O boletim semanal da SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgado nesta sexta-feira (14) traz a confirmação de 296 novos casos de dengue em Mato Grosso do Sul.
Com a atualização, o Estado chega a 16.453 testes positivos desta doença endêmica em 2022 e um total de 21.817 notificações, resultante do total de casos confirmados e descartados.
O boletim da dengue é elaborado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado a Vigilância em Saúde da SES
Desde o início deste ano, 19 pessoas morreram por complicações de saúde causados pela dengue.
Campo Grande aparece na primeira colocação do ranking com quarta colocação no ranking com 7.472 de casos confirmados, depois vem Chapadão do Sul (956) e Amambai (943).
O boletim epidemiológico da dengue é elaborado toda semana pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.
Nesta semana, o Estado chegou ao acumulado de 15.204 confirmações de casos de dengue desde o início do ano, segundo informações do boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (9) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde).
O vírus do dengue pertence à família dos flavivírus e é classificado no meio científico como um arbovírus, os quais são transmitidos pelos mosquitos Aedes aegypti
Nos últimos sete dias, 238 pessoas em Mato Grosso do Sul foram diagnosticadas com dengue.
Em relação ao número total acumulado, 7.602 casos foram confirmados a partir de critério clínico-epidemiológico e 7.602 por meio de exames em laboratório.
No Estado, 19 pessoas morreram em decorrência de complicações de saúde atribuídas a dengue em 2022.
O boletim estadual da dengue é elaborado semanalmente pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado ao setor de Vigilância em Saúde da SES.
Os casos de dengue seguem em alta incidência na maior parte dos municípios de Mato Grosso do Sul e no período de uma semana (de 03 a 10 de agosto), o Estado registrou 283 novos casos da doença. As informações são do boletim epidemiológico da SES (Secretaria de Estado de Saúde) divulgado no dia 12.
Nos dados avaliados até o dia 10 de agosto, MS figura com 13.613 casos confirmados de dengue. No levantamento anterior, com análises até o dia 03 de agosto, o total chegava a 13.330.
O número de casos prováveis passou de 21.168, na análise até o dia 03, para 21.630, na análise até o dia 10, ou seja, 462 novos. Com esse índice, 2022 é o quinto ano com maior número de notificações no Estado, desde que o levantamento começou a ser feito em 2014.
Campo Grande registra 5.933 casos confirmados da doença, sendo a cidade com mais casos, seguida por Chapadão do Sul com 1089, Amambai com 893 e Dourados com 841.
Na maior cidade do interior de MS, o total de novos casos confirmados na semana avaliada, conforme a SES, chegou a 14. Na capital, o aumento no mesmo período chegou a 181.
São 55 cidades no estado de alta incidência da doença, assim considerado quando o registro figura acima dos 300 casos por 100 mil habitantes, 17 cidades no estado de média incidência, entre 100 a 300 casos por 100 mil habitantes e 7 cidades no estado de baixa incidência, abaixo de 100 casos pelo mesmo grupo.
Com os menores índices estão Ladário, Porto Murtinho, Iguatemi e Anastácio.
Boletim epidemiológico publicado na manhã desta sexta-feira (5/8) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) aponta para mais uma morte em decorrência da dengue em Mato Grosso do Sul.
A vítima é uma isosa de 76 anos, moradora em Campo Grande. Ela era diabética e hipertensa, teve os primeiros sintomas em 6 de maio e morreu 13 dias depois, porém, a relação do óbito com a doença foi confirmado apenas no dia 3 de agosto.
Imagem ilustrativa – (Foto: Divulgação/Sesau)
Agora, são 19 os registros de pessoas que contraíram a doença no Estado e não resistiram.
A Capital lidera o ranking com sete mortes, seguido por Chapadão do Sul, com dois casos. As outras cidades com registro são Bataguassu, Dourados, Costa Rica, Porto Murtinho, Ivinhema, São Gabriel do Oeste, Douradina, Itaporã, Guia Lopes da Laguna e Aparecida do Taboado.
O número de óbitos em 2022 já é o terceiro maior desde 2013, quando os dados começaram a ser divulgados. De lá para cá, apenas 2020 (43) e 2019 (33) superam as informações atuais.
Até o momento, Mato Grosso do Sul já notificou 21.168 casos prováveis de dengue. Dourados aparece com 928 notificações, com incidência de 411,5 pessoas infectadas a cada 100 mil habitantes.
A maior cidade do interior também aparece sob alerta de alta incidência.
Boletim epidemiológico publicado pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) mostra que 17 pessoas morreram em Mato Grosso do Sul em decorrência da dengue.
