Monitoramento já chegou em 298 escolas e próximo passo é levar tecnologia para área rural

120 funcionários ficam à disposição para irem até as escolas, tendo um tempo de resposta de 5 a 10 minutos de motos (Foto: Bruno Rezende)

O cronograma para ampliar o monitoramento nas escolas estaduais segue em dia, inclusive o modelo e tecnologia já chegaram a 298 unidades da Rede Estadual de Ensino. O próximo passo é chegar nas escolas rurais. Esta estratégia já está sendo organizada pelo Governo do Estado, por meio da SED (Secretaria Estadual de Educação). O objetivo é garantir segurança aos alunos e profissionais de educação.

Nesta quinta-feira (04) o governador Eduardo Riedel se reuniu com a direção do Cosi (do COSI (Centro de Operações de Segurança Integrado), que é responsável por colocar este sistema, para avaliar como estão os trabalhos e atividades em andamento. O encontro teve a participação do secretário estadual de Educação, Hélio Daher.

Secretário de Educação, Hélio Daher (Foto: Álvaro Rezende)

“O governador queria ouvir sobre como o andamento das atividades do monitoramento e a nossa expectativa é melhorar ainda mais esta vigilância, já que é importante garantir este ambiente seguro nas escolas. O cronograma está sendo cumprido à risca, tanto que já chegou a 298 escolas e já começamos a pensar no projeto para levar esta tecnologia para as unidades rurais”, afirmou o secretário.

Daher também revelou que equipes de São Paulo e do Paraná vieram a Campo Grande para conhecer o sistema de monitoramento feito em Mato Grosso do Sul. “Recebemos esta visita e eles inclusive tem o interesse de fazer o mesmo projeto em seus estados, por conta da qualidade do serviço oferecido aqui no Estado”, destacou.

Monitoramento

O monitoramento nas escolas estaduais começou no ano passado, em um sistema que tem o controle em tempo real das unidades, com de câmeras e sistema eletrônico, que fazem a vigilância, para levar segurança aos alunos e profissionais.

O Centro de Monitoramento fica em Campo Grande e conta com 10 salas e 240 funcionários. Funciona 24 horas por dia, em quatro turnos de trabalho. Ainda dispõe de uma sala de tecnologia que cuida das condições das câmeras, identificando defeitos ou mau funcionamento dos aparelhos.

Segundo a SED (Secretaria Estadual de Educação), o sistema possibilita uma resposta em tempo real nas unidades, com centro de manutenção de logística, equipe treinada, correção de vandalismo, dando todo apoio nas investigações policiais. O objetivo é levar segurança e modernidade para educação pública de Mato Grosso do Sul.

Ao todo 120 funcionários ficam à disposição para irem até as escolas, tendo um tempo de resposta de 5 a 10 minutos de motos. Quando forem ocorrências para manutenção ou fiscalização são enviadas equipes de carro. Cada escola que conta com o modelo tem de 2 a 8 câmeras, de acordo com o tamanho da unidade.

No local ainda tem o controle de acesso (fechadura eletrônica) e sistema de alarme. Em caso de emergência, o diretor e funcionários de cada unidade podem acionar as autoridades e a Central de Atendimento por meio de um “botão de alerta”, disponível em aplicativo no celular.

Secretaria de Justiça intensifica monitoramento de escolas

A vigilância e o acompanhamento das escolas já são realizados pelas forças de segurança e por outras entidades. No entanto, durante um determinado período diversos órgãos da estrutura de segurança pública e educação (município, estado e união) estarão de prontidão no CICC

Como parte das ações que visam garantir a segurança de estudantes e profissionais da educação em Mato Grosso do Sul, a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) ativou, nesta quinta-feira (13), o Gabinete de Gestão de Incidentes no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), que funciona no Parque dos Poderes, em Campo Grande.

O objetivo é intensificar o monitoramento e a coordenação de ocorrências ou ameaças que envolvam escolas públicas ou particulares para que todo e qualquer incidente seja tratado de forma célere e integrada, e que as medidas sejam rápidas, qualificadas, reduzindo o tempo de resposta e os riscos envolvidos.

