A Polícia Militar apreendeu no final da noite de terça-feira (27/12), em Ponta Porã, quase 200 quilos de maconha enquanto atendiam uma ocorrência de tentativa de homicídio.
De acordo com as informações policiais, no local, os militares encontraram uma mulher de aproximadamente 50 anos em estado de choque, toda ensanguentada, apresentando ferimentos de faca. Os policiais, então, acionaram uma equipe do Corpo de Bombeiros que socorreram a vítima até o Hospital Regional.
Maconha foi apreendida pela PM em Ponta Porã – Crédito: Divulgação
De acordo com relatos de testemunhas, o autor poderia estar dentro da casa em que ocorreu o fato e, desta maneira, uma equipe da Força Tática realizou buscas e, ao adentrarem à residência, encontraram rastros de sangue na cozinha e, ainda, vários tabletes de maconha que estavam alojados no quarto.
A droga, pesada posteriormente, totalizou 198 kg de maconha, divididos em 190 tabletes.
No local do fato compareceu uma equipe do Polícia Civil, juntamente com a Perícia Técnica para efetuar os levantamentos dos indícios de crimes e, em seguida, se dirigiram ao Hospital Regional para realizar a coleta de digitais da vítima, visto que a mesma não possuía documentos e não conseguia falar seu nome devido ao seu estado emocional.
Diante das circunstâncias, a droga foi apreendida e encaminhada ao Primeiro Distrito Policial.
Homem preso por ter produzido artefato explosivo confessou participação de outras pessoas na organização de ato terrorista em Brasília
BRASÍLIA – Pelo menos seis pessoas tiveram participação na tentativa de praticar um ato terrorista na capital federal para tentar provocar “caos” e impedir a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Preso pela Polícia Civil no último dia 24, George Washington de Oliveira Sousa, de 54 anos, detalhou como foi planejada a ação que resultou na instalação de uma bomba próxima a um caminhão de combustível no aeroporto de Brasília. O artefato não explodiu.
George Washington Sousa, bolsonarista preso pela Polícia Civil por atentado em Brasília. Foto: Divulgação / Estadão
Gerente de um posto de gasolina no interior do Pará, George revelou que, além dele, outros quatro homens e uma mulher sabiam da fabricação da bomba. Segundo ele, a ideia de provocar uma explosão surgiu no dia 23, no acampamento de extremistas na frente do Quartel General do Exército. Uma “mulher desconhecida” teria sugerido aos manifestantes que fosse instalada uma bomba na subestação de energia na cidade de Taguatinga, nos arredores de Brasília.
George contou que foi ao local da subestação numa picape Ranger branca de um dos manifestantes. Feito o reconhecimento, ele alega que o plano não avançou porque a tal mulher não teria providenciado um carro para a operação. Um homem de nome Alan teria se voluntariado para levar a bomba. Como teria sido constatado que havia dificuldade em instalar o explosivo na subestação, foi decidido que o alvo seriam postes de transmissão de energia próximos.
O gerente de posto de gasolina disse aos policiais que contou aos demais manifestantes que tinha explosivos. O material havia sido entregue a ele em Brasília por um fornecedor do Pará. “Eu disse aos manifestantes que tinha a dinamite, mas que precisava da espoleta e do detonador para fabricar a bomba”, contou.
Segundo ele, ainda no dia 23, por volta das 11h30, “um manifestante desconhecido” que estava acampado no QG lhe entregou um controle remoto, e quatro acionadores. “De posse dos dispositivos, eu fabriquei a bomba”, admitiu, no depoimento. George alega que entregou o explosivo a Alan, com o pedido para que fosse levada à subestação de energia. Ele alega que só ficou sabendo pela TV que a bomba tinha sido levada ao aeroporto.
