Ex-governador defende expansão de novas matrizes energéticas para fortalecer a economia e gerar mais empregos.

Criar novas oportunidades, gera mais empregos e renda para toda a população. Segundo afirma o ex-governador Reinaldo Azambuja, estes são alguns dos ganhos agregados pela diversidade da economia que vem sendo estimulada em Mato Grosso do Sul por políticas públicas iniciadas em sua gestão e está em consistente processo de continuidade no governo de Eduardo Riedel (PP).
A declaração de Azambuja tem como referência o ato do dia 10 deste mês, quando Riedel entregou à diretoria do Grupo Atvos a Licença de Instalação (LI) para construir em Nova Alvorada do Sul sua primeira planta de etanol de milho no estado. O município já tem uma indústria do grupo, à qual será integrada a nova unidade, cuja construção absorverá investimentos superiores a R$ 1 bilhão.
“O crescimento do Estado não é interrompe, porque nele se criou, ao longo dos últimos 11 a 12 anos, um ambiente seguro de negócios. Os investidores sabem que vindo para cá o retorno é garantido, porque terão logística, infraestrutura, segurança, apoio e tranquilidade para produzir”, observa. “Um Estado que cresce com solidez gera renda, empregos e oportunidades para sua gente. Esta é a política que fazemos”, enfatiza.

Diversificação
A futura planta da Atvos vai diversificar a matriz energética da empresa, que até então focava na cana-de-açúcar, permitindo a produção de etanol a partir do milho durante a entressafra.
A obra deve criar cerca de 2.000 empregos durante o pico de construção. Mato Grosso do Sul já produz etanol de milho a granel e é o segundo maior produtor nacional.
Com a fábrica da Atvos, Mato Grosso do Sul passa a contar com quatro usinas de produção de etanol a partir do milho. Há, ainda, outras 19 usinas produzindo etanol a partir da cana-de-açúcar.
No último ciclo, foram produzidos 5 bilhões de litros de etanol por todas as usinas do Estado, sendo 44% a partir do milho.

Azambuja destaca que o estado conta com grandes unidades ativas de processamento, localizadas em cidades como Sidrolândia, Dourados e Maracaju. “O setor segue em expansão, mais plantas estão programadas e têm nosso apoio”, reforça.
Além do etanol, as biorrefinarias estaduais geram insumos valiosos para a cadeia pecuária (suinocultura, avicultura e confinamento), como o DDG (ração de alto teor proteico), óleo de milho e CO2 industrial.








