• Campo Grande MS, 29 de agosto de 2026
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Search
Close
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Menu
  • Home
  • Editorias
    • Politica
    • Polícia
    • Eleições 2022
    • Cidades
    • Economia e Agronegócio
    • Cultura
    • Entrevistas
    • Esportes
    • Geral
  • Colunas
    • Geraldo Silva
    • Boca do Forno
    • Folha Aberta
    • Baú da Folha
  • Entretenimento
    • Na Poltrona do Cinema com Pedroka
  • Vídeos
  • Contato
Campo Grande, 29 de agosto de 2026

Merenda escolar estragada é mais um rastro do desgoverno “Adrianista”

  • Geraldo Silva
  • 14 de julho, 2026
  • Saúde
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Falta de segurança alimentar indica como a prefeita trata os estudantes e “acompanha” sua política de educação.

A Escola Municipal de Tempo Integral Hilda de Souza Ferreira: merenda sob análise (Foto: Reprodução internet).

A boa política pública de educação é mais do que fazer escola e distribuir material didático. Há outras condições indispensáveis, que vão desde o aprendizado, passa pela valorização dos educadores e chega nas questões mais simples, como a higiene e a segurança alimentar. Basta um desses quesitos falhar para ficar evidente que algo está errado.

Entretanto, se a falha causar riscos à saúde ou à vida humana, aí a questão deixa de ser simples falha e torna-se um deslize gravíssimo. Foi o que ocorreu semana passada, quando alunos passaram mal depois de ingerirem a merenda da Escola Municipal de Tempo Integral Hilda de Souza Ferreira, no Coophatrabalho.

O caso criou acalorada uma calorosa polêmica, reforçada cinco dias depois, quando a direção do estabelecimento admitiu, com base em análise técnica, que houve um erro no preparo dos alimentos. A nota da escola não detalha como ocorreu a falha, apenas generaliza, frisando que uma “falha pontual no processo de manipulação e preparo” provocou a fermentação do molho do macarrão servido aos alunos.

Mães disseram que os filhos passaram mal e um deles contou que não conseguiu comer na escola, “pois o macarrão, que foi a merenda do dia, estaria com cheiro de vômito”. (Foto: Imagem ilustrativa de macarrão servido na merenda escola).

Foram os pais que denunciaram possíveis casos de intoxicação, ao verem os filhos chegar em casa vomitando e com fortes enjoos. O portal Midiamax publicou que uma inspeção teria encontrado vários alimentos mal armazenados, alguns jogados no chão.

Duas mães, continua o Portal, dizem que os filhos passaram mal e um deles contou que não conseguiu comer na escola, “pois o macarrão, que foi a merenda do dia, estaria com cheiro de vômito”.

A escola informa que, após identificar o problema, reforçou os procedimentos de segurança alimentar, orientou a equipe responsável pelo preparo das refeições e anunciou monitoramento permanente do quadro de funcionários da unidade. O que mais espanta, no resumo deste caso, é que a informação da escola reconhecendo a falha no preparo do alimento foi desmentida pela Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Pasmem: conforme a secretaria, não havia qualquer confirmação de contaminação alimentar e os relatos dos pais não tinham respaldo de evidências técnicas ou laudos conclusivos sobre os sintomas dos alunos. É como se a política pública de ensino da prefeita Adriane Lopes obrigue seus subalternos de primeiro escalão a desmentir diretores de escola e desfazer, de forma humilhante, a sabedoria de pais e mães que convivem com os filhos e não precisam ser especialistas para identificar se estão ou não enjoados ou vomitando por problemas alimentares.

Pressão

Mães estão denunciando que foram pressionadas e ameaçadas pela direção da escola, depois de denunciaram a oferta de merenda estragada aos estudantes. Uma dessas mães salientou que a própria diretora ligou de seu número pessoal para fazer ameaças.

Uma vistoria encontrou irregularidades e vácuos estruturais na escola, entre os quais a presença de uma única merendeira trabalhando havia 15 dias.

Quando acontece um caso de intoxicação alimentar, é preciso tomar algumas providências, como a investigação, a perícia e, se for o caso, a interdição da cozinha, com coleta de amostras de comida e de sobras. A validade e o armazenamento dos produtos também devem ser conferidos. Se for comprovada falha humana, o Município deve arcar com danos morais e médicos, havendo necessidade.

Share on whatsapp
Share on telegram
Share on twitter
Share on facebook

Outras Postagens

PrevAnteriorMorto no Tiradentes era foragido e acumulava sete passagens por roubo
PróximoASL premia vencedores do Concurso de Contos Ulysses Serra em cerimônia no dia 16Next
Bem Simples
Whatsapp

Últimas Notícias

Após 5 anos: Aviões roubados em MS, incluindo o de Almir Sater são localizados na Bolívia 

29 de agosto de 2026

Clássico no Maracanã: Flamengo x Botafogo jogam domingo 15h pelo Brasileirão

29 de agosto de 2026

Tamires entra no top-10 de maiores artilheiras da história do Corinthians

29 de agosto de 2026

Porte de arma tramita para 10 novas profissões no Brasil e pedido vai ficar mais fácil

29 de agosto de 2026

Servidora municipal é presa por furto de joias e semijoias em Campo Grande

29 de agosto de 2026

Conta de luz terá bandeira amarela em setembro e acréscimo pelo 5º mês seguido

29 de agosto de 2026
Carregar mais
Não há mais notícias para mostrar
WhatsApp

Siga-nos nas redes sociais

  • @FolhadeCG
  • @folhadecg
  • @folhacg

Contato

  • Rua Salim Maluf, 587 - Nova Bandeirantes
  • 67 99216-0497
  • contato@folhacg.com.br
Powered by ♠Dyo51.Com