No mesmo depoimento, George disse que se registrou como CAC (colecionador, atirador profissional ou caçador) para comprar armas. Ele alegou que veio para Brasília para protestar contra eleição de Lula e afirmou que, ao viajar de carro do Pará para Brasília, trouxe o arsenal apreendido pela Polícia no dia da prisão. Ele ainda contou que a ideia do atentado era de provocar um “caos” na capital, para estimular as Forças Armadas a intervir e decretar Estado de Sítio, impedindo a posse de Lula.
A tentativa de atentado provocou reação de integrantes do governo petista. O futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, disse que o acampamento na frente do quartel é incubadora de terroristas.
Veja quem são os investigados:
George Washington Sousa – gerente de posto de gasolina no Pará que confessou ter fabricado a bomba;
Mulher do acampamento no QG do Exército – teria dado a ideia para explodir uma subestação de energia;
Dono de Ranger branca – manifestante acampado no QG do Exército que levou George para vistoriar o local onde seria instalada a bomba;
Homem do acampamento no QG do Exército – foi o fornecedor dos dispositivos de acionamento dos explosivos;
Alan – acampado no QG do Exército e responsável por levar a bomba até o aeroporto de Brasília;
Fornecedor dos explosivos – homem que trouxe a substância explosiva do Pará para Brasília.
Na tarde de quarta-feira (21), policiais militares apreenderam 50 quilos de maconha durante abordagem a um ônibus de turismo em Bataguassu. A droga estava escondida num pneu de estepe.
A Guarnição de radiopatrulha abordou o ônibus no pátio de um posto de combustíveis. Durante os procedimentos, um homem de 19 anos se apresentou como sendo filho do dono da empresa e guia da viagem.
O veículo foi abordado em um posto de combustíveis – Crédito: Divulgação
Em vistoria no interior do coletivo, os policiais militares localizaram alguns aparelhos celulares e copos térmicos, produtos de descaminho. Já no compartimento de carga, havia um pneu de estepe, sendo constatado que algum objeto estaria solto em seu interior.
Ao ser desmontado, foram localizados 62 tabletes de maconha, que após pesado totalizou 50,2kg.
No ônibus haviam passageiros que embarcaram em Ponta Porã, Dourados e Nova Andradina. Eles disseram estarem indo fazer compras num comércio popular de São Paulo.
Foi questionado aos passageiros, aos guias e também ao motorista, sobre de quem seria a droga encontrada. Todos alegaram desconhecimento de que houvesse drogas no ônibus.
Diante dos fatos, o ônibus foi apreendido e apresentado ao 1º DP, juntamente com a droga.
Policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), apreenderam no início da noite desta quarta-feira, dia 21 de dezembro, durante patrulhamento urbano, no Bairro Jardim Syria Rasselen, periferia de Dourados, mais de uma tonelada de maconha, que estava em empresa de materiais recicláveis.
A operação teve início com a abordagem de um veículo Land Rover, de cor branca, com registro de furto no estado de Santa Catarina, que despertou suspeita por estar transportando vários sacos com areia para disfarçar a suspensão reforçada.
Maconha e veículo apreendidos pelo DOF em Dourados – Crédito: Osvaldo Duarte / Dourados News
Após cair em várias contradições, o motorista disse que havia pegado o veículo em um depósito de recicláveis, que serviria como entreposto de maconha, que seria distribuída para outras cidades de Mato Grosso do Sul, além de outros estados, grandes centros consumidores.
Diante das informações os policiais foram até o depósito, onde encontraram uma caminhonete VW/Amarok, carregada com a droga, além de vários tabletes distribuídos pelo local totalizando cerca de 1,5 tonelada de maconha.
O motorista identificado como Jovani de Oliveira, disse ainda que o dono do depósito, que fugiu assim que notou a presença dos policiais, já tem passagem policial por tráfico de drogas na cidade de Amambai, na região de fronteira com o Paraguai.
O motorista, as caminhonetes e a droga apreendida foram encaminhadas para a sede da Defron (Delegacia Especializada na Repressão aos Crimes de Fronteira), em Dourados, onde Jovani será autuado em flagrante por tráfico de drogas.
