Dono de mercado é preso por vender mais de 600 kg de carne podre em Campo Grande

Segundo a polícia o estabelecimento funcionava de forma irregular, sem o alvará sanitário para o açougue e sem autorização da vigilância sanitária

O dono de um mercado no bairro Jardim Aeroporto, em Campo Grande, foi preso em flagrante nesta terça-feira (25), por vender mais de 600 kg de carne podre. A apreensão ocorreu durante uma operação da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes contra as Relações de Consumo (Decon).

Dono de mercado é preso por vender mais de 600 kg de carne podre — Foto: Decon/Divulgação

Segundo o delegado responsável pelo caso, Reginaldo Salomão, o local foi encontrado sem nenhuma higiene e as carnes estavam expostas de maneira irregular. Ainda conforme a autoridade, o estabelecimento não possui autorização da vigilância sanitária e nem do serviço de inspeção municipal (SIM).

“O charque era feito em um lugar irregular, no depósito com restos de materiais de construção. Ele utilizava o sistema de ventilação das câmeras frias para secar as carnes, o que é proibido por lei porque ao invés de secar ele joga uma quantidade grande de bactérias que estão no ar”, explica o delegado.

Ainda conforme os polícias, no local foram encontrados 55,7 kg de charque; 84,8 kg de frango; 421,9 kg de linguiça; 2,4 kg de tripa e 50,8 kg de carne bovina, totalizando 615,6 kg.

“Os alimentos também eram embalados em desacordo com a legislação, sem data de validade, vencimento. Nada. Agora o dono vai responder por expor alimento impróprio para consumo e em desacordo com o consumo legal e pode pegar uma pena de 1 a 5 anos de detenção”, esclareceu o delegado.

O caso continua em investigação e o dono do mercado irá passar por audiência de custódia.

Dono é executado a tiros em frente a mercado em MS

O caso foi registrado em Chapadão do Sul na noite desse domingo (5) e será investigado

Um comerciante, de 50 anos, foi morto a tiros na noite desse domingo (5), em frente ao seu estabelecimento, em Chapadão do Sul. Segundo informações repassadas pela polícia, a vítima estaria sentada em uma cadeira, na calçada do estabelecimento, quando foi alvejado pelas costas.

O caso foi registrado na noite desse domingo (5). — Foto: Thiago Silva

Ao menos 5 tiros acertaram a vítima que morreu no local. Após cometer o crime, o suspeito fugiu a pé.

O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados e estiverem na local. Não há informações sobre o autor dos disparos ou motivações do crime. O caso será investigado.

Dono de conveniência morto a tiros era suspeito de ter cometido execução em 2019

Polícia encontrou 28 estojos de munição 9 mm, e cinco projeteis, em frente ao estabelecimento na avenida Guaicurus

O comerciante Lucas Andrade Menezes, de 27 anos, conhecido como “Luquinha” foi morto a tiros na noite desta segunda-feira (3), em frente à sua conveniência, na avenida Guaicurus, no Jardim Universitário, Campo Grande. De acordo com boletim de ocorrência, a vítima foi surpreendida por uma dupla que chegou em um Fiat Palio bege já atirando.

Lucas foi morto com vários disparos na conveniência (Reprodução/Redes Sociais)

Após os disparos, os suspeitos fugiram do local. Caído no chão, o comerciante chegou a ser socorrido por familiares e amigos, mas morreu logo depois de dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no mesmo bairro.

A Polícia Militar foi até o local e encontrou 28 cápsulas de munição 9 mm, e cinco projéteis.

Até o momento não há suspeitas do que pode ter provocado o ataque. A funcionária do estabelecimento forneceu o celular e o carregador que pertenciam ao dono da conveniência. Tudo foi apreendido para perícia.

Após o crime, o veículo que teria sido usado pelos suspeitos para executar Lucas foi encontrado pela polícia abandonado e incendiado na Rua Filomena Segundo Nascimento, no Jardim Itamaracá.

Marca de tiro na porta do estabelecimento, na avenida Guaicurus. — Foto: Osvaldo Nóbrega

Moradores contaram à polícia que o veículo foi abandonado por um homem só. Ele desceu do carro, colocou fogo e foi embora. O veículo foi apreendido e encaminhado para a 4ª Delegacia de Polícia Civil.

