cooperativas de MS (Saul Schramm)

Ainda segundo o dirigente, para atender toda esta estruturação de ampliação de abate é necessário desenvolver toda a cadeia produtiva da suinocultura do Mato Grosso do Sul.

A CooperAlfa, uma das cooperativas afiliadas, inaugura hoje (17) em Sidrolândia uma unidade, com investimentos de R$ 140 milhões. E também irá investir R$ 100 milhões numa fábrica de ração e estrutura de armazenagem. Além disso, irá aportar mais R$ 100 milhões em 40 galpões para a engorda dos animais, a partir desta unidade em Sidrolândia.

Já a cooperativa Coperdia, vinculada ao Grupo Aurora, e já instalada no município de Jaraguari, irá fazer um aporte de R$ 100 milhões. E a Cooasgo está construindo uma fábrica de rações e ampliando sua base de produção com investimentos próximos a R$ 100 milhões.

O governador Riedel relatou que o Estado vem num ritmo de crescimento nos últimos 10 anos, muito em função da atuação das cooperativas. “Isso é muito bem-vindo porque as cooperativas trazem capital social e conhecimento. As cooperativas têm tido um papel importante porque no momento dos investimentos elas criam um cadeamento produtivo junto aos produtores rurais, e o Estado se torna um player no mercado de suinocultura.”

Presente no encontro, o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), disse que este conjunto de investimentos em toda a estruturação da cadeia produtiva de suinocultura faz parte da visão estratégica do Governo. “O setor beneficia vários municípios e produtores do Estado, aumentando o reposicionamento estratégico do Mato Grosso do Sul na cadeia de produção de suínos.”

O Governo do Estado possui o Programa de Desenvolvimento e Apoio às Cooperativas do Mato Grosso do Sul, que tem adotado mecanismos de incentivos fiscais, melhoria da infraestrutura e a alocação específica de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para as cooperativas do Estado.

Riedel promete investir forte na infraestrutura dos bairros da Capital

Candidato ao Governo tucano , ele destaca a importância de modernizar a periferia de Campo Grande

“Campo Grande é uma capital maravilhosa para se viver. Mas, há muito a ser feito na cidade para dar aos campo-grandenses o que eles, de fato, merecem: uma cidade com pavimentação de boa qualidade, saúde robusta, educação qualificada, opções na habitação, geração de emprego e renda. Tudo isso passa por intervenções em infraestrutura, e eu vou estar muito atento a isso nos próximos anos”, afirmou Eduardo Riedel (PSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro Eduardo Riedel destacou as necessidades da cidade na área da infraestrutura, e relembrou também algumas ações cuja implementação contou com sua dedicação quando capitaneou as equipes de Governo e Infraestrutura do Estado.

É na atenção aos bairros que está o grande projeto de futuro que Riedel almeja para Campo Grande Foto: Saul Schramm

“Viabilizamos mais de R$ 2 bilhões para a capital nestes sete anos e meio”, lembrou o candidato. Ele tem razão. Na área da infraestrutura, Riedel trabalhou muito para destravar importantes obras, como a urbanização dos Córregos Bálsamo, Segredo e Taquaral; recuperação da malha viária nas regiões Anhanduizinho, Bandeira, Centro e Segredo; de revitalização da Norte Sul; e de melhoramento dos sistemas de águas fluviais no Anhanduí. Mais de R$ 120 milhões de recursos estaduais foram repassados à administração estadual por meio de convênios e repasses financeiros.

Além dessas modalidades de investimento, Eduardo Riedel foi peça fundamental para a execução de R$ 200 milhões em diversas obras em Campo Grande. Entre elas, a pavimentação da MS-010; a revitalização do Indubrasil e do Polo Industrial Norte; o asfalto novo no Aero Rancho, na Avenida Mato Grosso e na Rua Bahia; a reconstrução da Avenida Euler de Azevedo; a reforma do Parque dos Poderes; e as ações de controle de erosão no Parque das Nações Indígenas e no Córrego Joaquim Português.

O Bioparque Pantanal, grande conquista do Estado, também foi concluído graças a ação de Eduardo Riedel. “Investimos forte no Bioparque, que acrescenta muito á infra de turismo em Campo Grande, atraindo turistas e recursos para a cidade”, afirmou o candidato.

Mas, é na atenção aos bairros que está o grande projeto de futuro que Riedel almeja para Campo Grande. “O Centro receberá muita atenção, é claro, mas precisamos olhar para os bairros, fortalecer a infraestrutura destas verdadeiras cidades dentro da cidade”, afirmou. Ele deu como exemplo de ações a serem realizadas no futuro as duas novas obras de infraestrutura urbana que vão melhorar a capacidade do trânsito na região uma das mais populosas da cidade, com investimento previsto de R$ 52 milhões, o Estado vai revitalizar as avenidas Alto da Serra, dentro do projeto do novo acesso às Moreninhas, e Cafezais. E foi Riedel quem articulou estas ações.

“As Moreninhas são uma cidade dentro de Campo Grande, e precisam de ações que garantam a modernização de sua infraestrutura. Só assim a região poderá se desenvolver no ritmo que deve. Vamos investir muito no bairro nos próximos anos”, garantiu o Eduardo Riedel (PDSDB), candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul pela Coligação Trabalhando por um Novo Futuro (Número 45).

