Mulher morre após colisão entre carro e caminhão na BR-262

A motorista Thaís Leal Batista, de 34 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira (9) após colidir o carro que conduzia em um caminhão. O acidente aconteceu por volta de 1h30, na altura do km 300 da rodovia BR-262, entre Campo Grande e Ribas do Rio Pardo.

Segundo o registro policial, a motorista estava sem cinto de segurança e não havia sinais de frenagem na pista. À reportagem, o motorista do veículo pesado informou que tinha carregado o caminhão com redes, panos de prato e chapéus, e descarregaria parte da mercadoria na capital.

Veículo de Thais ficou completamente destruído após colisão — Foto: Reprodução/ José Aparecido

Quase chegando em Campo Grande, o caminhoneiro foi surpreendido pelo veículo de passeio vindo em sua direção. Segundo ele, a condutora do carro invadiu a pista contrária e provocou a batida.

Familiares da motorista estiveram no local e informaram que Thaís havia saído de casa após um desentendimento. Eles chegaram a tentar evitar que ela saísse com o carro, mas sem sucesso.

Equipe do Corpo de Bombeiros chegou a ser acionada, mas no local encontrou a vítima sem vida. A Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Civil e equipe de perícia também estiveram no local

O motorista do caminhão foi submetido ao teste de bafômetro e o resultado foi negativo. O caso foi registrado como acidente de trânsito com vítima fatal provocado pela própria vítima.

Mulher fica 24 horas com barata presa no ouvido: “Desesperador”

O animal teria entrado durante a madrugada no ouvido da mulher

Aline Lopes, moradora de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, passou mais de 24 horas com uma barata dentro do ouvido. Ao G1, ela contou que acordou desesperada durante a madrugada de domingo (5) sentindo o inseto. Porém, só conseguiu retirá-lo nesta segunda feira (6).

Mulher ficou mais de 24 horas com barata no ouvido por falta de equipamento em hospitais
Imagem: Reprodução/Instagram

Aline contou que estava na casa da sogra, no bairro Jardim Esperança, quando seguiu para um hospital público da região após perceber que a barata estava no seu ouvido. Segundo ela, não havia um especialista de plantão na unidade para realizar o procedimento e retirar o bicho.

Em seguida, os profissionais do hospital orientaram para que procurasse atendimento hospitalar em Macaé ou São Pedro da Aldeia. Ela relata que chegou a ir até o município de São Pedro da Aldeia, onde os enfermeiros tentaram tirar o inseto, mas, por falta de equipamento adequado, não conseguiram.

Aline conta que devido à dor do procedimento foi sedada. Os profissionais do hospital pediram a transferência dela para um hospital no Rio, mas devido a lotação não conseguiram a vaga.

Só hoje – A mulher só conseguiu retirar a barata nesta segunda-feira, após uma clínica particular entrar em contato oferecendo o procedimento de retirada gratuitamente. O procedimento foi feito por um médico otorrinolaringologista.

Vídeo: Mulher dá à luz no oceano e vídeo viraliza

Josy Peukert, de 37 anos, escolheu ter o parto na água do mar, em uma praia da Nicarágua
Josy Peukert, de 37 anos, deu à luz de uma maneira menos convencional. A mulher teve o bebe no oceano, em uma praia da Nicarágua, país localizado na América Central. O nascimento aconteceu em 27 de fevereiro e o vídeo, que registra momentos do parto, viraliza desde então e já tem mais de 100 mil visualizações.

https://youtu.be/gRcRAO9fKRY

“Eu não queria ter preocupaçãoes. Meu primeiro parto foi em uma clínica e traumático, meu segundo parto foi em casa, já no terceiro parto mesmo com uma parteira em casa era demais”, explicou Josy. No dia do nascimento do caçula, ela deixou os filhos aos cuidados de amigos. Josy e o marido, Benni Cornelius, de 42 anos, separaram toalha, gaze e uma bacia, para guardar a placenta, e seguiram para a praia durante o trabalho de parto. Lá, veio ao mundo Bodhi Amor Ocean Cornelius.

“As ondas tinham o mesmo ritmo das contrações, aquele fluxo suave fez-me sentir muito bem. Fiquei com esta ideia na cabeça que queria dar à luz no oceano e porque as condições estavam certas no dia foi o que fiz”, contou a mulher que ficou feliz por ter realizado o parto da maneira que desejou.

“Desta vez não tive consultas médicas ou exames ou influência externa. Não tínhamos uma data de vencimento ou prazo para o bebê chegar, apenas confiávamos que nosso bebê chegaria. Apenas eu, meu parceiro e as ondas. Foi bonito. A areia vulcânica macia sob mim me lembrou que não há mais nada entre o céu e a terra, apenas a vida”, concluiu.

Em seu Instagram, Josy relatou também como foram os preparativos para o nascimento desde a verificação da tábua da maré, até a duração das contrações.