O caso foi registrado como incêndio e homicídio qualificado pela traição, de emboscada, ou mediante dissimulação ou outro recurso que dificulte ou torne impossível à defesa do ofendido.

VINGANÇA

Luquinha é acusado  de ter matado Igor Pereira de Faria Duarte, 24 anos, em 2019. O crime aconteceu na madrugada do Natal.

Na época, o corpo de Igor foi alvejado por, ao menos, três disparos. Ele estava na calçada na Avenida Guaicurus, no Bairro Universitário.

De acordo com a  delegada, Sueili Araujo, da 4ª Delegacia de Polícia Civil, o caso está sob três linhas de investigação. A primeira delas  seria uma vingança pela morte de Igor, ocorrida em 2019. A segunda seria uma briga em um pagode na noite de domingo (2). A terceira linha é de que a morte de Igor pode ter ligação com a execução de ontem (3), no Bairro Aimoré.

Conforme consta no processo, Lucas havia se desentendido com Igor no estabelecimento comercial após não aceitar vender mais bebida alcoólica para a vítima, pois ele não teria dinheiro suficiente para pagar a ‘dívida’ criada.

Na denúncia, a vítima teria ido embora e, por volta das 4h da madrugada, teria sido alcançado pelo suspeito, que disparou vários disparos, provocando sua morte na Avenida Guaicurus. No dia seguinte ao crime, Lucas teria se apresentado a 4° Delegacia de Polícia Civil e apresentado a arma, alegando haver comprado recentemente para sua defesa pessoal.

No entanto, ele foi inocentado por falta de provas pelo crime de homicídio qualificado, mas teria sido condenado pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, mas permanecendo em liberdade em regime aberto, prestando serviços comunitários.

Em relação a passagens pela polícia, além de ser suspeito do homicídio, houve registros de contravenções penais e quando adolescente teve passagens por receptação e crimes de trânsito.

Empresário reage a assalto e mata ladrão com três tiros

Durante assalto, dono de hamburgueria reage e mata criminoso a tiros em Campo Grande, na madrugada desta terça-feira (19) no bairro Jardim Tijuca.

Conforme registro policial, três indivíduos teriam arrombado a janela do estabelecimento em que o proprietário dormia. O homem foi acordado pelo disparo do alarme.

Em depoimento o dono do estabelecimento afirma que um dos autores portava uma faca, enquanto outro estaria com arma de fogo que foi apontada para o proprietário. O homem reagiu acertando três tiros em um dos suspeitos. Com os disparos, os criminosos fugiram do local deixando vários objetos que estavam furtando.

Um vizinho da lanchonete, que é policial civil, chegou a ajudar o dono do local a tentar alcançar os outros envolvidos, mas não tiveram sucesso. Ao retornarem, encontraram o homem baleado na rua lateral ao estabelecimento.

Equipe do Corpo de Bombeiros foi acionada e confirmou a morte do ladrão, ainda não identificado. Segundo a Polícia Civil, o dono da hamburgueria se apresentou como Caçador, Atirador e Colecionador (CAC).

Além disso, ele também apresentou a arma usada, assim como o carregador – com sete munições intactas – e o certificado de registro do armamento.

Dono de bar é flagrado tentando esconder 4 máquinas caça-níqueis

O caso aconteceu na noite de ontem (18), na Avenida Júlio de Castilho, no Bairro Silvia Regina

Neste final de semana, a Polícia Militar em parceria com a equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, (SEMADUR) realizou fiscalização em um estabelecimento comercial da Capital. A ação faz parte da Operação Saturação 2.

Operação Saturação 2 – Foto: Divulgação PMMS

No local era realizado um show ao vivo com um grande número de clientes. Durante a vistoria foram encontradas maquinas de jogos de azar que estariam escondidas em uma sala, próxima à mesa de bilhar.

Ao todo foram encontradas 4 maquinas caça-níqueis, e ao ser questionado pelos policiais, o proprietário disse que uma pessoa desconhecida havia deixado os equipamentos no bar dele.

Os objetos foram apreendidos e o homem levado à delegacia para prestar esclarecimento. O comerciante pode responder por crime de contravenção e a pena prevista é de cinco anos.