O objetivo é intensificar o monitoramento e a coordenação de ocorrências ou ameaças que envolvam escolas públicas ou particulares

“Reunimos um colegiado de diversos órgãos, onde cada instituição utiliza o que há de melhor em seu sistema, em seu cadastro, com banco de dados, sistemas, infraestrutura, inteligência e, dentro da necessidade operacional, compartilha a informação com o Centro de Comando e Controle. Para cada demanda existe um tempo de reposta específica. Estamos atendendo desde a assistência social e ambiente escolar, até o nível de investigação e inteligência”, explicou o secretário-executivo de Segurança Pública da Sejusp, coronel Wagner Ferreira da Silva.

A vigilância e o acompanhamento das escolas já são realizados pelas forças de segurança e por outras entidades. No entanto, durante um determinado período diversos órgãos da estrutura de segurança pública e educação (município, estado e união) estarão de prontidão no CICC.

“Temos uma estrutura pronta para atender de forma rápida qualquer ocorrência e estamos integrados. Toda a estrutura de segurança púbica e estatal está organizada e pronta para atender com medidas ágeis e efetivas. Já fazemos o trabalho de monitorar as escolas, estando cada instituição vocacionada naquilo que é de sua competência, mas neste momento estamos aqui de forma integrada para compartilhar as nossas potencialidades”, disse o coronel PM Wagner.

Entre os envolvidos no trabalho de sentinela estão os representantes da Sejusp, dos setores de inteligências das forças de segurança, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Guarda Civil Metropolitana, Ciops, além de outros representantes do Programa Escola Segura, Família Forte, da Secretaria Estadual de Educação, Secretaria Municipal de Educação, Conselhos Tutelares e da rede particular de ensino.

“Essa é uma ferramenta de gestão. Trouxemos todas as forças ao CICC para que possamos ter a solução do problema com todos os atores envolvidos, incluindo escolas, conselhos tutelares”, afirmou o secretário adjunto da Sejusp, Ary Carlos Barbosa.

No CICC, por meio de grandes painéis e tecnologia de compartilhamento de dados, é possível acompanhar a dinâmica de viaturas e ocorrências em todo Estado. “No painel podemos ver a distribuição das viaturas da Polícia Militar, viaturas da Guarda Municipal e de qualquer outra instituição que precise compartilhar suas informações. Se a Policia Civil receber uma informação que precise ser compartilhada, ela será replicada e cada instituição poderá tomar medidas cabíveis de acordo com o âmbito de cada uma delas”, explicou o coronel Wagner Ferreira.

Na manhã desta quinta-feira, a Sejusp apresentou à imprensa como será a atuação das forças, a utilização da geolocalização de viaturas, entre outras atividades utilizadas.

Além do secretário Adjunto de Justiça e Segurança Pública e do secretário-executivo de Segurança Pública da Sejusp, estiveram presentes a delegada-geral adjunta da Polícia Civil, Rozeman Geise Rodrigues de Paula, a subcomandante-geral da Polícia Militar, coronel PM Neidy Centurião e o coordenador do Programa Escola Segura, Família Forte, Valson Campos dos Anjos.

Governador vistoria Centro de Monitoramento das escolas estaduais

O governador Eduardo Riedel visitou no final do expediente desta quinta-feira (30) a Centro de Monitoramento das escolas da Rede Estadual de Ensino, que fica em Campo Grande, no bairro Amambaí. O local tem o controle em tempo real das unidades que já dispõe de câmeras e sistema eletrônico, que fazem a vigilância da unidade, para levar segurança aos alunos e profissionais.  Ele tem pressa e urgência em tratar do tema, que virou pauta nacional após a tragédia em São Paulo.

Governador confere como funciona o monitoramento das escolas (Foto Bruno Rezende)

“Viemos visitar hoje o centro de monitoramento das escolas estaduais de Mato Grosso do Sul. Uma operação moderna, extremamente digital, onde estamos concluindo neste mês de abril 298 escolas neste sistema, das 348 que o Estado tem. Maneira da gente monitorar todas estas unidades. O tempo de respostas das equipes de 5 minutos até a escola. Estamos buscando um ambiente cada vez mais seguro aos nossos alunos e professores”, disse o governador.

