Monitorado por tornozeleira eletrônica, ele foi identificado rapidamente. A polícia apura se houve overdose ou outro mal súbito.

Um homem de 40 anos, identificado como Mário Márcio Santana Bonifácio, morreu no início da noite de quinta-feira (23/04) após invadir uma agência do Banco do Brasil e quebrar a porta giratória de vidro no cruzamento da Rua Argemiro Fialho com a Avenida Bandeirantes, em Campo Grande. Segundo a Polícia Militar, ele foi contido por seguranças dentro da unidade, passou mal e acabou não resistindo, apesar das tentativas de reanimação feitas pelo Corpo de Bombeiros.

A ocorrência começou quando o homem entrou de forma descontrolada na agência e forçou a estrutura de acesso até romper o blindex, de acordo com o relato policial. Testemunhas e agentes da PM apontaram que ele apresentava agitação e nervosismo, hipótese que levou a polícia a tratar inicialmente o caso como possível surto ou intoxicação, mas a causa da morte ainda depende do laudo pericial.
A identificação do autor foi facilitada pelo uso de tornozeleira eletrônica, já que ele não portava documentos no momento da ocorrência. A polícia informou que acionou o sistema de monitoramento para localizar os dados cadastrais do equipamento, o que permitiu confirmar a identidade rapidamente.
Levantamento em registros judiciais aponta que Mário Márcio respondia a processos por crimes patrimoniais, incluindo roubo e furto, informação que reforça o histórico de passagem pela Justiça. A reportagem local também cita que ele tinha outras anotações em seu nome, mas a consolidação exata desse histórico depende da checagem completa das bases judiciais citadas na apuração.
Após a morte ser constatada dentro da agência, a área foi isolada para o trabalho da perícia e da Polícia Civil. Dois vigilantes da empresa responsável pela segurança foram levados à delegacia para prestar esclarecimentos sobre a contenção e a dinâmica da ocorrência.
A principal suspeita inicial é de overdose por uso de entorpecentes, mas essa hipótese ainda será confirmada ou descartada pela perícia. O caso segue em investigação como morte a esclarecer.