Os últimos óbitos confirmados são de uma mulher de 66 anos, de Costa Rica, e de um homem de 68, de Ivinhema. Ambos tinham hipertensão arterial. Ele tem ainda diabetes.
Mato Grosso do Sul tem 20.550 casos prováveis de dengue
Campo Grande já acumula seis mortes neste ano. Chapadão do Sul teve duas. Com uma morte cada estão Dourados, São Gabriel do Oeste, Porto Murtinho, Guia Lopes da Laguna, Douradina, Itaporã, Aparecida do Taboado, Costa Rica e Ivinhema.
Ainda de acordo com a publicação, Mato Grosso do Sul tem 20.550 casos prováveis de dengue. Os casos prováveis incluem aqueles ainda em investigação, que não foram finalizados no sistema ou que já foram confirmados.
O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, sendo que o acúmulo de água parada contribui para a proliferação do mosquito e, consequentemente, maior disseminação da doença. É importante evitar água parada, todos os dias, porque os ovos do mosquito podem sobreviver por um ano no ambiente.
De acordo com o Ministério da Saúde, todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais idosas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte.
Os principais sintomas da dengue são: febre alta, acima de 38°C; dor no corpo e articulações; dor atrás dos olho; mal estar; falta de apetite; dor de cabeça; e manchas vermelhas no corpo.
Uma mulher de 66 anos, moradora em Costa Rica e um homem de 68 anos, de Ivinhema, são as vítimas mais recentes da dengue em Mato Grosso do Sul, segundo o boletim epidemiológico divulgado nessa quarta-feira (6) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde).
Com a atualização, o Estado chega a 17 óbitos atribuídos a esta doença neste ano. A idosa de Costa Rica tinha hipertensão arterial como comorbidade e o idoso, além de hipertensão arterial convivia também com a diabetes.
Além das mortes, o boletim traz ainda o registro da confirmação de 728 novos casos de dengue, equivalente a uma média de 104 pessoas diagnosticadas com esta doença endêmica nesta semana epidemiológica mais recente.
Mato Grosso do Sul passa a acumular 10.938 casos confirmados de dengue em 2022, sendo 5.120 por critério clínico e 5.818 por exame laboratorial.
A vítima tinha hipertensão arterial e era residente da cidade de Porto Murtinho.
Um homem de 55 anos, morador de Porto Murtinho, a 439 quilômetros da Capital, foi a 15ª vítima da dengue em Mato Grosso do Sul em 2022, conforme dados do boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) de Saúde.
Descartáveis viram criadouros do mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir o vírus da dengue — Foto: TV TEM /Reprodução
Ele faleceu há pouco mais de uma semana, no dia 19, mas somente depois ficou confirmado que a morte se deu em decorrência de dengue. De acordo com o levantamento, a vítima tinha hipertensão arterial e começou a sentir os sintomas no dia 17 de junho.
Ainda conforme o levantamento, em Mato Grosso do Sul há 19.979 prováveis casos de dengue, número superior a de 2021, que foi de 10.078. Em Campo Grande são 4.563 casos prováveis.
Entre as cidades com maior incidência de casos estão, São Gabriel do Oeste, Angélica, Chapadão do Sul e Ivinhema.
Além do Aedes Aegypti transmitir a Dengue, o mosquito tornou-se um dos maiores inimigos da saúde pública por transmitir também o vírus Zika e a Febre do Chikungunya.
A principal medida de prevenção e combate a dengue é evitar acúmulo de água em pneus, tampas de garrafas e qualquer outro material que deixe água parada, assim como a limpeza de terrenos e quintais.
Foram 585 óbitos de janeiro a 20 de junho contra 246 nos 12 meses de 2021, segundo Ministério da Saúde
Em menos de seis meses, o Brasil já registrou bem mais que o dobro de mortes por dengue do que em todo o ano passado, segundo dados do Ministério da Saúde divulgados na sexta-feira (24). Foram 585 óbitos de janeiro a 20 de junho de 2022, ante 246 nos 12 meses de 2021, aumento superior a 130%.
O número já é maior também do que em todo o ano de 2020, quando a dengue matou 574 pessoas. Em 2019, houve 840 mortes. O número de casos neste ano aumentou 196% em relação a igual período do ano passado, chegando a 1.143.041 em todo o país. A incidência é de 550 casos por 100 mil habitantes. A doença é transmitida pela picada do Aedes aegypti.
Brasil já registra 130% mais mortes por dengue (Foto: Divulgação )
O estado de São Paulo lidera em número de mortes, com 200 óbitos, segundo o ministério — a Secretaria de Saúde do estado aponta 198. O número é quatro vezes maior que os 52 óbitos registrados no mesmo período do ano passado e quase o triplo do total de mortes em 2021, quando houve 71 óbitos.
