Vítima de 27 anos foi agredida em frente a conveniência e arrastada até a esquina onde morreu. Polícia busca imagens de câmeras para identificar autores.

Um homem de 27 anos foi encontrado morto na madrugada deste sábado (101/08), no cruzamento das ruas Catiguá e Maria de Lourdes Vieira de Matos, no bairro Centro Oeste, em Campo Grande (MS), com sinais de violência extrema, incluindo afundamento do crânio e exposição de massa encefálica. O caso é investigado como homicídio simples pela Polícia Civil.
Ação brutal começa em frente a conveniência e termina em esquina
De acordo com o boletim de ocorrência, equipes da Polícia Militar foram acionadas por volta das 3h25 e encontraram Márcio Guimarães da Silva já sem vida. A perícia constatou que a vítima apresentava lesões compatíveis com agressões possivelmente desferidas com pedaços de madeira (pauladas) e pedras (pedradas).
Durante a análise da cena do crime, policiais encontraram marcas de luta em frente a uma conveniência — segundo outra versão do registro, uma tabacaria — localizada na Rua Catiguá.
Os vestígios indicam que Márcio foi agredido naquele ponto e, em seguida, arrastado até a esquina, onde o corpo foi abandonado. O estabelecimento estava fechado no momento do crime.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e constataram o óbito no local. Em seguida, a Polícia Militar e a Perícia Técnica isolaram a área para os trabalhos de coleta de evidências.
Perícia aponta trauma craniano e corpo vai para necropsia
Após os exames periciais, o corpo foi encaminhado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) para necropsia. A perícia também indicou que a vítima sofreu trauma crânioencefálico. Até o momento, não há testemunhas que tenham presenciado o crime, nem informações sobre a quantidade de autores envolvidos.
A Polícia Civil informou que a rua possui câmeras de monitoramento, mas nenhum morador foi localizado durante o atendimento para fornecer as imagens, que poderão auxiliar na investigação.
O caso foi registrado na Depac-Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Integrado de Polícia Especializada) e segue sob investigação para identificação e captura dos responsáveis.






