Cliente é morto a tiros de calibre 12 enquanto almoçava em restaurante

Mulher e criança estariam com a vítima, mas não foram atingidas; suspeito está sendo procurado

Ridan Nunes Machado, de 43 anos, foi assassinado enquanto almoçava em um restaurante no Bairro Esplanada III em Chapadão do Sul, a 332 km de Campo Grande, nesta quarta-feira (17).

Corpo da vítima caído na área externa do restaurante e equipes policiais. (Foto: O Correio News)

Ridan era morador da cidade de Chapadão do Céu (GO) e foi morto por volta das 12h30min, enquanto almoçava com sua esposa e uma criança, quando um homem, que estava em uma motocicleta e armado com uma espingarda calibre 12, aproximou dele pelas costas e teria efetuado dois disparos, atingindo um na cabeça e outro nas costas.

O autor do assassinato teria pedido para que a mulher, juntamente com a criança, saísse do local, antes de cometer o crime.

O Corpo de Bombeiro de Chapadão do Sul chegou a ser acionado, mas encontrou Ridan sem vida.

A Polícia Militar, juntamente com a Polícia Civil, estiveram no local e isolaram a área até a chegada para Perícia Criminal, que veio da cidade de Costa Rica.

Os investigadores da Polícia Civil agora trabalham para tentar identificar e localizar o autor do homicídio, através de câmeras de segurança da região e também ouvindo testemunhas.

Após 8 meses em coma, morre médico agredido durante briga em restaurante

O médico Thiago Fernando Eloy França estava internado em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) em Três Lagoas (MS)

O médico Thiago Fernando Eloy França morreu aos 36 anos após ficar oito meses em coma por causa de uma briga generalizada em um restaurante em Três Lagoas (MS). A vítima estava internada no Hospital Auxiliadora em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) desde fevereiro deste ano.

O médico morreu aos 36 anos. — Foto: Redes Sociais/Reprodução

Conforme o boletim de ocorrência, na época que o crime aconteceu, Thiago estava no restaurante com alguns familiares. Em um determinando momento, duas mulheres da família começaram a brigar e o médico interveio na situação.

Foi quando tentou apartar a briga, que Thiago foi agredido. Com a força do soco, o médico caiu e bateu a cabeça no calçada. A discussão ainda continuou, mas logo os envolvidos perceberam a gravidade do ferimento de Thiago e acionaram socorro.

Thiago foi levado ao Hospital Auxiliadora por equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ainda segundo o boletim de ocorrência, o estado de saúde dele é considerado grave, após traumatismo craniano.

O g1 procurou a Polícia Civil de Três Lagoas para saber sobre a investigação do caso e a possível alteração da tipificação do crime, porém não obteve respostas.

 

Vídeo: Mulheres destroem restaurante por causa de molho que custa US$ 1,75

Três mulheres foram presas e acusadas de roubo e danos materiais após destruírem um restaurante em Nova York, no feriado americano de 4 de julho. O trio atacou funcionários e quebrou parte da estrutura do estabelecimento por ter ficado irritado com a cobrança por molho extra. O condimento custa US$ 1,75 (equivalente a R$ 9,20).

— Eles queriam molho extra para as batatas fritas e, quando explicamos que custa US$ 1,75, eles ficaram chateados. E foi aí que tudo começou — disse o chef Rafael Nuñez, do restaurante Bel Fries, segundo o jornal “The Independent”.

Nuñez gravou um vídeo que mostra parte do ataque promovido pelas mulheres. As imagens rapidamente viralizaram nas redes sociais e resultaram na identificação das suspeitas.

Pearl Ozoria, de 27 anos, Chitara Plasencia, de 25 anos, e Tatiyanna Johnson, de 23 anos, foram reconhecidas e acabaram presas pela polícia de Nova York.

O trio é acusado de ter destruído computadores, uma caixa registradora e vidraças que separam os atendentes dos consumidores. Elas também aparecem subindo no balcão do restaurante e entrando para a área restrita aos funcionários.

Um dos proprietários do estabelecimento, que pediu para não ter o nome divulgado, afirmou à rede de televisão NBC que seis funcionários estão traumatizados e não querem voltar ao trabalho. No vídeo, uma das suspeitas aparece jogando uma lata de refrigerante contra os atendentes.

— Eles estão devastados. Eles estão com medo. Uma delas ainda não quer sair de casa. Ela tem um filho. Ela teme por sua vida — disse o empresário.