O Centro começou a funcionar em abril do ano passado. Hoje conta com 10 salas e 240 funcionários. Ela funciona 24 horas por dia. O monitoramento das escolas é feito em quatro turnos de funcionários. Ainda dispõe de uma sala de tecnologia que cuida das condições das câmeras, identificando defeitos ou mau funcionamento dos aparelhos.

O monitoramento com diversas câmeras já faz parte da realidade de 245 escolas da Rede Estadual, que já possuem o sistema instalado e contam com os benefícios promovidos neste programa. Em Mato Grosso do Sul a execução do projeto é feito por intermédio do COSI (Centro de Operações de Segurança Integrado).

A previsão é que este monitoramento chegue a 298 escolas até o final de abril, estando presente em todos os municípios do Estado. Ao todo são 348 escolas da Rede Estadual de Ensino. Vai faltar implantar o sistema apenas nas unidades da zona rural.

Segundo a SED (Secretaria Estadual de Educação), este sistema possibilita uma resposta em tempo real nas unidades, com centro de manutenção de logística, equipe treinada, correção de vandalismo, dando todo apoio nas investigações policiais. O objetivo é levar segurança e modernidade para educação pública de Mato Grosso do Sul.

Ao todo 120 funcionários ficam à disposição para irem até as escolas, tendo um tempo de resposta de 5 a 10 minutos de motos. Quando forem ocorrências para manutenção ou fiscalização são enviadas equipes de carro.

Cada escola que já faz parte do monitoramento tem de 2 a 8 câmeras, de acordo com o tamanho da unidade. No local ainda tem o controle de acesso (fechadura eletrônica) e sistema de alarme. O diretor de cada unidade tem acesso às suas imagens e pode acionar a Central pelo aplicativo.  A maior parte das ocorrências são pedidos de manutenção e os principais problemas envolvem furtos e casos de vandalismo.

Painel de monitoramento da Monkeypox facilita acesso aos dados doença em MS

A SES/MS (Secretaria de Estado de Saúde) lança nesta quarta-feira (15), um novo painel que realiza o monitoramento da Mpox em Mato Grosso do Sul. A nova ferramenta se encontra no Painel Digital Mais e traz todas as informações pertinentes sobre a Mpox no Estado.

Segundo o assessor militar na SES e coordenador da Mpox, coronel Marcello Fraiha, Mato Grosso do Sul ao criar ferramentas digitais como este painel auxilia na transparência e o acesso da população as informações de combate à doença no Estado. “O Estado de Mato Grosso do Sul está à frente e desenvolve ações estratégicas para que sejam eficientes e eficazes para o controle e prevenção da Mpox”.

Para a responsável técnica da Saúde Única da SES, Danila Frias, a população passa a ter um canal acesso com informações atualizadas da doença no Estado.

Imagem: Reprodução/Divulgação

“O painel apresenta os dados reais da doença com informações diárias. Hoje, nós temos uma característica de queda de Mpox no Estado. Há o registro de queda drástica dos casos positivos e isto é muito importante porque mostra que o Estado está fazendo o seu trabalho, mostra que as ações de prevenção e controle da doença estão sendo realizadas de forma consciente tanto pela população quanto pelas equipes de Vigilância do Estado e dos municípios”.

Danila ainda explica que a entrada de casos suspeitos de notificações da Mpox é comum de acontecer. “Isto demostra que a Vigilância do Estado está totalmente atuante e qualquer caso que possa se tornar um caso confirmado de Mpox, precisa ser notificado. Então, esse painel demostra que a atividade da Vigilância está efetiva em Mato Grosso do Sul”.

Para o coordenador de Tecnologia da Informação da SES, Marcos Espíndola de Freitas, o painel integra a plataforma MAIS da Saúde, já é ‘velho’ conhecido da população, principalmente, durante a Pandemia do Coronavírus, onde os painéis da Plataforma Mais eram bastantes utilizadas e acessadas.

