Uma mulher capturou o terrível momento em que a picape do seu marido foi atingida por um raio durante as férias da família na Flórida (EUA).
Michaelle Whalen estava dirigindo atrás do seu marido, Edward, no caminho de volta para o hotel em Tampa, na última sexta-feira (1/7), quando um raio atingiu o seu veículo na rodovia I-75, nos arredores de São Petersburgo, e fez faíscas voarem do teto.
Por acaso, Whalen estava filmando a tempestade quando capturou o incidente, que já foi visto mais de 1 milhão de vezes só no Twitter. Ninguém ficou ferido.
“Você podia sentir um leve zumbido no carro quando ele nos atingiu. Minha filha mais velha, que estava sentada ao meu lado, pulou no meu colo e gritou”, contou Edward à emissora WFLA.
Ele também revelou que ele e passageiros da picape ficaram “bem confusos” e tiveram dor de cabeça após o estrondo.
Uma mulher ainda sem identificação foi encontrada morta na zona rural de Ponta Porã na manhã desta sexta-feira (8/7).
Segundo as primeiras informações sobre o caso, o corpo da vítima foi achado nas proximidades da fazenda “3 Coxilhas” em Ponta Porã, cidade localizada na região de fronteira entre Mato Grosso do Sul e o Paraguai.
O corpo da vítima foi levada para o IML – Crédito: Divulgação
Os peritos que recolheram o corpo observaram várias perfurações que aparentemente teriam sido causadas por disparos de arma de fogo.
A mulher aparenta ter aproximadamente 40 anos de idade e estava vestindo uma calça jeans e uma blusa.
A vítima foi levada para o IML (Instituto Médico Legal) e o caso é investigado.
Profissional alega que paciente teve uma síndrome rara ao longo da recuperação e que prestou o suporte necessário
Uma esteticista de 37 anos entrou com uma ação na Justiça contra um dentista afirmando que teve parte do nariz necrosado e outras sequelas decorrentes de um procedimento estético para afinar o nariz. Elielma Carvalho Braga diz que após o procedimento, chamado alectomia, perdeu parte da pele e já precisou passar por outros 14 procedimentos cirúrgicos para lidar com as sequelas.
Elielma Carvalho Braga teve graves sequelas após procedimento para afinar o nariz Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
A alectomia é um procedimento estético realizado para afinar o nariz, costurando a cartilagem nas asas nasais. Atualmente, deve ser realizada por um médico desde agosto de 2020, quando o Conselho Federal de Odontologia proibiu expressamente a realização de alectomias por dentistas, dois meses depois da realização da cirurgia em Elielma.
O dentista Igor Leonardo Soares Nascimento, que realizou o procedimento em sua clínica localizada no município de Aparecida de Goiânia (GO), diz que as sequelas foram causadas por uma síndrome da própria paciente e que prestou todo o suporte necessário no pós-operatório.
Procedimento e sequelas Elielma, por meio de seu advogado Marcos Lara, contou ao Terra que após a realização do procedimento estético, acreditou que tudo tinha dado certo. No entanto, nos dias seguintes, começou a sentir fortes dores e outras alterações no rosto. A paciente diz que manteve contato com o dentista para receber orientações de como tratar.
Quando a situação ficou mais grave, com bolhas que se assemelhavam a queimaduras, ela foi até o consultório do dentista e os dois foram até uma unidade de saúde para que ela recebesse o atendimento necessário.
Elielma Carvalho Braga teve graves sequelas após procedimento para afinar o nariz Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
A esteticista, que não tem plano de saúde, precisou passar por diversos atendimentos na rede pública de saúde até encontrar um cirurgião plástico que se disponibilizasse a fazer o tratamento necessário voluntariamente. De lá para cá, foram 14 cirurgias de reparação, incluindo enxerto de pele e gordura, além de reconstrução de uma das narinas.
Atualmente, Elielma precisa usar um alargador nas narinas para conseguir respirar e, também necessita de mais cirurgias para melhorar as lesões existentes.
Indenização pelos danos Diante das sequelas, Elielma alega que se afastou das pessoas e que usa máscara constantemente por vergonha de seu nariz, que ficou desfigurado após o procedimento. Então, ela decidiu processar o dentista pedindo indenização por danos morais, materiais e estéticos, no valor de R$ 42 mil.
A mulher se assustou assim que abriu a correspondência e encontrou o xingamento estampado no cartão de crédito
Uma mulher, que preferiu não ser identificada, teve o sobrenome trocado pelo xingamento de “vagabunda” no cartão de crédito. A vítima, de 29 anos, entrou com processo por danos morais e pede indenização de R$ 50 mil pela situação vexatória.
Ao receber a correspondência, em Campo Grande, a mulher disse ter ficado completamente constrangida. O advogado Ederson Lourenço, que representa vítima no processo.
A mulher foi chamada de ‘vagabunda’ em cartão de crédito. — Foto: Arquivo pessoal
“A minha cliente me procurou logo depois que recebeu o cartão. Ela me disse que estava em casa em uma confraternização com amigas e tinha deixado para abrir o envelope em que o cartão estava depois do serviço. Quando abriu o papel, leu ‘vagabunda’ no cartão, ela disse ter começado a dar risada, mas depois se deu conta do que tinha acontecido”, detalha o advogado.
