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Campo Grande, 16 de setembro de 2026

Azambuja aposta no Senado como indutor para investimentos em infraestrutura

  • Geraldo Silva
  • 16 de setembro, 2026
  • Municipalismo
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Com expansão e integração da intermodalidade, MS terá uma das mais competitivas economias do país.

Reinaldo Azambuja: “Retomar a ferrovia é voltar a ter competitividade”.          (Foto: Redes Sociais).

Já servido por duas hidrovias e uma ampla malha rodoviária, Mato Grosso do Sul só precisa restabelecer suas estradas de ferro para ser um dos estados mais competitivos do País. “E esse dia vai chegar, tendo um Senado comprometido com os investimentos em infraestrutura logística e integração”, acredita o ex-governador Reinaldo Azambuja (PL).

Ele faz deste objetivo uma de suas principais propostas na campanha a senador. “A ampliação da intermodalidade e sua integração estabelecida em regiões de corredores estratégicos são essenciais, porque esta é a forma de reduzir sensivelmente os custos e melhorar os preços, dentro de uma quadratura de alta competitividade”, explica.

O argumento de Azambuja tem bases consistentes: ele foi governador em dois mandatos, e durante os oito anos de gestão fez da infraestrutura rodoviária uma de suas mais importantes prioridades.

De 2015 a 2022, seu governo pavimentou mais de 1,2 mil km de rodovias estaduais, além de intervenções de recuperação em trechos já existentes. Se eleito, Azambuja pretende usar a atuação em Brasília para buscar recursos e fazer a articulação política por projetos logísticos que dependem da participação do Governo Federal.

Entre as obras citadas está a pavimentação da MS-338, entre Ribas do Rio Pardo e Camapuã. Outro trecho é o da MS-436, em Camapuã, que passou por recuperação em sua gestão. O comerciante Juvenil Sapinho, que mantém um estabelecimento às margens da rodovia, lembra que as condições anteriores da estrada prejudicavam o movimento de veículos e, consequentemente, o comércio local.

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Novas matrizes
Além dessas rodovias, o candidato citou investimentos em trechos das MS-156, MS-447, MS-382, MS-320, MS-165 e MS-276, entre outras. “O Estado precisa avançar para além das rodovias e diversificar a matriz de transportes”, insiste. Ele pleiteia também a retomada da malha ferroviária, incluindo as conexões entre Três Lagoas e Aparecida do Taboado, Três Lagoas e Campo Grande, Campo Grande e Corumbá, além da ligação com Ponta Porã.

“Voltar ao uso da ferrovia é ter competitividade”, empolga-se. Azambuja assegura que com diferentes modais conectados a diminuição de custos logísticos torna-se inevitável, assim como as condições de escoamento da produção melhoram substancialmente. O potencial das hidrovias do Paraguai e do Paraná também são vetores estratégicos de desenvolvimento, acrescenta.

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