• Campo Grande MS, 15 de setembro de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 15 de setembro de 2026

Dólar e Bolsa oscilam com petróleo, juros e crise no STF 

  • 15 de setembro, 2026
  • Cotação do Dólar, Mercado Financeiro
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Sessão extraordinária do Supremo adiciona cautela aos mercados, enquanto investidores monitoram tensão no Oriente Médio, varejo fraco e decisões de Copom e Fed.

Por volta das 11h37 (de Brasília) o Dólar comercial registrava alta de 0,07% cotado em R$5,151 e o Ibovespa em alta de 0,17% estava com 185.817,63 pontos.

O mercado financeiro brasileiro operava perto da estabilidade nesta terça-feira (15), em um dia marcado pela combinação de tensões geopolíticas, expectativa por decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos e incertezas no cenário político-institucional. Por volta das 11h37, o dólar comercial avançava 0,07%, cotado a R$ 5,151, enquanto o Ibovespa subia 0,17%, aos 185.817,63 pontos.

O movimento refletia uma sessão de sinais mistos. De um lado, o aumento do preço do petróleo e a alta dos rendimentos dos títulos públicos dos Estados Unidos ampliavam a aversão ao risco no exterior. De outro, investidores avaliavam ativos brasileiros após dados mais fracos do varejo e acompanhavam os desdobramentos da sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa a Petição 16.662.

Petróleo caro amplia temor de inflação

O mercado internacional segue pressionado pela escalada dos preços do petróleo após ataques à infraestrutura energética da Arábia Saudita. O oleoduto Leste-Oeste, uma rota estratégica para exportação de petróleo saudita sem passar pelo Estreito de Ormuz, ficou fora de operação, aumentando o temor de restrições na oferta global.

O Brent chegou a superar US$ 108 por barril durante a turbulência recente e permanecia acima de US$ 107 nesta terça-feira. O encarecimento da commodity eleva preocupações com inflação, combustíveis e custos de produção, cenário que pode levar bancos centrais a manter juros elevados por mais tempo.

Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries permanecem em patamares altos, com a taxa do título de dez anos próxima de 5%, nível não visto desde 2007. A perspectiva de aperto monetário pelo Federal Reserve pressiona bolsas internacionais, fortalece o dólar e tende a reduzir o apetite por ativos de países emergentes, como o Brasil.

Varejo fraco e juros no foco

No cenário doméstico, o mercado reagiu à queda de 0,8% nas vendas do varejo em julho, na comparação com junho, conforme a Pesquisa Mensal do Comércio divulgada pelo IBGE. O resultado interrompeu dois meses consecutivos de alta e ficou abaixo das projeções do mercado.

O desempenho foi influenciado pelo crédito caro e pelo elevado endividamento das famílias. Móveis e eletrodomésticos registraram a maior queda entre os segmentos pesquisados, com retração de 4,9% no mês, refletindo a dependência do setor em relação ao financiamento.

Os investidores também mantêm atenção voltada para as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) e do Federal Reserve. Uma eventual sinalização de juros elevados por mais tempo pode afetar as projeções para consumo, crédito, inflação, câmbio e atividade econômica no Brasil.

STF aumenta cautela local

A situação política no STF é outro fator de atenção para o mercado nesta terça-feira. A sessão extraordinária do Plenário, iniciada às 10h, discute a Petição 16.662, que reúne informações da Polícia Federal sobre mensagens e contatos atribuídos ao ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro, e ao ministro Alexandre de Moraes.

O julgamento tem potencial para elevar a volatilidade dos ativos brasileiros porque ocorre em meio a discussões sobre estabilidade institucional, cenário eleitoral e percepção de risco político. Investidores acompanham principalmente os efeitos que uma eventual abertura de investigação, o arquivamento do caso ou questionamentos sobre a validade do relatório policial podem produzir na relação entre os Poderes e no ambiente de negócios.

A cautela não significa uma reação automática da Bolsa ou do câmbio a cada manifestação dos ministros. No entanto, a crise institucional entra no cálculo de risco dos investidores, especialmente em uma semana decisiva para a política monetária e sob pressão externa provocada pelo petróleo e pelos juros americanos.

Bolsa avança, mas cenário é instável

Apesar da alta de 0,17% do Ibovespa no fim da manhã, o avanço era limitado e indicava um mercado ainda defensivo. Na véspera, o índice havia fechado em queda de 0,91%, aos 185.501 pontos, pressionado pela aversão global ao risco e pelas incertezas domésticas.

O dólar, por sua vez, mantinha leve valorização frente ao real, negociado a R$ 5,151. A moeda americana tende a ganhar força quando aumentam as preocupações com inflação, juros nos Estados Unidos e risco geopolítico, fatores que estimulam investidores a buscar ativos considerados mais seguros.

Com petróleo em patamares elevados, juros americanos pressionados, indicadores econômicos locais mais fracos e uma sessão sensível no STF, o mercado brasileiro deve permanecer atento a novas oscilações ao longo do pregão.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorMercado pecuário mantém estabilidade em MS
PróximoBrasil pode ter 7 dos 8 semifinalistas da Libertadores e Sul-AmericanaNext
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Brasil pode ter 7 dos 8 semifinalistas da Libertadores e Sul-Americana

15 de setembro de 2026

Mercado pecuário mantém estabilidade em MS

15 de setembro de 2026

STF realiza sessão extraordinária sobre petição ligada a Moraes e Vorcaro

15 de setembro de 2026

Mega-Sena sorteia hoje prêmio de R$ 95 milhões

15 de setembro de 2026

A crise institucional do STF e o futuro do Judiciário brasileiro

15 de setembro de 2026

Brasileirão: Remo demite Léo Condé após derrota para o Bahia

15 de setembro de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com