“É mais um produto de informação e transparência sobre a doença, suas notificações, casos prováveis, casos confirmados entre outros dados relacionados à Mpox. A SES-MS torna público mais um painel de indicadores sobre a Mpox. Além dos dados sobre a infecção, ainda é possível consultar quais localidades notificaram os casos, recortes por faixa etária e sexo e a distribuição de casos pelos municípios de MS”, destaca Marcos.

Para acessar o Painel Mpox basta acessar o link https://mais.saude.ms.gov.br:444/extensions/MPOX/MPOX.html.

Sobre a Mpox

A Mpox é uma doença causada pelo vírus Monkeypox virus do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae, geralmente autolimitada, cujos sinais e sintomas duram de 2 a 4 semanas. O período de incubação do vírus é tipicamente de 6 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.

A pessoa infectada é assintomática no período de incubação. A manifestação cutânea típica é do tipo papulovesicular (manchas vermelhas), precedido ou não de febre de início súbito e de linfadenopatia (inchaço dos gânglios). Outros sintomas incluem dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, calafrios e exaustão.

As erupções podem acometer regiões como face, boca, tronco, mãos, pés ou qualquer outra parte do corpo, incluindo as regiões genital e anal. Na pele, podem aparecer manchas vermelhas sobre as quais surgem vesículas (bolhas) com secreção; posteriormente, essas vesículas se rompem, formam uma crosta e evoluem para cura. É importante destacar que a dor nestas lesões pode ser bastante intensa. Quando a crosta desaparece a pessoa deixa de infectar outras pessoas e, na maioria dos casos, os sinais e sintomas desaparecem em poucas semanas.

A transmissão entre humanos ocorre principalmente por meio de contato pessoal com lesões de pele ou fluidos corporais de uma pessoa infectada ou objetos recentemente contaminados, tais como toalhas e roupas de cama. Também pode ocorrer por meio de gotículas que geralmente requer contato mais próximo entre o paciente infectado e outras pessoas, o que torna trabalhadores da saúde, familiares e parceiros íntimos pessoas com maior risco de infecção.

Uma pessoa pode transmitir a doença desde o momento em que os sintomas começam até a erupção ter cicatrizado completamente e uma nova camada de pele se forme. Em caso suspeito da doença, realizar o isolamento imediato do indivíduo e coletar amostras clínicas em uma unidade de saúde. O rastreamento e monitoramento dos contatos dos casos suspeitos deverão ser realizados por no mínimo 21 dias.

Escolas estaduais ganham videomonitoramento 24 horas contra crimes

Dentro da iniciativa de implementar em Mato Grosso do Sul uma grande rede de serviços digitais para melhorar a vida das pessoas, o Governo do Estado começou a semana entregando o Centro de Operações de Segurança Integrada, que faz o monitoramento das escolas da REE (Rede Estadual de Ensino). Localizado na Vila Bandeirantes, em Campo Grande, o COSI foi inaugurado nesta segunda-feira (22), pelo governador Reinaldo Azambuja.

Escolas da Rede Estadual substituem agentes patrimoniais por câmeras Foto Chico Ribeiro

O serviço de videomonitoramento está operando nas 77 escolas da REE da Capital e em fase de implementação em outras seis cidades: Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Coxim e Maracaju. No total, 140 unidades de ensino serão monitoradas, nesta primeira etapa.

Reinaldo Azambuja explicou que o sistema ajuda a evitar e combater vandalismos e crimes. “Quando a gente implanta um sistema de videomonitoramento em 140 escolas, que é o projeto inicial, tudo que ocorre dentro e fora das escolas estaduais – vandalismo, alguém próximo da escola oferecendo algo ilícito – pode ser fiscalizado, através de uma central. Tem um sistema de alerta. E a ideia é expandir para que possa chegar a todas as escolas de Mato Grosso do Sul e outros prédios públicos”.

O investimento total é de R$ 17 milhões. As escolas estaduais são monitoradas por vídeo, com sistemas de alarme e controle de acessos com assistência 24 horas, podendo a direção escolar acionar o centro de comando por meio call center ou aplicativos para dispositivo móvel, com apoio da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, quando necessário.