Três pessoas, ainda não identificadas, morreram durante troca de tiros com policiais da Derf (Delegacia Especializada em Roubos e Furtos), na Rua Tertuliano Jerônimo da Silva, no Bairro Leandro Correia, no município de Terenos, a 28 quilômetros da Capital, na manhã desta sexta-feira (9). As vítimas fatais teriam resistido à abordagem em residência lotada de produtos roubados.
Viatura em área isolada onde ocorreu a troca de tiros
A residência localizada estava lotada de produtos furtos de roubo, bem como armas e munições. Nesta manhã, por volta das 5h, policiais da Derf tentaram abordar os suspeitos dentro da residência e trocaram tiros com os criminosos.
Um dos feridos caiu perto da porta e outros dois no quarto. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas eles não resistiram aos ferimentos e morreram.
Os mortos são um casal e um homem, que já tinham ficha criminal e envolvimento com roubo de veículos.
Além dos bombeiros, a PM (Polícia Militar) e PRF (Polícia Rodoviária Federal) estão no local, aguardando a chegada da perícia. Toda a rua foi isolada para o trabalho das equipes policiais.
Dois homens e uma mulher foram presos em flagrante por tráfico de drogas nesta quinta-feira, (8), durante a operação “Kathárisma” no município de Maracaju (MS).
Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão em alvos relacionados ao tráfico de drogas.
(Foto: Divulgação/PCMS)
Os investigadores do Seção de Investigações Gerais (SIG) levantaram os locais onde eram realizadas as compras e vendas dos entorpecentes.
Sendo assim, a Polícia Civil representou pela busca domiciliar e o pedido foi deferido pela 1ª Vara da Comarca da cidade.
Conforme as informações policiais, um dos autuados irá responder por posse ilegal de arma de fogo e receptação. Em seguida, eles foram encaminhados para a delegacia.
A Polícia Civil cumpriu na manhã desta terça-feira (06), prisão preventiva de homem, de 23 anos, acusado de ser o autor do latrocínio que vitimou Almir Paes de Oliveira, de 63 anos, no Loteamento Pantanal, parte alta de Corumbá.
Prisão preventiva foi cumprida na manhã desta terça-feira Foto Divulgação Polícia Civi
Segundo a investigação, o indivíduo, que teve somente as iniciais divulgadas (T.H.O.D.S.), golpeou a vítima com uma faca, causando o ferimento fatal no tórax, durante assalto no último dia 24, quando Almir caminhava próximo ao Anel Viário, hábito de todas as manhãs.
Três indivíduos foram identificados, no entanto, a Polícia Civil informou que somente o homem preso, teria dado a facada. Os outros dois foram ouvidos e liberados na semana passada. Ambos apontaram o indivíduo de 23 anos como autor do crime.
O caso
Almir Paes de Oliveira, 63 anos, foi morto por volta das 05h do dia 24 de novembro, no Loteamento Pantanal, parte alta de Corumbá.
Ele estava caído no chão, de bruços, tinha sangramento no tórax, possivelmente causado por faca. Um familiar ligou para o celular da vítima e foi informado sobre o homicídio por guarnição da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência. De acordo com parentes, Almir tinha o hábito de caminhar todas as manhãs no trajeto em que foi morto.
Uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionada, foi tentada a reanimação, mas o idoso não resistiu.
Além das roupas, equipes policiais apreenderam um dispositivo eletrônico capaz de manipular o sistema de alarme das lojas de departamentos
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul prendeu, na tarde de quarta-feira (30), um grupo criminoso especializado em furtos de lojas de departamentos em Campo Grande. Com os bandidos foram apreendidos aproximadamente R$ 150 mil em roupas furtadas.
Grupo furtou aproximadamente R$ 150 mil em roupas — Foto: Polícia Civil
De acordo com as informações da polícia, os criminosos são especialistas em realizar grandes furtos em lojas de departamento em várias cidades do país. Em diligências, a polícia identificou os suspeitos, sendo uma mulher, de 30 anos, dois homens, de 28 e 35 anos, e um adolescente. O grupo é oriundo do estado de Goiás e já realizou furtos em diversas cidades do país.
