Ibovespa sobe aos 174 mil pontos, dólar comercial cai a R$ 5,01 e juros futuros operam mistos.

O Ibovespa opera em alta nos primeiros negócios desta terça-feira (02/06), aos 173,3 mil pontos, recuperando parte das perdas da véspera, quando o índice caiu quase 1% e encerrou no menor nível desde 21 de janeiro.
Por volta das 12h20 (de Brasília) o Dólar estava em queda de 0,21% cotado em R$5,01 e o Ibovespa sobe 1,36% registrando 174.545 pontos.
Os investidores seguem avaliando a proposta do governo dos Estados Unidos de impor uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de importações brasileiras, ao mesmo tempo em que acompanham declarações de autoridades do governo brasileiro sobre o tema.
O dólar comercial cai a R$ 5,01 e os juros futuros operam mistos. Sobem as ações de grandes bancos, varejistas e VALE3, enquanto PETR4 oscila.
Em meio à nova tarifa dos EUA, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja para Goiás, onde participa das inaugurações de estruturas de educação e saúde em Catalão e visita à tarde o Hospital Municipal Universitário de Rio Verde.
Já o ministro da Fazenda, Dario Durigan, concede entrevista à TV Record. Na véspera, ele afirmou que o governo estava preocupado com uma eventual imposição de tarifas pelo governo do país norte-americano sobre produtos brasileiros.
No exterior, novo otimismo com a inteligência artificial depois de a Anthropic avançar para listar suas ações na bolsa no mercado acionário dos Estados Unidos, enquanto os preços do petróleo caíam diante de renovadas expectativas de acordo entre EUA e Irã.
Mais tarde, o Departamento do Trabalho dos EUA divulgará os dados de vagas de emprego em aberto antes do relatório mensal de emprego na sexta-feira, com os mercados apostando que o próximo passo do Federal Reserve será aumentar sua taxa de juros. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro cai 0,44%, S&P Futuro recua 0,22% e Nasdaq Futuro tem baixa de 0,13%. (Felipe Alves)
Juros
Taxas sobem com preocupações sobre inflação no Brasil, na contramão dos Treasuries
As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros) exibem altas nesta manhã de terça-feira, em especial entre os vencimentos longos, em meio a preocupações do mercado com o cenário para o controle da inflação no Brasil, enquanto no exterior os rendimentos dos Treasuries estão em queda.
As taxas futuras sobem desde o início da sessão no Brasil, refletindo aspectos técnicos e posicionamentos em relação à política monetária futura no país. No caso da taxa do DI para janeiro de 2028, apesar da leve alta ante o ajuste da véspera, definido por volta das 16h30, em relação ao fechamento do dia havia queda, mais em sintonia com o recuo dos rendimentos dos Treasuries no exterior.
Com informações da Agência Reuters e Portal Infomoney