Riedel destacou como exemplo de ações as duas novas obras de infraestrutura urbana que vão melhorar a capacidade do trânsito na região Sul de Campo Grande, uma das mais populosas da cidade, lançadas em agosto pelo Governo do Estado, com investimento previsto de R$ 52 milhões, o Estado vai revitalizar as avenidas Alto da Serra, dentro do projeto do novo acesso às Moreninhas, e Cafezais.

Riedel teve papel fundamental nos primeiros momentos destes projetos, quando capitaneou as equipes das secretarias de Governo e de Infraestrutura em MS. “O novo acesso às Moreninhas é uma intervenção muito esperado pela população local e vai encurtar o caminho entre o centro e bairro. Já a restauração da Avenida Cafezais vai permitir melhores condições de tráfego naquela via, beneficiando principalmente comerciantes e moradores. Com o lançamento das licitações, vamos analisar as propostas e escolher as empresas que executarão os serviços. A previsão é que as obras iniciem ainda este ano”, afirmou.

“São obras estruturantes pelas quais trabalhamos muito nos últimos anos, e que vão mudar a vidas dos moradores desta importante região da cidade. E garanto que as melhorias vão ser intensificadas”, garantiu Riedel.

Marquinhos Trad deixou de investir mais de R$ 880 milhões na Saúde

Recursos são suficientes para a construção do Hospital Municipal e para por fim ao caos no setor

O ex-prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad deixou de investir mais de R$ 880 milhões na Saúde desde o início de seu primeiro mandato, em 2015. Os dados constam do histórico dos últimos 7 anos da Lei Orçamentária Anual do município e têm como parâmetro a exigência constitucional de investimento mínimo de 15% do orçamento no setor. O Ministério da Fazenda poderá impor sanções ao município em função desse desarranjo.

Com os recursos que o ex-prefeito Marquinhos Trad deixou de investir é possível construir o Hospital Municipal

A Constituição estabelece no artigo 7º que os municípios e o Distrito Federal aplicarão anualmente em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 15% da arrecadação dos impostos. Analisando os dados constantes da Lei Orçamentária Anual (LOA), é possível verificar que ao longo dos últimos 7 anos o ex-prefeito Marquinhos Trad deixou de aplicar R$ 880 milhões na Saúde.

Esse descaso, aliado à falta de uma política efetiva para o setor, acaba por justificar o porque de a Saúde pública em Campo Grande ser uma das piores em nível regional.

Veja os números

Hospital Municipal

Na segunda-feira passada, dia 4, foi realizada na Câmara Municipal audiência pública para tratar da construção do Hospital Municipal de Campo Grande.

Ao final do encontro, os avanços a respeito da questão foram pífios, concluindo-se que a prefeitura só terá condições de construir o referido complexo hospitalar se contar com a ajuda financeira do governo do Estado e da União, argumento que não deve ser levado a sério.

Construção do Hospital Municipal foi tema de audiência pública na Câmara de Vereadores (Izaias Medeiros)

Economia futura

Com o total de recursos do município que o ex-prefeito Marquinhos Trad deixou de investir ao longo dos sete anos de sua gestão, é possível não apenas construir o Hospital Municipal, inclusive equipando-o, mas também manter o pagamento às unidades hospitalares credenciadas que hoje vendem serviços à prefeitura até que a nova unidade entre em operação.

Uma vez construído o Hospital Municipal, a prefeitura deixará de arcar com os elevados custos mensais com a compra de serviços na rede conveniada, como a Santa Casa, Hospital do Pênfigo e Hospital Alfredo Abrão, dentre outros.

Para se ter uma ideia do tamanho da economia, apenas para a Santa Casa a prefeitura paga mais de R$ 20 milhões ao mês para comprar leitos e serviços.

Isso sem falar na compra de exames laboratoriais na rede privada, custo que aumentou após o ex-prefeito Marquinhos Trad encerrar as atividades do Laboratório Central.

Serviços próprios

Com o Hospital Municipal em funcionamento e estruturado – que na realidade é denominado Complexo Econômico Industrial em Saúde (CEIS) –, o município teria serviços próprios em várias áreas. Conheça alguns deles:

– Radiologia e Imagenologia.

– Central de Laudos Radiológicos 24 horas por dia.

– Realizaria exames solicitados nas UBS’s e CRS’s, rompendo com a compra de serviços privados de Radiologia e Ultrassonografia.

– Hemodiálise.

– Hemodinâmica.

– Cirurgia Geral.

– Central Municipal de Esterilização e lavanderia.

– Farmácia Municipal de Manipulação.

– Central Municipal de Engenharia Clínica e de Manutenção de Equipamentos Médico Hospitalares.

– Cozinha Industrial.

Hoje, a prefeitura gasta recursos para ter acesso a todos esses serviços, remunerando empresas privadas com dinheiro público.

PPA 2022/2025

Chama a atenção o fato de que a construção do Hospital Municipal passou a ser obrigação estabelecida no Plano Plurianual 2022/2025, aprovado no ano passado.

Não há como a prefeita Adriane Lopes fugir disso, sob pena de incorrer em crime de responsabilidade se não der início ao projeto. Dinheiro, não falta. Falta é competência na gestão desses recursos.

Em Campo Grande residem hoje cerca de 1 milhão de pessoas, mas mesmo assim não dispõe de um único leito hospitalar próprio. Naviraí, com 53 mil almas vivendo em seu território, possui hospital próprio há 32 anos. E funciona.