Gestão em Mato Grosso do Sul é destacada por lideranças como Tarcísio, Ratinho Jr e até ministro de Lula.

Os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Paraná, Ratinho Jr (PSD), duas das grandes lideranças nacionais da direita, e o advogado Dario Durigan, ministro da Economia do presidente Lula (PT), estão entre as vozes credenciadas que ecoam com elogiosos reconhecimentos ao desempenho de Eduardo Riedel (PP) no governo de Mato Grosso do Sul.
Candidato à reeleição, Riedel aparece contemplado por estas e outras avaliações de variadas fontes ideológicas e indiscutível credibilidade, que impactam positivamente na campanha.
Governadores de dois dos principais estados do país, Tarcísio e Ratinho Jr puxam a fila da aclamação ao colega sul-mato-grossense. Para o governante paulista, Riedel faz o trabalho competente de um gestor que saiu da vida privada e se dedica ao setor público com muita eficiência. “Eu me tornei fã desse grande gestor, desse grande governador chamado Eduardo Riedel”, afirmou.
A opinião tem inquestionável alcance, porque parte de alguém que dirige a maior economia estadual brasileira e antes de chegar ao Palácio dos Bandeirantes teve uma trajetória ligada à direção de infraestrutura no governo federal.

Do Paraná, o estado com a quarta maior economia do Brasil, Ratinho Junior também atribuiu à administração de Riedel parte dos resultados alcançados pelo governo de Riedel.
“É impressionante o que o Mato Grosso do Sul alcançou em tão pouco tempo. Crescimento acelerado, geração de empregos, redução da pobreza e ainda o melhor desempenho escolar da história, entre outros itens. Não é para qualquer um. E não é por acaso”, avaliou.
O dirigente paranaense credita estes resultados à condução do governo estadual. “Isto só foi possível graças a uma gestão focada em resultado e com visão de futuro”, completou.
Papel estratégico
No chamado campo progressista, a análise de um ministro lulista tem peso diferenciado. E Durigan, o “homem” da Economia, não hesita em realçar os avanços e a posição de Mato Grosso do Sul como elo entre regiões brasileiras e nações da América Latina. “O Estado cumpre um papel estratégico para o Brasil como um Estado integrador”, considerou. “Esta condição pode aumentar a capacidade de atrair investimentos e ir além com as cadeias produtivas”, emendou.
O economista Ricardo Amorim põe o Estado entre os que mais avançaram nas últimas décadas. Destaca fatores como o crescimento, a renda e indicadores de desenvolvimento humano. Já o ex-governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, aplaude a estrutura administrativa para receber investimentos e dialogar com o setor produtivo. “A burocracia que melhor se organizou para lidar com o setor é a do Mato Grosso do Sul”, decreta. Para ele, os avanços no ambiente de negócios merecem ser observados por outros estados.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) observa que “nem sempre a gente teve esse reconhecimento”. E continua: “A própria trajetória do governador mostra o tamanho dessa luta. É um trabalho incansável que deu muito resultado”. Riedel associa o reconhecimento às inovações do ambiente de governança nos últimos anos.
“O crescimento não aconteceu por acaso. Ele foi planejado e construído por muitas mãos”, explica.
Inclusão e preservação
Os efeitos do crescimento sobre a população também aparecem nas avaliações de representantes da sociedade civil. A presidente da Central Única das Favelas em Mato Grosso do Sul (Cufa-MS), Letícia Polidoro, festeja o surgimento de novas oportunidades e, principalmente, para a necessidade de qualificação profissional. “Um grande avanço é a questão da capacitação. A gente pode ter uma grande evolução, sim, no mercado de trabalho”, acredita.
O modelo de desenvolvimento de Mato Grosso do Sul também recebeu avaliações ligadas à produção rural e à conservação ambiental. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Marcelo Bertoni, destaca a expansão da agricultura e cita instrumentos criados para aproximar produção e preservação. Entre eles está o PSA Pantanal, mecanismo de pagamento por serviços ambientais destinado a reconhecer economicamente produtores que preservam áreas e serviços ecossistêmicos.
Para Riedel, crescimento econômico e proteção ambiental não devem ser tratados como agendas concorrentes. “Nós provamos que é possível unir crescimento e preservação, ampliar a produção sem abrir mão da proteção ambiental”, afirma. “Não adianta crescer sem preservar. E não adianta crescer e preservar sem incluir”, reitera.
A continuidade do processo dependerá de “fazer com que desenvolvimento econômico, preservação ambiental e inclusão social avancem de forma simultânea”.