São Paulo já teve 225 mil casos de dengue neste ano. No mesmo período do ano passado, houve 130 mil, segundo a pasta estadual. Já o ministério aponta 297 mil casos em território paulista, incidência de 550 relatos por 100 mil habitantes. A pasta federal considera os casos prováveis de dengue, enquanto a paulista divulga aqueles já confirmados.
Segundo estado em número de mortes, Santa Catarina teve 66 registros. Por região, o Centro-Oeste tem a maior incidência, com 1.585,2 casos por 100 mil habitantes, seguido pela região Sul, com 968,4 casos por 100 mil pessoas. O estado de São Paulo tem o município com maior incidência de dengue no Brasil: Araraquara, com 13.765 casos, taxa de 5.722 casos por 100 mil habitantes.
Com 240 mil habitantes, Araraquara já registrou 17 mortes por dengue neste ano. De acordo com o InfoDengue, sistema de monitoramento da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), a cidade está em alerta vermelho. A alta incidência levou a prefeitura a criar um centro de atendimento exclusivo para essa doença no hospital de campanha, que funciona diariamente, incluindo fins de semana e feriados, das 7 às 19 horas.
Também foi criada uma sala de situação para acompanhar diariamente a evolução dos casos e traçar ações de combate ao mosquito transmissor. Em média, os agentes de combate a endemias visitam 30 mil casas por mês, em busca de criadouros. Também são feitos fumacês, nebulizações, além de mutirões para a retirada de entulhos e material inservível.
Equipes de educação do Controle de Vetores e da Vigilância em Saúde realizam ações educativas em escolas públicas e privadas, com palestras e exposições sobre a dengue. Todas as unidades de saúde estão focadas na identificação e tratamento dos casos, segundo a prefeitura.
A quantidade de pessoas diagnosticadas com dengue segue crescendo em Mato Grosso do Sul
Entre os dias 15 e 22 de junho, mais 514 casos foram classificados como positivos para doença, segundo dados da SES (Secretaria de Estado de Saúde). Alta corresponde a 5,6% na comparação com os números apresentados na semana epidemiológica anterior.
São 14 óbitos atribuídos a esta doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti em 2022. Mesmo número de todo o ano passado.
Ao todo, são 9.655 casos confirmados – 5.248 por meio de exames laboratoriais e 4.407 através de critério clínico-epidemiológico, acumulados desde o início do ano.
O boletim divulgado nesta quinta-feira (23) revela ainda que o Estado registrou 19.471 casos prováveis de dengue desde janeiro de 2022, com incidência considerada alta.
Com relação às vítimas fatais, Mato Grosso do Sul igualou, em apenas seis meses, a quantidade de mortes por dengue registradas no decorrer de todo o ano passado: são 14 óbitos atribuídos a esta doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti.
A 14ª vítima no Estado é uma menina de 11 anos, moradora de Dourados, com óbito registrado no dia 2 de junho. Ela não tinha doenças pré-existentes.
As demais pessoas que morreram neste ano após enfrentarem complicações de saúde geradas pela dengue são de Campo Grande, com seis casos, além Chapadão do Sul com duas mortes.
Aparecida do Taboado, Guia Lopes da Laguna, Itaporã, Douradina e São Gabriel do Oeste completam a lista, cada um com uma morte.
O boletim da SES é elaborado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas, vinculado setor de Vigilância em Saúde.
Mais 255 notificações de casos prováveis de dengue foram incluídas no boletim epidemiológico semanal elaborado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas do setor de Vigilância em Saúde, órgão vinculado a SES (Secretaria de Estado de Saúde).
Com a atualização, Mato Grosso do Sul passou a acumular 742 casos prováveis de dengue. Destes, 12 tiveram diagnósticos confirmados para doença através de critérios clínicos epidemiológicos e 32 confirmados por testes em laboratórios.
Dourados registrou, nesta mesma semana, mais seis notificações de dengue, sendo três confirmadas por testes laboratoriais ou critérios clínicos.
Entre os municípios com mais casos de dengue registrados neste começo de ano está São Gabriel do Oeste, na primeira colocação do ranking estadual com 92 casos prováveis de dengue.
Não há registro de óbitos por dengue em Mato Grosso do Sul neste ano. Em 2021, 14 sul-mato-grossenses morreram após ter complicações de saúde causadas por esta doença.
A dengue pode apresentar um amplo espectro clínico, de acordo com informações que contam no boletim epidemiológico da SES.
Enquanto a maioria dos pacientes se recupera após evolução clínica leve, uma pequena parte progride para doença grave, determinada por fatores de risco individuais que incluem idade, doenças pré-existentes e infecções secundárias.