Recursos de penas pecuniárias do TJ-MS injetam R$ 145 mil em obra que amplia atendimento a 25 mil beneficiários da segurança pública.

O juiz Albino Coimbra Neto, responsável pela Central de Execução de Penas Alternativas (Cepa), e o presidente da Associação dos Magistrados de Mato Grosso do Sul (Amamsul), juiz Mário José Esbalqueiro Júnior, visitaram nesta sexta-feira as obras de construção da nova policlínica destinada ao atendimento de policiais militares, bombeiros, integrantes da reserva e seus dependentes.

A obra conta com aproximadamente R$ 145 mil provenientes de penas pecuniárias destinadas pelo Poder Judiciário e deverá ficar pronta no próximo mês.
Vistoria com comando da PM e do Coseic
Os magistrados foram recebidos pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, coronel Renato dos Anjos Garnes, comandante da Policlínica Silva Neto, e pelo presidente do Conselho Institucional de Segurança de Campo Grande (Coseic), delegado Lucas Caires.
Durante a vistoria, os juízes acompanharam o andamento dos trabalhos e conheceram a estrutura que ampliará a capacidade de atendimento médico e multiprofissional aos integrantes das forças de segurança e seus familiares.
Atualmente, a unidade atende cerca de 25 mil beneficiários e realiza aproximadamente 3 mil atendimentos por mês. A equipe é formada por médicos, dentistas, fisioterapeutas, psicólogo, assistente social e outros profissionais, além de oferecer serviços ambulatoriais e exames.

Valores recolhidos pelo sistema de Justiça podem retornar à sociedade
“A destinação de recursos oriundos de penas pecuniárias demonstra como valores recolhidos pelo sistema de Justiça podem retornar à sociedade por meio de projetos voltados à saúde, à proteção social e ao fortalecimento dos serviços públicos”, comentou o presidente da Amamsul.
Entre 2009 e 2026, o Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul destinou aproximadamente R$ 28,9 milhões a diferentes instituições e projetos sociais.
Central de Execução de Penas Alternativas faz a fiscalização
“Atendemos projetos em instituições públicas que estão devidamente regularizadas e a Central de Execução de Penas Alternativas faz a fiscalização”, comentou o juiz Albino Coimbra Neto.