Lourenço detalhou que a cliente havia pedido o cartão de crédito e dois dias depois o objeto chegou. Até então, na correspondência, o nome da mulher estava correto, a surpresa maior foi quando abriu e viu o xingamento no cartão.
O advogado descreve o caso como “humilhante e vexatório”.
Em nota, o C6 Bank, banco em que o cartão foi solicitado, detalhou que acompanha o processo, mas não pode fornecer informações. Leia a posicionamento abaixo:
“Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar nº 105/2001, não podemos fornecer a terceiros informações de operações ativas e passivas de serviços bancários, sob pena de quebra de sigilo bancário. As informações somente podem ser fornecidas diretamente ao consumidor ou na forma autorizada na citada lei. Estamos à disposição dos clientes para esclarecer dúvidas, resolver qualquer problema e apurar todos os casos”.
Em depoimento prestado aos policiais civis do SIG (Setor de Investigações Gerais) na manhã desta terça-feira (28), Junio Benites Vaz, 38, confessou ter matado Maria da Penha Oliveira Neta, 34, há três semanas em uma casa no bairro Jardim Clímax, em Dourados.
A polícia investiga agora o tipo de envolvimento do acusado com a vítima – Crédito: Osvaldo Duarte/Dourados News
Segundo o Dourados News, o acusado foi capturado na noite dessa terça-feira (27) pela Polícia Militar de Caarapó e trazido para Dourados.
Ele não deu detalhes sobre a maneira que aconteceu o crime nem as motivações que teriam levado ao ato de violência, segundo o delegado do SIG, Erasmo Cubas, mas disse que estava drogado na manhã do dia 9 de junho, quando cometeu o crime de homicídio.
“Narrou apenas que estava sob efeito excessivo de entorpecentes e foram parar na residência na rua General Osório onde dormiam após o uso de muito entorpecente e ele disse que durante a noite sem nenhum motivo ele acabou desferindo os golpes que levaram a vítima a óbito”, explicou Cubas em entrevista concedida nesta manhã (28).
Os policiais investigam agora o tipo de relação que mantinham o acusado e Maria, já que eles estariam dormindo juntos há pelo menos quatro dias.
Caso se confirme um possível envolvimento amoroso, o caso pode ser classificado como mais um crime de feminicídio em Dourados.
Um homem de 22 anos foi socorrido e levado para a Santa Casa da Capital, na noite desse domingo (26), após ter o corpo queimado com álcool pela esposa, no Bairro Nova Campo Grande. Homem teve 37% do corpo queimado, após supostamente ameaçar o filho da mulher.
De acordo com o boletim de ocorrência, o homem estava em casa com a esposa e o enteado, quando o filho da autora do crime teria dito a mãe que recebeu ameaças do padrasto.
Ao ser informada, a mulher buscou uma garrafa de álcool e jogou o produto sobre o homem, em seguida ateou fogo e se afastou. Desesperado, a vítima saiu correndo da residência pedindo ajuda pelas ruas.
Conforme o registro policial, o homem parou na casa de um casal de desconhecidos, que o ajudaram apagando as chamas e acionaram o Corpo de Bombeiros.
O jovem foi socorrido por bombeiros e encaminhado para a Santa Casa de Campo Grande.
Segundo o boletim do hospital atualizando o estado de saúde do homem, as queimaduras foram na região torácico abdominal e nas coxas. O jovem está internado na enfermaria, consciente e respirando sem ajuda de aparelhos.
O caso foi registrado como lesão corporal dolosa na delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac Cepol).
Edmilson Veríssimo dos Reis, 33, vulgo “Aquidauana e Xitu”, suspeito de ser autor de feminicídio ocorrido em Corumbá na quarta-feira passada (22), pode ter planejado a execução da ex-esposa, segundo investigações.
Ele continua internado em unidade de terapia intensiva em estado de saúde considerado gravíssimo, com possibilidade de morte cerebral, após tentar suicídio.
Homem confessou para amigo o crime, antes de fugir – Crédito: Reprodução Redes Sociais
A Polícia Civil acredita ainda que Grazielly Karine Soares Alves de Lima, 28, foi torturada por “pelo menos 25 minutos até a morte”, conforme revelou a delegada da DAM (Delegacia de Atendimento a Mulher), Tatiana Zyngier e Silva, nessa quinta-feira (23).
Durante entrevista coletiva, a delegada disse ainda que Grazielly e Edmilson haviam saído para jantar na noite de terça-feira (21) e depois foram para residência do acusado, onde aconteceu o homicídio.
Câmeras de circuito de segurança mostram, inclusive, o momento que os dois abrem o portão e entram na casa, por volta das 23h, de acordo com informações do Diário Corumbaense.
“A gente acredita que ele tinha muito ciúmes dela e chegou a informação de que uma mulher tinha entrado em contato com o Edmilson, para falar que a Grazielly estaria traindo ele. […] Acredito que Edmilson estava premeditando o que faria, quando então, chegou na casa, que era dele, e cometeu o crime”, disse a delegada Tatiana.