Os suspeitos foram encontrados com roupas de diversas lojas de departamento, escondidas em sete sacos gigantes, sendo os produtos avaliados em R$ 150 mil. Ainda foi localizado com criminosos um dispositivo eletrônico capaz de manipular o sistema de alarme das lojas de departamentos.
Os dois homens e a mulher foram presos em flagrante pela prática de furto qualificado, associação criminosa e corrupção de menores. Já o adolescente foi conduzido ao Centro Especializado de Polícia Integrada (Cepol) para ser ouvido e autuado.
A prisão foi feita por uma equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros (Garras).
Para a polícia, a mãe do bebê contou que acordou por volta das 3h e encontrou a filha roxa, com sangramento no nariz.
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul investiga a morte de uma bebê de 30 dias, no Jardim São Conrado em Campo Grande. Para a polícia, a mãe da recém-nascida contou que acordou por volta das 3h, desta quarta-feira (30), e encontrou a filha roxa, com sangramento no nariz. De acordo com o boletim de ocorrência, o bebê chegou sem vida na unidade de saúde.
UPA do Jardim Leblon, em Campo Grande, para onde vítima foi levada — Foto: Prefeitura de Campo Grande/|Divulgação
Ao tomar conhecimento do caso, o médico plantonista solicitou a presença da Polícia Militar na Unidade de Pronto Atendimento (Upa) Leblon. O médico pediatra informou às autoridades que o bebê chegou morto na Upa e os pais não souberam explicar como ocorreu a morte.
Para a polícia, a mãe da criança relatou que durante a noite alimentou a outra filha, de dois anos, e a colocou para dormir. Na sequência, amamentou a recém-nascida e deitou com ela na mesma cama. Segundo o relato da mulher, a filha dormiu imediatamente.
Ainda conforme o depoimento da mãe, ela acordou por volta das 3h e encontrou a filha roxa, com sangue saindo do nariz. Foi então que pegou a criança no colo e correu para outro cômodo, pedindo ajuda da própria irmã.
A mulher contou que ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas como a ambulância estava demorando, conseguiu uma carona e foi junto com o marido e pai do bebê até a Upa Leblon.
De acordo com o registro policial, a avó materna da criança e uma vizinha da família disseram que a genitora do bebê é uma boa mãe e que não sabem sobre a criança ter sofrido maus-tratos dos pais.
Uma equipe da polícia foi até a residência onde a criança morreu. Segundo os policiais, o imóvel estava aparentemente em ordem e sem sinal de possíveis maus-tratos. O corpo do bebê foi encaminhado para o Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) e o caso registrado como morte a esclarecer.
Monalisa Pereira Alves Muricy, 55, foi assassinada com pelo menos sete golpes de faca. O crime ocorreu na noite de domingo (27/11), em Anhanduí, distrito de Campo Grande. O principal suspeito é o namorado, identificado como Vagner, de 39 anos.
Crime ocorreu na noite de domingo no distrito de Anhanduí
A amiga de Monalisa estava na casa quando aconteceu o assassinato. O caso foi registrado na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).
Monalisa estava em sua casa na companhia da amiga, do namorado e de outro homem, por volta das 21h30, quando estavam bebendo. Segundo relatos feitos à Polícia Militar, o namorado passou a esfaquear a vítima e o outro homem que estava na residência também pode ter dado facadas em Monalisa.
Logo após o crime, os dois homens fugiram. A amiga não soube explicar o que aconteceu. Ela disse aos policiais que Monalisa mantinha um relacionamento amoroso com o autor há poucos meses. Vagner abandonou o celular no local do crime e a faca alguns metros distante da residência.
Durante buscas o homem identificado como Rosemiro foi localizado, ele confirmou que estava presente no momento do crime e deu duas versões para a polícia, motivo pelo qual foi preso e encaminhado para a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher).