A arroba do boi e da vaca gorda teve queda no preço em Campo Grande, Três Lagoas e Dourados. Nos estados de MS, GO e PR a arroba do Boi China manteve o mesmo preço de quinta-feira (23/04), e em SP, MG e MT a arroba do Boi China teve redução de preço.

Em Campo Grande, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 347,50 à vista e R$ 355,00 com prazo de 30 dias (reduziu R$3,00).A vaca gorda está com a arroba cotada em R$ 321,00 à vista e a prazo, R$ 325,00 (reduziu R$5,00).
Em Dourados, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 350,50 à vista e R$ 355,00 com prazo de 30 dias (reduziu R$1,00). Já a vaca gorda está com a arroba cotada em R$ 319,00 à vista e a prazo R$ 323,00 (reduziu R$7,00).
Em Três Lagoas, a cotação da arroba do boi gordo está avaliada em R$ 348,50 à vista e R$ 353,00 com prazo de 30 dias (reduziu R$2,00). Já a arroba da vaca gorda em Três Lagoas está cotada em R$ 317,00 à vista e a prazo, R$ 321,00 (reduziu R$2,00).
Boi China @ – Nos estados de MS, GO e PR a arroba do Boi China manteve o mesmo preço de quinta-feira (23/04), e em SP, MG e MT a arroba do Boi China teve redução de preço.
São Paulo – R$368,00 (reduziu R$2,00)
Minas Gerais – R$350,00 (reduziu R$3,00)
Mato Grosso – R$363,00 (reduziu R$2,00)
Mato Grosso do Sul – R$357,00 (manteve o valor)
Goiás – R$355,00 (manteve o valor)
Paraná – R$361,00 (manteve o valor)
Queda no Mercado do boi gordo em SP reflete
Após um mês de preços firmes e em alta, a cotação caiu pela primeira vez. A oferta de boiadas aumentou, reflexo de uma ponta vendedora mais atenta, precavida e aproveitando os bons preços vigentes. Com o avanço do outono, a preocupação com o preenchimento da cota de exportação para a China em meados de maio, a queda dos contratos futuros e as cotações elevadas da arroba estimularam as vendas, elevando a oferta.
Vale destacar que não se tratou de uma oferta abundante, mas de um aumento frente a um quadro anterior de escassez de matéria-prima. Ainda assim, a oferta permaneceu limitada.
Do lado comprador, o pós-feriado trouxe maior tranquilidade, com negociações mais compassadas. Parte dos frigoríficos ficou fora das compras até quarta-feira, aguardando melhor definição do mercado, enquanto os mais ativos já tentavam negócios abaixo das referências, amparados por escalas mais confortáveis em relação às últimas semanas e um escoamento de carne no mercado doméstico apenas regular, em um período otimista de venda.
Nesse contexto, o mercado abriu ofertando cerca de R$2,00/@ a menos para o boi comum e para o “boi China”.
A escala de abate esteve, em média, em 10 dias.
O recuo nas cotações não definiu uma tendência. No entanto, com escalas mais alongadas e o período de fim de mês – quando as vendas de carne no mercado doméstico costumam ser mais fracas -, a ponta compradora manteve firme suas ofertas, condicionadas à aceitação dos vendedores. Vale lembrar que a oferta de matéria-prima seguiu limitada, o que restringiu a pressão baixista.
Exportação de carne bovina in natura
Até a terceira semana de abril, o volume exportado foi de 153,4 mil toneladas, com uma média diária de 12,8 mil toneladas, aumento de 5,8% frente ao embarcado por dia em abril de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$6,1 mil, alta de 22,1% na comparação feita ano a ano.
Se o ritmo diário de embarques e os preços pagos se mantiverem, o mês deve terminar como o melhor abril da série histórica, tanto em volume quanto em faturamento.
Com informações da Scot Consultoria