As investigações apontam também que eles estariam tentando reatar o relacionamento, já que o inquérito de acusação feito por Grazielly em desfavor de Edmilson em março deste ano não havia sido levado adiante por ela.
Mulher foi assassinada pelo ex-marido que fugiu em seguida – Crédito: Divulgação
“A gente tem informação que ela havia voltado com ele. No final do inquérito entramos em contato com Grazielly e nos informou que não tinha feito exame de corpo de delito, que não tinha mais a imagens das lesões sofridas no celular, então, na verdade, leva a crer que ela não tinha mais interesse no procedimento, pois provavelmente tinha reatado com ele”, falou a delegada.
Tentativa de suicídio
Depois de supostamente torturar, retalhar o corpo, matar Grazielly e ainda espalhar o cabelo dela pela casa, Edmilson Veríssimo dos Reis fugiu, se escondeu em uma outra residência em Corumbá e teria atirado contra a própria cabeça.
Familiares relataram à polícia que o suspeito estava separado há três meses da vítima e seria uma pessoa bastante agressiva e ciumenta. De acordo com a polícia, o homem fugiu em uma moto de luxo após o crime.
Grazielly Karine Soares Alves de Lima, de 28 anos, foi encontrada morta na madrugada desta quarta-feira (22) com diversas perfurações pelo corpo e parte do cabelo cortado dentro de sua casa, em Corumbá, a 420 km de Campo Grande.
Grazielly Karine Soares Alves de Lima, de 28 anos, foi encontrada morta na madrugada desta quarta-feira (22) com diversas perfurações pelo corpo e parte do cabelo cortado — Foto: Redes sociais/Reprodução
Segundo a polícia, o principal suspeito de ter cometido o crime é o ex-marido da vítima, de 34 anos. De acordo com uma testemunha, o homem teria ligado para um de seus funcionários e dito ter feito uma besteira e matado a própria esposa. Ainda conforme a testemunha, o suspeito chegou a passar o endereço do local do crime.
Na casa da vitima, a polícia encontrou marcas de sangue já na entrada. Conforme a perícia, Grazielly foi encontrada sem vida, sentada em um sofá na sala, com várias perfurações nos braços, tronco, cabeça e perna e partes do cabelo cortado espalhados pelo chão.
Ainda conforme a perícia, o cômodo estava com garrafas de cerveja quebradas, objetos como celular e documento da vítima cortados ao meio e sangue no chão e nas paredes. A arma do crime não foi encontrada.
Familiares relataram à polícia que o suspeito estava separado há três meses da vítima e seria uma pessoa bastante agressiva e ciumenta. De acordo com a polícia, o suspeito fugiu em uma moto de luxo.
O homem possui passagens por violência doméstica, registrado em março de 2022, além de lesão corporal contra a vítima.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil de Corumbá e até a publicação desta matéria o suspeito ainda não havia sido localizado pela Polícia Militar.
Lucilene Nobel da Silva, de 38 anos, foi assassinada com dois tiros nas costas dentro da própria casa, em Dourados (MS), a 200 km de Campo Grande, na madrugada desta quinta-feira (16). Para a polícia, o principal suspeito do crime é o ex-marido da vítima, que está foragido.
Lucilene Nobel da Silva, de 38 anos, é a 22ª vítima de feminicídio em Mato Grosso do Sul neste ano. Foto Rede Social
Lucilene foi atingida por disparos de uma espingarda calibre. 38, enquanto estava na residência com a filha de quatro anos e o atual namorado, de 39 anos. Após chegar na casa, o ex-marido teria ido até à janela do quarto e atirado contra a ex-mulher.
Após o crime ele fugiu do local em um veículo ônix de cor escura. Equipe do Samu (Serviço de atendimento Móvel de Urgência) e também da Polícia Civil e Militar estão no local. O crime é investigado pela Depac (Delegacia de Pronto atendimento Comunitário).
Em depoimento, testemunhas disseram que o suspeito e a vítima estavam separados há alguns meses e o homem não aceitava o término do relacionamento.
Em Mato Grosso do Sul, 22 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2022, de acordo com dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp).
Suspeito está foragido — Foto: Reprodução/ Redes sociais
Elita dos Santos, de 55 anos, foi morta a facadas na tarde desta quarta-feira (8) por seu vizinho e sócio, Aparecido dos Santos Alves, de 61 anos, em Sidrolândia (MS) a 57 quilômetros de Campo Grande após um desentendimento.
O crime ocorreu no assentamento Eldorado, e segundo vizinhos, Elita e Aparecido moravam de frente um para o outro e eram sócios na produção de abacaxis.
No entanto, nos últimos tempos, estes estavam tendo problemas na divisão dos lucros, o que teria gerado um desentendimento nesta quarta-feira, ocasionando o crime.
A delegada-adjunta de Sidrolândia, Thais Duarte, informou que Aparecido está foragido. Segundo ela, o caso foi registrado como homicídio simples na Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia e não feminicídio devido à ausência de algumas características.