E o resultado já começa a aparecer. Segundo a diretora da Escola Estadual Emygdio Campos Widal, Fernanda Bucallon, que é presidente do Fórum de Diretores da REE, a empresa contratada tem prestado um serviço de excelência, com rapidez e eficiência, garantindo a segurança de alunos e funcionários. “Eles têm agido com muita presteza, desde simples ocorrências como queda de energia, que pode desvincular nosso sistema da SED, como qualquer problema como vandalismo e invasão”, disse.

Nesta primeira etapa, 200 pessoas trabalham no monitoramento e atendimento. A informação é do diretor do grupo IIN, Yoran Yali, responsável pelo serviço. “Nesta fase, geramos 200 empregos e vamos chegar a mil empregos em todos os níveis. Nós queremos muito servir o Governo do Estado na prosperidade de Mato Grosso do Sul. Vamos fazer o máximo para isso”.

Para a secretária de Estado de Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, a implementação do sistema vai permitir com que a pasta possa se dedicar ainda mais com o aprendizado dos alunos. “Vamos ter uma escola com segurança, monitorada, para podermos nos dedicar ao aprendizado dos alunos”, afirmou.

Na Capital, o Centro de Comando do COSI conta com cinco bases de funcionamento 24 horas, que agilizam o tempo de resposta aos chamados.

Estado amplia ações preventivas e reativa Centro de Monitoramento e Combate a Incêndios

O secretário de Produção e Meio Ambiente Jaime Verruck esclareceu que o Estado entra agora no mês de agosto, setembro e outubro nos períodos mais críticos da seca e aparecimento de queimadas

Reforçar as ações preventivas de combate aos incêndios florestais que costumam se agravar a partir dos próximos meses com a intensificação do período de seca em Mato Grosso do Sul. Este foi o objetivo de uma reunião realizada hoje (18) entre o secretário Jaime Verruck, da Semagro (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), o secretário Antônio Carlos Videira, da Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública, o comandante geral do Corpo de Bombeiros do MS, coronel Dijan Leite e o diretor-presidente do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, André Borges.

O secretário de Produção e Meio Ambiente Jaime Verruck destacou que o Governo já está fazendo as ações preventivas

No encontro foram debatidas as tratativas que serão tomadas pelas autoridades para combater os a incêndios florestais. O secretário de Produção e Meio Ambiente Jaime Verruck destacou que o Governo já está fazendo as ações preventivas. “Nós já estamos fazendo isso já há alguns meses. Mas agora nós temos um alerta de que esse é um período mais crítico. Por isso decidimos que nós vamos publicar o decreto de emergência de incêndios florestais de Mato Grosso do Sul agora”, salientou.

Ele destaca que neste momento o Estado entra em estado de emergência ambiental e o Governo fará um decreto específico sobre isso. “A ideia é reativar imediatamente lá no CIOPS, na Polícia Militar o Centro Integrado de Monitoramento dos Bombeiros, Imasul. Semagro e Sejusp. Fazer uma intensificação da fiscalização e do monitoramento, do patrulhamento por das áreas por parte da Polícia Militar Ambiental e também continuar com as ações de prevenção de fazer aceiros nas propriedades e que são extremamente importantes para evitar aí desastres maiores”, explicou.

Verruck esclareceu que o Estado entra agora no mês de agosto, setembro e outubro nos períodos mais críticos da seca e aparecimento de queimadas. “Hoje nós vamos ter ondas de calor muito forte, seca e alguns também ventos mais intensos. Junte-se a isso a umidade do ar baixa, vento e falta de chuva. Então por isso fizemos a reunião, fazendo o planejamento com a participação de todas as entidades”, enfatizou.

De acordo com o secretário ainda foram debatidas as questões de aumento nas horas voos para as aeronaves de combate a incêndios, ampliação dos recursos humanos, destinação de equipamentos, todo o planejamento diante desse evento crítico que pode ocorrer nos próximos três meses.